terça-feira, 14 de julho de 2026
Quando tens o Estado que se torna como o primeiro sócio do teu investimento estás tramado na terra da Autonomia dos mamadeiras
Antes mesmo de abrir um negócio ou de realizar um investimento, já existe um sócio à sua espera: o Estado. E é, muitas vezes, o primeiro a receber uma parte significativa daquilo que poderia servir para lançar um projeto, criar riqueza ou gerar emprego.
Recentemente, devido à falta de habitação e por ter um apartamento disponível, decidi colocá-lo no mercado de arrendamento por um valor compatível com a realidade da zona. Como faço questão de cumprir a lei, dirigi-me às Finanças para saber quais os procedimentos necessários.
Foi aí que surgiu a desilusão. Logo à partida, entre impostos e encargos, o equivalente a cerca de dois meses de renda fica nas mãos do Estado. A isto junta-se o agravamento do IMI, que representa um custo adicional equivalente a mais algumas rendas, sem contar com a burocracia, as exigências administrativas e o tempo perdido para cumprir todas as obrigações.
Perante esta realidade, compreende-se que muitos proprietários pensem duas vezes antes de colocar os seus imóveis no mercado de arrendamento. Quando o Estado trata quem investe como uma fonte inesgotável de receita, em vez de um parceiro na resolução do problema da habitação, acaba por criar mais obstáculos do que soluções.
É caso para perguntar, vale a pena arrendar um imóvel nestas condições ou será que o próprio Estado está a incentivar muitos proprietários a deixarem as casas vazias? Se o objetivo é aumentar a oferta de habitação, então talvez esteja na altura de reduzir a carga fiscal e simplificar os processos, em vez de penalizar quem ainda está disposto a investir. E quem não pagar a renda; rua!
Vejam a "democracia" do Alberto João a quem os verdinhos de Gaula gostam de passar a mão pelo pêlo. Ele penhorou 35 mil euros ao professor João Carlos de Gouveia a mando dos tribunais fascistas
Grande Democrata este Alberto João!
Votar no JPP é dar tiros nos pés para qualquer democrata decente da ilha da Madeira. Eles elogiam fascistas como o Alberto João!
Tolentino de Nóbrega e Tolentino de Nóbrega
Tribunal do Funchal penhora vencimento do líder do PS-Madeira
João Carlos Gouveia recusara pagar a multa a que foi condenado num processo de difamação a Jardim. Já pagara, como indemnizção ao governante, 35 mil euros
a O Tribunal do Funchal ordenou a penhora de um terço da remuneração do deputado madeirense João Carlos Gouveia, até perfazer o montante da multa pelo crime de difamação a Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional da Madeira, pelo que fora condenado.A Assembleia Legislativa da Madeira foi notificada da penhora de vencimentos executada pelo Ministério Público e comunicou ao deputado do PS que a partir deste mês de Janeiro procederá à retenção de um terço da remuneração líquida, no valor de 767 euros, até perfazer a quantia de 1816 euros.
João Carlos Gouveia, líder do PS-Madeira, foi condenado em Abril de 2006 a uma multa de 1500 euros, mas recusou-se a pagar essa quantia que é agora acrescida de juros de mora.
"Respeito as decisões dos Tribunais, mas entre pagar e ser preso, prefiro ser preso. É uma questão pessoal, o poder judicial tem mecanismos para actuar e tomar uma decisão", disse João Carlos Gouveia depois da sentença.
Relativamente a este processo o deputado pagou as custas judiciais, cerca de 2000 euros, "muito superior à multa, o que demonstra não estar de má vontade", frisou.
João Carlos Gouveia fora absolvido por sentença da primeira instância da indemnização de 70 mil euros, por o Tribunal do Funchal julgar improcedente o pedido civil - "dada a ausência de factos concretos que logrem integrar o pressuposto de dano de que dependia a obrigação de indemnizar". Ou seja, "perturbação, vergonha, depressão sofridos" por Jardim em consequência de um artigo em que o deputado socialista o responsabilizava pela Madeira ser "um paraíso criminal".
