domingo, 26 de julho de 2026

A história de Idi Amin Dadá

 O mais cruel ditador africano

Élia Ascenção apanhada com a boca na botija

 

A entrevista de Élia Ascensão à RTP Madeira.

É

lia Ascensão deu uma entrevista VERGONHOSA à RTP Madeira, em que brindou as pessoas com pérolas que não lembrariam ao Diabo. A entrevista serviu apenas o propósito de atirar poeira para os olhos. E o que Élia Ascensão disse desmonta-se facilmente.

1) Quando diz que não tinha conhecimento dos factos, a verdade é que teve. Se foi interrogada como arguida, foi-lhe necessariamente dado conhecimento dos factos, da sua qualificação jurídica e das provas recolhidas. Por isso, não se percebe como pode afirmar que não teve conhecimento de nada, nem, principalmente, como ousa afiançar a sua convicção de que não foi cometido qualquer crime. Pergunta-se: perante isto, como não teve a iniciativa de tomar medidas quanto às funcionárias, nem mandar auditar os demais concursos públicos em que essas funcionárias intervieram como júri.

2) Élia Ascensão procurou sacudir a água do capote, dizendo que apenas praticou actos de gestão, a assinatura do despacho que abriu os concursos e que não sabia de nada. O problema é o que o despacho judicial deu como fortemente indiciado: ANTES de abrir os concursos, Élia Ascensão trocou mensagens com a presidente do júri (que foi suspensa de funções); numa dessas mensagens a presidente do júri disse a Élia Ascensão a quem se destinavam três das vagas postas a concurso; Élia Ascensão lei essa mensagem; SABENDO, porque lhe foi dito, QUE A PRESIDENTE DO JÚRI DESTINAVA TRÊS DAS VAGAS POSTAS A CONCURSO A PESSOAS DETERMINADAS, Élia Ascensão nomeou essa pessoa como presidente do júri dos concursos. Pergunta-se: Élia Ascensão acha isto normal?!?! Uma funcionária pública diz-lhe que as vagas de um concurso que ainda não abriu se destinam a pessoas concretas e Élia Ascensão nomeia essa funcionária presidente do júri: achava que ia acontecer o quê? Que o concurso não ia ser viciado?!?! Mas está a gozar?!?!

Afinal, bem vistas as coisas, percebe-se a razão pela qual Élia Ascensão não toma medidas. Sabia, porque lhe fora anunciada, da viciação dos concursos e escolheu nada fazer.


Leitor do blog Pravda explica com clareza a falta de coerência do deputado Elvio de Sousa do JPP

 Prega uma coisa e contradiz-se quando convida o "Papadas" e o cabeça de bigorna para uma conferência sobre a Autonomia
O cabeça de bigorna e o dr. papadas

  • «O problema desta verborreia do deputado Élvio Sousa, é que borra a pintura quando convida para os debates do JPP, Alberto João e Miguel de Sousa, os dois principais responsáveis pela criação dos monopólios e oligarcas que escravizam o povo madeirense. Se não houvesse proteção a meia dúzia de ladrões, havia concorrência de mercado, havia ferry, havia passagens mais baratas, havia mercadorias mais baratas, etc, etc…
  • Criticar todas estas disfunções na nossa economia, e convidar os dois principais responsáveis pela máfia no bom sentido, não faz sentido nenhum!»
  • Cigano matou o próprio filho por causa de um cavalo

     Gente perigosa esta raça CIGANA!

    Condenado por matar filho em discussão sobre cavalo quer ser julgado por júri.

    Sanches Cardas tem 23 anos de cadeia para cumprir

    O homem condenado a 23 anos de cadeia pelo homicídio do filho, no Baldio das Ferrarias, em Amareleja, Moura, onde discutiram por causa de um cavalo, não aceita a sentença e recorreu junto do Tribunal da Relação de Évora para que o julgamento seja repetido e tenha intervenção de um júri.

    "Não merece voltar a saborear a liberdade"

    "O senhor não merece voltar a saborear a liberdade. [Com] esta pena, a ser cumprida na totalidade, não lhe resta alternativa de vida", disse o presidente do coletivo, Vítor Maneta. No julgamento, o arguido dissera que "um pai que mata um filho não deve ser preso, deve ser enforcado".

    O tribunal deu como provado que Sanches empunhou a caçadeira e, a dois metros, fez um disparo contra António Cardas. "Dispara nele", terá instigado o outro filho, segundo o tribunal.

    O patriarca da família Cardas ouviu o juiz criticar a sua postura em tribunal por falta de respeito e compaixão pelo filho António. Quanto a Orlando, as palavras também não foram simpáticas: "Você podia ter evitado isto tudo, mas motivou o seu pai a disparar", 

    https://www.jn.pt/justica/artigo/pai-que-matou-filho-condenado-a-23-anos-de-prisao/18091114

    O jornalista Élvio Passos fala sobre a censura à imprensa do tempo do Salazar

     Esqueceu-se de dizer que a censura atual passou a ser feita dentro das redações dos jornais e chama-se autocensura que é feita pelo próprio jornalista que escreve afim de não ser despedido. Se Élvio Passos escrever por exemplo acerca dos portos da Madeira e do monopólio do grupo SOUSA, é logo despedido sem apelo nem agravo. Tem de passar a ser funcionário do PCP/madeira afim de poder sobreviver. Ele sabe bem disso.

