sábado, 22 de agosto de 2026

O pato Bravo Paulo Nóbrega é dono do "Cristo Rei" e precisa de construir à volta da estátua apartamentos de luxo de um milhão de euros cada um

Paulo Nóbrega e Élia Ascenção são contra a adoração de imagens de escultura na freguesia do Caniço.
 Entretanto não há problema nenhum. Numa terra onde se veneram e adoram santos do barro e pedra esculpida. Há muitos mais bonecos de barro para adorar por toda a ilha do que o mamarracho de pedra existente no chamado Cristo Rei. Paulo Nobrega entendeu isso muito bem e proibiu o culto às imagens de escultura nos seus terrenos.


O JM do
meia saca escreveu a propósito:

«A sociedade que é dona de todos os espaços envolventes já comunicou à Câmara de Santa Cruz que se responsabiliza pelas obras decorrentes do temporal de 27 de março. A Autarquia elogia e agradece.

Celeridade

A sociedade Great Potencial Lda, que se diz proprietária das piscinas, ‘courts’ de ténis, miradouros, estradas, veredas de acesso, vigia das baleias e ainda do monumento ao Sagrado Coração de Jesus (conhecido por Estátua do Cristo Rei), já informou a Câmara Municipal de Santa Cruz, da intenção de recuperar o monumento que foi atingido pelos relâmpagos do temporal do último 27 de março. Comunicou também da intenção de solicitar, previamente, ao Laboratório Regional de Engenharia Civil, um parecer técnico, que aponte os danos ocorridos bem como quaisquer outras patologias que possam existir e que recomende quais as melhores técnicas e materiais para proceder à referida intervenção. Isto mesmo foi garantido ontem ao Jornal, por Paulo Nóbrega, diretor comercial da sociedade proprietária do espaço em questão.

Paulo Nóbrega adiantou que assim que a sociedade esteja na posse do relatório do LREC, contactará as várias empresas existentes, especializadas em restauros de obras de arte e monumentos em betão, de modo a obter cotações, procedendo, de seguida, à sua adjudicação, de modo a que, o mais breve possível se iniciem os trabalhos.

Entretanto, a Proteção Civil procedeu à sinalização e interdição do local, de modo a evitar qualquer ocorrência face aos danos que o monumento apresenta e que poderiam colocar em perigo, a integridade física dos visitantes. Paulo Nóbrega diz que assim que a Câmara Municipal de Santa Cruz autorize as obras, a sociedade Great Potencial Lda irá proceder à montagem de uma estrutura que salvaguarde a integridade do monumento e permita que os técnicos possam aceder, de maneira segura, à estátua.

Paulo Nóbrega aproveitou a oportunidade para recordar que, na altura da queda de parte do manto, os trabalhos foram feitos pelos serviços da Câmara Municipal mas com a autorização e supervisão da anterior proprietária do espaço: a sociedade InterMarina SA. No entanto, face à extensão dos danos agora ocorridos, torna-se premente, segundo Paulo Nóbrega, proceder a um estudo aprofundado de modo a ser devidamente estudada e ponderada, qual a melhor forma de recuperar e preservar o monumento.

Contactada pelo JM, a Autarquia de Santa Cruz confirmou o interesse da sociedade em intervir na recuperação da Estátua e regozijou-se com tal situação [logo, após o temporal, a Autarquia ponderou pedir apoio ao Governo Regional], tendo em conta que o espaço é um local de interesse para todos os madeirenses e turistas. Quer de inverno, quer verão, aquela zona é muito visitada não só por locais, como por turistas e há, inclusive, peregrinações.» (JM)


Saturnino e a enfermeira Bruna Gouveia além de viverem toda a vida à sombra dos tachos do Regime; querem perpectuar o culto às imagens de escultura na freguesia do Caniço.
 Apoiam o obscurantismo religioso que lhes dá muitos votos.
Bruna Gouveia apoia a veneração das imagens religiosas.

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Porque existe o silêncio de DEUS? Reflexões de José Sarmago no evangelho segundo Jesus Cristo

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«O mundo jamais será tranquilo enquanto não se extinguir o patriotismo da raça humana»---Bernard Shaw

 


Dr.João Bosco presidente da Assembleia Municipal de Machico no dia da cidade do Funchal

 

Aqui temos o dr João Bosco e sua esposa aqui ao lado do direitolas de S. Vicente eleito pelo partido CHEGA
O poeta Emanuel Bento aparece nesta foto com novo visual, foi obrigado a trair os lutadores do Jornal Garajau grupo do qual fazia parte para obter um empregozinho afim de garantir a sua sobrevivência.

