quarta-feira, 3 de junho de 2026
Essa é que é a grande verdade dita por Maria José de Freitas
terça-feira, 2 de junho de 2026
João Miguel Tavares escreve sua coluna no jornal PÚBLICO criticando os ataques dos tribunais fascistas portugueses à liberdade de expressão em Portugal
«Como acontece com todas as directivas europeias, existe um prazo para elas serem transpostas para o quadro jurídico de cada país-membro. O prazo de transposição da directiva anti-SLAPP terminou no passado dia 7 de Maio. Uma pergunta para o meu querido leitor: o que é que terá acontecido em Portugal? Que terá feito o nosso Governo, que promete diariamente maior celeridade na administração pública; que se propõe simplificar processos (ainda que à custa de menor escrutínio, como no Tribunal de Contas); que garante combater todas as manobras dilatórias? O querido leitor talvez já tenha adivinhado: não aconteceu nada. Zero. Nicles. O prazo passou e a directiva não foi transposta.
Não foi por falta de aviso.
O advogado Francisco Teixeira da Mota escreveu sobre isso em Abril.
O advogado Luís Neto Galvão escreveu sobre isso esta segunda-feira...»
segunda-feira, 1 de junho de 2026
José Nascimento participa no debate da RTP/África sobre o racismo pós Apartheid na África do Sul
A mordaça Judicial é um perigo para a Democracia
A mordaça judicial: como a diretiva europeia anti-SLAPP defende a democraciaLuis Neto Galvão escreve no jornal Público
Multiplicam-se, também em Portugal, os processos milionários de indemnização usados como ferramentas de pressão e retaliação por parte de poderes económicos e políticos
domingo, 31 de maio de 2026
As mordomias do advogado e ex-deputado do PPDê Guilherme Silva. Vejam só as sinecuras deste pardalão
HISTÓRICO DO PSD: AVENÇA MENSAL DE 2.750 EUROS DE GUILHERME SILVA DURA ATÉ AOS 85 ANOS
19 milhões em cinco anos: contratos de ‘mão beijada’ a advogados dão rendas de favor a políticos e amigos
Histórico do PSD Guilherme Silva garante avença mensal da Universidade da Madeira até 2028, em vésperas de fazer 85 anos.Não são apenas as grandes sociedades de advogados que vivem das generosas torneiras da contratação pública sem o incómodo da concorrência. Existe um universo muito menos visível, mas igualmente lucrativo: o dos advogados contratados a título individual ao abrigo de uma norma excepcional do Código dos Contratos Públicos. E estes têm como melhor argumento para a obtenção de ajustes directos, em geral, um de dois atributos: contactos de amizade ou ligações partidárias.
Uma análise do PÁGINA UM a 508 contratos de serviços jurídicos celebrados nos últimos cinco anos com base em ajustes directos revela adjudicações superiores a 19 milhões de euros. Em todos os casos, os profissionais foram escolhidos sem concurso público, sem consulta ao mercado e sem qualquer concorrência efectiva, porque, alegadamente, a entidade pública contratante assumir ser incapaz de definir critérios para o lançamento de um concurso público.Concebida para situações excepcionais, o uso do artigo 27.º do Código dos Contratos Públicos tem sido uma norma para adjudicar serviços jurídicos num regime paralelo em que políticos e gestores públicos escolhem advogados por razões de confiança, amizade ou compadrio político. leia mais no Página UM

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