segunda-feira, 23 de março de 2026

Maria Helena Costa do partido CHEGA não aceita que o filho seja homossexual

Membro da concelhia do Chega na Póvoa de Varzim arrasada pelo filho homossexual: "Fascista lunática"

Em causa revogação da lei que permite a mudança de género. A coordenadora da concelhia da Póvoa de Varzim, Sónia Vieira de Carvalho, fez-nos chegar, entretanto, um esclarecimento.

Avotação na Assembleia da República esta semana, que levou à em menores, foi o mote para Miguel Salazar voltar a deixar duras acusações à mãe, Maria Helena Costa, presidente da Associação Família Conservadora e membro (e não dirigente) da concelhia do Chega da Póvoa do Varzim, que em 2021 integrou o  - além de ser autora de vários livros sobre ideologia de género - e que, segundo o filho terá estado nas galerias do parlamento a assistir à votação.

Miguel Salazar, que já tinha acusado a mãe, numa entrevista ao portal , de o ter submetido a “terapia” por ser homossexual e de o ter, inclusivamente, agredido, partilhou um duro texto nas redes sociais onde acusa a militante do Chega de ter "diabolizado" a sua existência, descrevendo-a como uma "fascista lunática".

"Por mais que tenha vindo a ignorar a existência de quem me deu à luz - Maria Helena Costa -, percebo que o ódio que a consome não parou no momento em que me libertei de toda a violência desta fascista lunática que vive cada dia para nos atormentar, desde que descobriu que sou gay. Enquanto fui prisioneiro dos seus delírios, dos seus insultos, dos seus estalos e puxões de cabelo, das gritarias das milhentas discussões até às tantas da noite, das suas ameaças de que me bateria, me expulsaria de casa, me proibiria de me relacionar com pessoas LGBTI+ e me cortaria a internet se eu abusasse na defesa da minha dignidade, da sua menorização e diabolização da minha existência, soube que não iria parar em mim", relata Miguel.

O filho da presidente da Associação Família Conservadora da Póvoa de Varzim, recorda que tudo começou "aos 16 anos".  Ela achava que eu não tinha idade para me assumir como gay. 'Ele diz que é gay'. Eu só tinha idade para a APAV confirmar ao meu treinador que eu sofria de violência doméstica e para me pré-diagnosticarem, no Centro Gis, com ansiedade e depressão resultantes do ambiente a que a ideóloga do Chega e deputada à Assembleia Municipal da Póvoa de Varzim me submeteu."

Miguel Salazar descreve os livros da mãe como "homofóbicos e transfóbicos sem qualquer respaldo científico estão à venda em praticamente qualquer livraria" e aborda a suposta "paixão" de Maria Helena Costa por Rita Matias (deputada do Chega), que descreve como "a sua miniatura". "Nos dois dias em que se debateu a vida de pessoas trans, ali estava a Maria Helena. Sentada nas galerias da Assembleia da República, sedenta por ver materializada a sua luta pela opressão de quem nunca lhe fez mal, para fazer às pessoas LGBTI+ deste país tão mal ou pior do que o que me fez a mim. Enquanto ali estava, a deputada Rita Matias apontava para ela e para o seu gangue de fanáticos fascistas, descrevendo-os desde a tribuna como 'bons pais' e 'boas mães'."

E prossegue, recordando que chegou a pensar em acabar com a própria vida: "Para a Rita Matias, a Maria Helena Costa é uma boa mãe, mesmo ela tendo conseguido a proeza de me fazer sentir vontade de tirar a minha própria vida, só e apenas porque gosto de rapazes. Uma boa mãe que, quando eu tinha 16 anos, me disse que eu tinha uma doença mortal, que ia acabar na prostituição, que estava possuído por demónios, que ia arder no inferno, entre outras barbaridades pelas quais nunca me pediu desculpa. Mas mais importante para ela do que defender-me e proteger-me, era garantir que não arderá no inferno depois de morrer por aceitar que tem um filho gay."

Miguel admite, por outro lado, que "gostava de poder eliminar" da sua mente "a presidente da Associação Família Conservadora", cujo casamento terá acontecido "quando era bebé". "Por ser impossível, tenho vindo a ignorar sucessivamente a sua existência e a sua militância odiosa e visceralmente hipócrita, mas o País acabou de recuar graças também aos contributos diretos e indiretos da minha mãe na redação das propostas aprovadas no dia 20 de março. Agora, a vida, a segurança e os direitos humanos das pessoas trans, a quem devo a minha vida, estarão em risco."

Esclarecimento

SÁBADO recebeu, entretanto, um esclarecimento, assinado por Sónia Vieira de Carvalho, Coordenadora do Chega da Concelhia da Póvoa de Varzim, a explicar que "Maria Helena Costa não é dirigente da concelhia da Póvoa de Varzim, mas sim apenas membro da mesma".

Acrescenta ainda que "Miguel Salazar é membro da concelhia do PS da Póvoa de Varzim" e que "os factos invocados pelo filho de Maria Helena Costa serão, inclusive, anteriores à própria formação do partido Chega, o que torna ainda mais incompreensível a associação". "Tal enquadramento não corresponde à realidade e configura uma ligação forçada e descontextualizada."

Mais explica que se "trata, na essência, de uma situação de natureza pessoal e familiar, que deveria ser tratada no foro privado e não exposta publicamente com enquadramentos políticos indevidos. A tentativa de imputar a um partido responsabilidades por vivências familiares individuais revela uma interpretação abusiva e desproporcionada."

"Importa ainda referir que dentro de qualquer partido existem inúmeras realidades familiares diversas, incluindo pessoas com filhos homossexuais, sem que tal tenha qualquer relação com a sua posição política ou com a estrutura partidária. Misturar estes planos é não só incorreto como intelectualmente desonesto", conclui a Coordenadora da Concelhia da Póvoa de Varzim.

https://www.ssta-lunaticaabado.pt/portugal/detalhe/dirigente-da-concelhia-do-chega-na-povoa-de-varzim-arrasada-pelo-filho-homossexual-faci


Miguel Salazar

«Este retrocesso civilizacional assusta, estes disparates sem fundamento movidos por ódios e causas pessoais e distrações convenientes que andam por aí, nao podem acontecer! Não ataquem a liberdade de cada um. Informem-se! Deixo um dos testemunhos mais impactantes que já li de quem viveu na pele, a violência, o ódio e a ignorância de que está por trás deste retrocesso. Só de o ler arrepia qualquer pessoa, qualquer boa mãe. Miguel Salazar para ti o meu respeito e admiração pela tua coragem de contar em público a tua dura história.
Miguel Salazar é filho de Maria Helena Costa, ideóloga do Ch., evangélica e uma das responsáveis pela redação da legislação sobre identidade de género aprovada na AR.
"Isto tornou-se pessoal. Outra vez. Por mais que tenha vindo a ignorar a existência de quem me deu à luz - Maria Helena Costa -, percebo que o ódio que a consome não parou no momento em que me libertei de toda a violência desta fascista lunática que vive cada dia para nos atormentar, desde que descobriu que sou gay. Enqunto fui prisioneiro dos seus delírios, dos seus insultos, dos seus estalos e puxões de cabelo, das gritarias das milhentas discussões até às tantas da noite, das suas ameaças de que me bateria, me expulsaria de casa, me proibiria de me relacionar com pessoas LGBTI+ e me cortaria a internet se eu abusasse na defesa da minha dignidade, da sua menorização e diabolização da minha existência, soube que não iria parar em mim.
Tudo isto começou com 16 anos. Até lá, ignorava os meus pedidos para me fazer companhia, bem como os avisos de amigos e amigas próximas da família que a avisavam de que estava a negligenciar a atenção que devia dar-me por ficar dias inteiros seguidos a escrever e a publicar livros sobre o porquê de todas as religiões, menos a dela, estarem erradas.
Ela achava que eu não tinha idade para me assumir como gay. "Ele diz que é gay". Eu só tinha idade para a APAV confirmar ao meu treinador que eu sofria de violência doméstica e para me pré-diagnosticarem, no Centro Gis, com ansiedade e depressão resultantes do ambiente a que a ideóloga do Chega e deputada à Assembleia Municipal da Póvoa de Varzim me submeteu."
Os seus livros homofóbicos e transfóbicos sem qualquer respaldo científico estão à venda em praticamente qualquer livraria, as suas palestras espalhadas por toda a internet, tem palco no Observador para nos desumanizar em cada artigo que escreve, não esconde a sua paixão e a sua relação próxima com Rita Matias - a sua miniatura -, é elogiada por André Ventura em Congressos, tem um dos seus livros prefaciado por Paulo Otero, uma indicação do Chega para o Tribunal Constitucional (que comparou o casamento entre pessoas do mesmo sexo a relações sexuais entre humanos e animais) e, nos dois dias em que se debateu a vida de pessoas trans, ali estava a Maria Helena. Sentada nas galerias da Assembleia da República, sedenta por ver materializada a sua luta pela opressão de quem nunca lhe fez mal, para fazer às pessoas LGBTI+ deste país tão mal ou pior do que o que me fez a mim.(...)
Enquanto ali estava, a deputada Rita Matias apontava para ela e para o seu gangue de fanáticos fascistas, descrevendo-os desde a tribuna como "bons pais" e "boas mães".
Para a Rita Matias, a Maria Helena Costa é uma boa mãe, mesmo ela tendo conseguido a proeza de me fazer sentir vontade de tirar a minha própria vida, só e apenas porque gosto de rapazes. Uma boa mãe que, quando eu tinha 16 anos, me disse que eu tinha uma doença mortal, que ia acabar na prostituição, que estava possuído por demónios, que ia arder no inferno, entre outras barbaridades pelas quais nunca me pediu desculpa. Mas mais importante para ela do que defender-me e proteger-me, era garantir que não arderá no inferno depois de morrer por aceitar que tem um filho gay.
Quando eu andava na primária, foi traída pelo meu pai - candidato pelo Chega, nas últimas eleições autárquicas, na lista por Argivai -, que escondia o adultério dizendo que ia para o monte orar a Deus, à noite. Lembro-me perfeitamente de ter cerca de seis anos e de o ver a preparar-se para ir dormir na sala, já depois de tudo ter sido descoberto, e de lhe ter ido perguntar se ele ainda amava a minha mãe, a pedido dela. A resposta foi que não, só se fossem amigos, mas isso ela não queria.(...)
Em suma, não tinha idade para saber que gosto de rapazes, mas tinha idade para ser terapeuta de um casal falhado. Hoje, fingem-se felizes, depois de terem deitado para baixo do tapete uma traição que deitou a autoestima dela ao chão e afetou o meu desempenho escolar, e de terem transformado a minha homossexualidade na maior monstruosidade que alguma vez pisou aquela casa.(...)
"Não se brinca com a vida das pessoas trans. Cada vida trans que vier a ser perdida no decorrer desta legislação medieval será sangue derramado.»

