sábado, 23 de maio de 2026

Diamantino Alturas vai sair e deixa o Sindicato da Construção civil órfão de liderança

 Vai reformar-se e abandonar o Sindicato sem providenciar alguém preparado para o substituir. 

 Também ele nunca fez por isso. A única vantagem que tinha era o empréstimo de algumas salas e andares do sindicato alugados as delegações sindicais da CGTP/IN. Também alugava um andar ao sindicato das bordadeiras da Guida Vieira. O Sindicato da Constução Civil e Diamantino alturas viviam de rendas. As eleições no sindicato eram sempre feitas com os votos de uma dúzia de pessoas todas elas do PCP e amigas do Alturas. 

  Os vilões que trabalhavam na construção civil não queriam saber do sindicato para nada, porque não tinham qualquer consciência de classe. Trabalhavam à hora e não queriam descontos para a Caixa.

  Na construção civil só trabalhavam os tipos mais burros e analfabetos das freguesias rurais, eram todos anticomunistas primários e quem lhes falasse em direitos e greves era logo hostilizado pelos burros analfabrutos.

  Foi neste caldo de cultura que Alturas se eternizou em presidente do sindicato nestes anos todos. Agora quando sair do sindicato já não tem ninguém para prosseguir o trabalho sindical.

 Por isso meus amigos já era de esperar também por arrastamento a queda do PCP na Região Autónoma da Madeira.

 Pudera! Apoiado com "revolucionários" como o Diamantino Alturas já era de esperar.

 Lá se foi o PCP e desapareceu o seu deputado Regional. 

 Edgar Silva, desanimado está de malas aviadas e já não quer ser cabeça de lista em eleições nunhumas pelo partido. 

 Ele também já se cansou de aturar vilões que procuram o partido para reivindicar caminhos, transportes e habitação e depois vão dar os votos todos ao PSD. 

 Grande Diamantino Alturas o teu trabalho e "obra" falam por si!

O teu PCP  praticamente desapareceu depois de tantas lutas inglórias para os vilões votarem sempre no PSD e seus ladrões, todos eles protegidos claro está, pelas juizas fascistas do Tribunal da Comarca da Mamadeira. Agora até já contam com um fascista de peso, o juiz desembargador Paulo Barreto em representante da República para Sicilia do Atlântico. 

Amém!



Fernanda Pires da Silva dona do empreendimento da Matur/ Atlantis (abandonou o projecto e os trabalhadores à sua sorte após o 25 de Abril)

 

Inauguração de escola de condução no Porto Santo
. Uma curiosidade com algum humor: aqui ainda havia harmonia entre o Dr. Jardim e o Dr. Miguel Sousa. Sinais de (outros) tempos. Dois fascistas ao fim e ao cabo.

sexta-feira, 22 de maio de 2026

«Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.» -Provérbios 26:5

  Ora aí está um tema para reflectir. A Madeira é uma Sicília do Atlântico. Os mafiosos estão no Governo Regional da Madeira há mais de 50 anos a roubar e proteger os seus negócios.

  Há muito que capturaram os juízes locais e os magistrados do MP e todos as forças policiais. Na madeira são todos da máfia e trabalham só para as organizações mafiosas há muito instaladas. Todos, mas mesmo todos, trabalham para eles, para a máfia laranja.

  O povo tolo e pacóvio aplaude e vota neles dando-lhes votos com fartura para continuarem a roubalheira.   

   A Raquel Coelho já compreendeu o*modus operandi  do eleitor madeirense. Quanto mais ruim e ladrão for o candidato mais votos tem da viloada.

  Quem abrir a boca em contrário é logo ostracizado e considerado um alvo a abater. Na Madeira o sonho  de muitos e muitos eleitores do PSD é chegarem ao nível do Pedro Calado. encherem-se de dinheiro e terem quarto luxuoso em hotel para dormirem com p**** finas tal como o Calado o faz no Savoy do Avelino.

 Não fosse a ilha da Madeira uma grande reserva do regime fascista, do Salazar e do Caetano.

 A  maioria dos eleitores pepedês pensa assim : «Se eu estivesse lá também roubava! Burro e tonto é quem não o faz»

  Depois pensam: 

«Nem que seja daqui a dez anos, vai-me caber também  a mim qualquer coisa!».

 Por isso a viloada madeirense é sempre fiel no seu voto ao PSD e quando muda é sempre para pior, para a extrema direita o partido CHEGA.

 Mas a Raquel  Coelho, tem razão! É preciso dizer aos burros que eles são burros para que não pensem que são inteligentes e sábios.

 Tal como dizia o sábio Salomão nos seus provérbios. 

«Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.»

Provérbios 26:5

*Modus operandi: traduzido do latim significa: Maneira de trabalhar.


