Miguel Fernandes Luís falou do caso do autarca António Gomes alegando que ele era inexperiente no uso de dinheiro públicos. O Albuquerque derreteu meio milhão eles não falaram.
https://pravdailheu.blogspot.com/2026/09/nelson-verissimo-acusa-liliana.html
João Filipe Pestana o "Beto do Naval" é amigo pessoal da professora doutora Liliana Rodrigues. mas no essencial é um jornalista vendido ao regime dos mamadeirashttps://www.jm-madeira.pt/not%C3%ADcias/regi-o/30005787/nelson-verissimo-e-alice-mendonca-condenados-a-penas-de-multa-em-processo-contra-liliana-rodrigues.html
A
Quero fazer notar que isto tem tudo para ter sucesso, até porque o madeirense não tem a fibra do ucraniano ou a resposta desta noite do povo americano a um "Estado de Corrupção" como na Madeira. O madeirense deixa-se vender, colabora por medo, inércia ou porque querer a sua parte. Falta valores e ética. Pedro Calado tem um grau de certeza no que está a fazer, diz o que o povo quer para cair no goto, como o Albuquerque de 2015. Depois viu como Albuquerque não foi castigado em eleições nas últimas Regionais. Também devemos contar com os muitos eleitores novos que foram comprados pelo sistema, o que não existe para muitos madeirenses, existiu para eles. Basta ver nas casas, nos empregos e na quantidade que abafa os lugares públicos com um falatório que não é madeirense. Julgo que o ponto de não retorno foi ultrapassado. Foi o madeirense que permitiu agora ficou sem a ilha, Acredite que é assim mesmo como estou a dizer. Abra os olhos.
Os funcionários do DN, sempre solícitos, ignorando que a sua profissão é diferente e protegida, estão a destruir a credibilidade do órgão de informação. É já o "Jornal da Madeira" de Pedro Calado. Jardim deve estar a rir deliciado com a cena.
Quanto ao madeirense, o que está a acontecer é demonstração da segurança que sentem sobre o povo. Outra tristeza, uma democracia monárquica... e aceitam que são todos burros de ouro.
Difamação
1- Quem, dirigindo-se a terceiro, imputar a outra pessoa, mesmo sob a forma de suspeita, um facto, ou formular sobre ela um juízo, ofensivos da sua honra ou consideração, ou reproduzir uma tal imputação ou juízo, é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias.
Ofensa à memória de pessoa falecida
1 – Quem, por qualquer forma, ofender gravemente a memória de pessoa falecida é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias.
Artigo187.º
Ofensa a pessoa colectiva, organismo ou serviço
1 – Quem, sem ter fundamento para, em boa fé, os reputar verdadeiros, afirmar ou propalar factos inverídicos, capazes de ofenderem a credibilidade, o prestígio ou a confiança que sejam devidos a pessoa colectiva, instituição, corporação, organismo ou serviço que exerça autoridade pública, é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias.