segunda-feira, 29 de junho de 2026
Alberto João ordena a Luis Montenegro que mande o Passos Coelho dar uma volta ao bilhar grande!
"Que mande o Passos Coelho dar uma volta ao bilhar grande". Alberto João Jardim aconselha Montenegro a afastar-se do antigo líder do PSD
A renovar apelo de anos para que se faça o bloco central, Jardim considera que Montenegro tem de mudar equipa e que Carneiro tem de deixar de ser "tímido ante as vozes mais esquerdistas do partido".
A maioria absoluta sonhada por Luís Montenegro não vai acontecer a não ser que o primeiro-ministro “mude o Governo”, a sua “maneira de atuar” e que “mande o Passos Coelho dar uma volta ao bilhar grande”. As palavras são de Alberto João Jardim, ex-presidente do Governo Regional da Madeira, numa entrevista publicada esta segunda feira no jornal público (observador)
Alberto João chama mentecaptos aos madeirenses que votam no CHEGA e no "troglodita" Ventura
A novela rasca própria para sopeiras, as ditas eleições dos fascistas que levaram para Lisboa, parece que desta vez com empenho para tirar um curso de formação na escola secreta da ultra-direita do retângulo, o “famigerado”Gomes. Na porcaria que anda a toque de caixa obedecendo ao aldrabão Ventura, Gomes tem agora a companhia de um tipo com pinta de porteiro de estabelecimento manhoso de lap dance. Este tonto que passou a andar de fato, tem a lata de achar que é um trunfo da burla política a que pertence, obedecer na Região, a instruções vindas diretamente da “capital”.
E pensar que ainda há por aí uns mentecaptos que votam nestes fascistas portugueses que prejudicam os madeirenses e os portossantenses.
https://renovadinhos.blogspot.com/2026/06/uma-novela-rasca-propria-para-sopeiras.html#comment-form
As eleições para a direção do Chega/Madeira, cujo processo de votação se iniciou às 10 horas, estão a causar polémica, ao ponto de a PSP ter sido chamada para tomar conta da ocorrência.
Há militantes que dizem ter sido “impedidos” de votar, em concreto Magna Costa, antiga deputada na Assembleia Legislativa da Madeira, que se incompatibilizou com a direção de Miguel Castro. A militante, que disse aos jornalistas, ter tentado apresentar uma lista por si encabeçada, mas que terá sido impedida a fazê-lo, encontrava-se no exterior da sede, com elementos da sua lista que, por solidariedade também não votaram. Estavam, aliás, a assinar reclamações a serem entregues à mesa eleitoral. (JM)
Os CHEGAS não deixavam a menina rebelde apresentar sua lista.Albuquerque agradece apoio dos EUA à Venezuela e pede reforço da ajuda humanitária. Será mesmo verdade esta missão diplomática?
[O presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, encontrou-se ontem com o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, aproveitando a ocasião para abordar a grave crise humanitária que se vive na Venezuela na sequência dos violentos sismos que devastaram parte do país.
Durante o encontro, que decorreu num ambiente de grande cordialidade, Miguel Albuquerque manifestou o reconhecimento pelo papel que os Estados Unidos têm desempenhado na resposta internacional à tragédia, sublinhando o apoio prestado às populações afectadas e, em particular, à numerosa comunidade luso-venezuelana, onde residem milhares de madeirenses e seus descendentes.]
VER DN do padre das esmolinhas
Estado condenado a pagar 15 mil euros a José Sócrates . Depois de diabolizado passa a santo pela justiça fascista deste pais
Estado condenado a pagar 15 mil euros a José Sócrates
O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa condenou o Estado português a indemnizar o antigo primeiro-ministro José Sócrates (2005-2011) em 15 mil euros por má administração da justiça no processo Operação Marquês.
Segundo a sentença datada de sábado, a que a Lusa teve hoje acesso, o montante visa compensar o antigo chefe de Governo pelos danos sofridos em virtude da "divulgação de informações sujeitas a segredo de justiça" por órgãos do Estado durante o inquérito.
Em causa está o conhecimento por órgãos de comunicação social de que José Sócrates seria detido em novembro de 2014 no aeroporto de Lisboa, como acabaria por acontecer, e dos atos de que este era suspeito, noticiados numa altura em que só tinham acesso ao processo "o juiz de instrução criminal, a Autoridade Tributária e o Ministério Público".
