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sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Dr.João Bosco presidente da Assembleia Municipal de Machico no dia da cidade do Funchal
Aqui temos o dr João Bosco e sua esposa aqui ao lado do direitolas de S. Vicente eleito pelo partido CHEGA
O padre José Luís Rodrigues critica o desvirtuamento do culto à virgem Maria praticado pela maioria dos seus colegas de sacerdócio
O género da Igreja Católica
Tem dois géneros. No discurso é «mãe e mestra» (até se pode aludir a uma Encíclica do Papa João XXIII com este título «Mater et Magistra»).
Para o discurso do clero a igreja é feminina, é mãe, mesmo que em tantas vezes nas ações clericalista exceda sobremaneira as ações de uma reles madrasta.
Na sua forma, a Igreja Católica, não passa além da masculinidade, porque só o macho tem direito a ser «eleito ou escolhido por Deus» para receber o Sacramento da Ordem e integrar a hierarquia.
Tudo é masculino, desde Deus pai e Jesus filho até o Papa, ao bispo e ao padre. No pensamento geral, umas vezes velado e outras concretizado, o melhor que se pode desejar na organização das sociedades é o «pater famílias», o senhorio feudal, que tem poder sobre a vida e a morte dos seus familiares.
A Igreja Católica tal como a conhecemos resulta, não apenas da vontade divina, mas também da diabolização humana de Eva, a impertinente e indisciplinada mulher que as origens apresentaram.
Por isso, Eva foi substituída pela submissa Maria, virgem e mãe, convertida numa idealização da figura de Nossa Senhora, moldada pelo olhar totalmente masculino, que não passa de uma poderosa manifestação da misoginia reinante.
A única mulher que ainda escapa a alguma tolerância são as mães do clero, embora muitos deles já tenham tirado de si mesmos o lugar da mãe humana e colocado em seu lugar a idealizada Nossa Senhora das imagens e do discurso das palavras vazias sem qualquer possibilidade de existência concreta nesta vida.
Desde o momento em que Maria deixou de ser a Maria de Nazaré, a mulher sábia e ativa do Magnificat no Evangelho, para ser a mediocridade das imagens com a sua profusão infinita de títulos (muitos deles soando tão esquisitos que até Maria de Nazaré deve rir-se deles), veio não um exemplo de mulher, mas uma semideusa que aquece emoções e alimenta o pretexto para desprezar as outras mulheres, que são desvalorizadas e consideradas inferiores ou incapazes.
A par disto tudo vamos vendo como tolera e se submete a tudo isto a própria mulher, que tantas vezes encabeça movimentações sociais para defender absurdos anticristãos, antidivinos e desumanos que nos apareciam arrumados no fundo dos baús da história. JLR
O DEUS MAMOM NO TRONO DO ALTAR:
A PROFANAÇÃO DAS “FESTAS RELIGIOSAS”
«As festividades que anualmente são organizadas em honra dos santos e da Virgem Maria são momentos, para muitos, marcantes na vida das comunidades. No entanto, quem olha com atenção e serenidade para a forma como muitas destas celebrações se desenrolam não pode deixar de sentir uma profunda inquietação. O que deveria ser um ato de fé e de louvor transformou-se, em muitos casos, num arraial profano onde o sagrado serve apenas de pretexto para o excesso.
É doloroso constatar que aquilo que se promove em nome do Evangelho é, tantas vezes, o oposto dos seus ensinamentos. Gastam-se quantias exorbitantes de dinheiro em conjuntos musicais e fogos-de-artifício, alimentando uma vaidade patética e um bairrismo sem sentido, cujo único objetivo é mostrar que uma terra faz "mais e melhor" do que a vizinha. Esquece-se, assim, o princípio cristão de que a mão esquerda não deve saber o que faz a direita, trocando-se a discrição e a caridade pela ostentação pública.
Esta incoerência torna-se ainda mais evidente na conduta de quem assume a organização destas festas. Assiste-se ao desplante de ver pessoas que desprezam a Eucaristia dominical (o centro e o Santo dos Santos da vida cristã) a aparecerem nos dias do arraial a pavonearem-se como devotos exemplares. Carregam as imagens sagradas aos ombros com uma desfaçatez de que parecem nem ter consciência, transformando um ato de veneração num desfile de orgulho pessoal.
O cúmulo desta profanação vislumbra-se numa tradição particularmente ofensiva que teima em persistir em algumas zonas da diocese: a colocação de fitas nas imagens dos santos para que os fiéis ali prendam notas de dinheiro durante a procissão. Este ato, camuflado sob a capa de uma suposta promessa ou devoção popular, esconde uma distorção grave do sentido do sagrado. À medida que o cortejo avança pelas ruas, assiste-se a um espetáculo degradante onde a figura do santo vai sendo progressivamente sepultada sob camadas de papel-moeda. No final da procissão, a imagem que deveria inspirar recolhimento, oração e imitação das virtudes evangélicas desaparece por completo. O que fica exposto aos olhos de todos já não é o rosto de um servo de Deus ou da Virgem Maria, mas sim a exibição ostensiva e triunfal do deus Mamom, o ídolo do dinheiro e da riqueza material.
