sábado, 28 de fevereiro de 2026

Paulo Azevedo do confia nos Tribunais Fascistas para resolver os problemas da habitação das pessoas pobres

 Isso mesmo! São os tribunais fascistas com juizes que ganham 6 mil euros por mês abonados com o subsídio de mais 850€/mês  para ajuda da renda da casa que vão resolver o problema da habitação dos mais pobres. Bem visto sim senhor! 

Moral da breve história:

O Povo da Madeira correu com a esquerda do Parlamento Regional e agora pede à Direita da Direita do PSD que resolva os seus problemas Sociais. Ah! Povo enganado!



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Não estão bem ? Vão embora senhores magistrados. Os democratas da Madeira e do país agradecem.

 Mensagem do Pravda: 

  Senhores magistrados do MP é melhor vossas excelências mudarem de profissão se acham que não estão bem!

 Dispensamos a vossa "JUSTIÇA"pois apenas servem as elites corruptas do nosso país: Com a vossa justiça para ricos e outra para pobres estamos conversados. Passem bem!

Magistrados do MP denunciam sobrecarga e falta de condições na Madeira

O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) realizou, esta manhã, um plenário de magistrados do Ministério Público (MP) na Comarca do Funchal. No encontro, que decorreu no Palácio da Justiça, foram discutidas de forma aprofundada as condições de trabalho, os recursos humanos disponíveis e o impacto que a actual organização tem na capacidade de resposta do MP na Região Autónoma da Madeira.

A Comarca do Funchal engloba todos os municípios da Região, constituindo uma única comarca para todo o território insular. "Trata-se de comarca geograficamente dispersa, marcada por fortes diferenças entre zonas urbanas e rurais, por acessibilidades difíceis em vários concelhos e pela dupla insularidade que afecta Porto Santo. Esta configuração territorial, aliada a uma população distribuída de forma desigual e a um volume processual muito elevado, torna a Comarca do Funchal uma das mais exigentes do país em termos de carga de trabalho e necessidades operacionais do MP", pode ler-se no comunicado.

Dados apresentados no plenário indicam que, só em 2025, foram movimentados mais de 15.000 processos em toda a Madeira, incluindo 10.194 inquéritos no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do Funchal. Apesar de ter sido alcançada uma taxa de resolução de 110%, o sindicato sublinha que tal resultado só foi possível graças a um "esforço extraordinário e insustentável" dos magistrados. Nesse sentido, defende a colocação de, pelo menos, mais dois magistrados para assegurar "uma distribuição equilibrada do trabalho e evitar a sobrecarga que se tornou regra".

Embora o quadro legal de magistrados do MP esteja formalmente preenchido, o sindicato alerta que a realidade é marcada por "ausências prolongadas e por um subdimensionamento estrutural que não acompanha o volume processual da Região".

No que respeita aos funcionários judiciais, o cenário é descrito como "preocupante, com ausências de longa duração, envelhecimento do quadro e falta de renovação".

"A Comarca necessita de cerca de 40 funcionários em efectividade de funções para assegurar o normal funcionamento dos serviços. A situação é particularmente delicada em vários pontos da Região: não existe um escrivão dos serviços do MP, o Magistrado do Ministério Público Coordenador de Comarca não dispõe de qualquer funcionário, o Tribunal de Trabalho conta com apenas um magistrado do MP para as duas ilhas — servindo cerca de 260.000. habitantes — e a Central Criminal enfrenta agendamentos quase diários, sem tempo útil para despachos e recursos", explica o sindicato.

As condições materiais e de instalação foram igualmente alvo de críticas. "Apesar de algumas melhorias,  no tribunal do Funchal, persistem gabinetes partilhados por magistrados e apenas uma sala de inquirição para DIAP e MP da Família, gerando atrasos e sobreposição de diligências. Não existe sala de apoio à vítima, o edifício 2000 - onde funcionam os juízos centrais de cível, criminal e  de trabalho - não dispõe de entrada própria para magistrados", esclarece. 

Quanto ao Tribunal de Santa Cruz, o sindicato indica que apresenta "infiltrações e um arquivo em risco estrutural".

"O Tribunal do Porto Santo funciona numa vivenda adaptada com condições impróprias para ouvir pessoas, e a secção de proximidade de São Vicente encontra-se em ruínas, com a sala de audiências interditada pelo Conselho Superior da Magistratura", acrescenta.

O SMMP alerta ainda que, apesar do investimento na digitalização, o Ministério da Justiça não actualizou o hardware, faltando computadores e monitores adequados.

Os magistrados manifestaram também preocupação com os conteúdos funcionais actualmente definidos, que consideram não permitir uma "gestão equilibrada do esforço".

"A acumulação de matéria criminal, cível e DIAP cria situações impossíveis, como a de magistrados com 700 a 800 inquéritos que, simultaneamente, deveriam despachar processos cíveis", sublinha.

Por fim, os magistrados afirmam que a vida pessoal se tornou "inconciliável" com o volume de trabalho, sendo frequente o recurso ao trabalho fora do horário da secretaria e aos fins de semana, "uma prática que se normalizou", mas que consideram "inaceitável".

"A situação vivida na Comarca do Funchal representa um risco sério para a qualidade da justiça, para a protecção das vítimas e para a saúde dos profissionais. O Sindicato reafirma a necessidade de uma intervenção urgente ao nível dos recursos humanos, das instalações e da revisão dos conteúdos funcionais, de forma a garantir um Ministério Público capaz de responder às exigências da Região Autónoma da Madeira", conclui.(copiado do Diário do falso padre das esmolinhas)


O amigo Torres é um grande herói

 


Ora cá está hoje o sr. Paulo Esteireiro do Conservatório de Música hoje com um destacável pago no Diário do padre

 O Paulo Esteireiro é muito odiado por certos professores lá do Conservatório. Os tipos às vezes vêm para os "Comentários" do Prava dizer cobras e lagartos dele.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Os pecados do nosso "padre das esmolinhas" e seu comparsa "meia-saca"

 Comparsa é um termo de origem italiana, usado para designar um figurante em cinema/teatro, um cúmplice em atos ilícitos ou um companheiro.

  Apetece até falar na banalidade do mal, como dizia Hannah Arendt. O mal é feito por homens banais, como o padre das esmolinhas. Atualmente banqueteia-se com os ricos e poderosos na BTL. Deixou por algum tempo o Bentley de parte. Ora, quem mais reles e banal que este padre tenebroso e renegado, traidor do bispo dom Teodoro, e no entanto, quanto mal faz ele na informação pública dos Mamadeiras!! Fiel criado do Soysa, sempre pronto a branquear as asneiras de Albucocas e a esconder as negociatas do Avelino, de conluio com o seu homólogo MEIA SACA, este padre pervertido leva uma vida de luxo. Nunca passa porém de um boque das escarpas do norte da ilha, que antigamente estaria condenado a cavar a fazenda e dar grande parte dos frutos da terra ao senhorio.

Os senhores que alimentam a guerra, fazem o mal e a caramunha

"Fazer o mal e a caramunha" é uma expressão popular que significa prejudicar alguém ou causar problemas e, simultaneamente, queixar-se ou fazer-se de vítima, fingindo não ser o autor do dano. Refere-se à hipocrisia de quem provoca uma situação negativa e depois finge sofrer com ela.