quarta-feira, 14 de outubro de 2026

À esquerda temos o juiz desembargador do regime Pêpêdê, Paulo Pereira de Gouveia


Pedro Ramos mais um responsável pela paragem da construção do novo Hospital. Esconde coisas graves da opinião pública madeirense
Ir à Igreja e comungar, traz muitos votos. A Rubina Leal sabe bem disso pois claro. Até os Verdinhos de Gaula também se especializaram em ser ratos de sacristia
Os três SALAZARES estão de volta!
Fascistas de todo o mundo uni-vos para concretizar o apocalipse da nossa civilização.

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Francisco Teixeira da Mota fala do tiranete Alberto João Jardim e da sua luta contra os juizes fascistas do tribunal do Funchal

Aquilo que é habitual não é normal!- diz Francisco Teixeira da Mota
Alberto João Jardim e a Região Autónoma da Madeira processaram o PÚBLICO por difamação, a propósito de um texto de opinião que o classificava como sendo um “tiranete do Funchal”. O Tribunal do Funchal absolveu o jornal em primeira instância, decisão que foi confirmada pela Relação de Lisboa em Abril de 2005. "Ao que chegamos...", escreveu Francisco Teixeira da Mota.
A juiza Joana Pereira Dias foi referida pelo Francisco Teixeira da Mota. (sem citar o nome) Era conhecida na ilha pela juiza dos "sete maridos".
José Manuel Fernandes director do jornal "Público".
Conceição Estudante "a conchita" era a secretária do governo do Alberto João que foi depor contra o director do "Público" por ter chamado "tiranete" ao fascista Alberto João Jardim.
O saudoso jornalista do jornal "Público" Tolentino Nóbrega.
Susana Rute Torrão Ferreira Cardoso Cortez
É a Juíza corrupta ao serviço do Regime Mamadeira e do grupo SOUSA condenou por difamação os directores do jornal humorístico "O Garajau".
Fundadores e editores do jornal "O Garajau"

O falecido juiz Ferreira Neto dizia que era difícil de exercer magistratura de uma forma independente na Madeira, pois criava-se muitos anticorpos. "Se não somos alinhados somos marginalizados!" dizia.

A grandeza do grande estadista Luís Inácio Lula

 

Aquilo que o cartaz não diz aos portugueses e deveria dizer


 Além dos fabulosos lucros da GALP que o cartaz informa de serem de 1312 milhões de euros nos combustíveis seria importante falar que o imposto fabuloso que o Estado leva sobre os combustíveis é de longe muito superior aos lucros milionários da GALP.

Em Portugal, a carga fiscal representa cerca de 46% a mais de 50% do preço final pago por litro de combustível (entre gasolina e gasóleo).

A Galp Energia não tem um único "dono", mas sim uma estrutura acionista repartida entre um grupo de controlo privado, o Estado português e acionistas dispersos em bolsa. [1]

As principais participações qualificadas e acionistas da Galp são: [1]
  • Amorim Energia B.V.: Cerca de 38,24% das ações (o maior acionista privado, associado à família Amorim). [1, 2]
  • Parpública (Estado Português): 8,58% das ações (através da empresa pública de participações). [1, 2]
  • FMR LLC (Fidelity): 2,68% [1]
  • BlackRock, Inc.: 2,62% [1]
  • Vanguard Capital Management, LLC: 2,20% [1]
  • T. Rowe Price Group, Inc.: 1,27% [1]
  • Free float (Ações em bolsa / Investidores anónimos): O restante capital (cerca de 45% a 48%) encontra-se disperso pelos mercados financeiros internacionais e na Euronext Lisbon. [1, 2]

O partido JPP dá uma no cravo e outra na ferradura. Finge combater o regime e depois alia-se com ele. Não segue uma linha de rumo clara

  Já dizia o Jesus de Nazaré!

"Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis." (S. Mat. 7:16-20)


 Depois do bom trabalho da denúncia do monopólio do grupo SOUSA na Madeira na area dos combustíveis, o partido JPP faz ziguezague nas suas posições políticas. Convidou o fascista Alberto para falar numa das suas jornadas parlamentares sobre a Autonomia mas não convidou ninguém da esquerda. Depois convidou para defender o tema do Ferry  o Carlos Perdigão alto quadro do grupo Sousa e ninguém da área da esquerda democrática.   Agora no debate sobre a Autonomia e a revisão constitucional convida como grande cabeça de cartaz o sr. Advogado "sacristão" Ricardo Vieira o grande advogado dos grandes senhores do dinheiro desta terra seguido de outro sr. politólogo chamado Luís Nascimento um ilustre desconhecido para a maioria dos madeirenses. Incluiu alguém ligado ao 25 de Abril ou à area democrática por exemplo? Nada nicles ! Zero! Estes amigos verdinhos de Gaula a cada dia que passa desiludem mais!