O padre José Luís Rodrigues critica o desvirtuamento do culto à virgem Maria praticado pela maioria dos seus colegas de sacerdócio

 

O género da Igreja Católica
Tem dois géneros. No discurso é «mãe e mestra» (até se pode aludir a uma Encíclica do Papa João XXIII com este título «Mater et Magistra»).
Para o discurso do clero a igreja é feminina, é mãe, mesmo que em tantas vezes nas ações clericalista exceda sobremaneira as ações de uma reles madrasta.
Na sua forma, a Igreja Católica, não passa além da masculinidade, porque só o macho tem direito a ser «eleito ou escolhido por Deus» para receber o Sacramento da Ordem e integrar a hierarquia.
Tudo é masculino, desde Deus pai e Jesus filho até o Papa, ao bispo e ao padre. No pensamento geral, umas vezes velado e outras concretizado, o melhor que se pode desejar na organização das sociedades é o «pater famílias», o senhorio feudal, que tem poder sobre a vida e a morte dos seus familiares.
A Igreja Católica tal como a conhecemos resulta, não apenas da vontade divina, mas também da diabolização humana de Eva, a impertinente e indisciplinada mulher que as origens apresentaram.
Por isso, Eva foi substituída pela submissa Maria, virgem e mãe, convertida numa idealização da figura de Nossa Senhora, moldada pelo olhar totalmente masculino, que não passa de uma poderosa manifestação da misoginia reinante.
A única mulher que ainda escapa a alguma tolerância são as mães do clero, embora muitos deles já tenham tirado de si mesmos o lugar da mãe humana e colocado em seu lugar a idealizada Nossa Senhora das imagens e do discurso das palavras vazias sem qualquer possibilidade de existência concreta nesta vida.
Desde o momento em que Maria deixou de ser a Maria de Nazaré, a mulher sábia e ativa do Magnificat no Evangelho, para ser a mediocridade das imagens com a sua profusão infinita de títulos (muitos deles soando tão esquisitos que até Maria de Nazaré deve rir-se deles), veio não um exemplo de mulher, mas uma semideusa que aquece emoções e alimenta o pretexto para desprezar as outras mulheres, que são desvalorizadas e consideradas inferiores ou incapazes.

A par disto tudo vamos vendo como tolera e se submete a tudo isto a própria mulher, que tantas vezes encabeça movimentações sociais para defender absurdos anticristãos, antidivinos e desumanos que nos apareciam arrumados no fundo dos baús da história. JLR
Padre José Luís Rodrigues

Padre António Magalhães de Sousa

O DEUS MAMOM NO TRONO DO ALTAR:
A PROFANAÇÃO DAS “FESTAS RELIGIOSAS”


 «As festividades que anualmente são organizadas em honra dos santos e da Virgem Maria são momentos, para muitos, marcantes na vida das comunidades. No entanto, quem olha com atenção e serenidade para a forma como muitas destas celebrações se desenrolam não pode deixar de sentir uma profunda inquietação. O que deveria ser um ato de fé e de louvor transformou-se, em muitos casos, num arraial profano onde o sagrado serve apenas de pretexto para o excesso.

É doloroso constatar que aquilo que se promove em nome do Evangelho é, tantas vezes, o oposto dos seus ensinamentos. Gastam-se quantias exorbitantes de dinheiro em conjuntos musicais e fogos-de-artifício, alimentando uma vaidade patética e um bairrismo sem sentido, cujo único objetivo é mostrar que uma terra faz "mais e melhor" do que a vizinha. Esquece-se, assim, o princípio cristão de que a mão esquerda não deve saber o que faz a direita, trocando-se a discrição e a caridade pela ostentação pública.

Esta incoerência torna-se ainda mais evidente na conduta de quem assume a organização destas festas. Assiste-se ao desplante de ver pessoas que desprezam a Eucaristia dominical (o centro e o Santo dos Santos da vida cristã) a aparecerem nos dias do arraial a pavonearem-se como devotos exemplares. Carregam as imagens sagradas aos ombros com uma desfaçatez de que parecem nem ter consciência, transformando um ato de veneração num desfile de orgulho pessoal.

O cúmulo desta profanação vislumbra-se numa tradição particularmente ofensiva que teima em persistir em algumas zonas da diocese: a colocação de fitas nas imagens dos santos para que os fiéis ali prendam notas de dinheiro durante a procissão. Este ato, camuflado sob a capa de uma suposta promessa ou devoção popular, esconde uma distorção grave do sentido do sagrado. À medida que o cortejo avança pelas ruas, assiste-se a um espetáculo degradante onde a figura do santo vai sendo progressivamente sepultada sob camadas de papel-moeda. No final da procissão, a imagem que deveria inspirar recolhimento, oração e imitação das virtudes evangélicas desaparece por completo. O que fica exposto aos olhos de todos já não é o rosto de um servo de Deus ou da Virgem Maria, mas sim a exibição ostensiva e triunfal do deus Mamom, o ídolo do dinheiro e da riqueza material.