Mas mais tarde Gouveia foi condenado pelo Tribunal da Relação de Lisboa, a que o governante recorrera, a uma indemnização de 35 mil euros já entregue a Alberto João Jardim.
"Fui injustamente condenado e considero extremamente elevada a indemnização ao dr. Jardim. Se os senhores juízes tiveram em conta os seus cargos de membro do Conselho de Estado e de presidente do governo regional, deveriam também ter ponderado a forma pouco dignificante como os desempenha", disse Gouveia.
"O professor do insulto"
Acha também "caricato" ter de pagar uma indemnização por danos causados por ofensas a quem o chamou de "louco e incapaz" e é "o político do país que mais insulta os seus adversários políticos e os próprios órgãos de soberania". No julgamento a defesa recordou que devido aos seus "excessos verbais", Jardim foi intitulado pelo jornal espanhol El Mundo como "o professor português do insulto".
João Carlos Gouveia tem reiterado que "na Madeira [se vive] um regime de impunidade que o dr. Alberto João quer manter", com a cumplicidade de alguns magistrados, acusação que motivou aprovação pela assembleia regional de um requerimento do PSD a pedir a "avaliação das capacidades mentais" do deputado.
Com as suas denúncias que incluíram a apresentação de um dossier sobre corrupção na Madeira ao procurador-geral da República, pretende que "nenhuma parcela do território nacional esteja imune à investigação criminal, a todos os níveis", justifica.
Para responder em tribunal no processo, a assembleia madeirense retirou, com os votos da maioria PSD, a imunidade parlamentar ao deputado e líder regional do PS.
O advogado de Jardim no julgamento foi o deputado Guilherme Silva.
João Gouveia acha caricato ter de pagar ao "político do país que mais insulta os seus adversários políticos"
Madeira: tribunal penhora ordenado do líder do PS
Socialista está obrigado a pagar multa pelo crime de difamação a Jardim
A decisão do Tribunal do Funchal foi noticiada na edição desta segunda-feira do jornal Público.
Em declarações à agência Lusa, João Carlos Gouveia confirmou ter sido informado, nos primeiros dias do ano, em carta endossada pela Assembleia Legislativa da Madeira da penhora do seu vencimento para pagar multa de 1.500 euros, acrescida de juros a que fora condenado.
Em 2006, num processo por difamação movido por Alberto João Jardim, o dirigente socialista foi sentenciado pelo Tribunal Judicial do Funchal pelo crime de difamação por ter afirmado, num artigo de opinião, que a Madeira era «um paraíso criminal» a uma pena de 1.500 euros, tendo sido absolvido no pedido cível de 70 mil euros.
35 mil euros de indemnizaçãoJoão Carlos Gouveia decidiu recorrer para o Tribunal Administrativo de Lisboa, instância que não só confirmou a sentença, como o condenou ao pagamento de 35 mil euros a título de danos patrimoniais a Alberto João Jardim.
O presidente do PS/M salientou que «esta foi uma das condenações mais elevadas no país até esta segunda-feira porque Alberto João Jardim é membro do Conselho de Estado e presidente do Governo Regional».
João Carlos Gouveia confirmou que os 35 mil euros de indemnização cível já foram pagos e que «por uma questão de honra, preferia ir para a cadeia a pagar [os 1.500 euros de multa pelo crime de difamação], mas a justiça tem os seus mecanismos para fazer cumprir as sentenças e não posso fazer mais nada».
O «poder judicial está em dívida moral com ele», pois a sua condenação neste processo foi «uma injustiça tremenda».
Líder do PS/M reitera acusações a Jardim
«Reproduzo integralmente aquilo que afirmei e uma leitura histórica no tempo está a dar-me razão», declara.
E adianta: «Confirmo integralmente o que afirmei, que Alberto João Jardim é um dos principais instigadores e beneficiários da Flama (Frente de Libertação da Madeira).
Como é que um membro do Conselho de Estado pode ser separatista e todos os dias fazer campanha pelo nacionalismo madeirense e quando alguém denuncia é condenado?», questiona.
