quarta-feira, 15 de julho de 2026

Luis Miguel de Sousa comprou a Central térmica do Caniçal na zona Franca e agora vende toda a energia ali produziada à EEM.

 Ele mais o Albuquerque rouba o mais que pode!

 Luís Miguel de Sousa é dono do Diário de Notícias do Funchal onde controla e censura toda a informação ali produzida. Por isso o DN esconde da opinião pública mais um grande negócio mafioso entre a actual gestão da Empresa de Electricidade da Madeira e o Dono Disto Tudo Luís Miguel de Sousa com a conivência e o apoio do governo de Miguel Albuquerque (o nosso barbicha-mor).

 Então não é que Miguel Albuquerque deu instruções à actual gerência da EEM, para mandar desligar durante a noite as energias limpas produzidas pela eólicas existentes no Paul da Serra e noutros lugares das serras da Madeira assim como a energia limpa produzida nas nossas centrais hidroeléctricas situadas na Ribeira da Janela, na Calheta. e na Fajã da Nogueira no Faial. Tudo isto para comprar a energia poluente produzida no Caniçal na ZONA FRANCA numa central térmica a fuel óleo que foi contruida há mais de 30 anos pelo primo do fascista Alberto João Jardim ERNESTO JARDIM afim de abastecer a ZONA FRANCA INDUSTRIAL de energia.

  Agora o Sousa comprou essa central poluente que labora Fuel óleo e vende toda e energia ali produzida à Empresa de Electricidade da Madeira sem esta precisar de comprar a produção daquela central térmica privada. 

Mas acontece que para facilitar melhor esse  negócio:

 Albuquerque mandou desligar da rede pública a energia limpa produzida pelas  nossas hideroeléctricas existentes na Ribeira da Janela, Encumeada Fajã da Nogueira e as energias dos paineis solares e das eólicas afim de só comprar a energia produzida pelo SOUSA. 

 Negócios da China entre o corrupto Albuquerque e o Monoplolista SOUSA afim de embolsarem milhões à custa dos consumidores madeirenses que pagam a  energia mais cara de Portugal (senão a mais cara do mundo) afim de sustentar este grande negócio mafioso, Ou seja: Engordarem os bolsos do LUÍS MIGUEL SOUSA  e do barbicha MIGUEL ALBUQUERQUE. Depois os milhões que recebem pagos pelos consumidores da EEM vão para as contas que estes cavalheiros possuem nos paraísos fiscais tal com fazem aqueles estadistas africanos corruptos. Onde anda o tribunal de Contas que não investiga estes negócios ruinosos para os consumidores da Empresa de Electricidade da MADEIRA? 

Esperem sentados: 

Os Tribunais e o MP na Madeira trabalham para facilitar e sustentarem estes e ourtros negócios que engordam meia dúzia destes priveligeados  senhores chamados de grandes AUTONOMISTAS.

Guerra interna no partido fascista CHEGA. Aquilo é um saco de gatos!

 Estes figurantes do partido CHEGA na Madeira têm cara de tasqueiros.


Hugo Nunes propôs expulsão de Magna Costa do Chega (vídeo)

O presidente do partido, na Madeira, diz que cenas como as que aconteceram no dia das eleições são inadmissíveis e assegura que não as vai tolerar.

No programa “Madeira Entrevista”, que pode ver depois do Telejornal, Hugo Nunes acusou também a antiga direção de Miguel Castro de ser subserviente ao PSD.

"Chão do Logro" escrito magistral de Gil Canha antigo director do Jornal satírico "O Garajau"

 



Estou mesmo zangado!

