segunda-feira, 30 de março de 2026

O FASCISTA Alberto e o Padre das esmolinhas no lançamento do livro do advogado "sacristão"

 

O bispo  Nuno Brás também está presente. A beatice é um dos grandes sustentáculos deste regime de mamões. Todos eles com reformas douradas.

Tudo gentinha da direita e inimiga das conquistas do 25de Abril.
Dois apoiantes fervorosos do regime autonómico ao serviço dos mamões.
Dr."Vespeira" e Sara Madalena a deputadinha do CDS.
Este é o primeiro livro de Ricardo Vieira e aborda as causas naturais e históricas que estão na origem do regime autonómico da Madeira, que foi consagrado na Constituição da República Portuguesa aprovada há precisamente 50 anos. A escolha desta data para o lançamento da obra teve a ver com o facto de coincidir com o dia em que o engenheiro Rui Vieira, pai do autor, completaria 100 anos de vida.
https://www.dnoticias.pt/2026/3/29/486588-lancamento-de-livro-de-ricardo-vieira-levou-dezenas-de-pessoas-ao-jardim-botanico/


 O cervejeiro do Golfe aqui todo manhoso 

O fascista Alberto está cada vez mais caquético, mas sempre reacionário.
O discurso final do Advogado "sacristão" agradecendo às entidades do regime que foram à apresentação do seu livro sobre a Autonomia dos mamões.

O advogado "sacristão" publica livro e é ovacionado por todos os fascistas do regime.(que vivem regaladamente com as suas reformas principescas!)

 Os fascistas quando ficam velhos e senis tendem sempre a escrever os seus livros de memórias. Então publicam aqueles livros que ninguém lê ou vai comprar. Fazem dos seus lançamentos editoriais grandes eventos culturais dão palmadinhas nas costas uns dos outros e trocam entre si elogios fingidos.
.

domingo, 29 de março de 2026

Grande verdade de Paulo Morais acerca do ritual dos congressos dos partidos

 


 o sadomasoquismo nos congressos
(na foto: Leonor Beleza, do PSD, no 25.º Congresso do PS, em Viseu)
«Os partidos, em Portugal, convidam os partidos adversários para o encerramento dos seus congressos. No discurso de encerramento, os convidados são (naturalmente) criticados, por vezes até mal tratados. E vingam-se, depois, falando às televisões, criticando quem os convidou.

  É o sadomasoquismo nos congressos, uma originalidade portuguesa!»

José Pacheco Pereira grande humanista. É a consciência cívica do país

 


JN do Porto traz grande registo histórico do assassinato do padre Max

 





O falso Padre das "esmolinhas" obriga o consagrado jornalista Élvio Passos a escrever manchete elogiando o inimigo da Revolução de Abril EMANUEL RODRIGUES

 


Nota prévia da Redacção do PRAVDA:
«Élvio Passos foi obrigado a escrever esta prosa, elogiando o fascista Emanuel Rodrigues, para não perder o seu empregozinho na redação do matutino. Se não escrevia este artigo laudatório ao regime corria o risco de ser despedido e as crianças dele precisam de comer lá em casa."

Se há nomes que ficam associados à construção da autonomia madeirense, alguns destacam-se pela visibilidade, outros pela solidez. Emanuel Rodrigues pertence, claramente, ao segundo grupo. Não foi um político de estrondo mediático nem de frases feitas para manchetes, mas foi, nas palavras de quem com ele conviveu de perto, a pessoa certa no momento certo, com uma presença firme, discreta e decisiva numa fase fundadora da vida política regional.

Nascido num tempo em que a Madeira ainda procurava o seu espaço político próprio, Emanuel Rodrigues emergiu no contexto conturbado do pós-25 de Abril como uma figura de equilíbrio. Advogado de formação, com uma forte componente humanista, participou desde cedo nos primeiros passos da construção autonómica, integrando o processo político que levaria à consagração da Autonomia na Constituição de 1976.