PTP diz que indícios de corrupção de Calado são “rampa de lançamento” para o PSD ganhar as próximas eleições

 A líder do Partido Trabalhista Português (PTP), Raquel Coelho, reagiu hoje com forte ironia à decisão do Tribunal da Relação de Lisboa de confirmar os fortes indícios de corrupção que envolvem o ex-autarca do Funchal, Pedro Calado. Para a líder partidária, num regime moldado pela impunidade, o acórdão funciona como o “cartaz eleitoral perfeito”.

“A Justiça continental teima em não perceber o sistema político madeirense”, ironizou Raquel Coelho, lembrando que as investigações criminais na região parecem servir de tónico para o sucesso político.

Como prova, a líder do PTP apontou o exemplo paradigmático de Miguel Albuquerque: após ser alvo de duas megaoperações por suspeitas de corrupção , acabou reeleito com uma votação reforçada. “Albuquerque provou que, quanto mais corrupção, mais o eleitorado vota. Com esta confirmação de indícios contra Calado, as hipóteses de o PSD esmagar a oposição nas próximas eleições subiram exponencialmente”, prevê.

Raquel Coelho deixa um aviso a Jorge Carvalho:” Terá concorrência forte para as próximas eleições à Câmara do Funchal, correndo sérios riscos de ser substituído por Pedro Calado para disputar o acto eleitoral”.

O PTP lamentou o “voto cego” e a anestesia social de uma população que, perante o favorecimento de grupos económicos à custa dos dinheiros públicos, prefere continuar a votar sempre nos mesmos.

“A corrupção na Madeira já não é um defeito do sistema; tornou-se o próprio sistema, validado e carimbado pelo voto popular”, concluiu Raquel Coelho.

https://funchalnoticias.net/2026/05/22/ptp-diz-que-indicios-de-corrupcao-de-calado-sao-rampa-de-lancamento-para-o-psd-ganhar-as-proximas-eleicoes/


«Dediquei-me a mudar o mundo e não mudei absolutamente nada, mas diverti-me. E fiz muitos amigos e muitos aliados nesta loucura de mudar o mundo para melhor. E dei sentido à minha vida. »-Pepe Mujica

Dois monstros completamente desumanizados

 

Sexóloga e ex-polícia condenado: quem é o casal que abandonou duas crianças em Alcácer
Marine, mãe das crianças, tem uma relação recente com Marc

Os cidadãos franceses que abandonaram, na terça-feira, duas crianças, de quatro e cinco anos, junto à estrada entre Alcácer do Sal e a Comporta, foram identificados como Marine Rousseau, de 41 anos, e Marc Ballabriga, de 55.

Residente em Colmar, onde o desaparecimento das crianças foi comunicado às autoridades francesas há mais de uma semana, Marine Rousseau, mãe dos meninos, não tinha antecedentes criminais conhecidos.

Segundo a imprensa francesa, estudou psicomotricidade na Universidade Pierre e Marie Curie, em Paris, e trabalhava com EFT ("Emotional Freedom Techniques"), uma forma de "acupuntura psicológica" usada para aliviar a tensão psicológica e a dor física.

Relação recente

A imprensa francesa adianta também que Marine Rousseau tinha uma relação recente com Marc Ballabriga, um homem conhecido das autoridades francesas devido a antecedentes ligados a problemas psiquiátricos.

Formado na Universidade de Perpignan e ex-polícia, foi condenado em 2010 a nove meses de prisão, com dois anos de pena suspensa, por assédio e violência contra a mãe da filha, de acordo com o jornal francês "Le Parisien". Na avaliação psicológica que fez na altura, foi descrito como "normal", "sem patologias", "sociável, amigável, responsável, realista e equilibrada, com boa autoconfiança". Porém, acabou por deixar a polícia após um "longo período de depressão".Marc Ballabriga é também autor de um livro, uma autobiografia com o título "Renaissance" ("Renascimento, em tradução livre). "Marc, de 43 anos, injustamente privado da guarda da filha de quatro anos pelos tribunais, embarca numa jornada sem precedentes para deixar a França. Essa aventura levá-lo-á a mergulhar nas complexidades da sociedade. A sua jornada proporcionar-lhe-á encontros incríveis, situações inesperadas e um desfecho imprevisível. Ele descobrirá a sua verdadeira identidade, reconectar-se-á com a sua essência e libertar-se-á das correntes da escravidão social", lê-se na sinopse.

Nas redes sociais, o francês tem várias publicações com teorias da conspiração.

O casal terá viajado de carro de França até Portugal com as duas crianças. Na residência da mãe em Colmar, terá ficado um outro filho de Marine Rousseau, um adolescente de 16 anos.

Barthélémy e Zacharie, de quatro e cinco anos, foram encontrados sozinhos junto à estrada que liga Alcácer do Sal à Comporta. Depois de receberem assistência hospitalar, foram encaminhadas para uma família de acolhimento.