Infelizmente as nossas melhores tradições folclóricas estão a desaparecer sem que ninguém se importe com elas. O nosso Pão-por-Deus está a ser substituído pelo halloween, os mascarados que eram celebrados no Dia de Reis em muitas freguesias da ilha também estão a se extinguir, e pior ainda, a velha tradição do povo laranja subir à serra e celebrar os grandes líderes e as grandes conquistas do Povo Superior também está a mingar.
Para as pessoas que gostam de preservar as tradições, as crenças e as memórias, não há lembrança de um mês tão negro e tão deprimente como este mês de julho. Foi desesperante ver o grande Líder da Barbicha, rodeado da sua corte de janízaros(1), a discursar para meia dúzia de gatos pingados (mas estavam mesmo pingados!) no meio daquele imenso campo escalvado, bordejado por feiteira e carqueja.
Os entusiastas tradicionalistas da nossa Nuremberg madeirense nem queriam acreditar que os velhos discursos inflamados do Grande Líder com os seus notáveis perfilados no palco, os silêncios, as luzes, a música a toque marcial a acompanhar o grande ataque aos colonialistas de Lisboa, e depois, a explosão, os aplausos, a algazarra popular que acabava em rondas entusiastas pelas barracas de petiscos; de sandes de gata, dentinhos de gaiado, chicharros fritos afogados em litros de grogues e em barricas de vinho seco, tudo isso se esfumou num ápice, uma apagamento quase irreversível neste mês de julho, o que é extremamente desagradável para a nossa cultura e memória etnográfica.
Os estudiosos mais puristas defendem que para se manter viva a velha tradição do Grande Comício Festa na serra, seria de bom estudar novamente as ideias do Doutor Joseph Goebbels, aprofundar os ensinamentos da raça superior de Alfred Rosemberg, convidar jornalistas para pequenos estágios sobre o trabalho cinematográfico de Leni Riefenstahl, e se possível, voltar à antiga coreografia do arquiteto Albert Speer, porque com o nosso Barbicha isso não vai lá!

(1)Os janízaros (do turco Yeniçeri, "nova força") eram a temida infantaria de elite do Império Otomano, leais diretamente ao sultão. Formados nos séculos XIV, estes soldados eram originalmente rapazes cristãos capturados nos Balcãs, convertidos ao Islão e treinados com extrema disciplina, servindo como base militar do império até serem extintos em 1826.

terça-feira, 14 de julho de 2026

O esquerdismo continua sendo a doença infantil do comunismo

 

Antigos militantes rompem com Bloco e denunciam falta de democracia interna
Militantes consideram que a eleição de José Manuel Pureza não representa qualquer renovação do partido


Cerca de 60 antigos militantes do Bloco de Esquerda acusam, através do manifesto "O nosso Bloco acabou", a atual direção de ter abandonado os princípios fundadores do partido, transformando uma força política autónoma num projeto próximo do PS. Os signatários criticam a centralização das decisões, a falta de democracia interna, o afastamento de militantes, a perseguição a vozes críticas e a perda de influência política e eleitoral, concluindo que o partido deixou de representar a Esquerda de combate que ajudaram a construir. (JN)

Quando tens o Estado que se torna como o primeiro sócio do teu investimento estás tramado na terra da Autonomia dos mamadeiras

 


Antes mesmo de abrir um negócio ou de realizar um investimento, já existe um sócio à sua espera: o Estado. E é, muitas vezes, o primeiro a receber uma parte significativa daquilo que poderia servir para lançar um projeto, criar riqueza ou gerar emprego.

Recentemente, devido à falta de habitação e por ter um apartamento disponível, decidi colocá-lo no mercado de arrendamento por um valor compatível com a realidade da zona. Como faço questão de cumprir a lei, dirigi-me às Finanças para saber quais os procedimentos necessários.

Foi aí que surgiu a desilusão. Logo à partida, entre impostos e encargos, o equivalente a cerca de dois meses de renda fica nas mãos do Estado. A isto junta-se o agravamento do IMI, que representa um custo adicional equivalente a mais algumas rendas, sem contar com a burocracia, as exigências administrativas e o tempo perdido para cumprir todas as obrigações.

Perante esta realidade, compreende-se que muitos proprietários pensem duas vezes antes de colocar os seus imóveis no mercado de arrendamento. Quando o Estado trata quem investe como uma fonte inesgotável de receita, em vez de um parceiro na resolução do problema da habitação, acaba por criar mais obstáculos do que soluções.