Embora não tenha sido um protagonista dos grandes palcos ou dos debates mais ruidosos da Assembleia Constituinte, o seu contributo revelou-se essencial nos bastidores do processo. Foi aí, no trabalho em comissão especializada, na discussão técnica e na construção paciente de soluções, que deixou a sua marca. Num tempo em que os representantes insulares tinham ainda pouco peso político em Lisboa, a utilidade concreta do seu trabalho foi determinante para consolidar os primeiros alicerces institucionais da Região.

Seria, no entanto, como presidente da Assembleia Regional da Madeira que o seu perfil mais se afirmaria. A sua eleição foi natural e praticamente consensual, reflexo da confiança que reunia entre diferentes sensibilidades políticas. Num parlamento ainda em formação, com poucos partidos mas com figuras politicamente fortes, por vezes difíceis de conciliar, Emanuel Rodrigues trouxe aquilo que a instituição mais precisava: serenidade, autoridade e sentido de medida.

Dotado de uma “tarimba” política reconhecida pelos seus pares, soube conduzir os trabalhos parlamentares com equilíbrio e respeito, afirmando-se como um mediador eficaz num contexto potencialmente instável. O seu estilo não era o da confrontação ruidosa, mas o de uma firmeza tranquila, que lhe garantia autoridade sem necessidade de imposição. Era ouvido, respeitado e, sobretudo, reconhecido como alguém que não abdicava das suas convicções, mas que nunca transformava divergências em conflitos pessoais.

No plano partidário, teve também um papel relevante nos primeiros tempos do PSD-Madeira, não como homem de aparelho ou de disputa interna, mas como figura de credibilidade, capaz de estabelecer pontes e contribuir para a consolidação de um projcto político regional. Mesmo quando surgiram divergências, como no apoio a Ramalho Eanes nas presidenciais de 1980, em sentido contrário à orientação dominante do partido, manteve-se fiel às suas ideias sem cair em ruturas ou ressentimentos. Essa coerência, aliada à sua postura institucional, reforçou a imagem de um político de princípios, mais preocupado com o interesse coletivo do que com alinhamentos circunstanciais.

Mas reduzir Emanuel Rodrigues à dimensão política seria insuficiente. Para quem com ele privou fora dos palcos institucionais, emerge uma figura ainda mais rica: a do advogado e do humanista. No seu escritório da Rua dos Ferreiros, longe das modernidades e centrado nos livros e na conversa, formaram-se gerações de juristas não apenas pela técnica, mas pela visão do que deve ser a justiça.

Era, acima de tudo, um homem que sabia ouvir. Num tempo em que a prática jurídica se torna cada vez mais técnica e acelerada, Emanuel Rodrigues representava uma escola diferente: a da escuta atenta, da compreensão do contexto humano e da distinção fundamental entre aplicar o direito e fazer justiça. Essa capacidade de diagnóstico humano era, para muitos, a sua maior qualidade.

Nos tribunais, afirmava-se como um verdadeiro tribuno. Pertencente a uma geração que valorizava a oralidade e a presença, as suas intervenções destacavam-se pela clareza, pela estrutura e pelo brilho intelectual. Mais do que defender causas, construía argumentos que revelavam pensamento, cultura e sentido ético.

No plano pessoal, era descrito como um homem de trato fácil, cordial, respeitador e dotado de um humor fino. Não cultivava protagonismos nem gestos teatrais. Era igual a si próprio dentro e fora da política, o que lhe granjeou um respeito duradouro. Nunca foi homem de populismos, de exibição ou de proximidades artificiais; era, antes, alguém que inspirava confiança pela consistência do seu carácter.

Mesmo após o afastamento da vida política ativa, manteve-se atento ao debate público, interessado, participativo, mas sem amargura. Não via a saída dos cargos como uma perda, mas como uma transição natural. Continuou a pensar a Região, a discutir ideias e a acompanhar a evolução da Autonomia com o mesmo sentido crítico e construtivo que sempre o caracterizou.