Esta inversão de valores assume contornos ainda mais graves pela indiferença generalizada que a rodeia. Ninguém parece incomodar-se com esta indecência pública, que ocorre em plena via solene e sob o olhar cúmplice ou passivo da comunidade. A anestesia espiritual é tamanha que a profanação foi normalizada, porque a verdadeira prioridade das comissões de festa já não é o louvor divino, mas sim a garantia de um lucro avultado. O dinheiro arrecadado serve objetivos bem mundanos: assegurar o pagamento generoso ao clero (garantindo o silêncio ou a complacência de quem deveria zelar pela pureza da fé) e acumular fundos para continuar a estourar em vaidades, como palcos cada vez maiores e pirotecnia ruidosa.

Os santos são, assim, instrumentalizados e trazidos à rua com o único propósito de servirem como agentes de angariação de fundos. A procissão deixa de ser um ato comunitário de caminhada na fé e passa a ser uma mera transação comercial ambulante, onde o sucesso é medido exclusivamente pelo saldo financeiro positivo. Ao cobrir as imagens sagradas com notas e ao focar a atenção do público na quantia ali exposta, adota-se uma postura de exibicionismo e mercantilização que atenta contra o pudor cristão. É uma dinâmica de espetáculo e apelo visual que, pela sua falta de respeito e pela mercantilização do corpo e da imagem, lembra tragicamente os modos e os critérios usados nos cabarés, rebaixando o que é santo ao nível do entretenimento profano mais rasteiro.

Aqueles que beneficiam com este sistema, os chamados moderados que muitas vezes comem à custa dos santos, apressam-se a defender estas tradições com o argumento de que as festas aproximam as pessoas, promovem o convívio e ajudam a descomprimir o dia a dia. O convívio e a confraternização são, sem dúvida, importantes e necessários na vida de qualquer comunidade. Contudo, impõe-se a pergunta: precisamos realmente de usar e profanar os santos para nos juntarmos? Não seríamos capazes de promover esses momentos de alegria e partilha sem fazer dos santos um mero pretexto ao ponto de os desrespeitar?

Criticar estes hábitos é, frequentemente, expor-se à incompreensão imediata e à revolta cega daqueles que não aceitam que se aponte o dedo às tradições vazias. Quem ousa questionar o sistema estabelecido é rapidamente rotulado como inimigo da festa ou da própria terra, pois a crítica mexe com o orgulho ferido e com interesses instalados. No entanto, o silêncio e a passividade perante a mercantilização e a profanação explícita do sagrado não são sinais de moderação ou respeito; são uma cumplicidade cobarde que desfigura e esvazia a nossa fé por dentro. Calar diante deste cenário é aceitar que a Igreja se transforme num mercado e os santos em mercadoria. É tempo de rasgar esta capa de hipocrisia e iniciar uma purificação corajosa das nossas festas, devolvendo-lhes de forma urgente a dignidade perdida, a sobriedade cristã e a verdadeira essência do Evangelho.»


(P. António Magalhães Sousa)

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Albuquerque vai ficar milionário à custa da construção do novo Hospital. Alerta o grande deputado Francisco Gomes

 

Francisco Gomes alerta para a roubalheira milionária que aí vem!
 Francisco Gomes, alerta para a roubalheira que aí vem.
 Albuquerque ainda vai ficar mais milionário do que o José Sócrates

📢 FISCALIZEM O NOVO HOSPITAL!


💰 Uma obra que devia custar 350 milhões vai custar MAIS DE 700 MILHÕES!

⚖️ O TRIBUNAL DE CONTAS já disse que a obra está CHEIA de situações que levantam suspeitas de fraude e de desvios de dinheiro público!

🚨 É muito claro que estamos perante um POÇO DE COMPADRIO E CORRUPÇÃO para meter dinheiro no bolso de certas empresas e de certos governantes!

🔎 Que se investigue!
📣 Que se exponha!
⛓️ Que os culpados RESPONDAM à Justiça!

Os corruptos atacam que denuncia os seus negócios à custa dos impostos dos contribuintes

Continuam os roubos ao principe Renato do ilhéu da Pontinha por parte das forças afectas ao regime PPDê





Desta vez foi a Câmara Municipal do Funchal a lhe penhorar dinheiro da conta bancária.

Principe Renato:
 «Como sabem fui retirado à  força da minha ilha pela GNR e fiquei com o termo de identidade e residência do mesmo local que fui retirado a força e claro tinha e tenho medo das armas.   E a administradora ladra judicial Maria da Conceição, sabia que tinha dinheiro da ilha e em vez de fazer as contas e acertos do que tenho o legítimo dinheiro a receber. Gastou 33.000 euros para vir a Madeira fazer o negócio da venda do Ilhéu na imobiliária do tribunal no gabinete do juiz. Nem teve a distinta ousadia de pagar a água. Nem podia entrar lá . Óbvio que de forma sorrateira ficou caladinha a administradora fugiu da  Madeira com o dinheiro. Passados 9 anos a máfia madeirense achou por bem me penhorar com juros dos 3 meses de agua. Grandes FDP
Como sou exilado não sabem onde moro desde 2017 e a CGD também conivente deve e sabe que a dívida que a administradora deixou deveria ser entregue a mesma, pois estava insolvente e inclusive estava prescrito.»