terça-feira, 20 de outubro de 2026

Imagem de Barro não salvou o padre (aconteceu no Equador)

 


Cruz caiu durante sermão sobre a morte - 

O padre Patricio Alfredo Sánchez Molinari morreu após ser atingido por uma cruz de madeira durante uma missa em Guayaquil, no Equador, no sábado. O acidente ocorreu na Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, onde o religioso era pároco. A celebração era transmitida ao vivo pelas redes sociais.

Poucos minutos antes do acidente, Sánchez Molinari refletia justamente sobre a morte durante a homilia. “Um dia, todos nós que aqui estamos também vamos morrer”, afirmou o sacerdote, antes de ser atingido pela estrutura instalada atrás do altar.

Queda da cruz

Imagens da transmissão mostram o momento em que a cruz se desprende e cai sobre o padre. Fiéis que acompanhavam a celebração correram para prestar socorro, enquanto outras pessoas presentes pediam ajuda. A morte foi posteriormente confirmada pela Arquidiocese de Guayaquil.

Durante a homilia, o religioso também falou sobre a importância de reservar tempo para aquilo que considerava essencial. Segundo ele, preocupações cotidianas como trabalho, dinheiro, tarefas domésticas e o uso do celular podem ocupar o espaço que deveria ser destinado à vida religiosa e à convivência familiar.

Esse tempo de qualidade que dedicamos a Deus, aos nossos irmãos, ao marido, à esposa, aos filhos, à família — esse tempo é no que vale a pena investir”, afirmou.

Sánchez Molinari também questionou os fiéis sobre quanto tempo dedicavam à espiritualidade. O padre criticou o hábito de passar horas nas redes sociais ou assistindo a séries e filmes sem reservar momentos para a oração.

Após a morte, a Arquidiocese de Guayaquil divulgou uma mensagem de pesar e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e integrantes da Congregação do Santíssimo Redentor, à qual o sacerdote pertencia. No domingo, a instituição voltou a agradecer as manifestações de condolências e as orações recebidas de diferentes partes do mundo.

Albuquerque é um Pinóquio perfeito na mentira e por ser um articulado da oligarquia.

 



  1. Oinvestimento anunciado no porto do Caniçal por Miguel Albuquerque é um exclusivo para o monopólio do senhor Sousa, é como infraestruturar áreas do golfe que afinal são para poupar dinheiro aos construtores e à promoção imobiliária. 
  2. A volta que isto deu, Albuquerque fez e está fazendo o oposto do que prometeu! É assim que os partidos tradicionais destroem a democracia e as instituições, e agora, lá está Albuquerque a pretender se eternizar como Alberto João, de novo ao contrário do que prometeu com a limitação de mandatos. Fugir da Justiça dá nisto.Os vídeos são sobejamente conhecidos, o que foi prometido em 2015?

Albuquerque defendeu veementemente que a política de preços a que os madeirenses e porto-santenses estavam sujeitos era incomportável, exigindo a criação de um teto máximo nos preços dos voos e a redução geral das tarifas aéreas para evitar que os estudantes fossem impedidos de estudar fora. 

Albuquerque afirmou que era obrigação do governo baixar o preço das mercadorias e garantir o acesso facilitado aos bens essenciais importados.

Foi assumida a intenção firme de "considerar seriamente" e concretizar uma ligação marítima regular de passageiros e mercadorias com o Continente ("uma ligação de ferry à Madeira"), criticando o facto de os portos locais serem dos mais caros do mundo sem justificação.

As imagens mostram Albuquerque focado na quebra de monopólios, na luta contra a insularidade e na redução do custo de vida. Não só não cumpriu, como tem mais custos astronómicos na vida dos madeirenses, não governa para eles mas sim para os oligarcas e está sempre pronto para um show-off e mentirinhas que são publicadas e emolduradas pelo jornalismo que nunca se sente a publicar fake-news.

Albuquerque é um Pinóquio perfeito na mentira e por ser um articulado da oligarquia.




Os representantes da República para a Madeira e os Açores encontraram-se no palácio de S. Lourênço

 

 Aqui nesta foto temos o arrogante Paulo Barreto, amigo pessoal do primeiro Damo. 
 Foi este quem impingiu esta pérola ao actual presidente da República António José Seguro. (Eles eram muito amigos desde o tempo da Juventude do PS). O Juiz desembargador Paulo Barreto é natural de Santana como também o é o tal primeiro Damo. Lá temos nós os madeirenses que gramar aquela prenda durante 5 anos. Agradeçamos ao manipulador 1º Damo aliado incondicional de Luís Miguel de Sousa o monopolista madeirense dos portos.




Pravda Ilhéu deseja as melhoras ao grande advogado João Palla Lizardo

Depois de sabermos a triste notícia de que está hospitalizado com doença de progonóstico muito reservado.


O caso da herança de Maria Eugénia ainda mexe no Madeira Opina

 

 A doação de património imobiliário à Igreja por por testamento ou outra forma assenta, historicamente, num compromisso de fé e responsabilidade moral, em que os doadores confiam aos representantes eclesiásticos a gestão de bens com o propósito expresso de apoiar os mais desfavorecidos. A doação tem condição.

Quando estes imóveis, muitas vezes carregados de valor simbólico e familiar, são alienados para a rentabilização direta das estruturas institucionais da Diocese, gera-se uma profunda quebra de confiança. Para os herdeiros legítimos, que frequentemente aceitaram a perda do património em nome do cumprimento de uma causa nobre e caritativa da pessoa, a venda desses bens surge como uma desvirtualização da última vontade dos seus entes queridos.

A situação ganha contornos ainda mais complexos no contexto atual da Madeira, onde a pressão imobiliária e o dinamismo da construção civil transformaram o solo e as edificações em ativos de elevado valor financeiro.

