terça-feira, 20 de outubro de 2026

Os representantes da República para a Madeira e os Açores encontraram-se no palácio de S. Lourênço

 

 Aqui nesta foto temos o arrogante Paulo Barreto, amigo pessoal do primeiro Damo. 
 Foi este quem impingiu esta pérola ao actual presidente da República António José Seguro. (Eles eram muito amigos desde o tempo da Juventude do PS). O Juiz desembargador Paulo Barreto é natural de Santana como também o é o tal primeiro Damo. Lá temos nós os madeirenses que gramar aquela prenda durante 5 anos. Agradeçamos ao manipulador 1º Damo aliado incondicional de Luís Miguel de Sousa o monopolista madeirense dos portos.




Pravda Ilhéu deseja as melhoras ao grande advogado João Palla Lizardo

Depois de sabermos a triste notícia de que está hospitalizado com doença de progonóstico muito reservado.


O caso da herança de Maria Eugénia ainda mexe no Madeira Opina

 

 A doação de património imobiliário à Igreja por por testamento ou outra forma assenta, historicamente, num compromisso de fé e responsabilidade moral, em que os doadores confiam aos representantes eclesiásticos a gestão de bens com o propósito expresso de apoiar os mais desfavorecidos. A doação tem condição.

Quando estes imóveis, muitas vezes carregados de valor simbólico e familiar, são alienados para a rentabilização direta das estruturas institucionais da Diocese, gera-se uma profunda quebra de confiança. Para os herdeiros legítimos, que frequentemente aceitaram a perda do património em nome do cumprimento de uma causa nobre e caritativa da pessoa, a venda desses bens surge como uma desvirtualização da última vontade dos seus entes queridos.

A situação ganha contornos ainda mais complexos no contexto atual da Madeira, onde a pressão imobiliária e o dinamismo da construção civil transformaram o solo e as edificações em ativos de elevado valor financeiro.

A perceção pública, quais incêndios em série, é de que a instituição eclesiástica se deixa envolver pelas dinâmicas do mercado imobiliário regional e pelos interesses do tecido empresarial, até porque é promíscua com os mesmos. Gera forte indignação. Para muitos observadores e famílias afetadas, a passagem destes bens para as mãos de promotores privados é vista como uma submissão da missão social da Igreja às lógicas do lucro e da especulação urbana. A Igreja tem culpa. A Igreja não respeita. Logo perde credibilidade.

O sentimento de injustiça entre os herdeiros transforma-se em revolta contra aquilo que consideram ser uma falha de compromisso ético e legal perante os encargos do testamento. A ausência de transparência na aplicação das mais-valias obtidas nestas transações alimenta a suspeição e mina a autoridade moral da instituição na comunidade. Ao alienar o património doado sem salvaguardar de forma visível o fim social originário, a Igreja arrisca-se a afastar os seus próprios fiéis e a comprometer a legitimidade de futuras ações de benemerência na região.

Já está a acontecer. Aqui se faz, aqui se paga, haverá crise de clero, de vocações e de imobiliário.

https://www.madeiraopina.com/2026/10/as-doacoes-igreja.html

O curioso caso do testamento da D. Eugénia

 Benemérita deixou em 1982 a fortuna à Igreja madeirense, com a condição que fosse utilizada para o auxílio a doentes cancerosos. Durante 30 anos o testamenteiro quis saber se a vontade de Eugénia Bettencourt estava ser cumprida. Morreu no final do ano passado, sem resposta.

“Tudo indica que nada foi aplicado segundo a vontade de Eugénia Bettencourt”, diz João Lizardo, advogado do testamenteiro Rufino Teixeira

O curioso caso do testamento da D. Eugénia

Funchal, 8 de Janeiro de 1982. Eugénia Bettencourt morre aos 98 anos. Solteira, católica fervorosa, sem descendência nem familiares próximos, dona de um património considerável – só os prédios edificados valiam à data perto de 165 mil contos (820 mil euros) –, deixa tudo em testamento à Diocese do Funchal. Uma condição: que o património, que incluía também algumas propriedades espalhadas pela ilha (uma delas viria a ser expropriada em 2006 por 1,3 milhões de euros), fosse aplicado em obras de assistência a doentes cancerosos.
O curioso caso do testamento da D. Eugénia
Para garantir essa vontade, Eugénia Bettencourt nomeou testamenteiro, e por conselho deste, Rufino Teixeira, antigo presidente da Câmara de Machico e descendente de Tristão Vaz Teixeira, um dos descobridores do arquipélago. Nas mais de três décadas seguintes, Rufino Teixeira lutou em tribunal pelo direito de saber de que forma é que a Diocese do Funchal estava a gerir a herança recebida.

O curioso caso do testamento da D. Eugénia
Apresentou queixa à Procuradoria-Geral da República em 1989. Falou com a Alta Autoridade Contra a Corrupção no ano seguinte. Encontrou-se, nesse mesmo ano, com o Perfeito da Sagrada Congregação dos Bispos no Vaticano. Foi ao provedor de Justiça e regressou à Procuradoria-Geral da República em 1996. Todos responderam - com excepção do Vaticano que nada disse - mas o caso não andava.