Para a juíza, "embora não se tenha apurado quem foi o concreto responsável" pelas fugas de informação, "é de intuir" que, estando à data o inquérito sujeito a segredo de justiça interno, estas "tenham partido de alguém que se movia no interior da investigação".
"Tais violações ao segredo de justiça representaram uma clara diminuição das garantias de defesa do autor, no processo penal, porquanto atentaram contra o princípio constitucional da presunção da sua inocência como arguido e do direito a beneficiar de um processo equitativo", considerou Daniela Santos Costa.
A magistrada acrescentou que aquelas violações constituíram ainda uma "afronta à reserva da vida privada do autor, ao seu bom nome, honra e reputação pública enquanto antigo chefe de Governo português".
A ação, intentada em fevereiro de 2017 por José Sócrates, foi julgada em 15 e 16 de maio de 2026 e o antigo governante exigia ser indemnizado num total de 205 mil euros.
Além de ser compensado por má administração da justiça, o ex-governante pretendia que o Estado português fosse condenado pela violação do direito a uma decisão num prazo razoável, o que foi rejeitado pelo tribunal.
Para a juíza, a duração do inquérito foi justificada, atendendo à complexidade da investigação, explicada pela "necessidade de realizar perícias contabilísticas e financeiras" e escutas telefónicas, de inquirir um elevado número de testemunhas e arguidos e de aguardar pela cooperação de outros países, entre outros aspetos.
O inquérito do processo Operação Marquês foi aberto em 2013, passou a ser do conhecimento dos arguidos em novembro de 2014 e foi encerrado em outubro de 2017, com a dedução pelo Ministério Público da acusação contra José Sócrates e outros arguidos.
Depois de uma fase de instrução que se prolongou por mais de dois anos, o julgamento do antigo chefe de Governo e outros 20 arguidos por corrupção e outros crimes económico-financeiros começou em 03 de julho de 2025 no Tribunal Central Criminal de Lisboa, faltando ouvir dezenas de testemunhas.
A notícia da sentença do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa foi avançada hoje pela CNN Portugal.
https://www.dnoticias.pt/2026/6/29/497328-estado-condenado-a-pagar-15-mil-euros-a-jose-socrates/#
O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa condenou o Estado português a indemnizar o antigo primeiro-ministro José Sócrates (2005-2011) em 15 mil euros por má administração da justiça no processo Operação Marquês.
Segundo a sentença datada de sábado, a que a Lusa teve hoje acesso, o montante visa compensar o antigo chefe de Governo pelos danos sofridos em virtude da "divulgação de informações sujeitas a segredo de justiça" por órgãos do Estado durante o inquérito.
Em causa está o conhecimento por órgãos de comunicação social de que José Sócrates seria detido em novembro de 2014 no aeroporto de Lisboa, como acabaria por acontecer, e dos atos de que este era suspeito, noticiados numa altura em que só tinham acesso ao processo "o juiz de instrução criminal, a Autoridade Tributária e o Ministério Público".
Para a juíza, "embora não se tenha apurado quem foi o concreto responsável" pelas fugas de informação, "é de intuir" que, estando à data o inquérito sujeito a segredo de justiça interno, estas "tenham partido de alguém que se movia no interior da investigação".
"Tais violações ao segredo de justiça representaram uma clara diminuição das garantias de defesa do autor, no processo penal, porquanto atentaram contra o princípio constitucional da presunção da sua inocência como arguido e do direito a beneficiar de um processo equitativo", considerou Daniela Santos Costa.
A magistrada acrescentou que aquelas violações constituíram ainda uma "afronta à reserva da vida privada do autor, ao seu bom nome, honra e reputação pública enquanto antigo chefe de Governo português".
A ação, intentada em fevereiro de 2017 por José Sócrates, foi julgada em 15 e 16 de maio de 2026 e o antigo governante exigia ser indemnizado num total de 205 mil euros.
Além de ser compensado por má administração da justiça, o ex-governante pretendia que o Estado português fosse condenado pela violação do direito a uma decisão num prazo razoável, o que foi rejeitado pelo tribunal.
Para a juíza, a duração do inquérito foi justificada, atendendo à complexidade da investigação, explicada pela "necessidade de realizar perícias contabilísticas e financeiras" e escutas telefónicas, de inquirir um elevado número de testemunhas e arguidos e de aguardar pela cooperação de outros países, entre outros aspetos.