A perceção pública, quais incêndios em série, é de que a instituição eclesiástica se deixa envolver pelas dinâmicas do mercado imobiliário regional e pelos interesses do tecido empresarial, até porque é promíscua com os mesmos. Gera forte indignação. Para muitos observadores e famílias afetadas, a passagem destes bens para as mãos de promotores privados é vista como uma submissão da missão social da Igreja às lógicas do lucro e da especulação urbana. A Igreja tem culpa. A Igreja não respeita. Logo perde credibilidade.

O sentimento de injustiça entre os herdeiros transforma-se em revolta contra aquilo que consideram ser uma falha de compromisso ético e legal perante os encargos do testamento. A ausência de transparência na aplicação das mais-valias obtidas nestas transações alimenta a suspeição e mina a autoridade moral da instituição na comunidade. Ao alienar o património doado sem salvaguardar de forma visível o fim social originário, a Igreja arrisca-se a afastar os seus próprios fiéis e a comprometer a legitimidade de futuras ações de benemerência na região.

Já está a acontecer. Aqui se faz, aqui se paga, haverá crise de clero, de vocações e de imobiliário.

https://www.madeiraopina.com/2026/10/as-doacoes-igreja.html

O curioso caso do testamento da D. Eugénia

 Benemérita deixou em 1982 a fortuna à Igreja madeirense, com a condição que fosse utilizada para o auxílio a doentes cancerosos. Durante 30 anos o testamenteiro quis saber se a vontade de Eugénia Bettencourt estava ser cumprida. Morreu no final do ano passado, sem resposta.

“Tudo indica que nada foi aplicado segundo a vontade de Eugénia Bettencourt”, diz João Lizardo, advogado do testamenteiro Rufino Teixeira

O curioso caso do testamento da D. Eugénia

Funchal, 8 de Janeiro de 1982. Eugénia Bettencourt morre aos 98 anos. Solteira, católica fervorosa, sem descendência nem familiares próximos, dona de um património considerável – só os prédios edificados valiam à data perto de 165 mil contos (820 mil euros) –, deixa tudo em testamento à Diocese do Funchal. Uma condição: que o património, que incluía também algumas propriedades espalhadas pela ilha (uma delas viria a ser expropriada em 2006 por 1,3 milhões de euros), fosse aplicado em obras de assistência a doentes cancerosos.
O curioso caso do testamento da D. Eugénia
Para garantir essa vontade, Eugénia Bettencourt nomeou testamenteiro, e por conselho deste, Rufino Teixeira, antigo presidente da Câmara de Machico e descendente de Tristão Vaz Teixeira, um dos descobridores do arquipélago. Nas mais de três décadas seguintes, Rufino Teixeira lutou em tribunal pelo direito de saber de que forma é que a Diocese do Funchal estava a gerir a herança recebida.

O curioso caso do testamento da D. Eugénia
Apresentou queixa à Procuradoria-Geral da República em 1989. Falou com a Alta Autoridade Contra a Corrupção no ano seguinte. Encontrou-se, nesse mesmo ano, com o Perfeito da Sagrada Congregação dos Bispos no Vaticano. Foi ao provedor de Justiça e regressou à Procuradoria-Geral da República em 1996. Todos responderam - com excepção do Vaticano que nada disse - mas o caso não andava.

O curioso caso do testamento da D. Eugénia
Cansado e sem respostas satisfatórias, em 2002 tenta outra abordagem. Pede em tribunal a prestação de contas da parte da diocese, mas foi perdendo em sucessivas instâncias judiciais porque a juízes não consideravam a herança como um legado pio, como tal não existia obrigação de prestação de contas.O curioso caso do testamento da D. Eugénia
Os tribunais entenderam que os bens deixados por Eugénia Bettencourt não estavam totalmente identificados, e como tal, em termos jurídicos estávamos perante um herança e não um legado, que acontece quando os bens herdados estão determinados. A definição de legado pio remonta à Idade Média e é utilizada quando o testamento é destinado à criação, manutenção ou desenvolvimento de obras de cariz social ou análogas.

https://www.publico.pt/2017/09/15/sociedade/noticia/o-curioso-caso-do-testamento-da-d-eugenia-1785402




A frase do Pravda Ilhéu que mais irrita o "camarada" Henrique Sampaio

 A frase: (bastante caquético)

 Henrique Sampaio todo cagão (mas bastante caquético), usou da palavra na apresentação do livro. Actualmente é também um socialista disfarçado depois de ter sido no passado colaborador do COMÉRCIO do FUNCHAL e depois do 25 de Abril no jornal satírico «O Garajau». Escrevia lá uns artigalhos esquerdistas. Actualmente é mais um socialista caviar, mas teso!
https://pravdailheu.blogspot.com/2026/04/apresentacao-do-livro-por-dentro-do.html

  Miguel Carvalho deveria escrever um livro “por dentro do PS madeira “ para ver a máfia que vai lá dentro. Como é que um partido do povo está feito com os oligarcas do regime, especialmente com os Sousas? Como é que um partido teve tantos líderes incompetentes que nunca conseguiram derrubar o regime corrupto do PPD? Tudo questões para o jornalista investigar!

Partido nazista da Ucrânia em 1941 eram aliados dos nazis alemães

 O vídeo retrata um momento da Segunda Guerra Mundial na Europa de Leste, Ucrânia: o recrutamento e os desfiles de voluntários ucranianos para a criação da 14.ª Divisão de Granadeiros da Waffen-SS "Galizien" (também conhecida como Divisão Galícia), ocorridos entre 1943 e 1944. A Ucrânia sempre foi um país nazi-fascista.