domingo, 3 de agosto de 2014

O advogado corrupto dos Sousas quer extorquir dinheiro de honorários ao deputado Coelho

José Manuel Simões de Almeida o juíz corrupto que foi jogado fora da magistratura  pelo CSM. Agora é advogado do Luís  Miguel de Sousa (trabalha no escritório do Nabais. Trabalha para o Sousa e enviou uma carta ao Coelho exigindo-lhe o pagamento de honorários. Já viram a lata deste cabrão! ( veja a história deste senhor clicando AQUI)

OS JUÍZES E A CES !!! QUE 
GRANDE PULHICE !!!! SÃO SÓ CHULOS.
   CES (Contribuição Especial Solidariedade) não se aplica aos juízes?

 JUSTIÇA (???) feita…a preceito! Mais um capítulo para a grande história da pulhice humana. Os JUÍZES do TC e a CES..(contribuição especial de solidariedade)

É inacreditável!!…….

Esta gente já beneficia (não sei por que razão?) com a indexação das suas pensões aos trabalhadores no activo!!

Regalia dos ?JUBILADOS?!!!!

E agora, outra benesse: - não pagam CES!!!

Têm direito a carros topo de gama ! Recebem as reformas por inteiro em caso de incapacidade por doença do foro psiquiátrico. Auferem subsídio de renda de casa, no valor mensal de 750,00?, mesmo morando em casa própria.

E depois vêm falar de equidade, justiça social, etc. e tal?

Isto só numa república das bananas!!

Espalhem pelos vossos contactos. Isto é serviço público!!

I N A C R E D I T Á V E L!!!

COMO É POSSÍVEL????!!! Que gente esta!! Eis a explicação para o “NÃO CHUMBO” da CES. Protegem-se a todos os azimutes e armadilham tudo à volta. E o Governo alinha. (Claro que alinha pois e controlado pelo poder Sionista Global) Juízes e diplomatas não pagam CES sobre pensões

Escreve hoje o Jornal de Negócios que nem todos os reformados com pensões elevadas saem a perder com a decisão do Tribunal Constitucional (TC). Os juízes e os diplomatas jubilados não são afectados pela polémica contribuição extraordinária de solidariedade (CES), viabilizada pelos juízes do TC. E com a decisão do TC passam também, como qualquer funcionário público, a ter direito a subsídio de férias.

Estes pensionistas estão teoricamente equiparados aos funcionários públicos.

A CES não se aplica às suas pensões devido a uma norma do Orçamento do Estado que abre uma excepção para as “pensões e subvenções automaticamente actualizadas por indexação à remuneração de trabalhadores no activo”.

Claro, como água da fonte. Se não fosse esta norma, oportuníssimamente, introduzida na Lei do Orçamento, a CES teria sido certamente chumbada.Chamem-lhes o que quiserem, mas eles estão-se todos borrifando… E certamente riem-se …… Voltámos à Idade Média: os senhores feudais e a plebe !!!
DN/Lisboa


Por um lado, porque mostra finalmente o nosso banco central(*) a actuar como um verdadeiro regulador, após anos e anos de uma supervisão narcoléptica, que acabou por enterrar o país no caso BPN. Por outro, porque é um sinal público de que o BES, eterno banco do regime e porta-giratória de inúmeros ministros e deputados, tem, de uma vez por todas, de mudar de cultura e de vida.
Na última década, o nome Espírito Santo esteve envolvido em investigações relacionadas com:
1) o caso Portucale, que meteu o abate de sobreiros numa zona protegida, após a aprovação de empreendimentos imobiliários em contra-relógio, em vésperas das legislativas de 2005, por parte de ministros do CDS-PP;
2) o caso dos submarinos, onde se suspeitou de financiamento partidário por parte do consórcio vencedor;
3) o caso Mensalão, mais financiamento partidário, desta vez do PT de Lula da Silva (as notícias do caso levaram a um corte de relações entre o BES e a Impresa);
4) o caso das contas de Pinochet, com dinheiro do ditador chileno a passar, segundo uma investigação americana, pelo banco português, via Miami;
5) o caso das fraudes na gestão dos CTT, incluindo a mediática venda de um prédio em Coimbra, valorizado em mais de 5 milhões de euros num só dia;
6) a interminável Operação Furacão, megaprocesso de investigação de fraude fiscal;
7) o caso Monte Branco, onde Ricardo Salgado constava da lista de clientes da Akoya, rede suíça de fraude fiscal e branqueamento de capitais;
8) o caso dos 8,5 milhões de euros que Salgado se esqueceu de declarar ao fisco, detectados na sequência das investigações à Akoya, e que teria recebido por alegados serviços de consultadoria prestados a um construtor português a actuar em Angola;
9) o caso da venda das acções da EDP pelo BES Vida, feita dias antes da aprovação da dispersão em bolsa da EDP Renováveis, o que levantou suspeitas de abuso de informação privilegiada;
10) o caso do BES Angola, uma investigação por branqueamento de capitais que acabou por transformar Álvaro Sobrinho, antigo presidente do BESA, num dos inimigos de Ricardo Salgado (o BES, por sua vez, veio acusar Sobrinho de utilizar os jornais da Newshold – o i e o Sol – para ataques pessoais ao presidente do banco);
11) o caso da recente multa (1,1 milhões de euros) em Espanha, devido a infracções “muito graves” de uma norma para a prevenção de branqueamento de capitais (em 2006, a Guardia Civil já havia feito uma rusga a uma dependência espanhola do BES). É possível que me esteja a esquecer de alguma coisa.
Manda o rigor, e a boa tradição portuguesa, sublinhar que muitos destes casos resultaram em absolvição dos arguidos.