É caso para perguntar, vale a pena arrendar um imóvel nestas condições ou será que o próprio Estado está a incentivar muitos proprietários a deixarem as casas vazias? Se o objetivo é aumentar a oferta de habitação, então talvez esteja na altura de reduzir a carga fiscal e simplificar os processos, em vez de penalizar quem ainda está disposto a investir. E quem não pagar a renda; rua!

Vejam a "democracia" do Alberto João a quem os verdinhos de Gaula gostam de passar a mão pelo pêlo. Ele penhorou 35 mil euros ao professor João Carlos de Gouveia a mando dos tribunais fascistas

 Grande Democrata este Alberto João!

Votar no JPP é dar tiros nos pés para qualquer democrata decente da ilha da Madeira. Eles elogiam fascistas como o Alberto João!


Tribunal do Funchal penhora vencimento do líder do PS-Madeira

João Carlos Gouveia recusara pagar a multa a que foi condenado num processo de difamação a Jardim. Já pagara, como indemnizção ao governante, 35 mil euros

a O Tribunal do Funchal ordenou a penhora de um terço da remuneração do deputado madeirense João Carlos Gouveia, até perfazer o montante da multa pelo crime de difamação a Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional da Madeira, pelo que fora condenado.A Assembleia Legislativa da Madeira foi notificada da penhora de vencimentos executada pelo Ministério Público e comunicou ao deputado do PS que a partir deste mês de Janeiro procederá à retenção de um terço da remuneração líquida, no valor de 767 euros, até perfazer a quantia de 1816 euros.
João Carlos Gouveia, líder do PS-Madeira, foi condenado em Abril de 2006 a uma multa de 1500 euros, mas recusou-se a pagar essa quantia que é agora acrescida de juros de mora.
"Respeito as decisões dos Tribunais, mas entre pagar e ser preso, prefiro ser preso. É uma questão pessoal, o poder judicial tem mecanismos para actuar e tomar uma decisão", disse João Carlos Gouveia depois da sentença.
Relativamente a este processo o deputado pagou as custas judiciais, cerca de 2000 euros, "muito superior à multa, o que demonstra não estar de má vontade", frisou.
João Carlos Gouveia fora absolvido por sentença da primeira instância da indemnização de 70 mil euros, por o Tribunal do Funchal julgar improcedente o pedido civil - "dada a ausência de factos concretos que logrem integrar o pressuposto de dano de que dependia a obrigação de indemnizar". Ou seja, "perturbação, vergonha, depressão sofridos" por Jardim em consequência de um artigo em que o deputado socialista o responsabilizava pela Madeira ser "um paraíso criminal".
Mas mais tarde Gouveia foi condenado pelo Tribunal da Relação de Lisboa, a que o governante recorrera, a uma indemnização de 35 mil euros já entregue a Alberto João Jardim.
"Fui injustamente condenado e considero extremamente elevada a indemnização ao dr. Jardim. Se os senhores juízes tiveram em conta os seus cargos de membro do Conselho de Estado e de presidente do governo regional, deveriam também ter ponderado a forma pouco dignificante como os desempenha", disse Gouveia.
"O professor do insulto"
Acha também "caricato" ter de pagar uma indemnização por danos causados por ofensas a quem o chamou de "louco e incapaz" e é "o político do país que mais insulta os seus adversários políticos e os próprios órgãos de soberania". No julgamento a defesa recordou que devido aos seus "excessos verbais", Jardim foi intitulado pelo jornal espanhol El Mundo como "o professor português do insulto".
João Carlos Gouveia tem reiterado que "na Madeira [se vive] um regime de impunidade que o dr. Alberto João quer manter", com a cumplicidade de alguns magistrados, acusação que motivou aprovação pela assembleia regional de um requerimento do PSD a pedir a "avaliação das capacidades mentais" do deputado.
Com as suas denúncias que incluíram a apresentação de um dossier sobre corrupção na Madeira ao procurador-geral da República, pretende que "nenhuma parcela do território nacional esteja imune à investigação criminal, a todos os níveis", justifica.
Para responder em tribunal no processo, a assembleia madeirense retirou, com os votos da maioria PSD, a imunidade parlamentar ao deputado e líder regional do PS.
O advogado de Jardim no julgamento foi o deputado Guilherme Silva.
João Gouveia acha caricato ter de pagar ao "político do país que mais insulta os seus adversários políticos"

https://www.publico.pt/2008/01/07/jornal/tribunal-do-funchal-penhora--vencimento-do-lider-do-psmadeira-244094

Madeira: tribunal penhora ordenado do líder do PS

Socialista está obrigado a pagar multa pelo crime de difamação a Jardim

O presidente do PS/Madeira foi informado a 3 de Janeiro da decisão do Tribunal do Funchal que penhora um terço do seu salário para pagar multa condenatória pelo crime de difamação a Alberto João Jardim.