"A democracia não é um sistema perfeito" diz Margaret Thatcher


 A frase frequentemente atribuída a Margaret Thatcher, "A democracia não é um sistema feito para garantir que os melhores sejam eleitos, mas para impedir que os ruins fiquem sempre no poder"

domingo, 22 de março de 2026

O Juiz fascista que o CHEGA quer introduzir no Tribunal Constitucional

 


Tribuna da Madeira o semanário onde escrevem antigos deputados inúteis

 Escrevem artigos de opinião que ninguém lê senão eles próprios. Vejam o texto deste escriba:

 O papá conseguiu uma reforma dourada durante o longo tempo que foi deputado pelo Partido socialista (Madeira).

  O filhote vendo que não lhe cabia um lugar em deputado no PS, virou fascista e foi com armas e bagagens para o IL. Mas pelos vistos ainda não foi bem sucedido lá, porque o financiador desse partido não  tem confiança  nele. 

 Esse financiador é nada mais nada menos que o filho do Francisco Costa o fundador do CINM.





O Irão avança para a guerra total contra o culto da morte

 

– Paralisia estrutural. Meticulosamente programada. Inexorável. Já em vigor.

O ataque ao campo de gás de South Pars, no Irão – o maior do planeta –, constitui a escalada definitiva.

O Neo-Calígula, no seu característico modo de vociferar covardemente no Truth Social, tem estado desesperado para culpar o culto da morte na Ásia Ocidental por isso e isentar-se de qualquer responsabilidade: alega que Israel atacou South Pars «por raiva» e que os EUA «não sabiam nada sobre este ataque em particular». O Catar «não esteve de forma alguma envolvido». E o Irão atingiu o GNL do Catar em retaliação «com base em informações erradas»É só isso? Então vamos continuar a dança?

