domingo, 21 de junho de 2026

Duas madames do PSD a viver bem à nossa custa

 Olhem como elas usam uma pose de raínhas todas emproadas.


A elite corrupta que vive bem à nossa custa alia-se à religião para enganar o povo com as suas tretas

 


Mais ladrões finórios protegidos pelos Órgãos de Soberania (TRIBUNAIS) roubam 13,3 milhões de euros

 


A Unbabel recebeu 13,3 milhões de euros do PRR e acabou insolvente. Se a história terminasse aqui já seria suficientemente interessante. Mas Portugal raramente desperdiça uma boa oportunidade para tornar uma história absurda ainda mais absurda.

Não estamos a falar de uma empresa qualquer. A Unbabel foi apresentada como uma das grandes promessas da economia portuguesa. Carlos Moedas elogiou-a repetidamente e a empresa tornou-se uma das parceiras fundadoras da Unicorn Factory Lisboa, o projecto criado para transformar Lisboa num centro europeu de inovação, produzir as futuras estrelas do empreendedorismo nacional e atrair as chamadas empresas unicórnio, startups avaliadas em mais de mil milhões de dólares.
A ideia era simples: pegar em dinheiro público, misturá-lo com palavras como "inovação", "disrupção", "ecossistema", "inteligência artificial" e "empreendedorismo" e esperar que aparecessem unicórnios. No caso da Unbabel apareceu uma insolvência.
Ao todo, estava previsto receber um financiamento de 14,8 milhões de euros, sendo que recebeu 89,6% deste, ou seja, 13,3 milhões da bazuca europeia. A confiança era tanta que chegou a liderar um consórcio de Inteligência Artificial financiado pelo PRR com 75 milhões de euros. O curioso é que nada disto aconteceu apesar do risco. Aconteceu sabendo-se perfeitamente que o risco existia. As estatísticas sobre startups são conhecidas há décadas. Os dados do Eurostat mostram que cerca de metade desaparece nos primeiros cinco anos de vida. Estudos da Harvard Business School apontam para taxas de insucesso ainda maiores quando se analisa o retorno esperado pelos investidores. Os investidores sabem disso. Os gestores sabem disso. Os governos também.
Diziam que tudo corria maravilhosamente bem até deixar de correr.
Em Agosto de 2025, a empresa foi vendida à norte-americana TransPerfect. Na altura falou-se de crescimento, expansão e aumento de escala. Vasco Pedro, cofundador e CEO da Unbabel, garantiu que a operação permitiria aumentar significativamente a dimensão da empresa. Um mês depois começaram a surgir notícias bastante menos optimistas. Segundo várias informações divulgadas na altura, a venda foi realizada por um valor suficientemente baixo para provocar perdas totais em alguns investidores. Aquilo que tinha sido apresentado como um passo natural na evolução da empresa começou rapidamente a parecer uma operação de recurso.
Em Dezembro de 2025, um dos investidores, o fundo espanhol Buenavista Equity Partners, avançou para tribunal com uma acção de 12,75 milhões de euros relacionada com a venda. Em Março deste ano, o IAPMEI começou a analisar os projectos financiados pelo PRR para verificar se os compromissos assumidos tinham sido cumpridos. Pouco depois chegou a sentença de declaração de insolvência.
Sem actividade relevante. Sem activos. Sem dinheiro.
Treze milhões e trezentos mil euros depois.
O mais interessante é que esta história surge exactamente na mesma altura em que o país continua obcecado com prestações sociais de algumas centenas de euros. Discutem-se alegadas fraudes, exigem-se fiscalizações, inventam-se novos mecanismos de controlo e repete-se diariamente a necessidade de proteger o dinheiro dos contribuintes.
Mas quando uma empresa recebe 13,3 milhões de euros dos contribuintes, é promovida durante anos como um exemplo de sucesso, acaba vendida por um valor que deixa investidores a arder, gera processos judiciais, motiva investigações e termina insolvente, a indignação desaparece com uma rapidez impressionante. Quando corre bem, os ganhos ficam no sector privado. Quando corre mal, a factura fica espalhada por milhões de contribuintes que nunca tiveram direito a participar nos lucros, apenas no risco.
Pelos vistos, a subsidiodependência só é um problema quando o subsídio é pequeno.
Quando o cheque tem oito algarismos chama-se visão estratégica. Quando corre mal chama-se empreendedorismo. E quando desaparece o dinheiro dos contribuintes chama-se inovação.
Tatiana Horta desmascara os abusos dos ciganos que querem viver de subdios e à margem da lei. ´
É uma militante activa do partido fascista CHEGA; mas tem razão naquilo que diz!

O futuro treinador do Nacional João Gião aqui na foto mais o célebre "QUINHENTOS" (Veja também a vingança da MOSSAD israelita)

 Foto extraída do JM do grande "meia saca"


   A MOSSAD israelita está a tramar a esposa do grande Pedro Sanchez primeiro ministro espanhol que corajosamente se opôs às guerras imperialistas do Trump e dos Estados Unidos na Ucrânia e na faixa de Gaza, onde praticaram um verdadeiro genocídio contra o povo palestiniano!