Mais uma bomba para os Funchalenses pagarem através da CMF

Câmara do Funchal perde no Supremo processo de 7,3 milhões

Por Emanuel Silva
O quarteirão está agora em fase final de obras.

O Supremo Tribunal Administrativo (STA) não admitiu o recurso interposto pela Câmara Municipal do Funchal (CMF) no âmbito de um processo de execução de 7,3 milhões de euros.

A decisão judicial é de 10 de Julho último e acontece após um longo litígio sobre a expropriação do quarteirão que deu origem à Praça da Autonomia e que hoje está a ser intervencionada pelo Governo Regional após a aluvião de 20 de Fevereiro de 2010.

Em 1988, a empresa ‘William Hinton & Sons, Lda.’, da família de origem inglesa Welsh –família mal-amada pelo poder regional- era proprietária de um quarteirão na baixa do Funchal, compreendido entre a Avenida do Mar e Largo do Pelourinho e as Ruas 5 de Outubro e Visconde de Anadia.

No final da década de 80, a CMF tinha autorizado a empresa proprietária a construir no prédio um imóvel de grande dimensão que incluía parque de estacionamento.

Acontece que a edilidade funchalense, e posteriormente o Governo Regional, decidiu expropriar o prédio, declarando-o de utilidade pública, para a construção da Praça da Autonomia.

A decisão para dar um novo destino ao quarteirão foi tomada pela CMF a 24 de Janeiro de 1990.

Vedada a capacidade da ‘William Hinton’ construir num prédio inicial de 7.380 m2 começou o diferendo que se arrasta nos tribunais há mais de duas décadas.

A deliberação da CMF de 26 de Janeiro de 1989 foi anulada por sentença transitada em julgado e isso abriu caminho à indemnização à família Welsh. O processo expropriativo fixou uma indemnização já paga, apenas pelos terrenos, mas a família Welsh quer ser compensada por ter sido gorada a expectativa de construir numa zona nobre do Funchal, ainda por cima com um projecto que já havia sido aprovado pela CMF.

O processo declarativo percorreu todas as instâncias judiciais até transitar em julgado no STA. A família Welsh ganhou essa batalha contra CMF mas um novo processo executivo começou.

Em 2005, a família avançou com o processo de execução junto do Tribunal Administrativo do Funchal (TACF).

Na 1.º instância, o juiz decidiu que subsistiam danos a indemnizar para além dos já ressarcidos no âmbito do processo expropriativo.

A CMF entendeu que não e recorreu ao Tribunal Central Administrativo Sul (TCAS) até porque a família Welsh, no ano 2000, havia intentado um outro processo sobre o mesmo assunto (indemnização por responsabilidade civil extracontratual por acto ilícito).

Nessa acção, o pedido formulado é o da condenação do Município no pagamento de uma indemnização de 1.453.983,00 de contos (cerca de 7,3 milhões de euros).

Face à impossibilidade restituir o prédio, mas tendo sido ilegal o acto praticado pela CMF, o TCAS decidiu (tal como já havia reconhecido o Tribunal do Funchal a 24 de Fevereiro de 2006) que havia uma causa legítima de inexecução. E ‘convidou’ as partes a se entenderam quanto à indemnização.

