quinta-feira, 9 de abril de 2026

Faleceu Avelino Rodrigues de Meneses

 


O SC Santacruzense está de luto pela morte de um dos seus símbolos.

Avelino Menezes, nosso sócio nº 21, foi muito mais do que um nome na história do clube.
Foi atleta, honrando a camisola dentro das quatro linhas; foi dirigente, sempre disponível para servir o Santacruzense com dedicação e sentido de responsabilidade; e foi, acima de tudo, um adepto fervoroso, daqueles que vivem o clube com o coração, nos bons e nos maus momentos, nas vitórias e nas derrotas.
A sua paixão pelo SC Santacruzense, a sua presença constante e o seu amor incondicional pelo clube marcaram gerações e deixaram uma marca profunda em todos nós. Avelino Menezes fez do Santacruzense uma parte da sua vida — e a vida do Santacruzense não será a mesma sem o "senhor Avelino".
Partiu um homem bom, um verdadeiro santacruzense, mas ficam as memórias, o exemplo e o legado que nos inspira a continuar a amar e a defender este clube como ele sempre fez.
À família e amigos, endereçamos as nossas mais sentidas condolências.
Até sempre senhor Avelino. Estará para sempre ligado à nossa história e no coração de todos os santacruzenses.



Rafael Macedo é vitima da desinformação do Açoreano Oriental e do Diario de Noticias do Funchal dirigido pelo famoso padre Ricardo das esmolinhas

 







Rafael Macedo a partir dos Açores defende-se dos seus dectratores do Governo PPDê do sr. Bolieiro



Grande Ana Abrunhosa tem o nosso apoio sim senhora!

 




terça-feira, 7 de abril de 2026

Rios de Babilónia

 

Jesus se fosse condenado em 2026 era assim noticiado nos jornais burgueses

 

A Páscoa é a principal celebração cristã que comemora a ressurreição de Jesus Cristo 3 dias após a sua crucificação, simbolizando a vitória da vida sobre a morte, esperança e renovação.
Desafio a vossa imaginação como seria hoje dada a notícia pela comunicação social, tendo em conta que Cristo, foi perseguido, preso, torturado e assassinado por defender ideais de liberdade, maior justiça e igualdade social e por isso considerado um inimigo do sistema.

Tanto ódio à Constituição…

 Somos inundados pela uma brutal imposição do egoísmo social. Em contraposição aos valores da confiança, da solidariedade e da cooperação entre indivíduos e povos, a ideologia do “salve-se quem puder” é apresentada como estruturante de um suposto pensamento único.

 A difusão das ideias da competitividade ou sucesso individual à margem das relações sociais; a atomização da vida coletiva; a brutal desvalorização de processos e projetos de transformação das sociedades; a estigmatização das organizações sociais e da sua intervenção no plano dos direitos coletivos; o apelo ao conformismo – são alguns dos exemplos de conceções profundamente enraizadas na sociedade a que pertencemos.

 Em tanto lugar, vigora um violento individualismo. Prevalece, hoje, um discurso em que o outro é considerado como se fosse o inimigo. Numa cultura narcísica como a nossa, permeada pela moral do individualismo levada ao seu exagero, cada qual é levado a tratar apenas de sua vida e a desconsiderar quem se avizinha.

  No contexto internacional, e num quadro em que Portugal não se diferencia, intensificam-se políticas que ameaçam direitos, condições de vida e a democracia. Esta é, por consequência, toda uma torrente contra a democracia e o regime democrático, de ataque aos seus valores.

  Neste contexto, não admira que seja disseminado tanto ódio à atual Constituição da República Portuguesa.

  Quer seja através do papel das plataformas digitais, quer contando com os padrões de entretenimento ou modos de vida social, que têm na publicidade e na comunicação social peças essenciais, a exacerbada cultura do egoísmo é propagada através de um individualismo avassalador que toma conta das mentalidades.

  Todas estas dinâmicas são intensificadas nos nossos dias por uma manipulação ideológica que visa descredibilizar e desacreditar as pessoas, projetos e instituições com um consequente compromisso social, com intervenção em favor da justiça social, com propostas para uma nova humanidade.

  Ante esta onda ideológica não surpreende tanto rancor à atual Constituição.

   A nossa Constituição consagra o oposto desta realidade que nos envolve. Aponta outro caminho para o País. Consagra direitos fundamentais. Exorta à promoção de valores do desenvolvimento humano e social. Incorpora, como pilares estruturantes da sociedade, a solidariedade e a justiça. Afirma os valores de Abril. Desafia-nos à coragem de ousar mais e melhor democracia.

  Não é, pois, de estranhar que a extrema-direita tenha por propósito liquidar a atual Constituição. No entanto, espanta-nos ver tanto “idiota útil” a aderir àquela propaganda sem compreender completamente os objetivos da causa e as suas consequências. (DN)

Olhem para esta senhora enfermeira: É uma PPDê de rabo

 

Trata-se da licenciada em enfermagem Bruna Gouveia (já esteve em vice presidente do IASAÚDE)- corrigido apos reparo de um leitor ligado ao PPDê