domingo, 8 de novembro de 2026

Liliana lá conseguiu gamar 35 mil euros ao Nelson Veríssimo com a ajuda da juiza Fernanda Sequeira amiguinha dela

 

Fernanda Sequeira:
A juiza amiga dela lá cozinhou a sentença para palmar 35 mil euros ao professor Veríssimo.

Fotos com história na luta contra o protofascismo jardinista

  Em 1969 um grupo de cidadãos entregaram a «Carta a um Governador».
  dia 16 de Março, um grupo de subscritores reuniram-se no Palácio de São Lourenço para uma Palestra/Debate sobre a Democracia, tendo participado várias personalidades Madeirenses nomeadamente António Loja, Rui Firmino Faria Nepomuceno, Henrique Sampaio, entre outros convidados que também participaram. Bem-haja pela recepção no Palácio da Cidade do Funchal.


A ilustre senhora da foto é da professora Amélia Carreira colunista do Jornal satírico "O Garajau"



O que pensam os fascistas dos democratas

Grande estadista a senhora presidente do México

 

 
A presidente do México conta a sua história de vida

Uma boa notícia. Boa decisão dos tribunais burgueses. Em muitos casos defendem o grande capital mas desta vez não foi assim

 

"Ucranazis" com kippás: as imagens que misturam sionismo e neonazismo


 Circulam no X imagens que estão a deixar muita gente perplexa: ucranianos de extrema direita, alguns identificados como neonazis, aparecem com kippás a visitar o Muro das Lamentações, em Jerusalém. As publicações tornaram-se virais e os utilizadores falam de "combinações surpreendentes". Há quem resuma tudo numa frase: "a Ucrânia moderna numa só imagem". Sionismo e neonazismo lado a lado, num contraste que ninguém esperava.

E há quem questione e com razão: como se pode defender a Palestina e, ao mesmo tempo, apoiar a Ucrânia?

sábado, 7 de novembro de 2026

O Madeira Opina retrata bem o modus operandi do monopolista Sousa


Monopolista dos portos, prémio em causa própria, bajulação no seu jornal.

Imagina que há uma corrida na escola. Só que, quando o apito toca, só uma criança está na pista. Ela corre, chega à meta, levanta os braços e grita: “Sou a mais rápida! Ganhei a todos!” Todos olham para ela e perguntam: “Ganhaste a quem?” E ela responde, muito orgulhosa: “A ninguém. Mas ganhei na mesma.”

É mais ou menos isto que acontece quando uma empresa diz que é “a melhor” num sítio onde quase não há outras empresas para comparar. Ser o melhor exige, no mínimo, alguém ao lado para perder. É como ser o melhor futebolista do mundo jogando sozinho contra uma parede: a parede até pode ser muito respeitável, mas não conta para o ranking.

Para ser “a melhor”, normalmente é preciso:

  • Ter concorrentes.
  • Ter clientes com escolha.
  • Ter preços, prazos e qualidade comparáveis.
  • Ter alguém que possa dizer: “Eu prefiro a outra.”

Sem isso, não é excelência. É só estar lá.

Se houver apenas uma padaria na ilha, essa padaria pode fazer pão bom, pão mau ou pão com passas e azeitonas — e as pessoas continuam a comprar lá, porque não há outra padaria. Isso não transforma o padeiro num génio da pastelaria. Transforma-o, no máximo, no único padeiro disponível.

A palavra “concorrência” parece complicada, mas para uma criança de cinco anos é fácil: são os outros meninos que também querem o mesmo brinquedo. Se só tu queres o brinquedo, não há disputa. Se só tu podes vendê-lo, não há escolha. E se não há escolha, chamar-se “o melhor” é um pouco como dizer “sou o mais alto da minha casa” quando moras sozinho.

O Grupo Sousa é descrito como um grupo madeirense com atividades em transporte marítimo, portos, camionagem, agentes de navegação, transitários, logística, armazéns, energia e turismo. A Autoridade da Concorrência analisou operações recentes envolvendo o grupo e concluiu, nos casos publicados, que não criariam entraves significativos à concorrência nos mercados relevantes identificados. Portanto, a piada não é uma acusação jurídica: é uma observação sobre como “liderança” e “qualidade” só ganham sentido quando existe alternativa.

Há uma receita infalível para nunca perder:

  1. Escolhe um mercado pequeno.
  2. Garante que há poucas alternativas.
  3. Diz que és líder.
  4. Espera aplausos.

Se ninguém pode escolher outra empresa, a empresa ganha todos os dias. Não porque fez um serviço extraordinário, mas porque a alternativa é… não ter alternativa.

E assim se constrói uma carreira brilhante: imbatível e permanentemente campeã — de uma competição em que, convenientemente, quase ninguém foi convidado a participar. Não prestas para nada Luís Miguel de Sousa.



una "famiglia" felice