O TCAS reconheceu, já no processo de execução, que há direito a uma compensação à ‘William Hinton’ por aquilo que perdeu face à impossibilidade de ser realizado o projecto imobiliário.

O Município do Funchal ainda recorreu mas, a 5 de Dezembro de 2013, o TCAS reiterou que a família Welsh tem direito a ser “compensada por um acto administrativo ilegal anterior e independente da expropriação”.

O Município agora liderado pela coligação ‘Mudança’, de Paulo Cafôfo, herdou este imbróglio jurídico e a ‘bomba’ indemnizatória deverá rebentar-lhe nas mãos.

Se não houver ainda recurso para o pleno do STA, as partes têm 20 dias para chegar a um acordo quanto à indemnização a pagar à família Welsh. (domínio Público)


sábado, 2 de agosto de 2014

Miguel Ferreira fica ilegalmente com a reforma dos velhinhos na PPP do Atalaia Living Care no Caniço

Coelho denuncia ilegalidades no Atalaia

Publicado a 02 Agosto 2014 por João Toledo
O deputado ‘trabalhista’ diz que a Unidade de Cuidados Continuados do Atalaia Living Care “é um depósito de velhos, onde se morre por falta de cuidados”.

O grupo parlamentar do PTP denunciou hoje, em conferência de imprensa, que a Unidade de Cuidados Continuados do Atalaia Living Care está a trabalhar de forma ilegal.

“O senhor Miguel Ferreira faz uma mistura de um hospital convencional com um lar de terceira idade. Um lar de terceira idade tem uma legislação específica, isto é, tem de ter, por exemplo, um enfermeiro por cada 40 idosos e não pode ter mais de 60 utentes. Aqui no Atalaia existe um enfermeiro por cada (1)180 utentes”, transmitiu José Manuel Coelho.

O deputado ‘trabalhista’ acusou ainda que o Atalaia Living Care fica com a reforma e pensões dos ‘velhinhos’ da Segurança Social. “Porém, as reformas dos velhinhos que pertencem à ADSE e aos subsistemas de saúde já não são retiradas. Ou seja, existe aqui uma discriminação”, apontou.

“O Atalaia é nada mais nada menos que um depósito de velhos, onde se morre por falta de cuidados devido à violação das dotações seguras. O risco clínico é diretamente proporcional à falta de pessoal. Aqui não se morre por descuido, mas sim à falta de recursos humanos para cuidar dos idosos”, complementou José Manuel Coelho. (diário cidade)

(1) Aqui o jornalista enganou-se.Coelho apenas disse que a unidade do Atalaia tem um total de 180 doentes e velhinhos internados


No SESARAM o conselho de administração ao que parece não pede parecer a quem sabe: Ao departamento jurídico. Ao que parece Miguel Ferreira também é jurista e percebe de leis… as suas…

Norma XII
Indicadores de pessoal
1 – Para assegurar níveis adequados de qualidade no funcionamento do lar é necessário o seguinte pessoal:
a) Um animador social em regime de tempo parcial;
b) Um enfermeiro por cada 40 utentes;
c) Um ajudante de lar por cada 8 idosos;
d) Um encarregado de serviços domésticos em estabelecimentos com capacidade igual ou superior a 40 idosos;
e) Um cozinheiro por estabelecimento;
f) Um ajudante de cozinheiro por cada 20 idosos;
g) Um empregado auxiliar por cada 20 idosos.
2 – Independentemente do pessoal da alínea c) do n.º 1, deverá ser assegurada a permanência de um ajudante de lar para vigilância nocturna por cada 20 idosos.
3 – Sempre que o estabelecimento acolha idosos em situação de grande dependência, as unidades de pessoal de enfermagem, ajudante de lar e auxiliar serão as seguintes:
a) Um enfermeiro por cada 20 idosos;
b) Um ajudante de lar por cada 5 idosos;
c) Um empregado auxiliar por cada 15 idosos.
4 – Os indicadores referidos nos números anteriores podem ser adaptados, com a necessária flexibilidade, em função das características gerais, quer de instalação, quer de funcionamento, quer do número de utentes de cada estabelecimento, sem prejuízo de ser em número suficiente para assegurar os cuidados necessários aos utentes nas vinte e quatro horas.
http://www.laridosos.net/lar-de-idosos-legislacao-reguladora/

O consagrado jornalista do DN Jorge Freitas de Sousa dá grande relêvo à luta de Coelho em defesa dos pequenos comerciantes da baixa do Funchal


Coelho defende reconstrução de ponte na baixa do Funchal


José Manuel Coelho deu, esta tarde, uma conferência de imprensa para manifestar o seu apoio aos comerciantes da baixa do Funchal, nomeadamente os que estão instalados nas ruas 5 de Outubro e 31 de Janeiro, particularmente afectados pela sobras na Avenida do Mar e nas ribeiras.