Os «flamistas tomaram conta do PSD/M e hoje, quem quer vingar na política, tem de partilhar este ideal. A violência hoje não é feita com bombas, mas com linguagem, que serve para insular os titulares de órgãos de soberania», acrescenta ainda o líder do PS/M.
Jardim é «separatista» e «fomenta a corrupção»
«Alberto João Jardim é muito mais separatista hoje do que era há 30 anos», afirma, acusando o presidente do Governo de elogiar os «flamistas como se fossem heróis nacionais».
Diz ainda que o ideal de Jardim «se mantém, precisa de adeptos e os dinheiros da União Europeia e do Estado são postos ao desenvolvimento deste ideal, motivo pelo qual tem fechado os olhos à corrupção. Fomenta a corrupção em defesa desse ideal.
Filipe Sousa quer o fascista e flamista Alberto João a discursar na Assembleia da Republica por ocasião das comemorações do 50 anos de Autonomia da Madeira
A ingenuidade do deputado madeirense é uma bofetada no rostos das pessoas que foram vítimas dos atentados da FLAMA da qual Alberto João Jardim era o chefe político em 1975/76 e das perseguições subsequentes feitas por ele aos cidadãos que se opunham aos seus desmandos e aos seus caciques na ilhota dos mamadeiras. Era melhor que Filipe Sousa abrisse a pestana e deixasse de ser assim tão ingénuo.
Comentários de leitores do Pravda:
"Abaixo esta falsa oposição dos verdinhos hipócritas que convidam os bandidos do sindicato do crime Pupudê."
...«..Esse é que é o problema. Mamando, mamando, na teta do estado, protegidos por eleições "democráticas" lá se foram perpetuando no poder e abotoando-se com o que este lhes foi dando. Com os cumprimentos dos cidadãos que legitimaram com os seus votos décadas de abuso. E depois todos nos admiramos com os sessenta deputados do Chega, ou lá quanto raio são.»
«Um gajo que pede uma salva de palmas para AJJ na Assembleia da República, para o carrasco da autonomia, pois faliu a região duas vezes e pôs o povo a pão e água, vem agora criticar o PPD, para ver se engana mais alguns eleitores. Nas últimas eleições votei JPP para ver se corria com a autarquia corrupta de Pedro Calado e companhia, mas a mim não me enganam mais. Essa de dar uma no cravo e outra na ferradura a mim não me enganas. Eu quero um partido que combata esta máfia e estes corruptos. Estou farto de políticos a passar a mão no pêlo!»
JPP propõe comemoração dos 50 anos das autonomias com sessão solene da Assembleia da República
Filipe Sousa faz também questão de destacar o papel histórico de Alberto João Jardim, a quem reconhece “um contributo determinante para a afirmação autonómica, para a defesa da identidade regional e para o exercício de uma cidadania ativa e livre”.
Conferência do JPP sobre autonomia junta Alberto João Jardim e vários oradores no Funchalhttps://www.jm-madeira.pt/not%C3%ADcias/regi-o/19902931/conferencia-do-jpp-sobre-autonomia-junta-alberto-joao-jardim-e-varios-oradores-no-funchal.html
Confrontado com a proposta do deputado único do JPP, Filipe Sousa, que anunciou na RTP-Madeira a intenção de sugerir a intervenção de Jardim no Parlamento nacional, Aguiar-Branco reforçou o que dissera na véspera na sessão solene de abertura das comemorações, sublinhando que “a autonomia não foi uma benesse nem um privilégio, mas o resultado de uma conquista feita ao longo dos anos, sempre no respeito pelas regras democráticas”.O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, admitiu hoje que não vê qualquer problema em que o ex-presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, possa discursar na cerimónia dos 50 anos da Autonomia, que se assinalam em 2026.
