A novela rasca própria para sopeiras, as ditas eleições dos fascistas que levaram para Lisboa, parece que desta vez com empenho para tirar um curso de formação na escola secreta da ultra-direita do retângulo, o “famigerado”Gomes. Na porcaria que anda a toque de caixa obedecendo ao aldrabão Ventura, Gomes tem agora a companhia de um tipo com pinta de porteiro de estabelecimento manhoso de lap dance. Este tonto que passou a andar de fato, tem a lata de achar que é um trunfo da burla política a que pertence, obedecer na Região, a instruções vindas diretamente da “capital”.
E pensar que ainda há por aí uns mentecaptos que votam nestes fascistas portugueses que prejudicam os madeirenses e os portossantenses.
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As eleições para a direção do Chega/Madeira, cujo processo de votação se iniciou às 10 horas, estão a causar polémica, ao ponto de a PSP ter sido chamada para tomar conta da ocorrência.
Há militantes que dizem ter sido “impedidos” de votar, em concreto Magna Costa, antiga deputada na Assembleia Legislativa da Madeira, que se incompatibilizou com a direção de Miguel Castro. A militante, que disse aos jornalistas, ter tentado apresentar uma lista por si encabeçada, mas que terá sido impedida a fazê-lo, encontrava-se no exterior da sede, com elementos da sua lista que, por solidariedade também não votaram. Estavam, aliás, a assinar reclamações a serem entregues à mesa eleitoral. (JM)
Os CHEGAS não deixavam a menina rebelde apresentar sua lista