A ambientalista Liliana Valente conhece a história do regabofe de Albuquerque de cor e salteado

 

 O Conde-das-rosas do "Polvo-Superior-da-Corrupção-na-Madeira", mais recentemente conhecido como o DESVALORIZA entre outras alcunhas populares, jamais teve palavra...

A União Europeia fechou a torneira dos Milhões de Euros que vinham directamente para o Arquipélago da Madeira, agora o chefe-môr TEM DE SUBMETER-SE aos desígnios de
Luís Montenegro, Primeiro-ministro da
República Portuguesa.
Portanto, toda aquela retórica vazia da Cúpula governativa do PSD Madeira ao longo destes últimos 52 anos, sobre a "Autonomia Regional da Madeira" e o conteúdo da comemoração dos 50 anos valem ZERO!
Por certo, a Justiça Portuguesa, nomeadamente a Procuradoria geral da República e a Polícia Judiciária nacional, quando vão, finalmente, agir para párar este permanente REGABOFE DE MILHÕES, enquanto a população #madeirense, #portossantense, #portuguesa e #residentenaMadeira é submetida à esta barbárie silenciosa???!!!
Um abraço fraterno à cada uma/um de vós,
Liliana Valente
Funchal, 21 de Junho de 2026
Viva a luta das mulheres de Angola em defesa do seu ganha pão de vendedoras ambulantes

Quando é que a senhora ministra Maria do Rosário Paula Ramalho pede a sua demissão depois da derrota humilhante infligida pelo partido CHEGA?

 

A senhora ministra dos patrões, depois da clamorosa derrota ficou com a boca mais torta!

O fascista do CDS está muito irritado com o volte face do CHEGA do André Ventura.
O ventura fez como o judeu: "Não posso morder beijo a mão!"

A falácia tem perna curta: o Chega e a vitória que nunca foi sua
O Chega descobriu os trabalhadores no minuto em que o pacote laboral caiu e cheirou a votos. Durante meses, a cartilha foi outra. Greves eram "chantagem", sindicatos eram "parasitas" e a contestação nas ruas era "orquestrada pela extrema-esquerda". O partido que agora se pinta de defensor do povo passou a legislatura a votar contra esse mesmo povo, sempre que o patrão apitava.
A derrota do pacote laboral não nasceu no gabinete do Ventura. Nasceu nas fábricas, nas escolas, nos hospitais, nos piquetes e nos plenários à chuva. Nasceu de quem perdeu horas de salário para defender o salário de todos. A aritmética parlamentar apenas a selou. Votar contra na hora H não apaga meses de desprezo. Isso não é coerência, é cálculo. Não é convicção, é conveniência.
O Chega não liderou, não mobilizou, não esteve em greve nenhuma. Limitou-se a fazer contas para não ficar isolado com o Governo. Reivindicar esta vitória é uma fraude política. É tentar roubar os louros a quem os ganhou na rua, enquanto se passava a vida a chamar-lhes radicais. Trabalhadores não têm memória curta. E nessa luta, o Chega esteve sempre do lado de lá da barricada.

sábado, 20 de junho de 2026

Francisco Gomes denuncia e acusa entachados do PPDê no SESARAM de criarem esquemas para receberem dinheiro sem trabalhar!

 

Podem não gostar do estilo do deputado Francisco Gomes mas ele denuncia as roubalheiras do regime Albuquerquista.
 Para os DEMOCRATAS «não importa a côr do gato desde que caçe ratos» como outrora dizia o grande Deng Xiaoping!
Deng Xiaoping

   (Francisco Gomes é como um grande elefante numa loja de loiça: Parte tudo!)

O deputado do Chega na Assembleia da República, Francisco Gomes, veio hoje  a público denunciar a existência de alegadas “irregularidades graves” no Serviço de Transporte de Doentes Não-Urgentes do SESARAM.

  Em comunicado de imprensa, o parlamentar refere que o partido recebeu informações que “apontam para situações suscetíveis de configurar fraude, favorecimento indevido, pagamentos irregulares e eventual lesão do erário público”.

Segundo Francisco Gomes, as denúncias recebidas relatam “alegadas práticas que se prolongam há vários anos e que envolvem registos de assiduidade, horas extraordinárias, distribuição de escalas de serviço e atribuição de benefícios laborais”.

  “Se estas denúncias forem confirmadas, estaremos perante uma situação escandalosa. Dinheiro público que deveria servir os doentes e os madeirenses pode ter sido utilizado para alimentar esquemas e privilégios dentro de um serviço público essencial”, sublinha.

 A mesma nota diz ainda que as informações recebidas pelo Chega apontam para alegados registos de “presença ao serviço em feriados, fins-de-semana e tolerâncias de ponto sem que tenha existido prestação efetiva de trabalho, situação que poderá ter originado pagamentos indevidos de remunerações, suplementos e trabalho extraordinário”.