Hoje, o seu legado permanece menos nos discursos ou nas manchetes e mais na própria solidez das instituições que ajudou a construir. Emanuel Rodrigues foi, acima de tudo, um homem de equilíbrio num tempo de mudança, uma referência de seriedade num período decisivo e uma presença discreta, mas fundamental, na história da Autonomia da Madeira.

Num tempo em que a política muitas vezes privilegia o ruído sobre a substância, a sua trajetória recorda que também se constroem regiões e se fazem histórias com inteligência, prudência e sentido de responsabilidade.

Coelho ainda faz lutas contra o fascista Alberto

 Escreve Raquel Coelho:

«E não é para menos. Farta das hipocrisias destes manhosos.
Maldita a hora em que José Manuel Coelho , ingenuamente, gastou sola de sapato a apelar ao voto nos “verdinhos” para a Câmara de Santa Cruz.
Para agora darem o troco, convidando Jardim para debitar discurso sobre a autonomia dos “mamões”. Desculpem, mas não há outro nome.
Estou indignada. Farta de engolir sapos: primeiro com Paulo Cafôfo, que, à primeira oportunidade, se disponibilizou para publicar, com dinheiros da Câmara do Funchal, o livro de Jardim; e agora com os “Sousinhas” a fazerem o mesmo.
Numa conferência da treta, que apenas serve para massajar egos e branquear o regime autonómico que, na prática, não passa de um grande polvo que, há 50 anos, sequestrou esta ilha.
Desculpem-me, mas não tenho estômago para este nível de manhosice. De facto, há oposição… e há a “oposição” que interessa ao PSD.
Falam contra o monopólio portuário, mas foram estender o tapete ao homem que não só o criou, como o mantém.
E não se esqueçam: quando Eduardo Jesus e Miguel Albuquerque quiseram revogar a licença para lançar um concurso público internacional, foi a “mão invisível” do Quebra-Costas que travou o processo.
Depois queixam-se do elevado custo de vida, do preço do gás… mas, no final de contas…
Quem deve estar felicíssimo é Jardim. Venceu mais uma vez. De facto está de parabéns!»

Coelho critica conferência do JPP com Jardim e fala em “ofensa à oposição e ao povo”

José Manuel Coelho reagiu hoje ao convite do Juntos Pelo Povo (JPP) ao ex-presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, para orador principal de uma conferência sobre Autonomia.

Jardim “passa a mão no pêlo do JPP” por avançar com revisão constitucional

O antigo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, fez vários elogios ao partido Juntos Pelo Povo (JPP) por avançar com uma proposta de revisão da Constituição Portuguesa e revelou que há uma iniciativa em curso, de várias forças políticas da Madeira, no sentido de levar a Lisboa um projecto de alterações constitucionais para fortalecimento do regime autonómico. O antigo governante foi um dos principais intervenientes na conferência ‘Autonomia e Revisão Constitucional’ promovida pelo grupo parlamentar do JPP, no espaço Ideia, da Assembleia Legislativa da Madeira.

Num comunicado enviado este domingo às redacções, o dirigente do Partido Trabalhista Português (PTP) acusa o JPP de demonstrar “falta de respeito” para com a oposição, sobretudo para aqueles que, segundo afirma, “sofreram na pele as consequências da governação jardinista”.

“O JPP passa o tempo a criticar os monopólios e os negócios que, dizem, prejudicam o povo da Madeira, mas depois convida precisamente o criador desse sistema para figura principal de uma conferência”, afirmou.

Para José Manuel Coelho, esta decisão constitui uma afronta à oposição e um desrespeito para com os madeirenses. “É ofensivo para quem lutou contra esse modelo de governação e para o povo que sofreu com ele”, reforçou.

O dirigente considera que o convite a Alberto João Jardim levanta dúvidas quanto à coerência do discurso político do JPP sobre o passado da Região Autónoma da Madeira.

(Diário do falso padre)