Esta inversão de valores assume contornos ainda mais graves pela indiferença generalizada que a rodeia. Ninguém parece incomodar-se com esta indecência pública, que ocorre em plena via solene e sob o olhar cúmplice ou passivo da comunidade. A anestesia espiritual é tamanha que a profanação foi normalizada, porque a verdadeira prioridade das comissões de festa já não é o louvor divino, mas sim a garantia de um lucro avultado. O dinheiro arrecadado serve objetivos bem mundanos: assegurar o pagamento generoso ao clero (garantindo o silêncio ou a complacência de quem deveria zelar pela pureza da fé) e acumular fundos para continuar a estourar em vaidades, como palcos cada vez maiores e pirotecnia ruidosa.
Os santos são, assim, instrumentalizados e trazidos à rua com o único propósito de servirem como agentes de angariação de fundos. A procissão deixa de ser um ato comunitário de caminhada na fé e passa a ser uma mera transação comercial ambulante, onde o sucesso é medido exclusivamente pelo saldo financeiro positivo. Ao cobrir as imagens sagradas com notas e ao focar a atenção do público na quantia ali exposta, adota-se uma postura de exibicionismo e mercantilização que atenta contra o pudor cristão. É uma dinâmica de espetáculo e apelo visual que, pela sua falta de respeito e pela mercantilização do corpo e da imagem, lembra tragicamente os modos e os critérios usados nos cabarés, rebaixando o que é santo ao nível do entretenimento profano mais rasteiro.
Aqueles que beneficiam com este sistema, os chamados moderados que muitas vezes comem à custa dos santos, apressam-se a defender estas tradições com o argumento de que as festas aproximam as pessoas, promovem o convívio e ajudam a descomprimir o dia a dia. O convívio e a confraternização são, sem dúvida, importantes e necessários na vida de qualquer comunidade. Contudo, impõe-se a pergunta: precisamos realmente de usar e profanar os santos para nos juntarmos? Não seríamos capazes de promover esses momentos de alegria e partilha sem fazer dos santos um mero pretexto ao ponto de os desrespeitar?
Criticar estes hábitos é, frequentemente, expor-se à incompreensão imediata e à revolta cega daqueles que não aceitam que se aponte o dedo às tradições vazias. Quem ousa questionar o sistema estabelecido é rapidamente rotulado como inimigo da festa ou da própria terra, pois a crítica mexe com o orgulho ferido e com interesses instalados. No entanto, o silêncio e a passividade perante a mercantilização e a profanação explícita do sagrado não são sinais de moderação ou respeito; são uma cumplicidade cobarde que desfigura e esvazia a nossa fé por dentro. Calar diante deste cenário é aceitar que a Igreja se transforme num mercado e os santos em mercadoria. É tempo de rasgar esta capa de hipocrisia e iniciar uma purificação corajosa das nossas festas, devolvendo-lhes de forma urgente a dignidade perdida, a sobriedade cristã e a verdadeira essência do Evangelho.»
(P. António Magalhães Sousa)
Padre José Luís Rodrigues
O DEUS MAMOM NO TRONO DO ALTAR:
A PROFANAÇÃO DAS “FESTAS RELIGIOSAS”
«As festividades que anualmente são organizadas em honra dos santos e da Virgem Maria são momentos, para muitos, marcantes na vida das comunidades. No entanto, quem olha com atenção e serenidade para a forma como muitas destas celebrações se desenrolam não pode deixar de sentir uma profunda inquietação. O que deveria ser um ato de fé e de louvor transformou-se, em muitos casos, num arraial profano onde o sagrado serve apenas de pretexto para o excesso.
É doloroso constatar que aquilo que se promove em nome do Evangelho é, tantas vezes, o oposto dos seus ensinamentos. Gastam-se quantias exorbitantes de dinheiro em conjuntos musicais e fogos-de-artifício, alimentando uma vaidade patética e um bairrismo sem sentido, cujo único objetivo é mostrar que uma terra faz "mais e melhor" do que a vizinha. Esquece-se, assim, o princípio cristão de que a mão esquerda não deve saber o que faz a direita, trocando-se a discrição e a caridade pela ostentação pública.
Esta incoerência torna-se ainda mais evidente na conduta de quem assume a organização destas festas. Assiste-se ao desplante de ver pessoas que desprezam a Eucaristia dominical (o centro e o Santo dos Santos da vida cristã) a aparecerem nos dias do arraial a pavonearem-se como devotos exemplares. Carregam as imagens sagradas aos ombros com uma desfaçatez de que parecem nem ter consciência, transformando um ato de veneração num desfile de orgulho pessoal.