    Durante vários anos, os leitores do DIÁRIO encontravam, discretamente impressa, uma pequena frase que hoje quase passa despercebida: "Este número foi visado pela Comissão de Censura" (ou equivalente). Eram apenas sete palavras, colocadas normalmente numa zona pouco destacada da página, mas que resumiam uma realidade comum à imprensa portuguesa durante grande parte do século XX.
    Antes de chegar às bancas, cada edição do jornal já tinha sido lida por outra entidade.
    A existência da censura não começou com o Estado Novo. Em Junho de 1918, o próprio DIARIO noticiava a criação, na Madeira, de uma comissão civil de censura à imprensa, instalada no Comando Militar, identificando mesmo os seus primeiros membros. Meses depois, voltava ao assunto para informar alterações na composição dessa comissão. O controlo sobre o que era publicado fazia parte da vida política portuguesa num período marcado pela Primeira Guerra Mundial, pela instabilidade governativa e pelas preocupações com a ordem pública.
    Depois do movimento militar de 28 de Maio de 1926, a censura consolidou-se como um dos instrumentos permanentes do novo regi-me. Foi nessa época que a inscrição
    "Este número foi visado pela Comissão de censura" começou a surgir regularmente nas paginas do DIÁRIO. Durante anos repetiu-se edição após edição, tornando-se um elemento tão familiar da composição gráfica que dificilmente chamaria a atenção da maioria dos leitores.
    Contudo, aquela pequena trase tinha um significado muito maior do que aparentava. Não era uma simples formalidade administrativa nem um detalhe tipográfico. Informava, de forma discreta, que o jornal que chegava às mãos do público já tinha sido submetido ao exame de uma autoridade encarre-gada de verificar se o seu conteúdo podia ser publicado.
    Naturalmente, o leitor nunca sabia exactamente o que esse exame significava em cada edição. A inscrição não revelava se algum artigo fora alterado, se uma notícia tinha sido suprimida, se uma fotografia fora retirada ou se determinado assunto nunca chegara sequer a ser composto na tipografia. O que ela confirmava era apenas um facto: antes dos leitores abrirem o DIÁ-RIO, alguém já o tinha lido.
    É precisamente esse silêncio que hoje torna a frase tão reveladora. O que não aparece impresso é, muitas vezes, impossível de recons-truir. Os cortes efectuados pela censura nem sempre deixaram vestígios nas páginas publicadas.
    Em muitos casos, os leitores nunca chegaram a saber que determinada
    notícia fora modificada ou impedida de chegar à impressão. O jornal conservava a+enas o resultado final enquanto todo o processo anterior permanecia invisível.
    Com o passar do tempo, aquela indicação deixou de surgir impressa nas páginas do DIARIO. A sua ausência, porém, não significa, por si só, que tivesse desaparecido o controlo sobre a imprensa. A censura continuou a fazer parte do sistema político português até ao 25 de Abril de 1974 e conheceu diferentes formas de funcionamento ao longo das décadas. A documentação actualmente disponível não permite afirmar, com segurança, por que motivo o jornal deixou de publicar a referência ao "visto" da Comissão de Censura, nem se essa alteração resultou de uma mudança de procedimentos administrativos ou de outro factor.
    Ainda assim, o desaparecimento da frase torna-a hoje ainda mais si-gnificativa. Ao contrário de muitos outros vestígios da censura, que ficaram dispersos por arquivos administrativos ou processos oficiais, esta permaneceu impressa róprias páginas do jornal. É um testemunho directo de uma época em que a liberdade de informar estava sujeita ao escrutínio prévio do Estado e em que a relação entre jornalistas, tipografias e autoridades fazia parte do quotidiano da produção de um jornal.
    O levantamento efectuado sobre o arquivo do DIÁRIO permitiu localizar numerosas edições onde esta inscrição continua visível. Vistas isoladamente, parecem apenas uma curiosidade gráfica.Observadas em conjunto, contam uma historia muito maior.Recordam que o jornalismo não se faz apenas com aquilo que é publicado mas também com os condicionamentos, limitações e circunstâncias em que cada edição é produzida Ao longo de século e meio, o DIÁRIO atravessou monarquia, República, ditadura, democracia e autonomia regional. Aquela pequena frase desapareceu das pági-nas. Mas continua a recordar que houve um tempo em que, antes de cualquer madeirense abrir o seu jornal, existia sempre um primeiro leitor. E esse leitor não era escolhido pelo jornal nem pelos seus lei-tores. Era escolhido pelo Estado.»


    Jorge Freitas de Sousa o jornalista do PSD/mamadeiras entrevista o dirigente do PCP no Funchal

     Jorge Freitas Sousa o jornalista do PPD entrevistou o ex-padre Edgar Silva. Com a ajuda dele e dos jornalistas vendidos ao poder a luta do padre Edgar em favor dos pobres e injustiçados da Madeira foi condenada ao insucesso. A ingratidão foi tanta que o padre Edgar Silva já não conseguiu votos para ser eleito em representação do PCP no parlamento Regional da Madeira. Vítima do mau jornalismo só pode acabar assim a luta de um grande Homem em favor dos mais pobres.
    "...No regresso à Madeira, em 1987, integra a equipa do Seminário e acompanha uma realidade social particularmente dura, a das crianças de rua.
    Mais tarde denuncia a pedofilia e prostituição infantil, inicialmente negada pelo poder político regional e não tem o apoio que esperava da diocese.
    Em 1996 concorre, como ir dependente, pela CDU e é eleito deputado. Um ano depois deixa o sacer-dócio. Adere ao PCP e integra o Comité Central do partido.
    Na Assembleia Legislativa da Madeira enfrenta uma maioria para a qual é um adversário a 'abater', com ataques pessoais que, acredita, eram feitos para provocar reacções que, com muito esforço, nunca teve"...