quarta-feira, 4 de abril de 2018
Mais verdades do Jornal clandestino.Os mangas de alpaca vão mandar Lula para a prisão
http://www.correiodamadeira.com/2018/04/borquilha-episodio-jm.html
Rosa Weber vota contra habeas corpus de Lula no STF
Voto da ministra era o mais esperado - e imprevisível - do julgamento desta quarta-feira no Supremo Tribunal Federal
Por Leonardo Lellis
Voto mais esperado e imprevisível no julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Supremo Tribunal Federal, a ministra Rosa Weber manifestou-se contra o pedido do petista e praticamente definiu o resultado o do julgamento.
Voto mais esperado e imprevisível no julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Supremo Tribunal Federal, a ministra Rosa Weber manifestou-se contra o pedido do petista e praticamente definiu o resultado o do julgamento.
Ao lado de Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, que votaram contra o pedido de Lula, Luiz Fux e Cármen Lúcia também são votos certos no mesmo sentido. Do outro lado, são manifestamente contrários à prisão em segunda instância os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Celso de Mello.
Lula tenta evitar a prisão após ser condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região a doze anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP). Seu julgamento foi iniciado no dia 22 de março, quando foi interrompido para ser retomado nesta tarde e o petista conseguiu um salvo-conduto para não ser preso.
O julgamento começou com o voto do ministro Edson Fachin, relator, que negou o pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula. Para ele, deve prevalecer o entendimento adotado pelo Supremo que autorizou, em 2016, a execução provisória da pena, após a condenação em segunda instância.
Citando os cinco ministros da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça que negaram o mesmo pedido de Lula naquela corte, Fachin afirmou não haver qualquer ilegalidade na aplicação da medida. Naquela ocasião, o STJ aplicou o entendimento do Supremo sobre a prisão antecipada.
“Não compreendo que o ato do STJ colida com a lei. Se limitou a proferir decisão compatível com a jurisprudência desta Corte”, afirmou o ministro, que citou ser dever do Supremo respeitar suas próprias decisões. “Não é possível respeitar quem não se respeita”, disse.
Após o voto de Fachin, ensaiou-se um bate-boca no Plenário. Os ministros Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski se desentendem com a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, sobre a validade do recurso impetrado pela defesa do petista.
Gilmar Mendes, que pediu para adiantar seu voto pois tinha voo marcado de volta para Lisboa, onde participa de um congresso, apontou a necessidade de se discutir se o julgamento teria efeito para todos
Marco Aurélio e Lewandowski concordaram que, na prática, o habeas corpus substituiria a discussão de tese posta em duas ações diretas de constitucionalidade em que se discute o mérito da prisão em segunda instância. Cármen Lúcia interrompe a discussão para dizer que colocou o HC em pauta apenas por se tratar de uma situação específica.
Em seu voto, Gilmar Mendes aproveitou para atacar a mídia, a quem chamou de “opressiva” e “chantagista”, e o Partido dos Trabalhos, a quem responsabilizou pela acirramento da polarização que antecedeu o julgamento.
Antes favorável à prisão em segunda instância, o ministro assumiu que mudou de posição por entender que o que era para ser uma autorização passou a ser aplicado de forma automática por juízes. E acrescentou que o argumento de que a mudança traria prejuízo à operação Lava Jato é “balela” porque a maioria dos réus teve prisão decretada de forma preventiva.
Ao divergir de Fachin, Gilmar Mendes defendeu uma tese intermediária: a execução da pena não deve ser logo após a condenação em segunda instância, nem só com o trânsito em julgado. Para ele, deve ser adotado o Superior Tribunal de Justiça (STJ) como foro, subindo um degrau. Essa era a alternativa defendida pelos autores de uma das ações que contestam a execução provisória. Um dos representantes dos autores desta ação, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que “não é o ideal, mas é um avanço”.
Segundo a votar contra o pedido de Lula, o ministro Alexandre de Moraes ressaltou que, desde a promulgação da Constituição de 1988, 71% dos ministros do STF foram favoráveis à prisão após condenação em segunda instância. ‘’Prisão após segunda instância gerou efetivo combate à corrupção’’, disse.
O ministro Luís Roberto Barroso também entendeu que não há qualquer ilegalidade na prisão em segunda instância e ressaltou que não estava julgando o legado político de Lula. Para ele, se o STF mudar seu entendimento, “o crime vai voltar a compensar”. ‘’Sem o risco à prisão em segundo grau, acabaram-se os incentivos à colaboração premiada, que foi decisiva para o desbaratamento dessa corrupção sistêmica no Brasil’’ (revista VEJA)
A magistrada Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, votou contra o habeas corpus. Com a sessão interrompida e faltando votar seis juízes, tudo aponta para uma maioria de 6-5 a favor do ingresso do ex-Presidente Lula da Silva na prisão
O Supremo Tribunal Federal brasileiro está a votar sobre o pedido de habeas corpus do ex-Presidente do Brasil e o atual estado de coisas torna provável que Lula da Silva receba ordem de prisão nos próximos dias. Com cinco votos emitidos e seis por conhecer, só o juiz Gilmar Mendes votou a favor do antigo chefe de Estado.