Confrontado com a proposta do deputado único do JPP, Filipe Sousa, que anunciou na RTP-Madeira a intenção de sugerir a intervenção de Jardim no Parlamento nacional, Aguiar-Branco reforçou o que dissera na véspera na sessão solene de abertura das comemorações, sublinhando que “a autonomia não foi uma benesse nem um privilégio, mas o resultado de uma conquista feita ao longo dos anos, sempre no respeito pelas regras democráticas”.
https://www.dnoticias.pt/2025/10/21/467451-a-autonomia-deve-ser-uma-festa-nacional/
Filipe Sousa classifica Jardim como “pai da autonomia” (vídeo)https://madeira.rtp.pt/parlamento/filipe-sousa-classifica-jardim-como-pai-da-autonomia-video/
segunda-feira, 13 de julho de 2026
Rafael Macedo foi nomeado delegado de saúde na ilha de Santa Maria nos Açores.Por denunciar alegados abusos foi ameaçado de morte e foi obrigado a fugir da ilha de Santa Maria-conta o próprio
Nos Açores parece que a corrupção e o compadrio são piores do que na Madeira.
Rafael MacedoVídeo da tentativa de agressão ao médico madeirense.
«Quem está com o pau na mão é um médico, o Dr. Carlos Pinto, presidente do Conselho de Admnistração do Unidade de Saúde da Ilha de Santa Maria e Diretor Clínico. Além disso, é reformado pelo Estado Português com um valor de 7000 euros mensais.»
Filipe Sousa denuncia a inércia dos deputados do PSD em Bento sobre a burocracia do novo subsídio de mobilidade aérea
CRÍTICAS SÃO TAMBÉM DIRIGIDAS AOS DEPUTADOS LARANJA EM SÃO BENTO
O deputado do JPP na Assembleia da República, Filipe Sousa, criticou a gestão da nova plataforma da mobilidade aérea entre a Madeira e o continente, considerando que o sistema transformou um direito dos residentes "num verdadeiro labirinto burocrático" e acusando o PSD-Madeira de permanecer em silêncio perante os constrangimentos sentidos pelos madeirenses.
Em comunicado, o parlamentar considera que a implementação da nova plataforma representa uma
"humilhação" para os residentes nas regiões autónomas, apontando dificuldades relacionadas com va-lidações, comprovativos, atrasos e falta de informação.
"Aquilo que deveria ser um direito simples transformou-se num verdadeiro labirinto burocrático", afirma Filipe Sousa, questionando se este é o modelo de continuidade territorial defen dido pelo Estado português. Na sua opinião, os madeirenses "não podem continuar a ser cobaias de experiências administrativas feitas em gabinetes de Lisboa".
As críticas estendem-se ao Governo Regional e aos deputados social-democratas eleitos pela Madeira para a Assembleia da República.
O deputado do JPP acusa o PSD de não assumir uma posição firme perante os problemas registados com a nova plataforma, questionando "onde está a defesa dos madeirenses" numa altura em que o partido celebra a Festa do Chão da Lagoa.
Segundo Filipe Sousa, o silêncio dos responsáveis regionais "não é prudência institucional", mas antes
"submissão política ao centralismo de Lisboa". O parlamentar considera que, ao não contestarem a situação, o Governo Regional e os representantes do PSD "deixam de ser parte da solução e passam a ser cúmplices do problema".
O JPP entende ainda ser contraditório que o PSD faça da defesa da autonomia uma das principais mensagens da Festa do Chão da Lagoa tes "submissão política ao centralismo de Lisboa".
O parlamentar considera que, ao não contestarem a situação, o Governo Regional e os representantes do PSD "deixam de ser parte da solução e passam a ser cúmplices do problema".
O JPP entende ainda ser contraditório que o PSD faça da defesa da autonomia uma das principais mensagens da Festa do Chão da Lagoa, enquanto evita confrontar o Governo da República sobre uma matéria que afecta directamente milhares de residentes.
Como alternativa ao modelo actualmente em vigor, Filipe Sousa voltou a defender que os residentes paguem apenas o valor subsidiado da viagem, sem necessidade de adiantar o montante total e aguardar posteriormente pelo reembolso.
"A mobilidade aérea não é um favor de Lisboa, é um direito dos portugueses das ilhas", sustenta o deputado, garantindo que o JPP continuará a denunciar aquilo que considera ser uma injustiça para com os madeirenses.
Recordando Alda Nogueira e sua luta em defesa da igualdade em salários e direitos da Mulher








