segunda-feira, 14 de setembro de 2026

O poeta Emanuel Bento apaixonou-se pela senhora deputada e enviou-nos sua foto para publicação

 O vate madeirense inspira-se no generoso decote da senhora deputada Sara Madalena para compor o seu novo livro de versos românticos a sair em breve; (será apresentado pelo consagrado jornalista Élvio Passos)



O poeta Emanuel Bento

Médico madeirense combate baixas fraudolentas nos Açores, coleciona inimigos e acaba explulso e processado pelo governo do Bolieiro

 


O Dr. Rafael Macedo é conhecido pela sua luta na Madeira a favor dos mais desfavorecidos na Saúde. 
 Chegou aos Açores e foi nomeado pelo Governo Regional dos Açores como Autoridade de Saúde e Presidente das Juntas Médicas. 
Não sabiam porém que o Dr. Rafael Macedo não se vendia à corrupção? Estranho o comportamento dos governantes açorianos. 

Para além de tudo, quem está a ser investigado, não são os corruptos que beneficiam das falsas baixas  mas sim o médico Presidente das Juntas Médicas, que não deixou passar as baixas fraudolentas prescritas por médicos feitos com o regime  PPDê daquelas ilhas em benefício de gente do partido  que durante  largos anos usufruiu de tudo isso, e colocando para isso  ao  seu serviço  médicos que são nomeados para certos cargos. 
Mas não conseguiram comprar o
 médico Rafael Macedo que cabou com todas aquelas fraudes e foi logo ostracizado na Ilha de Santa Maria, nos Açores. Culminando com a sua expulsão da ilha. 

As fraudes eram as habituais: 
Burnout, fibromialgia, depressão, ansiedade,… ultrapassavam os três anos de baixa de cada vez, seguidos de um mês de trabalho obrigatório. 

Haviam pessoas (sobretudo funcionários públicos) há 9 anos com atestado médico sem ter doença alguma. 

Muitos porque  queriam simplesmente, não trabalhar e receber em casa o dinheiro das baixas sem fazer nenhum. 

"Está na hora de acabar com todos estes abusos a bem do cidadão contribuinte e da própria sustentabilidade da Segurança Social" afirmou a nossa redação aqui no blog Pravda Ilhéu o médico sem mêdo Dr. RAFAEL MACEDO.
O nosso fotógrafo estava lá!
Um dos inimigos do médico madeirense foi captado aqui pelo fotógrafo do blog pravda ilhéu a ameaçá-lo com agressão fisica se não abandonasse imediatamente os Açôres.

Rafael Silva defende-se das acusações dos médicos corruptos

Luísa Teixeira da Mota é advogada do médico Rafael Macedo.






Juiza Conselheira burguesa a ganhar 7 mil euros por mês "não vê" partidos fascistas em Portugal

 Vejam as declarações da senhora finória:
(Tem um ordenado  principesco).
 Lá chegou à brilhante conclusão que é muito dificil identificar um partido  fascista em Portugal!
A juíza Conselheira Maria Benedita Urbano

Juíza do TC diz que "é muito difícil proibir um partido e dizer que é fascista"


O Tribunal Constitucional (TC) recebeu um requerimento para a extinção do Chega, confirmou hoje a juíza conselheira Maria Benedita Urbano, que sublinhou ser "muito difícil" determinar se um partido político é fascista.

Em fevereiro, o advogado António Garcia Pereira reforçou o pedido ao Ministério Público (MP) para que acione os mecanismos legais para extinguir o Chega, por considerar que o partido de André Ventura viola a Constituição.

O TC é o único órgão em Portugal com poder para declarar a extinção de um movimento político, mas apenas o pode fazer após um requerimento do MP nesse sentido.

Depois de já ter apresentado uma queixa inicial em outubro de 2025, Garcia Pereira voltou a defender a extinção do Chega pela sua "evidente natureza, sucessivamente reafirmada e reforçada, racista e fascista".

Maria Benedita Urbano confirmou que o TC já tinha recebido um pedido, iniciado por Garcia Pereira, para a extinção do Chega e sublinhou que é o primeiro requerimento ligado a um alegado extremismo político.

Em junho de 2025, o TC confirmou o processo de extinção do partido nacionalista de extrema-direita Ergue-te, em resposta a um pedido do MP, por o partido ter falhado a apresentação de contas nos três anos anteriores.

"Até agora não tivemos tempo de decidir", revelou Urbano, sobre o caso do Chega, depois de lamentar "o número excessivo de pedidos de fiscalização constitucional" e a "moda da fiscalização preventiva" de propostas de lei.