O deputado do PTP lembrou que abaixo da Ponte do Bazar do Povo, havia uma outra ponte que permitia a ligação entre as duas ruas e que era fundamental para a circulação.

“Além de ter uma quebra nas vendas, devido às obras, havia aqui uma ponte que atravessava as duas ruas e foi deitada abaixo por Santos Costa (secretário do Equipamento Social) quando foi o 20 de Fevereiro. Ele pensava que ia continuar no governo e restaurar a ponte, mas o certo é que mudaram-se as vontades, Alberto João Jardim e Cunha e Silva mandaram embora Santos Costa e não há ponte”, afirma.

Coelho apela ao Governo Regional, nomeadamente à vice-presidência para “restaurar uma ponte que faz muita falta”. (ver)

Gil Canha desmacara os seus detractores na coligação “Mudança”

A Velha Rata

Com grande tristeza, li no DN que a pequena casa construída pelo PAN, para abrigar gatos abandonados na Promenade dos Reis Magos, foi tomada pelas ratazanas. E digo tristeza, porque este episódio também já se repetiu na Câmara Municipal do Funchal, mas com outro tipo de ratazanas, uma espécie gigante com rabo pelado cor-de-rosa, muito semelhante à rataria que espalhou a Peste Negra na Europa, no séc. XIV.  O que aconteceu nos Reis Magos prova que uma boa e louvável intenção pode ser destruída num ápice, com a completa subversão da ideia original dos seus promotores. E fui buscar este exemplo para responder a um artigo de opinião, assinado pelo sr. Duarte Caldeira, no qual ele defende a tomada de assalto das “ratazanas” do PS, do sr. Vitor Freitas, à maior autarquia da região. Nos Reis Magos, o que provocou a vinda das malditas ratazanas foram as quantidades exageradas de alimentos para os gatos, deixadas na pequena casa pelos turistas, que fizeram atrair a rataria esfomeada. No caso da Coligação Mudança, foi o cheiro a “tachos” e a dinheiro fresco que atraiu a “rataria rosa”. Logo na fase de campanha eleitoral para o Funchal, o PS, por sua própria iniciativa, entregou a campanha a um socialista do Norte do País, por cerca de 40 mil euros(1) (o inicio da rapina), quando foram os comícios baratíssimos do “Manuel Bexiga” que animaram a campanha (Na altura, PND e  PTP discordaram do regabofe).
Aquando da constituição das listas autárquicas, as “ratazanas rosas”, disfarçadas e camufladas de “Independentes” pelo Laboratório de Ideias do PS, meteram-se à cabeça de tudo o que cheirava a tacho, e para espanto dos outros partidos da Coligação, ocuparam sub-repticiamente os lugares cimeiros das listas. Ganhas as eleições no Funchal, o Paulo Cafofo convida logo os socialistas Miguel Iglésias e Emanuel Bento para o seu gabinete, e pressionado pelo Vítor Freitas, ainda tenta outra manobra rasteira, de querer nomear todas as secretárias e adjuntos dos Vereadores, sob o pretexto que a nova lei dizia que era uma equipa de apoio à Presidência. Só não conseguiu os seus intentos porque os vereadores Filipa J. Fernandes,  Edgar Silva e eu nos opusemos firmemente  a tão peregrina ideia, pois iria onerar os cofres da autarquia e transformar a Câmara numa espécie de Vice-presidência do G.R.
Endoidecidas pelo cheiro a “tachos”, as ratazanas cor-de-rosa de Vitor Freitas começaram a rondar e a cercar a Câmara com mais insistência e a minar a coligação por dentro. Aperceberam-se que os grandes grupos económicos “tubarões laranjas” também andavam ressabiados e aliaram-se a eles, todos apostados em derrubar os três vereadores resistentes.
E os munícipes perguntam: porque não denunciaram mais cedo a rataria rosa, aliada aos ratos gordos do dinheiro? É simples, como muitas mulheres suportam a violência doméstica em silêncio, porque pensam nos filhos e na estabilidade familiar, nós também fomos suportando e combatendo silenciosamente a violência crescente da  “rataria”, pois não queríamos dar trunfos à oligarquia corrupta jardinista nem amargurar as pessoas que acreditaram em nós. 
Só que tudo tem um limite. O jantar de apoio ao candidato socialista Francisco Assis, no Mercado dos Lavradores, foi a gota que fez transbordar o vaso. Eles não queriam pagar a renda do espaço à Câmara e eu meti os pés à parede. Depois de várias ameaças veladas, Cafofo tira-me os pelouros (já andava há semanas em reuniões secretas com o CDS, para me substituir), e os outros vereadores, já fartos de serem roídos vivos, batem também com a porta. Aliás, a determinada altura, as “ratazanas” eram tantas, que humanamente era difícil combatê-las. Fomos então obrigados a entregar a nossa “casa”, como fizeram os gatos no Caniço. 
Assim, renunciámos altruisticamente aos nossos cargos e voltámos às nossas vidas profissionais (Não fomos buscar tachos aos governo, como fazem os autarcas desempregados do PSD). E quando estamos na nossa vida “civil”, ainda mal repostos das profundas mordidas da rataria, lemos com espanto no DN, a falsa e manhosa choradeira de uma “velha rata”.  
Olhe! Sr. Duarte Caldeira! Se houve alguém que rebentou com uma possível coligação para as próximas eleições, foi o Vitor Freitas  e suas ratazanas de estimação,  apoiadas logisticamente  pelo seu boneco articulado de dentes de morsa. Se houve alguém que destruiu irremediavelmente o sonho de milhares de funchalenses, foram os senhores, que deixaram gente oportunista que nunca combateu o regime jardinista, que sempre viveu no doce remanso burguês do seu reles individualismo e sempre à espreita de uma oportunidade para se lamber e tomar conta disto. Mas eu percebo-o  sr. Duarte Caldeira, você tem de defender os tachos do seu filho e da sua nora, agora assalariados rosa da administração autárquica, por isso compreendo perfeitamente seu recente rol de asneiradas.(diário de notícias/assinantes)

