terça-feira, 31 de março de 2026
O ex-padre Ricardo Oliveira actual director do Diário de Notícias do Funchal é um tipo sem vergonha
segunda-feira, 30 de março de 2026
“PARA ELES, EU ERA UM NADA"
O israelita de 28 anos conta como manteve viva a esperança e conseguiu aguentar os horrores nos túneis de Gaza
CONVERSA ELIYA COHENComo era a rotina nos labirintos do Hamas?
Quase não dormia. Era sempre acordado por gritos e holofotes instalados 50 metros abaixo da terra. Só vi o sol uma única vez, quando me levaram de um túnel para outro, disfarçado com um hijab. Ficava acorrentado pelos pés, à base de um pedaço de pão pita por dia. Perdi a conta dos espancamentos. Em dado momento, fiquei sem forças até para andar.
Mas você se obriga a seguir adiante. Achou que fosse morrer?
Uma vez, apareceram com um rifle e deram a ordem: “Diga suas últimas palavras”. Obedeci, tendo certeza de que seria executado. Mas eles apenas riram. Quando vinham falar comigo, não sabia se era para dar comida, me insultar, me bater ou me matar. Para eles, eu era um nada.
Qual estratégia adotou para suportar o cativeiro?
Você ajusta o cérebro. Um pedaço maior de pão, duas horas de cochilo sem ser acordado pelos terroristas — essas pequenas coisas traziam alívio. Meu pensamento estava sempre na família. Toda vez que perdia a esperança, me apegava à ideia, mesmo remota, de revê-la. Também escrevia cartas mentais a Ziv, minha noiva, que estava comigo naquele 7 de outubro e não foi capturada por ter se passado por morta em meio a uma pilha de corpos. Pedia a ela: “Me mande forças. Vou sair daqui”.
Dentro dos túneis, o que sabia sobre o mundo lá fora?
Enquanto estive preso, não recebi nenhuma informação. Jamais imaginei, por exemplo, que o movimento para a libertação dos reféns fosse tão grande e que tantas pessoas planeta afora soubessem da minha história. A maior alegria ao sair daquele inferno foi descobrir que Ziv estava viva e nunca desistiu de mim.
Acha que o governo israelense poderia ter lidado melhor com a situação?
Difícil dizer. É muito importante tirar o Hamas de Gaza. Ao mesmo tempo, perdi companheiros que estavam comigo nos túneis e que tanto me ajudaram a manter a humanidade. Meses após ser solto, ainda sentia culpa pelos que haviam ficado para trás. Me recusei a fazer uma cirurgia para retirar estilhaços de bala alojados em minha perna até que todos fossem resgatados. Com a trégua de outubro passado, pude voltar a respirar.
O quanto essas memórias ainda o assombram?
Tenho gatilhos com as coisas mais banais. Quando levo um garfo de comida à boca, por exemplo, lembro da fome, das provocações dos terroristas. Faço acompanhamento psicológico e tento encarar meus traumas. Sobreviver foi uma vitória.
Por que decidiu usar o termo mufawadat, que significa negociação em árabe, como título de seu livro?
O livro fala tanto dos meses de tratativas que levaram à minha libertação como da barganha diária por alimento, água, luz, banho e uso do banheiro. Mais difícil foi negociar com Deus, a quem pedia algum sinal que me guiasse, e comigo mesmo. Me questionava o tempo todo se deveria lutar pela vida. Que bom que não desisti dela. (Revista VEJA)
O FASCISTA Alberto e o Padre das esmolinhas no lançamento do livro do advogado "sacristão"
O bispo Nuno Brás também está presente. A beatice é um dos grandes sustentáculos deste regime de mamões. Todos eles com reformas douradas.
Tudo gentinha da direita e inimiga das conquistas do 25de Abril.Dois apoiantes fervorosos do regime autonómico ao serviço dos mamões.Dr."Vespeira" e Sara Madalena a deputadinha do CDS.
Este é o primeiro livro de Ricardo Vieira e aborda as causas naturais e históricas que estão na origem do regime autonómico da Madeira, que foi consagrado na Constituição da República Portuguesa aprovada há precisamente 50 anos. A escolha desta data para o lançamento da obra teve a ver com o facto de coincidir com o dia em que o engenheiro Rui Vieira, pai do autor, completaria 100 anos de vida.
O cervejeiro do Golfe aqui todo manhoso O fascista Alberto está cada vez mais caquético, mas sempre reacionário.O discurso final do Advogado "sacristão" agradecendo às entidades do regime que foram à apresentação do seu livro sobre a Autonomia dos mamões.
O advogado "sacristão" publica livro e é ovacionado por todos os fascistas do regime.(que vivem regaladamente com as suas reformas principescas!)
domingo, 29 de março de 2026
Grande verdade de Paulo Morais acerca do ritual dos congressos dos partidos
«Os partidos, em Portugal, convidam os partidos adversários para o encerramento dos seus congressos. No discurso de encerramento, os convidados são (naturalmente) criticados, por vezes até mal tratados. E vingam-se, depois, falando às televisões, criticando quem os convidou.