A magistrada sublinhou que, pessoalmente, acredita que "partidos de extremos deveriam ser proibidos em Portugal", mas sublinhou que "é muito difícil proibir um partido e dizer que é fascista".

"Basta que o líder faça uma saudação nazi num evento público? Basta ter mandado colocar 'outdoors' contra certas etnias?" questionou Maria Benedita Urbano.

A queixa de António Garcia Pereira invoca ligações do Chega ao grupo neonazi "1143" e a sentença pela retirada de cartazes do partido de André Ventura contra ciganos.

Em dezembro, uma sentença obrigou o então candidato presidencial e presidente do Chega André Ventura a retirar cartazes com menções à comunidade cigana e ao Bangladesh.

Maria Benedita Urbano lembrou que em 2017, o Tribunal Federal Constitucional da Alemanha rejeitou extinguir o Partido Nacional Democrático, um movimento extremista com ligações a grupos neonazis.

Mas, em junho, uma organização alemã de advogados e juristas defendeu que o outro partido de extrema-direita, o Alternativa para a Alemanha, era "comprovadamente inconstitucional" e deveria ser banido.

"Talvez depois do Tribunal Constitucional da Alemanha abordar o assunto possa partilhar connosco essa experiência", disse Urbano.

A queixa de António Garcia Pereira também aponta para a irregularidade dos órgãos dirigentes do Chega. Em maio de 2025, o TC confirmou como inválidas as eleições dos órgãos nacionais do Chega em 2023 e 2024.

No entanto, lamentou Maria Benedita Urbano, "o Chega ainda não alterou os seus estatutos que não foram aprovados pelo Tribunal Constitucional, foram rejeitados, e entretanto até já organizou um congresso".

A magistrada disse que este caso é um exemplo de como "nem sempre as decisões do Tribunal Constitucional são respeitadas, por vezes são ignoradas".

Urbano disse que também o Partido Socialista não cumpriu uma decisão do TC a rejeitar a expulsão de Daniel Adrião, antigo candidato à liderança do movimento.

Em junho, o PS alegou que o acórdão do TC não obriga à reintegração de Daniel Adrião e confirmou a abertura de um novo processo de expulsão, justificado com a necessidade de corrigir uma "invalidade formal".

Maria Benedita Urbano, que é também docente na Universidade de Coimbra, falava durante o 29.º Encontro de Professores de Direito Público, que está a decorrer hoje, pela primeira vez, em Macau, região chinesa cuja justiça tem como base o sistema português.

(Diáriode Notícias)

O fenómeno politico religioso da Ribeira Sêca e do padre Martins

 


 A luta do padre Martins pela democracia na Madeira teve o seu epicentro na Ribeira Sêca concelho de Machico. 
 Na ilha da Madeira onde o  catolicismo tem a sua maior força em Portugal, o movimento só poderia triunfar através de um ministro da própria Igreja. O padre Martins teve esse êxito e libertou uma parte da população da ilha ao controle dos novos fascistas saídos da Flama apoiados pelo bispo reacionário Francisco Santana e acantonados à volta do protofascista Alberto João Jardim, (escolhido e apoiado pelo bispo) todos eles inimigos hostis às conquistas da revolução do 25 de Abril!
  A Obra do padre Martins no final acabou no entanto por eclipsar-se após sua entrada no Partido Socialista local, um partido que mais tarde seria totalmente manipulado e absorvido pelo maior grupo monopolista da ilha ou seja o grupo SOUSA, tal como o PPDê e sua bengala Regional o CDS do Rodrigues.   As grandes lutas impulsionadas pelos grandes Homens acabam sempre por morrer e passar ao rodapé da História quando não há continuadores consequentes e sobretudo numa terra onde a informação é totalmente manipulada e controlada pelos tribunais ao serviço dos grandes senhores do Dinheiro.
  Olhem o caso do jornal "Garajau": Desapareceu! quem o eliminou? 

 Os tribunais com juizes fascistas ao serviço do regime que controla a vida económica de toda a ilha!

 "Hoje, 15 meses após a partida do Senhor Padre Martins para a eternidade, a saudade mantém-se viva no coração de todos aqueles que tiveram o privilégio de o conhecer".




«Hoje, 15 meses após a partida do Senhor Padre Martins para a eternidade, a saudade mantém-se viva no coração de todos aqueles que tiveram o privilégio de o conhecer.
Hoje celebramos a Festa de Nossa Senhora do Amparo, uma festa que ele tanto prezava e à qual se dedicava com especial carinho e devoção.
A sua ausência faz-se sentir, mas a sua memória permanece viva entre nós, nas palavras, nos gestos, na fé e em tantos momentos que guardamos com carinho.
Hoje, de forma especial, lembramos o Senhor Padre Martins, vivendo com alegria em paz a Festa da Senhora do Amparo.
15 meses de saudade, uma vida inteira de memória.» - (facebook da paróquia da Ribeira Sêca)

domingo, 13 de setembro de 2026

Eis uma definição dos fascistas e aquilo que eles têm em comum em várias épocas

 


O madeirense tem tanto medo que desconhece o que significa a União faz a Força.