O casal foi localizado e detido em Fátima após a denúncia de uma mulher na casa dos 80 anos, que foi emigrante em França, e que desconfiou da dupla que se encontrava na esplanada de um café há várias horas. Marine Rousseau e Marc Ballabriga poderão ser acusados de rapto pela Justiça francesa, sendo que, em Portugal, são suspeito de crimes de violência doméstica e de exposição e abandono. Desconhece-se, ainda, onde serão julgados.

https://www.jn.pt/justica/artigo/sexologa-e-ex-policia-condenado-quem-e-o-casal-que-abandonou-duas-criancas-francesas-em-alcacer/18087050

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Miguel Fernandes Luís escreve sobre o Calado. Vai ter problemas com o padre renegado

 

O consagrado jornalista madeirense, Miguel Fernandes Luís é uma reencarnação do jornalista Tolentino Nóbrega do jornal Público.


quarta-feira, 20 de maio de 2026

Madeira Opina não poupa o "fitinhas". Coloca tudo a nú

 


Pedro Calado: e vai acima e vai abaixo, tanta baga que faz um cacho.

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O Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, datado de 20 de maio de 2026, debruça-se sobre o recurso interposto pelo Ministério Público contra a decisão inicial de não indiciação criminal de Pedro Calado, Custódio Correia e Avelino Farinha. O tribunal de recurso veio alterar de forma significativa o entendimento do juízo de instrução, validando a relevância da prova indireta e indiciária reunida nos autos. Consequentemente, a Relação deu como fortemente indiciada uma teia de relações e trocas de favores entre os envolvidos, contrariando a tese de que os factos descritos configuravam mera cortesia social ou interações profissionais lícitas.

Na substância jurídica, a decisão clarifica a distinção entre os crimes de corrupção e os de recebimento indevido de vantagem, estipulando que a ausência de um nexo direto com um contrato ou adjudicação específica impede a corrupção, mas preenche o tipo penal de recebimento ou oferta de vantagem. Sob esta premissa, o tribunal considerou fortemente indiciada a prática de crimes de recebimento indevido de vantagem por via de esquemas de patrocínios opacos a competições de rally que beneficiavam Pedro Calado, além de crimes de corrupção envolvendo a sociedade Afavias, bem como crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais derivados de elevados valores em numerário não declarados.
Apesar do agravamento substancial da qualificação jurídica dos factos e do reconhecimento de fortes indícios criminais, o acórdão acabou por julgar improcedente o pedido do Ministério Público no que respeita ao agravamento das medidas de coação. Os juízes desembargadores deliberaram que, por não se encontrarem preenchidos os pressupostos de perigo geral previstos no artigo 204.º do Código de Processo Penal, a aplicação de restrições severas como a prisão preventiva ficava legalmente impedida. Assim, os arguidos mantiveram-se em liberdade, sujeitos apenas à medida cautelar de Termo de Identidade e Residência.
As páginas mais explosivas do acórdão começam claramente a partir da 269. Aí o Tribunal da Relação entra finalmente na matéria factual sensível e as formulações usadas são politicamente devastadoras.
O ponto mais grave é provavelmente este:
Custódio Correia e Avelino Farinha tinham conhecimento prévio dos projectos de decisão do GRM (...) podendo (...) determinar Pedro Calado a alterações que lhes fossem mais convenientes.
Isto sugere acesso antecipado a decisões governativas e capacidade de influência directa sobre um vice-presidente do Governo. Depois vem a bomba do Hospital Central da Madeira:
Avelino Farinha (...) gizou com Pedro Calado um esquema que lhe permitiu, pelo menos, a adjudicação do Hospital Central da Madeira.
E pior ainda:
determinou ao arguido Pedro Calado diligenciar pela extinção do primeiro procedimento referente à construção do Hospital da Madeira.
Ou seja, o acórdão descreve alegadamente uma manipulação do concurso da maior obra pública da Madeira contemporânea. O tribunal escreve ainda que as empresas beneficiaram “em detrimento de sociedades concorrentes como a Mota Engil e a Teixeira Duarte”.
Há também detalhes altamente mediáticos:



“acesso ilimitado” de Pedro Calado ao Savoy Palace;
ofertas de “garrafas de vinho numeradas e de edição limitada”;
pagamento de festas de Natal de Secretarias Regionais;
pagamento do DJ da festa da Secretaria das Finanças.
Tudo isto é descrito como vantagens concedidas “como forma de compensá-lo nas intervenções e actos que praticou nos contratos”.
Outra passagem particularmente delicada:
Pedro Calado (...) teve intervenção em vários procedimentos nos quais foi adjudicatária a CTM, pouco tempo depois de nesta ter deixado de exercer funções”.
O acórdão fala mesmo num “esquema delineado” entre Avelino Farinha e Pedro Calado.
Politicamente, isto já não é apenas um processo judicial. É uma descrição quase sistémica de alegadas relações privilegiadas entre grandes grupos económicos e o núcleo do poder regional.

https://www.madeiraopina.com/2026/05/pedro-calado-e-vai-acima-e-vai-abaixo.html

A fraude de 10 milhões da AIMINHO envolve Patrícia Dantas