  A denúncia refere ainda alegadas “irregularidades na distribuição de escalas, horas extraordinárias e outros benefícios laborais, que estariam concentrados num número reduzido de trabalhadores, em prejuízo dos restantes profissionais do serviço”.

 Francisco Gomes considera igualmente preocupantes as dúvidas levantadas relativamente à gestão operacional da frota de ambulâncias e à validação de documentação administrativa relacionada com assiduidade e processamento salarial.

  Neste contexto, o deputado defende a realização de uma auditoria completa aos registos de assiduidade, escalas de serviço, processamento salarial e pagamentos de trabalho suplementar, bem como o apuramento de todas as responsabilidades que possam existir.

 Segundo Francisco Gomes, a gravidade das informações recebidas exige “uma resposta rápida das entidades competentes e uma investigação sem condicionamentos”.

  “Quem roubou dinheiro público deve responder pelos seus actos. Quem autorizou, validou ou fechou os olhos também deve ser responsabilizado”, conclui.

https://www.dnoticias.pt/2026/6/20/496152-francisco-gomes-exige-investigacao-urgente-a-alegada-fraude-no-sesaram/

CHEGA denuncia alegada fraude no SESARAM e pede investigação

O deputado do CHEGA na Assembleia da República, Francisco Gomes, denunciou a existência de alegadas irregularidades graves no Serviço de Transporte de Doentes Não-Urgentes do SESARAM, afirmando que o partido recebeu informações que apontam para situações suscetíveis de configurar fraude, favorecimento indevido, pagamentos irregulares e eventual lesão do erário público.

Segundo o parlamentar, as denúncias recebidas relatam alegadas práticas que se prolongam há vários anos e que envolvem registos de assiduidade, horas extraordinárias, distribuição de escalas de serviço e atribuição de benefícios laborais.

«Se estas denúncias forem confirmadas, estaremos perante uma situação escandalosa. Dinheiro público que deveria servir os doentes e os madeirenses pode ter sido utilizado para alimentar esquemas e privilégios dentro de um serviço público essencial.»

As informações recebidas pelo CHEGA apontam para alegados registos de presença ao serviço em feriados, fins de semana e tolerâncias de ponto sem que tenha existido prestação efetiva de trabalho, situação que poderá ter originado pagamentos indevidos de remunerações, suplementos e trabalho extraordinário.

A denúncia refere ainda alegadas irregularidades na distribuição de escalas, horas extraordinárias e outros benefícios laborais, que estariam concentrados num número reduzido de trabalhadores, em prejuízo dos restantes profissionais do serviço.

Francisco Gomes considera igualmente preocupantes as dúvidas levantadas relativamente à gestão operacional da frota de ambulâncias e à validação de documentação administrativa relacionada com assiduidade e processamento salarial.

«Os madeirenses estão fartos de esquemas na governação e em organismos públicos. A saúde não pode ser transformada num terreno fértil para compadrios, esquemas ou abusos pagos com o dinheiro dos contribuintes. Isso tem de acabar!»

O deputado defende a realização de uma auditoria completa aos registos de assiduidade, escalas de serviço, processamento salarial e pagamentos de trabalho suplementar, bem como o apuramento de todas as responsabilidades que possam existir. Segundo Francisco Gomes, a gravidade das informações recebidas exige uma resposta rápida das entidades competentes e uma investigação sem condicionamentos.

«Quem roubou dinheiro público deve responder pelos seus atos. Quem autorizou, validou ou fechou os olhos também deve ser responsabilizado. O tempo da impunidade tem de acabar e que faz isto tem de responder pelo que fez!»

https://funchalnoticias.net/2026/06/20/chega-denuncia-alegada-fraude-no-sesaram-e-pede-investigacao/

O fascista Alberto ataca Francisco Gomes no seu blog RENOVADINHOS:

«Um pateta (na verdade um analfabeto presunçoso) enviou em seu nome um texto para os dois panfletos, que subservientemente o publicaram na íntegra. O escrito assinado pelo fascista/comunista da nova vaga, Gomes, recorre ao estilo do antigo aliado da extrema-direita coelho, falando de corrupção e ladrões.

O má língua esquece que à luz do texto constitucional e do estatuto da Região, os deputados e os membros do governo não respondem civil nem criminalmente pelas declarações feitas durante os debates parlamentares. Por isso a manobra do PS (santa aliança) nunca devia ter sido aceite. O que a desgraçada oposição que temos queria era era ver um secretário arguido, o que não quer dizer que esteja ilibado seja do fôr, pois um dia que deixe o cargo pode ser ouvido.  É claro que o destino da manobra será o arquivamento e isso dói muito naquelas mentes doentes.»

https://renovadinhos.blogspot.com/2026/06/um-pateta-na-verdade-um-analfabeto.html#comment-form