O "500" sabe melhor do ofício
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
TRL absolve a banca de pagar multas milionárias a que foi condenado:Rua com todos aqueles juízes do Tribunal da Relação de Lisboa!
Tribunais controlados pela maçonaria dá nisto, pois claro!
Deputado do Chega acusa "grande banca" de ser "um cancro que corrói Portugal!" O deputado do Chega (CH) eleito pelo círculo da Madeira, acusa "a grande banca de ser um cancro que corrói a economia, a sociedade, a política e a justiça portuguesa", lê-se numa nota de imprensa de Francisco Gomes, dizendo que estas declarações "foram proferidas durante as audições realizadas na Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República ao Montepio Geral e à Caixa de Crédito Agrícola, comissão da qual é membro efetivo".
As audições "tiveram como propósito analisar o envolvimento destas instituições no chamado 'cartel da banca', escândalo que resultou na condenação de vários bancos por concertação ilegal na troca de informação sensível sobre crédito à habitação e crédito ao consumo, prática que distorceu a concorrência e prejudicou milhares de clientes", acusa.
Para Francisco Gomes, "apesar das condenações sucessivas da Autoridade da Concorrência e de decisões judiciais confirmatórias pelo Tribunal da Concorrência e pelo Tribunal da Justiça da União Europeia, o Tribunal da Relação de Lisboa determinou a prescrição das acusações, ilibando todos os bancos envolvidos da multa de 225 milhões de euros a que tinham sido antes condenados a pagar".
O deputado afirmou que "a decisão judicial não apaga os factos nem a gravidade do conluio" e determinando que "não apaga os crimes, não apaga o conluio e não apaga a vergonha. O que aconteceu foi um esquema organizado para explorar os portugueses. E quem participou nisso traiu a confiança do país", atira.
Francisco Gomes sublinhou que, "enquanto cidadãos comuns são alvo de processos executivos por pequenas dívidas fiscais, a banca viu anuladas multas milionárias, num contraste que considera revoltante". E acrescentou: "Um português esquece-se de pagar 28 euros e é esmagado pelo Fisco. Tem a vida toda rebentada! Já a banca combina preços, lucra milhares de milhões e sai impune. Isto é gozar com quem trabalha e paga impostos."
O parlamentar recordou, ainda, "os lucros acumulados da banca nos últimos anos, superiores a 14 mil milhões de euros, num país com milhões de pessoas em risco de pobreza, pensões baixíssimas e grave crise na habitação", reforçando que "ganham 15 milhões por dia num país onde milhões não têm 15 euros por dia para viver. E ainda têm a arrogância de dizer que não houve cartel nenhum. Isto é um cancro que está a matar Portugal por dentro".
Gomes também questionou "o papel da banca na economia nacional", acusando-a de "não contribuir para resolver os problemas estruturais do país, mas de prosperar à sombra de uma governação complacente e de uma justiça conivente".
Em conclusão face a esta audição, o CH "reafirma que continuará a exigir responsabilidade política, financeira e criminal sempre que estejam em causa práticas que prejudiquem os portugueses, defendendo que a confiança nas instituições só pode ser restaurada com verdade, transparência e consequências efetivas".
O deputado do Chega (CH) eleito pelo círculo da Madeira, acusa "a grande banca de ser um cancro que corrói a economia, a sociedade, a política e a justiça portuguesa", lê-se numa nota de imprensa de Francisco Gomes, dizendo que estas declarações "foram proferidas durante as audições realizadas na Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República ao Montepio Geral e à Caixa de Crédito Agrícola, comissão da qual é membro efetivo".
As audições "tiveram como propósito analisar o envolvimento destas instituições no chamado 'cartel da banca', escândalo que resultou na condenação de vários bancos por concertação ilegal na troca de informação sensível sobre crédito à habitação e crédito ao consumo, prática que distorceu a concorrência e prejudicou milhares de clientes", acusa.
Para Francisco Gomes, "apesar das condenações sucessivas da Autoridade da Concorrência e de decisões judiciais confirmatórias pelo Tribunal da Concorrência e pelo Tribunal da Justiça da União Europeia, o Tribunal da Relação de Lisboa determinou a prescrição das acusações, ilibando todos os bancos envolvidos da multa de 225 milhões de euros a que tinham sido antes condenados a pagar".
O deputado afirmou que "a decisão judicial não apaga os factos nem a gravidade do conluio" e determinando que "não apaga os crimes, não apaga o conluio e não apaga a vergonha. O que aconteceu foi um esquema organizado para explorar os portugueses. E quem participou nisso traiu a confiança do país", atira.
Francisco Gomes sublinhou que, "enquanto cidadãos comuns são alvo de processos executivos por pequenas dívidas fiscais, a banca viu anuladas multas milionárias, num contraste que considera revoltante". E acrescentou: "Um português esquece-se de pagar 28 euros e é esmagado pelo Fisco. Tem a vida toda rebentada! Já a banca combina preços, lucra milhares de milhões e sai impune. Isto é gozar com quem trabalha e paga impostos."
O parlamentar recordou, ainda, "os lucros acumulados da banca nos últimos anos, superiores a 14 mil milhões de euros, num país com milhões de pessoas em risco de pobreza, pensões baixíssimas e grave crise na habitação", reforçando que "ganham 15 milhões por dia num país onde milhões não têm 15 euros por dia para viver. E ainda têm a arrogância de dizer que não houve cartel nenhum. Isto é um cancro que está a matar Portugal por dentro".
Gomes também questionou "o papel da banca na economia nacional", acusando-a de "não contribuir para resolver os problemas estruturais do país, mas de prosperar à sombra de uma governação complacente e de uma justiça conivente".
Em conclusão face a esta audição, o CH "reafirma que continuará a exigir responsabilidade política, financeira e criminal sempre que estejam em causa práticas que prejudiquem os portugueses, defendendo que a confiança nas instituições só pode ser restaurada com verdade, transparência e consequências efetivas".
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Nelson Veríssimo confirmou as denúncias de Coelho em 2016. Ele diz que este agressor de mulheres morreu!
« Um amigo, mais velho do que eu e, infelizmente, já falecido, confessou-me que, mal se levantava, ia buscar o 'Diário de Notícias' à caixa do correio. De imediato, procurava a página da necrologia para ver se algum dos seus inimigos tinha morrido, porque, se tal tivesse acontecido, teria grande alegria.
«Maria da Luz.... Trabalhadora foi condenada pela Juíza Joana Pereira Dias, mais conhecida pela juíza dos 7 maridos, a pagar uma indemnização ao patrão"
"....esta senhora juíza do Tribunal Judicial do Funchal, ´e muito amiga do filho do sr. Honório todos ligados ao PPD e ao regime jardinista."
E prossegue o periódico na mesma página,
«" a propósito da Juíza Joana Pereira Dias, informamos que apesar das suas sentenças iníquas nada podemos fazer contra ela pois os juízes gozam do estatuto de inamovibilidade."
Coelho luta pelas mulheres agredidas no hotel Windsor
"UM AMIGO MAIOR QUE O PENSAMENTO!"
Amigo



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