 


  Há uma cobardia mansinha que se entranhou na espinha dorsal do povo madeirense. Habitou-se a cochichar indignações à mesa do café, a aplaudir em segredo quem dá o corpo ao manifesto e a desejar, no íntimo, colher os frutos da coragem alheia. Mas quando chega a hora de sair à rua, de dar a cara e de assumir o custo da dignidade, o madeirense encolhe-se. Recua. Espera que outros façam o trabalho sujo por si. E, pior do que a cobardia, vem o sarcasmo de quem precisa de desculpar a sua própria insignificância.

  Há dias, um único homem teve a coragem de protestar sozinho contra o aumento sufocante dos combustíveis. O que fez a multidão de mansos? Gozou. Riu-se da solidão de quem lutava também pelos bolsos de quem o ridicularizava. E a comunicação social do regime, adestrada e vigilante, cumpriu prontamente a sua missão, transformou a coragem em chacota, o protesto em folclore, enviando o sinal claro a todos os outros... “vejam o que acontece a quem se atravessa, fiquem em casa, continuem calados”. É a tática perfeita de uma engrenagem que funciona há décadas para anestesiar consciências.

 Repete-se o cenário em cada tentativa de protesto. Quando os professores se manifestam ou quando qualquer setor tenta levantar a voz, a máquina trata logo de descredibilizar, de contar as cabeças na praça e de apontar o dedo aos “do costume”, enquanto o povo assiste do camarote, gozando com quem tenta defendê-lo. É o triunfo da subserviência, um povo que prefere ridicularizar quem luta a ter de encarar no espelho o seu próprio medo.

  Este medo reverencial ao sistema criou uma sociedade de joelhos. Querem os benefícios do progresso, mas não querem pagar o preço da contestação. Enquanto nos entretemos a gozar com quem dá a cara, a ilha vai sendo fatiada.

  Os madeirenses estão a desaparecer da sua própria terra. Não nascem crianças e os jovens com talento e espinha dorsal emigram, porque recusam vender a alma por uma tuta-e-meia. A Madeira está a transformar-se a passos largos num resort de luxo para estrangeiros e numa lavandaria à vista de todos, onde a população local serve apenas para limpar os quartos, servir às mesas e engrossar as filas do subsídio. O futuro que aceitamos em silêncio é de salários de miséria, dependência absoluta do erário público e a resignação de sermos meros serventes da oligarquia que tudo domina.

  Qualquer dia, de tanto medo e vassalagem, o madeirense deixará de ter até o direito à indignação. E quando esse dia chegar, que não procurem socorro nem compaixão. Porque mais ninguém, nenhum destes raros heróis que hoje são achincalhados, voltará a levantar uma palha por um povo que não cuida de quem lhe quer bem, nem tem a coragem mínima para se emancipar do regime que o escraviza.


"Primeiro levaram os negros.

Mas não me importei com isso.
Eu não era negro.
Em seguida levaram alguns operários.
Mas não me importei com isso.
Eu também não era operário.
Depois prenderam os miseráveis.
Mas não me importei com isso.
Porque eu não sou miserável.
Depois agarraram uns desempregados.
Mas como tenho meu emprego.
Também não me importei.
Agora estão a levar-me.
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém.
Ninguém se importa comigo."
-Bertolt Bresct

sábado, 12 de setembro de 2026

José Pacheco Pereira erra quando afirma que o PCP apoiou a invasão da Ucrânia por Putin

 Oh! senhor Pacheco Pereira: O  PCP nunca apoiou a invasão russa da Ucrânia !

"Quando este artigo for colocado no Facebook do PÚBLICO, em meia dúzia de minutos vão aparecer dezenas de comentários insultuosos, “comunista”, “MRPP”, “senil”, “estás com Alzheimer”, “devias era ir para casa”, “nunca trabalhaste”, “já devias estar na cova”, etc. São uma boa introdução para a continuação deste artigo com referência aos temas populistas e ao papel da comunicação social, e a utilização profissional das redes sociais...

 Claro que houve muitos erros cometidos, pelo PS em particular, a que se seguiu o facto de o PCP, ao apoiar a invasão russa na Ucrânia, e o BE, com os temas “fracturantes”, cavarem a sua sepultura eleitoral. "