(1) nota da redação do Pravda: Gil Canha desconhece que o valor pago pela coligação à empresa de marketing de Luís Pedro Martins foi de 200 mil euros só para a campanha do Funchal. Para Câmara de Lobos custou 40 mil euros. Luís Pedro Martins não se ocupou da logística mas sómente do planeamento auditoria de imagem  e organização da campanha.

Ex-vereador Edgar Silva destrói a dupla Cafofinho+Víctor  no seu extenso comentário de opinião à carta de Gil Canha:

Este desabafo é de todo compreensível do Ex: Vereador Gil Canha que estava a trabalhar muito bem e dentro da lei, talvez aqui residisse o problema,…,estão agora a rede de branqueamento politico da maquina rosa, ao estilo das bilhardeiras, a tentar passar por vitimas, julgavam estas “coisas” ter poder e poder manipular gente intocável e insubmissa fiel aos seus princípios: sim porque tudo pode ruir à minha volta que jamais caem os meus princípios, e valores;
Quando julgavam alguns, coitados, ingénuos, que era possível manipular estes pobres coitados eleitos, “sem experiência nenhuma de governação”, estavam redondamente enganados, é que o “espírito da ratazana”, também pode ser utilizável para fins nobres, costumo dizer que até a magia negra pode ser utilizada para fins puros e de elevada nobreza de carácter, se utilizada para combater o mal;
O aproveitamento de pessoas de bem para se atingir estes objectivos, de captura do poder autárquico, foi rasteira e rafeira, assim como o são os seus eventuais mentores, que devem ser penalizados e castigados pelo povo nas próximas eleições regionais: por a correr essa gente que infecta um partido que ainda por cima escolha o punho e a cor rosa, como símbolos, e tem comportamentos piores que alguns partidos que usam o negro e a cruz suástica, conheci gente do Partido Nacional na minha infância talvez mais honesta, cavalheiros no comportamento pessoal e politico;
Esta experiência politica da qual gostei muito de participar, trouxe-me muitos dissabores e problemas, pessoais, profissionais e familiares, não me arrependo de ter participado, e apreendi muito, estou sempre a apreender…mas enganam-se quem julga que me pode silenciar e ainda por cima na tentativa saloia de branquear comportamentos, que afectam toda a comunidade, se se deixar determinados “tipos” governar, desprovidos de princípios e de moral. porque ética não têm nenhuma;
Os nossos sucessos, na politica, quase ficam sempre diluídos e escondidos, deles ninguém se importa, mas dos insucessos esses tornam-se logo, propriedade publica, comentados e julgados por gente “sem conhecimento de causa” e que nada sabe, dispenso o mediatismo e a popularidade, apenas me preocupo com o trabalho, os meus princípios, em especial com os compromissos que assumo, o resto são tretas, e trato como tretas pessoas sem princípios nem valores;
Já o afirmei varias vezes, ponham uma pedra sobre o assunto “mudança”, porque se falarem sobre ele, também estou no direito de o fazer, é preferível estarem calados, porque estão a fazer um péssimo trabalho e a prestar um mau serviço á cidade; governem, trabalhem e deixem-se de politiquices baratas e rafeiras;