O cúmulo desta profanação vislumbra-se numa tradição particularmente ofensiva que teima em persistir em algumas zonas da diocese: a colocação de fitas nas imagens dos santos para que os fiéis ali prendam notas de dinheiro durante a procissão. Este ato, camuflado sob a capa de uma suposta promessa ou devoção popular, esconde uma distorção grave do sentido do sagrado. À medida que o cortejo avança pelas ruas, assiste-se a um espetáculo degradante onde a figura do santo vai sendo progressivamente sepultada sob camadas de papel-moeda. No final da procissão, a imagem que deveria inspirar recolhimento, oração e imitação das virtudes evangélicas desaparece por completo. O que fica exposto aos olhos de todos já não é o rosto de um servo de Deus ou da Virgem Maria, mas sim a exibição ostensiva e triunfal do deus Mamom, o ídolo do dinheiro e da riqueza material.
Esta inversão de valores assume contornos ainda mais graves pela indiferença generalizada que a rodeia. Ninguém parece incomodar-se com esta indecência pública, que ocorre em plena via solene e sob o olhar cúmplice ou passivo da comunidade. A anestesia espiritual é tamanha que a profanação foi normalizada, porque a verdadeira prioridade das comissões de festa já não é o louvor divino, mas sim a garantia de um lucro avultado. O dinheiro arrecadado serve objetivos bem mundanos: assegurar o pagamento generoso ao clero (garantindo o silêncio ou a complacência de quem deveria zelar pela pureza da fé) e acumular fundos para continuar a estourar em vaidades, como palcos cada vez maiores e pirotecnia ruidosa.
Os santos são, assim, instrumentalizados e trazidos à rua com o único propósito de servirem como agentes de angariação de fundos. A procissão deixa de ser um ato comunitário de caminhada na fé e passa a ser uma mera transação comercial ambulante, onde o sucesso é medido exclusivamente pelo saldo financeiro positivo. Ao cobrir as imagens sagradas com notas e ao focar a atenção do público na quantia ali exposta, adota-se uma postura de exibicionismo e mercantilização que atenta contra o pudor cristão. É uma dinâmica de espetáculo e apelo visual que, pela sua falta de respeito e pela mercantilização do corpo e da imagem, lembra tragicamente os modos e os critérios usados nos cabarés, rebaixando o que é santo ao nível do entretenimento profano mais rasteiro.
Aqueles que beneficiam com este sistema, os chamados moderados que muitas vezes comem à custa dos santos, apressam-se a defender estas tradições com o argumento de que as festas aproximam as pessoas, promovem o convívio e ajudam a descomprimir o dia a dia. O convívio e a confraternização são, sem dúvida, importantes e necessários na vida de qualquer comunidade. Contudo, impõe-se a pergunta: precisamos realmente de usar e profanar os santos para nos juntarmos? Não seríamos capazes de promover esses momentos de alegria e partilha sem fazer dos santos um mero pretexto ao ponto de os desrespeitar?
Criticar estes hábitos é, frequentemente, expor-se à incompreensão imediata e à revolta cega daqueles que não aceitam que se aponte o dedo às tradições vazias. Quem ousa questionar o sistema estabelecido é rapidamente rotulado como inimigo da festa ou da própria terra, pois a crítica mexe com o orgulho ferido e com interesses instalados. No entanto, o silêncio e a passividade perante a mercantilização e a profanação explícita do sagrado não são sinais de moderação ou respeito; são uma cumplicidade cobarde que desfigura e esvazia a nossa fé por dentro. Calar diante deste cenário é aceitar que a Igreja se transforme num mercado e os santos em mercadoria. É tempo de rasgar esta capa de hipocrisia e iniciar uma purificação corajosa das nossas festas, devolvendo-lhes de forma urgente a dignidade perdida, a sobriedade cristã e a verdadeira essência do Evangelho.»
(P. António Magalhães Sousa)
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Albuquerque vai ficar milionário à custa da construção do novo Hospital. Alerta o grande deputado Francisco Gomes
Francisco Gomes, alerta para a roubalheira que aí vem.
Albuquerque ainda vai ficar mais milionário do que o José Sócrates
FISCALIZEM O NOVO HOSPITAL!
Os corruptos atacam que denuncia os seus negócios à custa dos impostos dos contribuintes
Continuam os roubos ao principe Renato do ilhéu da Pontinha por parte das forças afectas ao regime PPDê
Desta vez foi a Câmara Municipal do Funchal a lhe penhorar dinheiro da conta bancária.
Principe Renato:
«Como sabem fui retirado à força da minha ilha pela GNR e fiquei com o termo de identidade e residência do mesmo local que fui retirado a força e claro tinha e tenho medo das armas. E a administradora ladra judicial Maria da Conceição, sabia que tinha dinheiro da ilha e em vez de fazer as contas e acertos do que tenho o legítimo dinheiro a receber. Gastou 33.000 euros para vir a Madeira fazer o negócio da venda do Ilhéu na imobiliária do tribunal no gabinete do juiz. Nem teve a distinta ousadia de pagar a água. Nem podia entrar lá . Óbvio que de forma sorrateira ficou caladinha a administradora fugiu da Madeira com o dinheiro. Passados 9 anos a máfia madeirense achou por bem me penhorar com juros dos 3 meses de agua. Grandes FDP
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
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