A decisão do Tribunal do Funchal foi noticiada na edição desta segunda-feira do jornal Público.

Em declarações à agência Lusa, João Carlos Gouveia confirmou ter sido informado, nos primeiros dias do ano, em carta endossada pela Assembleia Legislativa da Madeira da penhora do seu vencimento para pagar multa de 1.500 euros, acrescida de juros a que fora condenado.

Em 2006, num processo por difamação movido por Alberto João Jardim, o dirigente socialista foi sentenciado pelo Tribunal Judicial do Funchal pelo crime de difamação por ter afirmado, num artigo de opinião, que a Madeira era «um paraíso criminal» a uma pena de 1.500 euros, tendo sido absolvido no pedido cível de 70 mil euros.

35 mil euros de indemnizaçãoJoão Carlos Gouveia decidiu recorrer para o Tribunal Administrativo de Lisboa, instância que não só confirmou a sentença, como o condenou ao pagamento de 35 mil euros a título de danos patrimoniais a Alberto João Jardim.

O presidente do PS/M salientou que «esta foi uma das condenações mais elevadas no país até esta segunda-feira porque Alberto João Jardim é membro do Conselho de Estado e presidente do Governo Regional».

João Carlos Gouveia confirmou que os 35 mil euros de indemnização cível já foram pagos e que «por uma questão de honra, preferia ir para a cadeia a pagar [os 1.500 euros de multa pelo crime de difamação], mas a justiça tem os seus mecanismos para fazer cumprir as sentenças e não posso fazer mais nada».

O «poder judicial está em dívida moral com ele», pois a sua condenação neste processo foi «uma injustiça tremenda».

Líder do PS/M reitera acusações a Jardim

«Reproduzo integralmente aquilo que afirmei e uma leitura histórica no tempo está a dar-me razão», declara.

E adianta: «Confirmo integralmente o que afirmei, que Alberto João Jardim é um dos principais instigadores e beneficiários da Flama (Frente de Libertação da Madeira).

Como é que um membro do Conselho de Estado pode ser separatista e todos os dias fazer campanha pelo nacionalismo madeirense e quando alguém denuncia é condenado?», questiona.

Os «flamistas tomaram conta do PSD/M e hoje, quem quer vingar na política, tem de partilhar este ideal. A violência hoje não é feita com bombas, mas com linguagem, que serve para insular os titulares de órgãos de soberania», acrescenta ainda o líder do PS/M.

Jardim é «separatista» e «fomenta a corrupção»

«Alberto João Jardim é muito mais separatista hoje do que era há 30 anos», afirma, acusando o presidente do Governo de elogiar os «flamistas como se fossem heróis nacionais».

Diz ainda que o ideal de Jardim «se mantém, precisa de adeptos e os dinheiros da União Europeia e do Estado são postos ao desenvolvimento deste ideal, motivo pelo qual tem fechado os olhos à corrupção. Fomenta a corrupção em defesa desse ideal.

Filipe Sousa quer o fascista e flamista Alberto João a discursar na Assembleia da República por ocasião das comemorações do 50 anos de Autonomia da Madeira

 A ingenuidade do deputado madeirense é uma bofetada no rostos das pessoas que foram vítimas dos atentados da FLAMA da qual Alberto João Jardim era o chefe político em 1975/76 e das perseguições subsequentes feitas por ele aos cidadãos que se opunham aos seus desmandos e aos seus caciques na ilhota dos mamadeiras. Era melhor que Filipe Sousa abrisse a pestana e deixasse de ser assim tão ingénuo. 