Dificilmente. É mais provável que o culto da morte tenha usado abertamente os media sionistas nos EUA para enquadrar tudo como uma operação conjunta – puxando o Império do Caos e da Pilhagem para um atoleiro de arrogância ainda mais profundo; arrastando-o para uma Guerra Energética Total com consequências devastadoras; e virando as monarquias petrolíferas do Golfo 100% contra o Irão (elas já estavam fazendo campanha contra o Irão, especialmente a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Catar).

O Neo-Calígula pode gabar-se o quanto quiser. No entanto, é óbvio que uma operação de tal sensibilidade e magnitude – como meio de «exercer pressão» sobre Teerão – requer um profundo envolvimento do CENTCOM e a aprovação presidencial.

Assim, o cenário mais provável aponta mais uma vez para Washington a perder o controlo da sua própria política externa – partindo do princípio de que alguma vez existiu.

Todos os intervenientes envolvidos – cuja incapacidade de ler o tabuleiro de xadrez tem sido comprovada repetidamente – não puderam deixar de acreditar que Teerão acabaria por ceder após um ataque à sua preciosa segurança energética.

A resposta iraniana, como era de esperar, foi o oposto total: uma escalada radical. A lista de alvos para o contra-ataque foi publicada num instante – e será seguida à risca. A começar pela refinaria de Ras Laffan, no Catar.

Cuidado com aqueles comboios (trains) de GNL

É tentador acreditar que o neo-Calígula está a tentar distanciar-se do culto da morte descontrolado e de total desespero; oferecendo, possivelmente, uma saída a Teerão; e, ao mesmo tempo, admitindo que destruir South Pars seria catastrófico, mas comprometendo-se a «destruir massivamente South Pars» (não espere que a divagação de um gangster megalomaníaco e narcisista seja coerente).

O que está crucialmente em jogo na tragédia de South Pars são os trens de GNL.

Um “trem” consiste em componentes projetados para processar, purificar e converter gás natural em GNL. São chamados de “trens” devido ao arranjo sequencial dos equipamentos – trens de compressores – usados no processo industrial para processar e liquefazer gás natural.

O projeto Qatar 2 na enorme refinaria de Ras Laffan foi coordenado pela Chiyoda e pela Technip, uma joint venture japonesa-britânica. O mesmo se aplica aos trens 4 e 5, que compõem os maiores trens de GNL do mundo.

Esses trens são operados pela Qatar Gas, ExxonMobil, Shell e ConocoPhillips. Para todos os efeitos práticos, estas são instalações americanas e ligadas ao Ocidente, sendo portanto alvos legítimos para o Irão.

Existem apenas 14 linhas [de trens] no mundo – e não é exagero afirmar que a «civilização» ocidental depende de todas elas. Demora entre 10 a 15 anos a substituir uma linha. Todas estas 14 linhas estão ao alcance dos mísseis balísticos e hipersónicos do Irão. Pelo menos uma delas foi incendiada pelo contra-ataque iraniano. É assim que tudo isto é extraordinariamente grave.

A primeira guerra total de alta tecnologia na Ásia Ocidental

A escalada em South Pars era inevitável depois de as novas regras estabelecidas pelo Irão no Estreito de Ormuz terem deixado o Sindicato Epstein completamente louco.

Foi a paranóia ocidental em relação aos seguros que fechou o Estreito muito mais do que o potencial defensivo da combinação de drones e mísseis balísticos iranianos. Então, o IRGC anunciou que o Estreito estava aberto à China; a outras nações que participassem nas negociações – como o Bangladesh; e às nações do Golfo que expulsassem os embaixadores dos EUA.

E então, finalmente, foi imposto um novo conjunto de regras. Funciona assim.

  1. Se a sua carga foi comercializada em petroyuan, poderá obter passagem livre.
  2. Tem de pagar a portagem.
  3. Só então é livre para seguir, navegando em águas territoriais iranianas, perto da ilha de Qeshm, e não pelo meio do Estreito.

O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Araghchi, não poderia ser mais claro: «Depois de a guerra terminar, iremos conceber novos mecanismos para o Estreito de Ormuz. Não permitiremos que os nossos inimigos utilizem esta via navegável.» Aconteça o que acontecer a seguir, o Estreito de Ormuz terá uma cabine de portagem permanente, controlada pelo Irão.

