Este amiguinho é o "Alturas" do PS/Madeira
O
s convites a PSD's para eventos da JPP, as participações e opiniões validas para ideias de gestão do JPP, os elogios de PSD´s ao partido e a elementos do partido, o branqueamento de imagem de uns com a validação, normalização e legitimação, tal como a Igreja faz noutras circunstâncias, mas agora em programa de rádio, são vaidades de crescimento que o JPP não nota serem o efeito Luís Miguel de Sousa com Paulo Cafôfo.
O JPP começa a parecer o Chega a receber toupeiras, ex simpatizantes ou militantes do PSD. As referências amistosas do PSD não são mudança de atitude, são mudança de estratégia, partem do pressuposto de que, os dependentes do Governo e do PSD, fazem uma maioria interesseira que pode ter uma cáfila a gerir a Região mas isso nada importa, se cada um tiver a sua zona de conforto. Como quem quer mudar deseja mais pureza e menos imitações, a proximidade, associação de ideias e permitir (por vaidade) um estado e função, fornecida para branquear o desejado futuro testa de ferro das obras instituído em Presidente do Governo, é clara e explícita.
O JPP na sua agenda e dinâmica não nota que as suas boas notícias valem linhas e pouco espaço e as negativas têm chamada de capa, com casos de polícia, proximidades e falsos elogios. Ou seja, as referências às dificuldades socioeconómicas enfrentadas pela população são minudências, mas a sua equiparação ao PSD via CMSC e de limpeza da imagem de figuras do PSD Madeira é clara.
O JPP não nota que está num processo de apadrinhamento e sacralização institucional semelhante ao papel que a Igreja desempenha noutros contextos.
Quando todos são iguais, ganha o PSD Madeira.