sábado, 9 de maio de 2026

Morreu Carlos Brito um camarada que rachou e foi afastado do PCP

 


É preciso falar de ABRIL

 










JPP está a aliar-se com o PSD de forma encapotada. Está prestes a alinhar como sistema como faz o Víctor Freitas do PS Madeira

 “A esquerda, esquerda já acabou, o PS se calhar qualquer dia acaba...” 

https://www.jm-madeira.pt/regiao/a-esquerda-esquerda-ja-acabou-o-ps-se-calhar-qualquer-dia-acaba-AF20160088

Foi  análises assertivas escritas por leitores do nosso blog
«Foi bom eles se mostrarem com o piorio do PPD. Eu votava no Jpp, mas a partir do momento que convidaram o ditador Bokassa para as suas palestras não agarram mais nenhum voto meu e da minha família. O JPP não tem respeito pelas pessoas que foram perseguidas por esta máfia. Nem pelos empresários que foram alvo de concorrência desleal por parte dos oligarcas corruptos que compram o poder. A partir de agora nem mais um voto. Eu quero partidos que combatam esta máfia e não que se juntem a eles»
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«Tem toda a razão, meu caro. Este Jotapupu é e sempre foi uma fraude. O tonto do arqueólogo andou a "consultar os astros" e chegou à conclusão que é melhor aliar ao partido que combatiam. Se não podes com eles, junta-te a eles. É a velha lógica do Emanuel Bento».

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«Tem toda a razão! Mas veja bem: um povo oportunista que vota nos seus carrascos, como quer que reajam os oportunistas que aparecem em outros partidos? Dão ao povo o que o povo quer e tornam-se cúmplices do Sistema, beneficiando do mesmo! O JPP levou uma dúzia de anos para aprender o que o CDS, o PS, a UDP/BE e o PCP, já há muito sabem e fazem. O Chega, a IL, o PAN e outros, aprenderam mais depressa que o JPP e veja como se deram tão bem. Só a ND e o PTP é que não aprenderam e foram extintos, por falta de votos e apoio popular. Eram idealistas na luta mas tinham traidores no seu seio.»

PSD de Miguel Albuquerque quer desenhar o mapa eleitoral e voltar aos circulos concelhios Seguir a estratégia deJoão Lemos

 Ele quer o PSD a ganhar na secretaria e desvirtuar o resultado das eleições na Madeira afim de se eternizar no poder.

Os senhores "João Lemos" dos EUA

E

m tempos, um professor da UMa teve a "brilhante ideia" de melhorar a economia redesenhando o mapa de freguesias e concelhos da Madeira, agora defendeu "o regresso dos círculos eleitorais, de modo a que os residentes de cada concelho tenham um representante e saibam, de facto, quem é, no parlamento madeirense". Basicamente a intenção é a mesma, é política, mas embalada de forma diferente para chegar ao verdadeiro propósito, as vitórias mais folgadas do PSD Madeira.

Nada mais a propósito, estamos com um belo exemplo fora da nossa terra que vai gerar ditadura. espero que o exemplo alerte as pessoas para algum tipo de gente que quer continuar a prosperas com os pés em cima dos outros.

O mesmo fenómeno de engenharia política com paralelo nas intenções de alguns na Madeira reside na tentativa de alterar as regras do jogo para garantir que o resultado seja sempre o mesmo, independentemente da vontade real dos eleitores.

Atentem ao que se está a passar com o ditador da América...

Nos EUA, este processo chama-se Gerrymandering. Recentemente, estados como o Tennessee e a Virgínia (e outros como a Carolina do Sul e o Alabama) têm estado no centro de batalhas judiciais por causa do redesenho dos círculos eleitorais.

No fundo é usar a técnica de "drill drill" para o petróleo defendida pelo ditador da América nas eleições. A estratégia de "cracking" (Fragmentação), no Tennessee, por exemplo, onde o Partido Republicano redesenhou o mapa de modo a dividir cidades tradicionalmente Democratas e com grandes populações de eleitores negros (como Memphis e Nashville) em três ou quatro círculos diferentes é um exemplo claro do que pretendiam e pretendem para a Madeira.

Ao espalhar esses eleitores por distritos rurais esmagadoramente Republicanos, o seu voto deixa de ter peso. Eles deixam de conseguir eleger um representante que defenda os seus interesses. Isto é tão importante que os Democratas que estão com sondagens para vencer perderiam a larga maioria dos representantes.

Quando um eleitor negro percebe que o seu círculo foi "desenhado" para ele perder sempre, a motivação para votar desaparece. É uma forma de supressão indireta de voto, não te proíbem de votar, mas fazem com que o teu voto não conte para nada. O entusiasmo com a trapaça gera divisões sociais e raciais, pelo menos na América. Acredito que na Madeira o madeirense mole como é se deixaria ficar.

Na Madeira, vivemos atualmente num sistema de Círculo Eleitoral Único. Isto significa que todos os votos de todos os concelhos vão para o mesmo "cesto", e os 47 deputados são distribuídos proporcionalmente. É o sistema que melhor protege os pequenos partidos e a pluralidade.

