quarta-feira, 18 de março de 2026

A nova juiza presidente da Comarca da Madeira agora já anda nas acções políticas de Miguel Albuquerque


Teresa de Sousa é a nova juiza presidente da Comarca da Madeira a prestar vassalagem ao regime dos PPDês
Em tempos ela queria mandar prender o ex-deputado José Manuel Coelho chegou a condená-lo pelo "crime de difamação!"


Nóbrega pai e Nóbregas filhos no dia do pai! (José Alberto de Freitas denunciou este pardalão do Nóbrega)

 

 José Alberto Freitas, na altura mandou fiscalizar a carne importada pelo Nóbrega que de seguida  foi declarada imprópria para o consumo. 
 Na altura José Alberto, era o director das actividdaes económicas da Madeira. O fascista Alberto João quis obrigá-lo a retirar o processo contra o seu amigo cacique do Caniço. Como José Freitas se recusou, foi bastante ostracizado e perseguido na altura pelo presidente do Governo Regional Alberto João Jardim.
José Alberto Freitas, nunca se arrependeu de dizer que o rei ia nú! 
 Sozinho foi dos primeiros democratas bater o pé ao fascista Jardim.

«Costuma dizer-se que o trabalho é a nossa segunda família. Na Nóbrega, isso tem um significado especial. E se somos família, o Sr. Nóbrega é o pai de todos nós. Feliz Dia do Pai!»

-Diz o patriarca da Família toda ela PPDê

Nos anos 90 do século passado foi descoberta droga no meio da carne que vinha importada do Brasil. O Nóbrega pai para não ir preso e acabar o  negócio da família, lá combinou com o filho do lado direito para ir preso no lugar dele. Assim ficou a dirigir a empresa enquanto o filho cumpria a pena no lugar do pai.


A história que ainda hoje é um assunto tabu em Angola

 

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Sita Valles
Quem era:
Militante do MPLA
Ligada ao grupo de Nito Alves
Considerada uma das figuras mais destacadas da chamada “ala nitista”
O que aconteceu com ela:
Após os acontecimentos do 27 de Maio, foi presa pelas forças do Estado
Sofreu interrogatórios e tortura (segundo vários testemunhos e relatos históricos)
Foi posteriormente executada sem julgamento público
👉
Até hoje:
Não há confirmação oficial detalhada do local da sua morte
O seu corpo nunca foi oficialmente entregue à família
🔎
Sita Valles tornou-se um símbolo das vítimas do 27 de Maio, especialmente entre jovens e activistas.
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Saíde Mingas
Quem era:
Nacionalista angolano
Pai da cantora Lura
Não era necessariamente um líder do golpe, mas foi apanhado na repressão
O que aconteceu com ele:
Foi detido após o 27 de Maio de 1977
Acusado de ligação aos “fraccionistas”
Acabou por ser executado pelas forças governamentais
👉
Tal como muitos outros:
Não teve julgamento transparente
A família ficou anos sem informações claras
É considerado uma das muitas vítimas da repressão pós-27 de Maio
⚠️
Contexto importante
Depois do 27 de Maio:
O governo liderado por Agostinho Neto lançou uma forte repressão
Milhares de pessoas foram:
presas
torturadas
executadas
Muitas desapareceram sem registo oficial
💔
Pode ser uma imagem de texto que diz "SITA SITAVALLE VALLES 23-08-1951+01-08-1977 23-08-1951 +01-08-1977 SAÍDE SAÍDEMINGAS MINGAS 07-06-1944 07-06-1944+27-05-1977 + +27-05-1977"

Todas as reações:
3,1 mil

Bófia dos cubanos prende mulher no Funchal à maneira dos americanos ou da policia dos Aiatolás

Veja vídeo no link

 https://www.facebook.com/reel/947118147848851

 Força excessiva para algemar uma pobre rapariga indefesa. Para mais, quando a mesma já se encontrava prostrada no solo!
 Estes bofias que o governo dos cubanos manda para a  Madeira, são daquela recruta de formandos na esquadra do largo do Rato em Lisboa!

 

Os crentes não acreditam que seja verdade a calúnia levantada ao padre Manuel Ornelas e demonstram sua solidariedade.

 





https://www.dnoticias.pt/2026/3/17/485180-alunos-e-paroquianos-demonstram-apoio-ao-padre-manuel-ornelas/









Artigo de Opinião de Silvia Vasconcelos no JM do «Meia Saca»

O Subsídio Social de Mobilidade

Já tanto se disse e escreveu sobre o Subsídio Social de Mobilidade (SSM), mas não é demais reforçar o rol de queixas e críticas em seu torno, pelo contrário. Há que fazer pressão sob os nossos representantes políticos, sobretudo os eleitos para a AR, para corrigirem as falhas e injustiças em torno do SSM e, mais recentemente, da Plataforma que o materializa.

Inaugurei-me recentemente nesta modalidade de reembolso e mesmo tendo alguma literacia informática, foi uma odisseia repleta de dificuldades até que pudesse concluir corretamente o pedido. O que, vinque-se, só foi possível com a ajuda da minha agência de viagens que, por sua vez, me confessou que também as agências têm tido dificuldades em lidar com a plataforma e que nem sempre lhes respondem aos emails de dúvidas que remetem. Não foi o meu caso, responderam-me sempre, mas como se eu dominasse a plataforma e os elementos requeridos. Ou seja, como se eu tivesse a obrigação de estar inteirada do trabalho que antes era feito pelos CTT e que tantas vezes suscitava dúvidas em alguns funcionários. A dita plataforma, na troca de emails que fizemos, fazia menção a duplicação documental (que fiz por ter tido a minha solicitação rejeitada e não me estar claro do que era, de facto, exigido); a erros relativos aos bilhetes (mais uma vez lá me dediquei a saber onde se processava a descrição de tarifas e números de bilhete num conjunto de documentos que tinha duplicação de informações de códigos e números e taxas); e a rejeição de documentos. Nem é preciso mencionar o tempo que perdi com todo este procedimento...

Esta plataforma que, em teoria, seria de simplificação e expedição do ressarcimento do montante para além da tarifa fixa, na verdade dificulta-nos, e muito, a nós, cidadãos. Nem consigo imaginar os constrangimentos de um grande número de pessoas com dificuldades no manuseio de dispositivos informáticos: para solicitar a chave digital é, desde logo, uma complexidade e o fracasso desta operação não é nada incomum... (sugiro que se recorra ao serviço da Loja do Cidadão para ajuda nesta etapa); segue-se a submissão de uma série de dados e documentos no portal definido pelo governo para o SSM, e finalmente tem-se acesso à plataforma, à qual se sucedem outras tantas (e maiores?) dificuldades (perante esta fase sugiro que, se possível, se socorram das agências de viagens). Em suma, a plataforma não veio facilitar a vida dos residentes da Madeira e dos Açores, onde há especificidades territoriais. É evidente o excesso de burocracia e, na verdade, este recurso não vem acrescentar nada ao SSM: continuamos a ter de adiantar o montante total da viagem que não raras vezes ascende a valores incomportáveis para a grande maioria dos cidadãos comuns (soube hoje que um pai pagou mais de 600 euros pela viagem da sua filha, estudante, só de ida, pelos dias da Páscoa, e que agora o teto de um só percurso é de 200 euros e não 400). Ou seja, somos fiadores do Estado e se antes recebíamos o reembolso logo a seguir à viagem, nos CTT, agora temos de o submeter, aguardar que o mesmo seja validado e que depois nos seja devolvido o montante que adiantámos. E isto, pode durar dias ou semanas (no meu caso, perdura há 2 semanas).

Por fim, senhores governantes e demais representantes políticos eleitos: este modelo de SSM e esta plataforma constituem uma tremenda injustiça para os ilhéus que, deste modo, continuam a ser discriminados nos seus direitos, nomeadamente o direito constitucional do Princípio da Continuidade Territorial. O Estado revela-se, assim, destituído do seu dever de solidariedade para com as Regiões Autónomas, e incapaz de corrigir as desigualdades que a insularidade comporta, nomeadamente no que à mobilidade diz respeito.

terça-feira, 17 de março de 2026

Nelson Veríssimo, Alice Mendonça e Liliana Rodrigues a plagiadora


«Será retomado hoje, a partir das 11h00, no tribunal do Funchal (Palácio da Justiça), o julgamento dos professores da Universidade da Madeira (UMa) Nelson Veríssimo e Alice Mendonça, num processo em que são acusados do crime de difamação por Liliana Rodrigues, também docente da instituição de ensino superior.

Na origem do caso está um concurso aberto em 2020 na UMa para uma vaga de professor associado no Departamento de Ciências da Educação. Liliana Rodrigues candidatou-se e ganhou o lugar. No entanto, Nelson Veríssimo e Alice Mendonça, que também tinham concorrido, reclamaram da decisão do júri e alegaram que a concorrente vencedora entregou um currículo com supostas “declarações falsas”. Os dois docentes apresentaram igualmente queixa no Ministério Público contra Liliana Rodrigues. Mas tal inquérito foi arquivado em Setembro de 2020 por um procurador do Departamento de Investigação e Acção Penal do Funchal, com a seguinte argumentação: “Embora seja civil e moralmente relevante, a mentira, por si só, ainda não é criminalizada no nosso ordenamento jurídico”. O júri do concurso na UMa também não deu razão aos reclamantes e em Fevereiro de 2021 confirmou a atribuição do lugar de professor associado a Liliana Rodrigues.