O inquérito do processo Operação Marquês foi aberto em 2013, passou a ser do conhecimento dos arguidos em novembro de 2014 e foi encerrado em outubro de 2017, com a dedução pelo Ministério Público da acusação contra José Sócrates e outros arguidos.
Depois de uma fase de instrução que se prolongou por mais de dois anos, o julgamento do antigo chefe de Governo e outros 20 arguidos por corrupção e outros crimes económico-financeiros começou em 03 de julho de 2025 no Tribunal Central Criminal de Lisboa, faltando ouvir dezenas de testemunhas.
A notícia da sentença do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa foi avançada hoje pela CNN Portugal.
https://www.dnoticias.pt/2026/6/29/497328-estado-condenado-a-pagar-15-mil-euros-a-jose-socrates/#
Francisco Gomes continua a denunciar ladrões e oportunistas do regime a roubar terras à força toda na ilha da Madeira
Francisco Gomes continua a partir a loiça toda. São importantes as suas denúncias.
sábado, 27 de junho de 2026
O nosso fascista Alberto, antes de ser "traído" pelo Francisco Gomes fez-lhe rasgados elogios quando este escreveu e publicou um livro sobre a Autonomia
.
PREFÁCIO
Pegar no tema Autonomia, hoje na República Portuguesa é um acto de coragem.
Primeiro, por causa das tradições político-culturais da História
nacional, de carácter centralista sempre, e de carácter colonialista a partir do século XV.
Segundo, o sistema político hoje implantado em Portugal - sem
prévio referendo democrático, convém relembrar - um sistema que, com a curiosidade de ao mesmo tempo alimentar e se alimentar da “esquerda caviar” e da “direita dos interesses”, estabeleceu um modelo de prevalência do “politicamente correcto”, quase a desbancar para um “pensamento único”.
Ora, o facto de a Autonomia Política da Madeira desagradar ao
património político-cultural português, por causa do passado e por causa de hoje, tal legítima emancipação foi colocada no “índex” da opinião oficiosa do situacionismo que acaba sempre por ser estabelecido para defesa dos sectores dominantes.
Se de Clausewitz podemos aferir ser a Política a guerra sem armas, cada Madeirense e Portossantense deve se vestir com a mesma ousadia do Autor, assumindo não poder haver neutralidade entre autoritarismo e Liberdade, entre colonialismo e Democracia.
Corajosamente, Francisco Gomes rejeita sempre o amorfismo, a
ambiguidade e o cinzentismo burgueses. Daí alguns espinhos injustos na sua brilhante carreira.
A evolução da Autonomia Política é inevitável, sobretudo pelo
aproveitamento inteligente que o Povo Madeirense, mais cedo ou mais tarde, saberá fazer das especificidades regionais, desde as geográficas às restantes endógenas.
E que inteligentemente a concretizará, sabendo aproveitar as
características planetárias da economia global, bem como os
constrangimentos internos que fatalmente ocorrerão na parcela da faixa litoral oeste da Península Ibérica.
Daí que o presente livro contribua para um alicerçar científico dessa
evolução, pois a cadência dos projectos políticos, por um lado exige cada coisa no tempo certo. E, por outro lado, exige bases que permitam sustentar o que a cada momento se fôr fazendo.
Eu diria também que este livro do Dr. Francisco Gomes tem uma
oportunidade felicíssima.
O desenvolvimento de um projecto sócio-político como é a
Autonomia Política da Madeira, a exemplo de outros na História, não se concretiza a um mesmo ritmo constante.
Hoje, creio estarmos num trilhar mais lento. Francisco Gomes ao
produzir este Trabalho, entre tantos Méritos, tem o de aquecer de novo as caldeiras.As Autonomias Políticas constituíram das mais bem conseguidas soluções portuguesas.
Solução portuguesa, porque rejeita qualquer separatismo, luta por aquilo que concebe ideal para a concretização do Desenvolvimento Integral da população insular.
Enquanto, hoje, a Europa democrática se defronta com graves
problemas independentistas, cuja repercussão parece não estar a ser correctamente avaliada em Bruxelas, a evolução na Madeira foi conduzida sempre no propósito do fim do colonialismo significar o reforço e a integridade de Portugal.
O curioso é que estigmas históricos na classe política de Lisboa - e quase nove séculos não se mudam só com o 25 de Abril - jamais as fez reconhecer tais esforços patrióticos dos políticos insulares, antes estabelecendo uma dialética agressiva, hostil, de boicote.