Mas vejamos no dia 14/05 tomei a decisão de me demitir, e o fiz a 22/05, já em 18/10/13, a 3 dias de tomar posse, estive para não o fazer, devido ao problema da escolha dos adjuntos, portanto, foi a partir desse dia, que depois de reunir com o Presidente e aceitar uma solução de consenso, da qual não me arrependo, pois dela resultou a escolha da Dr. Daniela Aguiar como minha adjunta, e que fez um excelente trabalho, uma pessoas vertical e com principios; mas depois dessa reunião decidi observar sem falar muito, que estilo de governação iria imprimir o Sr. Cafofo, e o seu estilo foi governar a camara mais com os seus nomeados que com os seus eleitos, e por ai, começaram os estragos, depois, a preocupação mais com a opinião publica de que governar, e uma inabilidade em se envolver com a equipa de vereadores, já que nós os três sem apoio do Presidente governamos muito bem, e representamos ainda melhor o municipio, eramos acarinhados dentro e fora do municipio, e tinhamos uma excelente relação com os profissionais da camara…todos sem excepção…estavamos no bom caminho…
A gota de água, nesse dia 14/05 foi o conhecimento que tive de um email, enviado para o DN para a caixa de correio do Srº jornalista Miguel Silva, em que o assunto era “Esclarecimento do Vereador Edgar Silva”, enviado á 00:30. supostamente da minha caixa de correio privada, para ser publicado online; só não foi publicado, porque o Sr. Jornalista teve o cuidado de confirmar comigo e veracidade do email, ao qual confirmei ser completamente falso, o teor do eventual esclarecimento, tinha contornos, de que quem o enviou estava completamente, convencido, que a minha transformação em Vereador fantoche estava consumada, enganaram-se e voltaram a se enganar quando me convidaram dias depois para assumir a vice-presidência de um barco torpedeado e esburacado pelo seu proprio presidente ao desferir tiros no convés…por acaso até aceitei, mas coloquei como condições a demissão imediata do Gabinete de Apoio á Presidencia, e a reintegração do Vereador Gil, e aceitava ficar com a fiscalização, o Sr. Presidente não aceitou, e não se compreende como um politico dê tanto valor a nomeados e prescinda de ELEITOS pelo POVO…aqui existe algo de DIABOLICO…na politica…é por isso que o POVO já não acredita nela, porque os partidos fazem tudo para se ver livre dos eleitos que não se subjugam aos partidos…MAS ISTO NÃO ERA O PRINCIPAL OBJECTIVO DA MUDANÇA SEREM OS CIDADÃOS A GOVERNAR…ao que parece não era….
Jamais ficaria ao lado de gente assim, que não olha a meios para atingir os seus fins, mas de uma coisa podem estar certos, com a minha ajuda jamais voltarão ao poder e farei tudo, para os por no devido lugar… (ver dn/assinantes)


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A luta do Partido Trabalhista em favor dos comerciantes da baixa do Funchal



Coelho sai em defesa dos comerciantes da Rua 31 de Janeiro

José Manuel Coelho denuncia falta de Mudança na secção de mecânica da Câmara do Funchal
O PCP/Madeira ao renunciar à verba do parlamento regional terá de obter fundos aumentando a capacidade do restaurante da Madeira na Festa do Avante

Novos autodors editados pelo partido trabalhista e expostos na cidade do Funchal e em Santa Cruz

Conheça o novo amigo do deputado José Manuel Coelho o "SIMBA"