quinta-feira, 18 de junho de 2026

500 mil euros para um jantar em Washington com um embaixador . Eis o regabofe de Miguel Albuquerque


500 mil euros por um almoço. Meio milhão. Uma refeição.

 Numa ilha onde os madeirenses nao tem dinheiro para comprar casa, num país onde se pede contenção, onde faltam recursos para tantas necessidades básicas, onde os cidadãos são constantemente lembrados de que "não há dinheiro para tudo", surge a notícia de que foram gastos cerca de 500 mil euros num almoço na casa do embaixador em Miami. Era mesmo necessário? Não estamos a falar de construir uma escola, de equipar um hospital ou de apoiar famílias em dificuldades. Estamos a falar de um almoço. Um evento protocolar. Uma tarde de fotografias, discursos e apertos de mão. O mais curioso é a coincidência da data. Justamente quando joga Portugal, milhares de portugueses juntam-se em cafés, em casa ou nas ruas para apoiar a seleção. Uns fazem contas ao preço da gasolina, outros ao custo das compras do mês, enquanto uma pequena elite almoça em ambiente de luxo à custa do contribuinte. É aqui que o cidadão comum se sente enganado. Porque 500 mil euros não são apenas números num orçamento. São impostos pagos por trabalhadores, pensionistas, empresários e famílias. É dinheiro que saiu do bolso de todos nós. Os defensores destas iniciativas dirão que servem para promover a região, atrair investimento ou fortalecer relações institucionais. Mas a questão mantém-se: qual foi o retorno concreto? Quantos empregos foram criados? Quantos investimentos foram assinados? Que benefícios reais chegaram ao madeirense que paga impostos? Quando se gasta dinheiro público, a exigência deve ser máxima. Porque não é dinheiro de quem governa. Não é dinheiro de quem organiza. Não é dinheiro de quem convida. É dinheiro nosso. E quando meio milhão de euros desaparece num único almoço, o mínimo que os cidadãos têm o direito de exigir é transparência, justificação e resultados. Relatório final destes gastos público, por favor. Quem foi, quem pagou, quem recebeu e porquê. O povo madeirense está à espera. Porque, convenhamos, para gastar 500 mil euros numa refeição, a sobremesa devia pelo menos vir acompanhada de um milagre económico.

Anda devolve o dinheiro à rapariga seu maladro!

 O jornalista Egídio Carreira não poupa nas palavras e publica verdades duras contra o Garcês ex presidente da CMSV.




Cunhas para obter bons empregos na funcão pública, na ilha da Madeira.

 António Figueira, o mais conhecido como o preto das feiteiras, patrocinou a sua campanha eleitoral e até pagou aos melhores bruxos/feiticeiros/espiritistas da Madeira e África do Sul para angariar apoios até dos partidos da oposição e dar cabo de qualquer pessoa que se opusesse à candidatura de Garcês, tudo com o intuito de facturar depois ajustes diretos de obras para a sua empresa de construção e venda de materiais e arranjar um tacho para a sua filha na empresa municipal grutas de são vicente. José António Garcês só chegou ao poder para servir os mesmos de sempre, ao preto das Feiteiras e ao Humberto Vasconcelos que saiu do poder sem concluir algumas obras onde iria receber chorudas quantias de dinheiro por baixo da mesa, algumas dessas obras todas localizadas na zona à beira mar do Calhau de São Vicente. Tudo isto é público mas a PJ nem o MP investigam nada porque toda esta gente está ligada à maçonaria, uma associação criminosa que opera na sombra e que controla o poder político e económico na Madeira. Há crimes de corrupção ativa e passiva graves não só dentro da câmara de são vicente como também na gestão do clube desportivo de são vicente onde este António Figueira e José António Garcês estão enrolados na mamice até dizer basta.
http://mamadeiralaranja.blogspot.com/2017/08/como-jose-antonio-garces-foi-eleito.html
 


Antigos deputados inúteis que passaram pela Assembleia Regional da Madeira

 

Ao centro o Vicente do PSD (o tal que recebia avenças da ILMA sem lá por os pés). Ao lado esquerdo temos o deputado inútil do PS (Gregório Gouveia) que actualmente vive na Calheta gozando uma reforma dourada. Como deputado foi uma nulidade. À direita temos o Ricardo Vieira o conhecido advogado sacristão.
Ao centro na foto temos José Emanuel Ferraz Janes não é deputado mas sim professor e  historiador graxa do regime Jardinista. Ele não via outra coisa senão o Alberto João.
O jornal satírico garajau em fevereiro de 2010 serrava este pardalão direitolas, graxa do regime mamadeiras. Vejam o delicioso texto então publicado desmantelando a hipocrisia deste historiador de meia-tijela:

  • «...Na Madeira, o governo populista de Jardim, aprova tudo desde que a viloada lhe dê o voto nos dias das eleições, e é por esta razão que uma pequena intempérie é suficiente para causar enormes prejuízos em pessoas e bens.

