(O nosso jornalista Miguel Silva explica o caso que envolveu o médico madeirense Rafael Macedo)
«Segundo sei, o médico Rafael Macedo, foi chamado à morgue (que pertence à jurisdição do Ministério da Justiça) e à pedido do Diretor Regional da Polícia Judiciária da Região Autónoma dos Açores (RAA) Dr. Renato Furtado, para deslocar-se à Unidade de Saúde Da Ilha de Santa Maria (USISMA) para registar por imagem e emitir o respectivo certificado de óbito do cadáver não identificado (que seria um anterior nado vido, criança ou feto viável; senão haveria lugar a cesariana se estivesse morto no útero da mãe), desaparecido há 8 dias e encontrado pela mesma Polícia Judiciária (PJ) numa arca congeladora da empresa Resiaçores, LDA (atualmente, fortemente investigada por várias irregularidades como empresa de triagem de resíduos da Ilha de Santa Maria) para seguir rumo de barco para ser incinerado na Ilha Terceira, pela mesma referida empresa. Não existe controlo de imagem externa e validada para ter-se acesso a esse congelador e a porta desse congelador não se encontra vedada ao público. Qualquer pessoa, em qualquer altura do dia ou noite, pode depositar cadáveres animais ou carne putrefacta nesse espaço não existindo qualquer controlo de acesso ou registo de controlo de imagem ou som. O mesmo pode acontecer a restos humanos. Foi o Dr. Rafael Macedo que descobriu tudo isso. Por isso, sentiu-se obrigado a pedir a demissão de Delgado de Saúde quando o Diretor Regional da Saúde (DRS) da RAA, o Enfermeiro Pedro Paes, Autoridade Regional da Saúde, proibiu o médico Rafael Macedo (Autoridade Local de Saúde) de voltar ao local para continuar as investigações após um trabalhador ter sido eletrocutado por cabos roídos por ratazanas, a 380V, por exemplo. O trabalhador só está vivo porque tem uma placa de platina(?) na tíbia esquerda (colocada para fixação da fratura resultante de um acidente de viação há muitos anos) que conduziu a maior descarga de energia elétrica. Senão, estaria morto.
Segundo se sabe, o médico Rafael Macedo, mesmo após o Enfermeiro Pedro Paes -o DRS da RAA- ter aceite a sua demissão de Delegado de Saúde de forma imediata- , acorreu ao local onde estava o feto/criança morta na referida morgue para ajudar o novo Delegado de Saúde nomeado pela tutela do Governo Regional (GR) da RAA, a registar as imagens (vídeo neste caso) e emitir o respetivo certificado de óbito de corpo anonimizado, a pedido do referido Diretor Regional da Polícia Judiciária, Dr. Renato Furtado, telefonicamente (repete-se).
Segundo se sabe, por fonte fidedigna com recurso a prova, o médico Rafael Macedo, apenas queria proteger a existência do nado alegadamente viável, porque seria abafado o caso porque, alegadamente, está alguém da “alta sociedade com influência no Governo Regional da RAA” ou alguém que fez o parto e que tem influência sobre o Governo Regional, mesmo que indiretamente, para ser protegido de alegado crime hediondo, como um infanticídio além de outros crimes conexos prováveis, que deveriam estar em investigação. Nunca podem ser abafados esses crimes. São crimes de natureza pública.
A notícia publicada pelo Açoriano Oriental afirma, passadas horas da publicação do alegado infanticídio em vídeo pelo Dr. Rafael Macedo, refere que foi dado como aborto espontâneo, não tendo existido cesariana com aquele tamanho de desenvolvimento. E que a mãe do corpo seria apenas condenada por profanação de cadáver (pena até 2 anos de prisão? Se não tiver antecedentes criminais, terá pena suspensa?).
O Dr. Rafael Macedo quis evidenciar, perante sinais de que iriam destruir as provas do alegado infanticídio, publicar as imagens para servir de prova pública. Foi massacrado pelo regime, ao invés de o apoiarem.
Daí que não conseguiram abafar o caso com a possibilidade destruição do possível nado-vivo. Neste momento, às 17h20m do dia 22 de Abril de 2026, o corpo da criança, alegadamente, continua na arca frigorífica (morgue) que se encontra da Unidade de Saúde da Ilha de Santa Maria (USISMA), sob alegadas análises e investigação.
O Professor Doutor Duarte Nuno Vieira, pessoa que foi também responsável (devido às suas ações periciais, credíveis(?)), pela prisão de inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). É o mesmo que validou uma autópsia efetuada por um ortopedista não credenciado para realização da mesma e que disse, no seu relatório de “autópsia” que o Lhor, cidadão ucraniano/russo foi espancado até à morte no Aeroporto de Lisboa (autópsia ilegal validada pelo Professor Doutor Duarte Nuno Vieira). Afinal, alegadamente, o Lhor faleceu por abstinência alcoólica e não lhe foi dada a medicação para esse problema de saúde. Quem não lhe deu essa medicação, alegadamente prescrita em Lisboa após a sua chegada, foram os seguranças e não os Inspetores condenados por esse alegado homicídio. Os seguranças emigraram, alegadamente. Os inspetores do SEF foram carregados com altas penas. Foi o gatilho para a extinção do SEF pelo Governo do PS, este Governo do Costa que abriu fronteiras e tornou Portugal naquilo que vemos.
Esse Professor Doutor Duarte Nuno Vieira, abalizado mundialmente (?), é o mesmo que vem afundar o Dr. Rafael Macedo sem saber da realidade.
Mostrar provas de um alegado infanticídio, demonstra a coragem e da maior nobreza que pode haver num ser humano; neste caso um médico já conhecido da praça por nunca compactuar com crimes na saúde ou outros.
Vai-se lixar, este médico Rafael Macedo, novamente, com imensos processos pagos e ganhos à sua custa, por tentar proteger a população - esta que não o apoia em massa, porque é cobarde.
Quem fez a autópsia como entidade externa, sendo médica legista altamente abalizada da empresa HONNUS (já foi médica legista do Instituto de Medicina Legal de Coimbra e que conhece este Professor Doutor Duarte Nuno Vieira; esta considera-o como um grande criminoso este Professor Doutor Duarte Nuno Vieira), foi a Sra. Dra. Ana Rita Pereira (NCP 46566) que nunca foi chamada ao tribunal para depor, após reverificação da autópsia e validar, oficialmente, que o Lhor morreu de abstinência alcoólica e não de qualquer agressão resultante de qualquer agressão física. Esta médica legista tentou avisar os vários órgãos de comunicação social e estes lhe disseram para não mexer no caso porque poderia perder os seus bens e a sua vida profissional. Esta médica esteve em contato com o Dr. Rafael Macedo, telefonicamente.
O SEF foi extinto tendo como gatilho a prisão de inocentes do SEF do aeroporto de Lisboa, condenados a penas pesadas, sendo inocentes, até prova o contrário.
Até quando irão massacrar inocentes e perseguirem denunciantes?
Amanhã pode ser a tua vez.”»
O especialista em Medicina Legal, Duarte Nuno Vieira, diz que o comportamento do médico tarefeiro, que publicou imagens do cadáver de um bebé nas redes sociais, pode constituir uma violação do código penal, do sigilo profissional e do princípio da dignidade humana.
Duarte Nuno Vieira condena ainda a postura do médico que coloca em causa o resultado da autópsia.
https://acores.rtp.pt/local/especialista-em-medicina-legal-condena-comportamento-do-medico-tarefeiro-de-santa-maria/



Esse mira devia ser excomungado para a Sibéria
ResponderEliminar