Raymond Aron escreveu em “Histoire et politique, textes et
témoignage”, que “quando a idiotice prevalece, eu deixo de
compreender”.
Incomodou-os sempre a Madeira ter percebido que, para se ter voz legítima, não nos podemos confinar a reivindicações paroquiais de prioridade discutível. Mas, antes, os titulares políticos resultantes de eleições democraticamente representativas da vontade do Povo Madeirense, em permanência têm de intervir nas questões e debates de
carácter nacional. E em qualquer parte do território.A luta autonómica continua a exigir que, na dialética com a capital, não se recúe mediocremente, apenas a só considerar questões locais.
Exige, patrioticamente, que se participe na discussão e na formulação das soluções nacionais.
Até porque mais Autonomia, a Dívida Histórica do Estado central, o Centro Internacional de Negócios das Madeira e os Fundos Europeus, as transferências de competências que estão ainda por concretizar, a Universidade da Madeira, tudo são questões de âmbito nacional, decisivas para o futuro desta parcela portuguesa, sendo trágico porventura vê-las secundarizadas por um analfabeto “politicamente
correcto” que não produz sequer qualquer renovação.
Antes se traduz num recúo político e histórico.
Com os temas que este livro aborda, Francisco Gomes reequaciona as questões que urge retomar prioritariamente.
Tem de se reconhecer que as ideias do Dr. Francisco Gomes, para
além do rigor conceptual que expressam, assentam sempre numa
perspectiva positiva de esperança e de optimismo. O que é importante, pois provoca ainda mais a atracção que o leitor sente na leitura da Obra.
Neste Trabalho temos uma elaboração das mais rigorosas que já se viu no abordar quer as origens, quer a evolução histórica da Autonomia Política da Madeira.
Rigor este que constatáramos nos valiosos livros antes publicados
por Francisco Gomes. E tal como acima chamei a atenção, o Autor não tem receio em considerar todo o contexto histórico de séculos que rodeia a Dívida Pública da Madeira, necessária para o aproveitamento dos Fundos Europeus. Pois o Estado central lançou sobre o Orçamento regional o ónus, que não podia suportar, de pagar a quota parte nacional se quisséssemos aproveitar tais Fundos.
Ora, teria sido criminoso os políticos eleitos madeirenses não terem utilizado tal dinheiro, na medida em que, no 25 de Abril 74, a Madeira era a Região mais atrasada do País.
Ou o Povo Madeirense não tem Direito a uma qualidade de vida, na média da dos cidadãos europeus?!...
Depois, os dinheiros foram comprovadamente para investimentos, estruturação física, social, cultural e ambiental do arquipélago, para criação de mais Emprego. Não se perderam em políticas assistencialistas que visam estabelecer a subsídio-dependência para comprar votos e assim mantêm e crescem as situações de pobreza, com a agravante anti-democrática de proletarizar a Classe Média.
Ou o desenvolvimento da Madeira, não é também desenvolvimento de Portugal?!...
Extremamente clara é a descrição sensata e séria que o Autor faz
dos desafios que a Autonomia Política terá de enfrentar. Expressa-os de maneira desapaixonada, deste forma robustecendo a argumentação utilizada.E creio que as conclusões deste livro são uma síntese correcta, feliz e bem organizada, e ao mesmo tempo como que uma catapulta para o que será preciso realizar.
Julgo que todos os Madeirenses e Portossantenses devem um
grande “muito obrigado” ao Dr. Francisco Gomes, por todo o aquilo em que, estou certo, este Trabalho ajudará a fundamentar o futuro.
Francisco Gomes
Nasceu no Funchal a 18 de abril de 1980. Doutorado ‘Cum Laude’ em Ciência Política pela Universidade de Cádis, mestre na mesma área pela Universidade de Oxford. Licenciado em Ciência Política e em Comunicação Social pelas Universidades de Denison e Harvard. Possui também uma pós-graduação em Guerra da Informação (Academia Militar Portuguesa) e concluiu o Curso de Defesa Nacional (Instituto da Defesa Nacional). Trabalhou na Empresa de Eletricidade da Madeira e no Governo Regional. Representou a Madeira como deputado na Assembleia da República e no parlamento regional. É autor de 14 livros e mais de 700 artigos de opinião. Atualmente, é chefe de gabinete do grupo parlamentar do CHEGA na Assembleia Legislativa da Madeira.
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