sexta-feira, 24 de julho de 2026

A batalha de Verdum na 1ª Guerra Mundial foi um horror. Uma carnificina pior do que o inferno do Satanás segundo pregam os religiosos

 

Durante a Batalha de Verdun, na Primeira Guerra Mundial, a morte deixou de ser apenas uma consequência da guerra e passou a fazer parte da paisagem. A fotografia mostra um enorme amontoado de restos mortais de soldados franceses e alemães, muitos deles impossíveis de identificar. Estima-se que cerca de 130 mil combatentes jamais puderam ser reconhecidos individualmente. Seus ossos foram reunidos no Ossuário de Douaumont, um memorial que permanece até hoje como um dos maiores símbolos do custo humano da guerra.
Travada entre fevereiro e dezembro de 1916, Verdun tornou-se uma das batalhas mais longas e sangrentas da história. Em dez meses de combate, mais de 700 mil soldados foram mortos, feridos ou desapareceram. O objetivo alemão era “sangrar até a morte” o exército francês, transformando a batalha em uma guerra de desgaste onde cada metro de terra era disputado ao preço de centenas de vidas.
Verdun ficou conhecida como um verdadeiro inferno. O historiador C. N. Trueman reproduz a carta de um soldado francês que descreveu o campo de batalha com palavras quase impossíveis de imaginar: “Homens eram esmagados. Cortados ao meio. Explodidos em pedaços. Barrigas reviradas. Crânios afundados no peito como se tivessem sido atingidos por uma marreta.”
Outro testemunho, escrito por dois soldados franceses, dizia: “Você come ao lado dos mortos. Bebe ao lado dos mortos. Faz suas necessidades ao lado dos mortos. Dorme ao lado dos mortos.” Em outro trecho, um deles escreveu: “As pessoas lerão que a linha de frente era o inferno. Mas como alguém pode compreender o verdadeiro significado dessa palavra?”
Talvez a fotografia mais assustadora não seja a da pilha de ossos, mas a de uma geração inteira que foi convencida de que morrer daquela forma era um dever patriótico. Cem anos depois, continuamos repetindo que a guerra nunca é a solução, mas basta olhar para o mundo para perceber que essa lição ainda não foi plenamente aprendida. Enquanto líderes discutem fronteiras e poder, são sempre pessoas comuns que acabam empilhadas na história, muitas vezes reduzidas, no fim, a um número, um nome em um memorial ou, como em Verdun, a ossos que já nem podem mais ser identificados.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

O camarada João Lizardo escuta conferência na Galeria do escultor Anjos Teixeira


Atrás do camarada Lizardo está o grande Revolucionário do PCP(R), Artur Andrade. Este camarada agora aderiu ao PCP, mas está ficando um pedaço caquético.
A Galeria Anjos Teixeira realizou um debate com o Pe. José Luís Rodrigues sobre a imagem da Igreja na literatura, designadamente, no cruzamento entre o romance "A Canga", de Horácio Bento Gouveia, e "A Linha da Pobreza", de Hugo Amaro.

O Alexandre irmão do Olavo do Marítimo foi absolvido pela justiça do Tribunal da Relação de Lisboa. (os grandes senhores do dinheiro safam-se sempre!)




O Olavo, jogador do Clube Sport Marítimo é irmão do Alexandre


O Ser Humano nunca escolhe a hora da Morte ela chega por vezes da forma mais sinistra possível

 

Identificado condutor que atropelou mortalmente Sãozinha do Táxi e fugiu.
Antiga taxista de Matosinhos tinha 83 anos

A GNR identificou um homem de 64 anos suspeito de ter atropelado mortalmente, numa passadeira, uma antiga taxista de Matosinhos, no passado dia 15, em Santa Cruz do Bispo, colocando-se em fuga. Conceição Alves, ou Sãozinha do Táxi, como era conhecida por todos, tinha 83 anos e morreu no local, em frente ao Retail Park de Matosinhos.O suspeito foi identificado pela GNR logo no dia a seguir ao atropelamento, após diligências efetuadas pelos militares do Núcleo de Investigação de Crimes em Acidentes de Viação (NICAV) do Destacamento de Trânsito do Porto. Foi constituído arguido por homicídio por negligência em acidente rodoviário e omissão de auxílio.