Pelas 23h30 na hora portuguesa (17h30 no Brasil) houve uma pausa na sessão, depois de a juíza Rosa Weber ter emitido o seu voto contrário à defesa de Lula. Esta magistrada era considerada pela imprensa brasileira a voz decisiva no desfecho da decisão, já que o seu sentido de voto não era conhecido e, entre os restante painel, antevia-se um empate a cinco. De momento os juízes Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Lús Roberto Barroso votaram contra Lula, tal como Weber.
Uma eventual rejeição do pedido de habeas corpus não implica prisão imediata. É possível interpor mais um recurso, até 10 de abril, no Tribunal de Porto Alegre que condenou Lula em segunda instância por corrupção, ainda que seja improvável uma reversão dessa condenação. Se esse último recurso for apresentado e rejeitado, o juiz Sérgio Moro poderá decretar o ingresso do ex-Presidente na cadeia. (Expresso)
terça-feira, 3 de abril de 2018
PTP apresenta voto de pesar pela morte do democrata do 25 de Abril, Manuel Viveiros
O PTP apresentou um voto de pesar na Assembleia Legislativa da Madeira, pelo falecimento de Manuel Mendonça de Viveiros, “natural de Machico e mais conhecido por Sr. Miguel, ex-condutor dos autocarros da SAM.
O mesmo faleceu com 89 anos, “mas a sua longa vida deixou-nos um exemplar percurso político que ninguém que o conhecia ficava indiferente”, refere o voto de pesar.
Segundo o PTP, desde o 25 de Abril de 1974, que Manuel Viveiros “tomou partido pelos valores da democracia e da liberdade, assumindo a luta pela defesa dos mais pobres e desfavorecidos da nossa terra”.
“Iniciou juntamente com o reverendo padre José Martins Júnior na Ribeira Seca, a luta pela defesa dos caseiros no seu direito ao uso da terra. Combateu a forma arcaica de exploração da terra pelos senhorios. Empreendeu juntamente com o padre Martins a verdadeira reforma agrária na ilha da Madeira seguindo à risca o slogan da Revolução dos Cravos “a terra a quem a trabalha”. O seu trabalho foi tão grande que até as forças reaccionárias à Revolução, recém-saídas da FLAMA, tiveram que se render às reivindicações populares, tal foi o sucesso alcançado pela luta em prol da justiça social e da democracia”, insistem os trabalhistas.
Manuel Mendonça Viveiros “lutou contra a célebre ocupação da igreja da Ribeira Seca pela PSP, a 27 de fevereiro de 1985”. acrescenta o PTP, sublinhando que se orgulha “da sua trajectória, da sua luta e do seu exemplo”.
segunda-feira, 2 de abril de 2018
As aldrabices e perseguições do grupo Sousa às empresas concorrentes no porto do Caniçal
[Este senhor indicado pela seta (em cima) é mais um papagaio charlatão que vem defender o grupo Sousa. Vejam no vídeo a prosápia deste macaco!]
Com a devida vénia do jornal clandestino Correio da Madeira
Como não existe liberdade de imprensa na Madeira por causa dos juízes fascistas que temos cá na ilhota mamadeira, este diário clandestino é mais uma grande lufada de ar fresco a seguir ao extinto semanário "O Garajau"
A hipocrisia de Marcelo no caso da injusta prisão da Maria de Lurdes
Notícias do Bloco
A nova gestão caciqueira do bloco de Esquerda na Madeira, nas suas acções políticas estão a marginalizar os deputados na que tem na Assembleia Regional.Roberto Almada e Rodrigo Trancoso, são colocados à parte. Isto é: são colocados na prateleira pelos novos senhorios do Bloco.
Estão assim com tanta gente, que já não precisam destes dois valiosos quadros?
Este IMI é uma vergonhosa extorsão de dinheiro aos pequenos e médios proprietários.Chegou a hora do nosso povo abrir a pestana e correr com esta ladroagem do poder!
domingo, 1 de abril de 2018
Mais 8 novos processos contra o deputado do PTP José Manuel Coelho
Os fascistas da justiça não desistem enquanto não encarcerarem o deputado José Manuel Coelho tal como fizeram à investigadora Maria de Lurdes Lopes Rodrigues presa em Tires há quase dois anos.Coelho já está como o jornalista angolano Rafael Marques recordista de processos de difamação feitos por vários membros do governo de Angola. Rafael Marques averba já 100 processos por difamação.Vejam só!
Luis Júdice «Pelos vistos querem que cumpra os 3 anos a que foi ilegitimamente condenada. Mais, com ela presa é mais fácil sentá-la no banco dos réus para que seja julgada e condenada por mais alegados crimes de difamação e, assim, eternizarem o encarceramento de uma voz incómoda para o sistema.
É cada vez mais evidente que o sistema jurídico e judicial, de braço dado com o sistema político dominante, está apostado em promover e criar as condições para o retorno dos tribunais plenários, da censura e da censura política.
Estranhamente, não se vêm muitos dos que se arrogam democratas a levantar a sua voz e em participar activamente na luta pela libertação, quer da Maria de Lurdes Lopes Rodrigues, quer pela revogação da legislação iníqua que permite que essas prisões aconteçam.»
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