O Prof. Fouad Azadi, que tive o prazer de conhecer no Irão há anos, já anunciou que os navios que atravessarem o Estreito terão agora de pagar uma portagem de 10 %. Isso poderá gerar até 73 mil milhões de dólares por ano – mais do que suficiente para compensar os danos da guerra e as sanções dos EUA.

O Irão já está profundamente envolvido no que, para todos os efeitos práticos, se configura como A Primeira Guerra Total de Alta Tecnologia da Ásia Ocidental.

Estrategicamente, tal como definido pelos analistas iranianos, isso implica uma fascinante cornucópia de nova terminologia.

Comecemos pela Grande Constrição (The Great Constriction), aplicada em toda a estratégia de Desgaste Cirúrgico (Surgical Attrition) hiperfocada. O alvo da constrição passou das Forças de Defesa israelenses (IDF) para o colapso da própria estrutura da sociedade civil israelense.

Depois, há o Rompedor de Escudo a [velocidade de] Mach 16(16-Mach Shield Breaker) — cujas superestrelas tecnológicas são os mísseis Khorramshahr-4 e Fattah-2, os quais atingem velocidades finais de Mach 16, viajando a 5,5 km por segundo.

Tradução: enquanto um computador inimigo calcula um vetor de intercepção, a ogiva do míssil – uma bomba de uma tonelada – já atingiu o alvo, criando um Paradoxo de Defesa de Soma Zero:   Israel gasta milhões de dólares a tentar uma intercepção com 100% de probabilidade de fracasso, ao passo que o Irão gasta uma fração desse valor para garantir um impacto certeiro.

Segue-se a Doutrina dos Quatro Órgãos Vitais.

Os 9 milhões de habitantes de Israel sobrevivem graças primariamente a apenas dois portos de águas profundas. Isso levou Teerão a passar para o modo de Paralisia Estrutural, concentrando-se sistematicamente em quatro «pontos de morte»:   os nós hiperconcentrados da infraestrutura israelense que, se cortados, transformarão o culto da morte numa jaula escura, sedenta e faminta.

Os quatro órgãos vitais são a Asfixia Hidrológica (atingindo 85% da água potável de Israel em cinco estações de dessalinização); O Protocolo de Apagão (Blackout Protocol) (atingindo a central elétrica de Orot Rabin, no coração da rede nacional); Um Cerco Alimentar (Food Siege), atingindo os portos de Haifa e Ashdod, essenciais para as importações por Israel de 85% do trigo de que necessita; e Decapitação Energética (Energy Decapitation): focada nas refinarias de Haifa, a única fonte israelense de petróleo refinado, um alvo ainda mais crucial após o ataque a South Pars.

Paralisia estrutural. Meticulosamente programada. Inexorável. Já em vigor. (Pepe Escobar)


Guerra EUA-Irã explicada por animação chinesa de IA: A Lenda do Vale do Ouro

A mídia estatal chinesa fez um desenho animado gerado por IA sobre o conflito EUA-Irã. Completo com gatos persas brigando! Bem, eu legendei para vocês para que possam curtir em toda a sua glória repleta de clichês! Lembrem-se, crianças, as montanhas permanecerão de pé enquanto a água verde correr, e a verdadeira arte da guerra não é descobrir como lutar, mas como parar.

O imortal camarada Arnaldo Matos atacou o falso comunista Garcia Pereira de explorar os trabalhadores cobrando elevados honorários de advogado

 


O Ruidoso Silêncio de Garcia
Nas Orelhas Moucas do Marujo…


 O verme da caneta Miguel Marujo, agora lacaio dos chineses, que escravatou no Diário de Notícias do passado dia 19 de Novembro duas páginas – 14 e 15 – de cobardes ataques ao PCTP/MRPP, aos operários, aos marxistas e comunistas portugueses, abre as duas páginas de calúnias com um linguado onde louvaminha o silêncio de Garcia, o tal advogado cujo escritório cobra honorários inconfessáveis a trabalhadores que mal têm para comer.

  O elogio fúnebre de Garcia por Marujo tem mais mentiras do que palavras, tudo para favorecer o advogado e político de pacotilha, pois todas as calúnias que Marujo repete foram-lhe passadas directamente por Garcia e constam das redes sociais dos liquidacionistas expulsos do Partido, que são fontes de todos os cagaréus do jornalismo, como o paranóico Marujo.