Comentários de leitores do Pravda:

"Abaixo esta falsa oposição dos verdinhos hipócritas que convidam os bandidos do sindicato do crime Pupudê."

...«..Esse é que é o problema. Mamando, mamando, na teta do estado, protegidos por eleições "democráticas" lá se foram perpetuando no poder e abotoando-se com o que este lhes foi dando. Com os cumprimentos dos cidadãos que legitimaram com os seus votos décadas de abuso. E depois todos nos admiramos com os sessenta deputados do Chega, ou lá quanto raio são.»

«Um gajo que pede uma salva de palmas para AJJ na Assembleia da República, para o carrasco da autonomia, pois faliu a região duas vezes e pôs o povo a pão e água, vem agora criticar o PPD, para ver se engana mais alguns eleitores. Nas últimas eleições votei JPP para ver se corria com a autarquia corrupta de Pedro Calado e companhia, mas a mim não me enganam mais. Essa de dar uma no cravo e outra na ferradura a mim não me enganas. Eu quero um partido que combata esta máfia e estes corruptos. Estou farto de políticos a passar a mão no pêlo!»



"Na missiva, o deputado madeirense sublinha que o momento deve ser assinalado com dignidade e reconhecimento, propondo que os Ex-Presidentes dos Governos Regionais da Madeira e dos Açores (Dr. Alberto João Jardim, Dr. Mota Amaral e Dr. Carlos César), sejam convidados a usar da palavra nessa sessão solene, “prestando um testemunho vivo da construção e consolidação do regime autonómico em Portugal”.

JPP propõe comemoração dos 50 anos das autonomias com sessão solene da Assembleia da República

"Filipe Sousa propõe também que os ex-presidentes dos governos regionais da Madeira e dos Açores -- Alberto João Jardim, Mota Amaral (PSD) e Carlos César (PS) -- sejam convidados a usar da palavra nessa sessão solene, "prestando um testemunho vivo da construção e consolidação do regime autonómico em Portugal".


Filipe Sousa faz também questão de destacar o papel histórico de Alberto João Jardim, a quem reconhece “um contributo determinante para a afirmação autonómica, para a defesa da identidade regional e para o exercício de uma cidadania ativa e livre”.

Conferência do JPP sobre autonomia junta Alberto João Jardim e vários oradores no Funchal
https://www.jm-madeira.pt/not%C3%ADcias/regi-o/19902931/conferencia-do-jpp-sobre-autonomia-junta-alberto-joao-jardim-e-varios-oradores-no-funchal.html


O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, admitiu hoje que não vê qualquer problema em que o ex-presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, possa discursar na cerimónia dos 50 anos da Autonomia, que se assinalam em 2026.

Confrontado com a proposta do deputado único do JPP, Filipe Sousa, que anunciou na RTP-Madeira a intenção de sugerir a intervenção de Jardim no Parlamento nacional, Aguiar-Branco reforçou o que dissera na véspera na sessão solene de abertura das comemorações, sublinhando que “a autonomia não foi uma benesse nem um privilégio, mas o resultado de uma conquista feita ao longo dos anos, sempre no respeito pelas regras democráticas”.O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, admitiu hoje que não vê qualquer problema em que o ex-presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, possa discursar na cerimónia dos 50 anos da Autonomia, que se assinalam em 2026.

Confrontado com a proposta do deputado único do JPP, Filipe Sousa, que anunciou na RTP-Madeira a intenção de sugerir a intervenção de Jardim no Parlamento nacional, Aguiar-Branco reforçou o que dissera na véspera na sessão solene de abertura das comemorações, sublinhando que “a autonomia não foi uma benesse nem um privilégio, mas o resultado de uma conquista feita ao longo dos anos, sempre no respeito pelas regras democráticas”.

https://www.dnoticias.pt/2025/10/21/467451-a-autonomia-deve-ser-uma-festa-nacional/

Filipe Sousa classifica Jardim como “pai da autonomia” (vídeo)
https://madeira.rtp.pt/parlamento/filipe-sousa-classifica-jardim-como-pai-da-autonomia-video/