Entretanto, ainda no ano de 2021, a denunciada, Liliana Rodrigues, passou a denunciante e apresentou queixa na justiça por difamação contra os colegas. Esse processo penal teve a sua primeira sessão de julgamento a 13 de Janeiro deste ano e prossegue hoje ao longo de todo o dia»

https://www.dnoticias.pt/2025/9/29/464636-julgamento-de-desavenca-entre-professores-da-universidade-da-madeira-retomado-hoje/

Vamos acompanhar bem este caso e vermos qual a decisão das juizas do Regime.

Dois docentes da UMa acusam Liliana Rodrigues de incluir dados falsos num currículo

foto arquivo

A Universidade da Madeira tem uma polémica entre mãos. Há uma queixa no Ministério Público, contra a professora (e ex-eurodeputada socialista) Liliana Rodrigues, acusando-a de incluir declarações alegadamente falsas no seu currículo, para com isso beneficiar, eventualmente, de uma melhor classificação, num concurso universitário.


Os queixosos são os professores Alice Mendonça e Nelson Veríssimo. Em causa está um concurso documental interno para preenchimento de uma vaga de professor associado no conjunto das áreas disciplinares de Ciências da Educação – Estudos Curriculares, História da Educação, Inovação Pedagógica e Sociologia da Educação – do Departamento de Ciências da Educação da Faculdade de Ciências Sociais da UMa.

Ao dito, concorreram os docentes Alice Mendonça, Nelson Veríssimo e Liliana Rodrigues. O júri, presidido pelo reitor da UMa, ainda não divulgou a lista definitiva da colocação dos candidatos. Está disponível na página da UMa desde finais de Junho, apenas a lista provisória da ordenação final dos candidatos.

Ora, durante a audiência prévia, e segundo o FN tomou conhecimento, Alice Mendonça e Nelson Veríssimo apresentaram uma longa lista de declarações que, no seu entender, são falsas, e que estão incluídas no currículo que Liliana Rodrigues apresentou a concurso. Segundo afirmou Nelson Veríssimo ao FN, foram reunidos documentos da própria UMa, e de outras instituições, muitos dos quais disponíveis online, e que contradizem o que Liliana Rodrigues mencionou.

Nelson Veríssimo sublinha que, ao concorrerem, todos os candidatos foram sujeitos a um compromisso de honra, no qual declaravam que os elementos e factos constantes da sua candidatura eram verdadeiros. A prestação de falsas declarações resultaria na exclusão do concurso, alega.

Pouco mais acrescenta o professor e historiador madeirense. “Em sede de audiência prévia, detectei graves inverdades no processo da candidata Liliana Rodrigues e demonstrei-as com documentos credíveis, inclusive actas de órgãos da UMa e outros oficiais. Espero que venham a merecer agora a atenção devida do júri, através de uma diligência idónea, porque antes o júri nada confirmou, por falta de tempo ou excesso de confiança”.

Já relativamente à queixa no MP, considerou tratar-se de “procedimento lógico, natural e previsto na lei, perante circunstâncias que podem indiciar eventual corrupção”.

Naturalmente que o Funchal Notícias quis fazer o contraditório destas graves acusações, tendo contactado, para tal, a professora Liliana Rodrigues. Apanhada de surpresa, a docente e ex-eurodeputada referiu não ter tido conhecimento de que tivesse sido apresentado qualquer tipo de queixa no Ministério Público. “Pelo menos, não fui notificada de nada”, afirmou. Em relação ao concurso, frisou: “Apresentei um currículo. Foi-me pedido um currículo do que fiz nos últimos 20 anos, e o júri considerou que eu seria a pessoa em melhor posição para ganhar o concurso”. Reconhecendo que “os colegas não concordam” e fizeram uma reclamação, diz que a mesma “já foi respondida, e está em fase destes processos normais, não percebo porque é que vai para o Ministério Público”.

Liliana Rodrigues insistiu em que não sabe bem de que é acusada, e que compete a quem acusa “fazer prova de que houve declarações falsas”, da sua parte. Uma afirmação dessas “não é aceitável”. Acrescenta que “não tem de negar nem deixar de negar”. O júri, sublinha, até foi constituído por professores catedráticos que não são da UMa, [tirando o Reitor] e ainda não se pronunciou definitivamente, pelo que não entende a situação. “Provei tudo por A + B ao júri”, assegura, júri esse constituído por pessoas experientes. “Eles [Nelson Veríssimo e Alice Mendonça] é que têm de fazer prova do que estão a dizer”. E atira uma farpa a quem a acusa: “Eu não fiz carreira com despacho reitoral”.

O FN tentou também contactar o reitor da UMa, que presidiu ao concurso em questão, mas, apesar das tentativas, apenas conseguimos falar com o vice-reitor, Sílvio Fernandes. Que não se considerou a pessoa mais adequada para comentar este assunto, mas através do qual conseguimos informar o reitor de que a notícia estava prestes a ser publicada e de que gostaríamos de registar a posição da UMa. Este ficou, pois, de nos dar conta amanhã de um comentário sobre a matéria.