 Segundo o lacaio Marujo, Garcia, qual inocente capuchinho, fez voto de silêncio, à espera que a história lhe faça justiça… Ora, como muito bem sabe o analfabeto Marujo, Garcia todos os dias usa e abusa das redes sociais, como reles cobarde que sempre foi, para, na companhia da filha, da mulher e de uns quantos badamecos que lhe fazem a corte e lambem as botas em paga dos honorários que lhe devem, atacar a minha pessoa e a política do Partido. É uma vergonha que Garcia, falho como sempre foi de ideias, só saiba injuriar e mentir.

 Diz Marujo, o homem de mão dos chineses e agora agente das secretas portuguesas, que Garcia Pereira deixou o PCTP/MRPP a 18 de Novembro de 2015. Mentira total. Garcia foi expulso do Partido no dia 5 de Outubro de 2015, o dia imediato ao do sufrágio eleitoral para a assembleia da República, por força de um artigo de Espártaco, publicado no Luta Popular Online. Um simples artigo de balanço eleitoral…

 Depois disso, Garcia enviou ao Comité Central uma longa e penosa autocrítica– que será publicada muito em breve, para mostrar a toda a gente o que é um canalha –, em que, de rastos, pede perdão e manifesta o desejo de permanecer no Partido!...

Canalha e cobarde como sempre foi, Garcia pôs a mulherzinha de Odivelas e a filha a atacar o partido e a minha pessoa nas redes sociais, escrevendo ele próprio opiniões não assinadas, ou assinadas – e imagine-se por quem! – por Vladimir U, entre outros. Coitado de Lenine, que nunca esperaria ver o seu nome conspurcado por um ignorante absoluto do marxismo e do leninismo, como Garcia…

 Um papagaio em silêncio? Nem os chineses acreditam nessa.

 Demitiu-se numa reunião do Comité Central o papagaio Garcia? Não, Marujo; sabes bem que não. Nunca mais Garcia entrou no Comité Central do Partido, desde o dia em que foi corrido por decisão de Espártaco, publicada no Luta Popular Online, a 5 de Outubro de 2015.

  Marujo, quanto recebeste para divulgar essas mentiras de Garcia, que toda a gente no Partido sabe que não têm o mínimo fundo de verdade?!...

  Sim, a verdade vem à tona como o azeite. E já está a vir, para expulsar as mentiras de Garcia.

  Marujo, o jornalista de merda que anda a lamber o cu a Garcia e aos chineses, descaiu-se sem querer quando escreveu que Garcia “seria para muitos o líder do PCTP/MRPP”. Ele bem tentou e os jornais da burguesia, como o Diário de Notícias, todos tentaram empurrar Garcia para a liderança do Partido. Mas falharam! O Partido rejeitou--o sempre. Porque conhecia de ginjeira o oportunista que Garcia era.

  Ele próprio tentou esse golpe: demitiu o secretário-geral Conceição Franco e ocupou o lugar dele. Foi, mais uma vez, Espártaco sozinho, apenas com a força do marxismo e do comunismo do seu lado, que abrigou Garcia a demitir-se e a readmitir Franco, demissão e readmissão oportunamente divulgadas no Luta Popular Online, e que aí ainda podem ser encontradas.

  Toda a gente sabe que a burguesia em peso, com Belmiro de Azevedo à frente na televisão um dia, tentou pôr Garcia na direcção do PCTP/MRPP. Fui a única pessoa que se opôs frontalmente a isso, porque sempre vi em Garcia Pereira um papagaio palrador, anticomunista e antimarxista primário, um rapazola totalmente inculto e incompetente para tudo quanto de sério se puder imaginar.

   Está completamente enganado o agente das secretas Marujo. A palavra de ordem Morte aos Traidores nunca foi mandada apagar dos cartazes eleitorais do Partido.

  Foi Espártaco quem sugeriu que se a colocasse por cima da cabeça de Garcia nos cartazes eleitorais. Previu Espártaco - e bem! – que os operários compreenderiam que o traidor-mor era o fotografado do painel…

  No Partido, Garcia só enganou os que quiseram deixar-se enganar…

28.11.2016 (LUTA POPULAR)


Rita garcia Pereira a filha do revolucionário  caído em desgraça.
http://pravdailheu.blogspot.com/2015/12/rita-garcia-pereira-defende-o-pai.html