O curioso caso do testamento da D. Eugénia
Cansado e sem respostas satisfatórias, em 2002 tenta outra abordagem. Pede em tribunal a prestação de contas da parte da diocese, mas foi perdendo em sucessivas instâncias judiciais porque a juízes não consideravam a herança como um legado pio, como tal não existia obrigação de prestação de contas.O curioso caso do testamento da D. Eugénia
Os tribunais entenderam que os bens deixados por Eugénia Bettencourt não estavam totalmente identificados, e como tal, em termos jurídicos estávamos perante um herança e não um legado, que acontece quando os bens herdados estão determinados. A definição de legado pio remonta à Idade Média e é utilizada quando o testamento é destinado à criação, manutenção ou desenvolvimento de obras de cariz social ou análogas.

https://www.publico.pt/2017/09/15/sociedade/noticia/o-curioso-caso-do-testamento-da-d-eugenia-1785402




A frase do Pravda Ilhéu que mais irrita o camarada Henrique Sampaio

 A frase: (bastante caquético)

 Henrique Sampaio todo cagão (mas bastante caquético), usou da palavra na apresentação do livro. Actualmente é também um socialista disfarçado depois de ter sido no passado colaborador do COMÉRCIO do FUNCHAL e depois do 25 de Abril no jornal satírico «O Garajau». Escrevia lá uns artigalhos esquerdistas. Actualmente é mais um socialista caviar, mas teso!
https://pravdailheu.blogspot.com/2026/04/apresentacao-do-livro-por-dentro-do.html

  Miguel Carvalho deveria escrever um livro “por dentro do PS madeira “ para ver a máfia que vai lá dentro. Como é que um partido do povo está feito com os oligarcas do regime, especialmente com os Sousas? Como é que um partido teve tantos líderes incompetentes que nunca conseguiram derrubar o regime corrupto do PPD? Tudo questões para o jornalista investigar!

Partido nazista da Ucrânia em 1941 eram aliados dos nazis alemães

 O vídeo retrata um momento da Segunda Guerra Mundial na Europa de Leste, Ucrânia: o recrutamento e os desfiles de voluntários ucranianos para a criação da 14.ª Divisão de Granadeiros da Waffen-SS "Galizien" (também conhecida como Divisão Galícia), ocorridos entre 1943 e 1944. A Ucrânia sempre foi um país nazi-fascista.

Miguel Albuquerque na companhia do seu patrão SOUSA (foto saída hoje no diário do patrão)

 

O Sousa com aquele ar de arrogante:
Vejam atrás deles o Rodrigues que alugou o edifício do lojão ao Sousa por 50 anos, o filhinho da Cristina Pedra e a Paula Cabaço "directora" dos portos (que não manda nada).Também ela serventuária do patrão Sousa! tudo boa gente!

As manigâncias da ratazana de Santana e a esperteza saloia do Paulo Cafofo descritas por Gil Canha na perfeição

 Há que anos sabemos que o partido socialista da Madeira é avençado pelo magnata Sousa!

« Querem criar mais rataria em laboratório
Ouvi dizer que o Partido Xoxialista ilhéu pretende ressuscitar o famigerado “Laboratório de Ideias Idiotas”. Para quem não se lembra, há uns anos, uma conhecida Víbora Rosa de Santana engendrou um plano de criar laboratorialmente uma raça especial de ratazanas, totalmente rosas por dentro (como os salmões) e dissimuladamente cinzentas por fora, com o objetivo de destronar o poderio avassalador das ratazanas laranjas.
Foram introduzidos nesse laboratório alguns murganhos cujo material genético, após várias mutações, foi profundamente alterado, originando ratazanas com um ar dócil, muito gentis, e programadas para captar a atenção dos ratos do campo, que andavam há mais de trinta anos a roer a paciência das poderosas ratazanas laranjas, lideradas pela gorda e implacável rata Jardinius.
Os ingénuos ratos do campo não se aperceberam de que as simpáticas ratazanas tinham sido criadas artificialmente no laboratório do Partido Xoxialista, e concordaram em criar uma aliança com o objetivo de destronar as malvadas ratazanas laranjas, com a promessa de fazer MUDANÇAS no reino animal e tornar a vida de todos os seres mais digna e justa.
Sem saberem, os ratos do campo escolheram para liderar o processo duas ratazanas do tal famigerado laboratório: a principal, a Pauletta Cafu, era desprovida de pelos na cabeça, vítima da intensa força da radiação, não era muito inteligente, mas era muito vaidosa e irradiava simpatia. A outra, importada dos arrabaldes da Figueira da Foz, era mais sabida e matreira. O certo é que a aliança funcionou, e a bicharada conseguiu finalmente tomar a cidade e expulsar a rataria laranja.
Mas mal as ratazanas rosas de laboratório tomaram o poder, afastaram rapidamente os ratos do campo e enxamearam a cidade de ratazanas rosas que, em poucos anos, fizeram mais prejuízo na cidade do que mil ratos num moinho. Depois, a ratazana Pauletta Cafu, toda aperaltada e embonecada, pensou que era tudo “trigo limpo e farinha Amparo” e planeou tomar de assalto o reduto da famosa Ratazana Albuquercus e sua rataria alaranjada.
Para esse objetivo, aliou-se à poderosíssima ratazana Soiza do porto, fez alianças secretas com as ratazanas mais gordas e anafadas da praça e tentou novamente chamar os ratos do campo para o combate. Prometeu a toda a bicharada o leite e o mel, mas como todos os animais já sabiam que aquela ratazana, e todas as ratazanas produzidas artificialmente naquele maldito laboratório, eram, além de traiçoeiras, muito sôfregas e gananciosas, não as apoiaram, e lá as ratazanas rosas foram impecavelmente derrotadas. Seguidamente, algumas deram de frosques e outras refugiaram-se nos bancos do parlamento, onde vivem angustiadas, sempre com medo de que a tenebrosa Víbora de Santana as devore ou de que o seu cônjuge as transforme novamente em murganhos.»---Gil Canha