A proposta dos "Lemos" desta terra que confere com as necessidades do seu PSD, tem por base criar círculos por concelho (11 círculos ou mais), defendida por vozes como João Lemos para "estabilizar" o sistema, tem o mesmo objetivo mecânico do que estamos a ver nos EUA. A morte da proporcionalidade. Se a Madeira passasse para 11 círculos (um por concelho), o PSD (que ganha na maioria dos concelhos individualmente) poderia eleger quase todos os deputados, mesmo que a sua votação global baixasse.

Num círculo pequeno (como o Porto Moniz ou São Vicente), ou como no concelho do senhor João Lemos, os votos no IL, PAN, BE ou seriam "lixo". Só os dois maiores partidos (PSD e PS) teriam hipóteses de eleger. Eventualmente o JPP, mas toda a oposição seria insignificante. Isto é o regresso à Maioria Absoluta "Artificial". Tal como os Republicanos no Tennessee querem garantir 9-0 em mandatos com apenas 60% dos votos, onde os Democratas têm sondagens para ganhar, o objetivo na Madeira seria permitir que o PSD voltasse às maiorias absolutas sem precisar de ter 50% dos votos dos madeirenses.

O que une o caso americano ao caso madeirense é a tentativa de substituir a democracia de pessoas pela democracia de territórios. Nos EUA, usam a raça e a geografia para diluir o poder dos Democratas. Na Madeira, usam a divisão por concelhos para diluir a pluralidade que surgiu nas últimas eleições e devolver o controlo total ao partido dominante.

Em ambos os casos, o resultado é o mesmo, o eleitor sente que o sistema está "viciado" e afasta-se das urnas, o que apenas ajuda quem já está no poder.

Atente-se à guerra civil que se vai gerar na América, por cá eles sabem que o madeirense é mole e não se mexe. Pobrezinho e remediado é suficiente.

DJ Manduka compõe sua poesia em tributo e homenagem ao grande médico madeirense Rafael Macedo

 Obrigado por não seres mais um que se vendeu!

Rafael Macedo ao ver o negócio que os médicos corruptos e ganaciosos fazem com a saúde dos pobres. Começou a denunciar suas práticas ao grande público e também ao vasto auditório do blog Pravda ilhéu! Nós aqui não fazemos o culto da personalidade, mas o trabalho cívico do dr. Rafael Macedo deve ser elogiado e reconhecido por todos os democratas. Ele não olhou só para o dinheiro não baixou a cabeça ao Director!

 Dr. Rafael o respeito é para quem luta! Lá canta o nosso DJ.

Tributo ao grande médico Rafael Macedo

Grande DJ Manduka : Achas que a bata branca tapa consciências!? Dr. Rafael entrou na medicina nuclear e viu o sistema por dentro. Sabes como é!  Mas em Santa Maria os corredoures falam...
Obrigado por não seres mais um que se vendeu! A verdade e f*** mas é a única que fica!





A Autonomia que o PSD e alguns partidos da falsa oposição serve apenas os meia dúzia de grandes empresários endinheirados

 



«Mais autonomia, poderia ser bom, mas não nas mãos desta gente. Mais autonomia é o ambiente perfeito para o crime sem qualquer vigilância, o que já acontece em parte com todo os órgãos fiscalizadores manietados. Os eventos dos jornais acabam sempre com as conclusões dos jornais e do regime. Perante os problemas no mundo, mais Autonomia, porque na Madeira não há mais problemas do que vedar a democracia sui generis de dependência e está calado. Autonomia para mim é o esquema do gamanço, que não se importa com ninguém nesta terra a não ser os que se instalaram a ganhar bem na Autonomia, e não se ralam com mais ninguém. É só ver como nunca saem e estão sempre a rodar. Por mais que o eleitorado ainda rejeite. Os eventos dos jornais são entretenimento, formas de dar forma à narrativa. Num mundo perigoso, não se atrai todo tipo de gente perigosa para a terra para lavar dinheiro. Não se atrai os dois lados antagónicos e beligerantes. Vamos no mau caminho, um dia se saberá. Uma página de peões e privilegiados.»


sexta-feira, 8 de maio de 2026

Os ladrões do PSD na Madeira roubam que se fartam e não vão presos ( MAS O POVO GOSTA DESTES LADRÕES E DÁ-LHES VOTOS COM FARTURA)

A ladra dos 6 milhões da Aiminho. O dinheiro voou para sempre e nem um dia de cadeia apanhou!
Patrícia Dantas a filha do João Dantas
 O da Ponta do Sol roubou 2 milhões



Pagamos a electricidade mais cara da Europa para pagar os 80 milhões investidos pelo governo do PPDê na fábrica das algas no Porto Santo e que nunca funcionou.
Foto final:
João de Abreu, antigo leitor do jornal "O Garajau" conversa com o presidente Albuquerque na rua dos murças no Funchal. É dono de uma loja de bordados Madeira!