Em comunicado, a GNR explica que, no decurso da investigação, foi ainda possível "localizar o veículo interveniente no acidente". Os factos foram remetidos ao Tribunal de Matosinhos.A GNR salienta que, "em caso de acidente, é dever de todos os condutores permanecer no local e colaborar com as autoridades policiais e com os restantes intervenientes", sendo que "a fuga do local de um acidente de que resultem vítimas mortais ou feridos poderá configurar, em abstrato, a prática do crime de omissão de auxílio".

No mesmo comunicado, a Guarda "apela ainda à colaboração dos cidadãos, recomendando que, sempre que presenciem a fuga de uma viatura envolvida num acidente, procurem recolher e memorizar elementos relevantes para a sua identificação, nomeadamente a matrícula, cor, marca e modelo do veículo". Estas "informações poderão revelar-se fundamentais para a investigação e deverão ser comunicadas às forças de segurança com a maior brevidade possível". (ver JN)

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Qual a relação entre a juiza Susana Mão de Ferro e o advogado Tranquada Gomes (ex-presidente da Assembleia Regional da Madeira)

 Aparentemente não há nenhuma. Numa Democracia saudável e com separação de poderes, o poder judicial é independente do poder político e não há quaisquer interferências entre um e outro. Mas na Região Autónoma da Madeira não é assim que funciona. 

  Existe uma coisa que se chama TRÁFICO de INFLUÊNCIA.

 Quando o MP ou a Polícia Judiciária empreendem no Funchal uma investigação sobre algum figurão importantre do PSD local, geralmente ligados a casos de corrupção; o ex- deputado Tranquada Gomes telefona para a juiza Susana Mão de Ferro que é a magistrada que actualmente faz a ligação entre o regime corrupto do PSD e as Magistraturas da Comarca da Madeira. 

 O que acontece depois é quase sempre isto:

A juiza Susana Mão de Ferro usa o seu poder de ÓRGÃO de SOBERANIA e nessa condição pode avocar o processo de investigação retirando-o da alçada do MP ou da Polícia Judiciária paralisando o curso das investigações. 

  Depois usa o seu poder de veto e manda arquivar todo o processo, fazendo cessar imediatamente as investigações sobre aquela instituição pública ou aquela pessoa, figura importante do PSD. 
 Depois claro, o processo de investigação sobre aquele arguido ou determinada instituição pública, morre logo aí à nascença e nem sequer vai a julgamento.
 É assim que funciona de uma forma mais ou menos encapotada.
 A Juiza manhosamente avoca o processo para ser ela supostamente a fingir que vai continuar a aprofundar as investigações sobre o mesmo. Depois passados uns dias, manda arquivar e como geralmente ninguém sabe nada sobre o funcionamento destas manigâncias, por isso mesmo ninguém recorre dessa decisão. Passados 20 dias o mesmo processo transita em julgado e fica sepultado nos arquivos do Tribunal para todo o sempre. 
  Depois acabou-se e ninguém fala mais do caso.
É IGUALZINHO ÀQUILO QUE SE FAZ NAQUELAS REPÚBLICAS DAS BANANAS DA AMÉRICA CENTRAL

Professor do PSD da Escola dos Salesianos no Funchal acusado de assédio de alunos de menor idade

 Era melhor que ele fosse à casa das meninas e tratasse dos seus apetites sexuais de uma foram mais prática e segura tal como sempre nos aconselhou o mestre JOSÉ VILHENA:


Meninos do PSD de Santa Cruz criam site para dizer mal dos verdinhos de Gaula

 Mas vocês têm memória curta: Essas práticas do JPP, são as mesmas que foram usadas desde o princípio pelo PSD, ao longo dos mandatos de PAULO DE JESUS, LUÍS GABRIEL, SAVINO CORREIA e JOSÉ ALBERTO GONÇALVES. Não olham para trás?

«Uns por mérito, outros, por pura "Ascensão"!»
Lá escrevem eles: Os dois amiguinhos do PSD que querem o Savino Correia de volta!


Comparam Filipe Sousa ao empresário Jorge Mendes olheiro do futebol