  • Há dias no "pravda JM", um desconhecido escrevinhador de inanidades, de nome Emanuel Janes, aproveitou este tema para lamber as botas ao regime, atacando aqueles que na sua óptica, se aproveitam dos temporais para fazerem política contra o regime, que ele tanto adora. Este pobre diabo quer imitar o Gilberto Teixeira, que como é do conhecimento público, engraxa o regime há décadas, com os únicos objectivos de recolher dividendos sem fazer nenhum e arranjar tachos lucrativos para o seu filhote, que recentemente se transformou em EUROMAMÃO.

  • O problema é que a língua do sr. Emanuel Janes não é tão comprida como a do Teixeira, por isso ele não pode dar lustro às botas do regime com o mesmo talento e a eficácia do último. Aliás , já antes o pobre do Janes tinha escrevinhado um livro sobre um empreiteiro do regime ( que coitado não merecia tal desagravo), que pôs o Funchal a rir às gargalhadas.
  •  Caro amigo Janes, o mister da bajulação exige empenho e arte, como bem sabem os srs. Teixeira e Casimiro, deste modo você só tem duas opções: aprenda com eles ou então abandone definitivamente a nobre profissão de "engraxador".»

Assim vão fazendo eles vidas faustosas à custa dos impostos do Zé povinho madeirense. Mais meio milhão de euros gastos para nada!

 


Hoje ardemos mais de meio milhão de euros nos EUA ... durante o Mundial.

Em menos de 24 horas, Miguel Albuquerque, como sabemos, um grande fã das redes sociais e está sempre em scrolling com aquela pachorra que lhe é peculiar, apresentou o Bacalhau à Zé do Pipo e já está nos EUA, em dia de jogo de Portugal, para justificar arder mais de meio milhão de euros nossos num brinde. Diz-me ser um "investimento", veio mesmo a calhar a coincidência das datas, abarca muita coisa.

Mas o mais extraordinário é como tentam provar, como tantas outras vezes, as viagens que fazem mas nada concretizam. O cinismo político na Madeira atingiu um novo nível de sofisticação na propaganda, agora faz escala em Nova Iorque. Ver os governantes regionais anunciarem com pompa e circunstância uma reunião além-Atlântico para "abordar o reforço" das ligações da TAP é o exemplo perfeito do tradicional "encher chouriços" a que fomos habituados. Em vez de resolverem o estrangulamento crónico das nossas ligações aéreas onde as decisões são de facto tomadas, preferem vender fotografias em Manhattan e criar a ilusão de uma diplomacia aérea internacional que, na prática, tem zero poder executivo.
A falácia desmonta-se com uma verdade elementar, quem manda na TAP, quem define as rotas estratégicas e quem decide onde são alocados os aviões está na sede da companhia, em Lisboa, e na tutela financeira do Governo da República. Por agora. Ir a Nova Iorque "discutir conectividade" com delegações comerciais locais é o equivalente a ir falar com os santos quando a chave do milagre está com Deus. Trata-se de uma encenação cosmopolita para desviar as atenções do falhanço interno, fingindo que a TAP, uma empresa resgatada com dinheiros públicos e gerida a partir do Terreiro do Paço, decide o seu plano estratégico global numa mesa de café na América do Norte. Ainda por cima em vésperas da privatização.
Esta viagem não passa de um folhetim propagandístico para consumo interno, embrulhado numa retórica bacoca de "mercados estratégicos" e "afirmação internacional". Isto é parta "vilhão ver". Enquanto os madeirenses e a diáspora continuam a pagar passagens a preços proibitivos e a sofrer com a falta de alternativas reais, o poder regional entretém as mentes mais distraídas com promessas vazias a milhares de quilómetros de casa. No fundo, é mais um episódio da velha política do espetáculo, gasta-se o dinheiro dos contribuintes em viagens e reuniões de fachada, regressa-se com um post de Facebook bem ensaiado, e a eficácia prática para a Região continua, como sempre, a voar abaixo do radar!

 Rui Coelho, um mamão do PSD que foi para os EUA à nossa custa! O pardalão diz que foi apoiar a nossa Seleção!
 Rui Coelho está nos Estados Unidos junto de Pedro Proença para reforçar o apoio do futebol madeirense à seleção de Portugal no Mundial 2026.