sexta-feira, 27 de março de 2026

Aqui na Madeira está tudo controlado o MP e as juizas da Comarca trabalham todas para ajudar os corruptos do Betão e do alcatrão

 

Os irmãos Metralha na República do Betão.
 Quero dar os parabéns a quem escreveu o texto "Um órgão para proteger a corrupção da verdadeira Justiça", tirou-me as palavras da boca, e digo mais! Um órgão sério de vigilância à corrupção não se deixa nas instalações do Lojão (ALRAM). Quer dizer um grupo de pessoas do PSD vão fiscalizar o Governo Regional.

Com jeitinho reúnem primeiro com o "Petit Salazar" para tomar decisões e ainda vão ao Kampo almoçar, um relacionamento de boas vizinhanças. Isto é gozar com povo à descarada, é a mesma coisa que pôr os lobos a vigiar o galinheiro

O presidente deste órgão saiu da Comissão Política do PSD, para não dar nas vistas, e assim assumir o cargo, mas quer continuar a exercer advocacia (!) coisa que a lei não permite. Mas nesta terra vale tudo. Olhamos para o grupo e tudo o que transpira é "credibilidade". Ai processos, ai dívidas, ai "brancas" que vai haver com gente condicionada. Comecem por fiscalizar a negociata do próprio local de trabalho, as rendas que a ALRAM paga ao monopolista quando poderiam ter comprado o espaço.


quinta-feira, 26 de março de 2026

Acto de pirataria do regime Yanque sobre a venezuela com a cumplicidade da vice-presidente Delcy Rodríguez

 

Secretário do Interior dos EUA trouxe da Venezuela 100 milhões de dólares em ouro

O secretário norte-americano do Interior, Doug Burgum, afirmou quarta-feira ter trazido da Venezuela para os Estados Unidos 100 milhões de dólares em ouro, que serão destinados a investimentos industriais. 

Burgum, que visitou a Venezuela este mês juntamente com executivos do setor petrolífero, afirmou ter regressado a Washington com o ouro físico avaliado em 100 milhões de dólares. 

"Não se verificava qualquer envio de metais preciosos entre a Venezuela e os EUA há mais de 20 anos", disse Burgum aos executivos do setor energético na conferência CERAWeek, no Texas. 

O secretário do Interior esteve em Caracas no dia 3 de março e afirmou ter passado mais de 10 horas reunido com a Presidente interina, Delcy Rodríguez, na qualidade de intermediário de um conjunto de empresários do setor petrolífero e mineiro que pretendem iniciar operações no país sul-americano. 

Burgum classificou a indústria mineira venezuelana como "colapsada" e reduzida a minas artesanais "controladas por gangues", mas afirmou ter encontrado um compromisso governamental para modernizar e criar condições para gerar negócios bilaterais. 

Em janeiro, os Estados Unidos capturaram o ex-líder venezuelano Nicolás Maduro numa operação militar em Caracas, deixando o resto do regime praticamente intacto.

O governo norte-americano tem desde então trabalhado com Rodríguez, a quem o Presidente Donald Trump qualificou como "uma pessoa maravilhosa", em repetidas ocasiões

https://www.dnoticias.pt/2026/3/26/486197-secretario-do-interior-dos-eua-trouxe-da-venezuela-100-milhoes-de-dolares-em-ouro/

Lugar de polícia criminoso é na cadeia

 Lugar de criminoso é na cadeia e não nas ruas usando fardas e recebendo para cometer crimes..
ABSURDO! Dentro de uma escola pública, um policial agrediu dois estudantes e a presidente da AMES, no Rio de Janeiro. Segundo informações, a violência aconteceu após a organização de um ato contra o assédio de um professor.
Fim da polícia militar JÁ

Grande camarada Lula você é o maior

 

O "cliente trabalhador" a moderna exploração do homem pelo homem para enriquecer cada vez mais os grandes grupos económicos!

 

 Vivemos numa era em que, sob o pretexto da "agilidade" e da "modernidade digital", as empresas transferiram os seus custos operacionais diretamente para as costas do consumidor. Ele faz todo trabalho, paga e ainda tem direito a uma fiscalização desconfiada dos supervisores.

Falam das asneiras das políticas de Eduardo Jesus, mas há mais formas de destruir a nossa qualidade de vida. Houve um tempo em que ser cliente significava ser servido. Hoje, ser cliente é ser um funcionário não remunerado de todas as empresas com as quais interagimos. O cansaço que a sociedade sente não é apenas fruto das horas de emprego formal, mas da escravidão invisível que nos obriga a fazer tudo neste novo mundo impessoal.

No supermercado, passamos as nossas próprias compras e pesamos a nossa fruta; no bricolage, carregamos e montamos o nosso próprio material. Na banca, somos nós que gerimos transferências, resolvemos erros de sistema e operamos máquinas que substituíram o rosto humano. As empresas venderam-nos a ideia da "autonomia", mas o que nos entregaram foi a transferência de esforço e assim elas ganham mais dinheiro com trabalho de borla.

Se a máquina falha ou se cometemos um erro no processo, a culpa é nossa. Não há ninguém a quem reclamar, apenas um ecrã frio que exige que reiniciemos o processo. O tempo que deveríamos usar para descansar é gasto a aprender a usar novas aplicações de serviços básicos ou a lutar com chatbots desumanos.

  Somos "mal vistos" se não dominamos a tecnologia da empresa, como se tivéssemos a obrigação de ser peritos em cada serviço que pagamos para obter. Quando não desconfiam de que poderemos roubar algo e ainda nos ferem a dignidade, tudo porque os clientes são todos iguais e "funcionários".

  Este mundo "eficiente" é, na verdade, um sistema de exaustão. Transformaram o cidadão num empregado multifunções de todas as marcas, sem salário, sem descanso e com a obrigação de sorrir enquanto faz o trabalho que, outrora, dava emprego e dignidade a outra pessoa.

 Este cenário é particularmente irónico quando olhamos para os números da pobreza e da habitação, enquanto as grandes empresas lucram ao eliminar postos de trabalho e ao passar o serviço para o cliente, a base da população continua a lutar para sobreviver a este "fabuloso" crescimento económico que não se traduz em tempo nem em qualidade de vida.

CDU dá apoio a moradores das zonas altas de Santo António mas depois os mesmos vão votar todos no PPDê

 CDU leva moradores do Ribeiro Lavadouro à Câmara do Funchal

 A CDU acompanhou um grupo de moradores das zonas altas de Santo António, nomeadamente do Ribeiro Lavadouro, no Lombo dos Aguiares, a uma reunião pública da Câmara Municipal do Funchal, com o objetivo de exigir a resolução de reivindicações antigas da população.

 Segundo os moradores, apesar de abaixo-assinados, audiências e promessas do executivo camarário, continuam por concretizar melhorias consideradas essenciais, entre as quais a construção da estrada que ligará o Laranjal Pequeno ao Ribeiro Lavadouro. A população manifestou descontentamento, afirmando sentir-se abandonada e defendendo que estas intervenções representam necessidades básicas para melhorar as condições de vida.

 A CDU sublinha que continuará a acompanhar as populações das zonas altas de Santo António na reivindicação de soluções para os problemas de quem vive e trabalha naquela área do concelho do Funchal.

(JM do "meia-saca")

Policia e GNR não fazem patrulhamento na Matur e a população está com mêdo (escreve hoje o diário do padre)

 Outra coisa não seria de esperar destas policias fascistas que seguem o partido CHEGA e apenas servem para aplicar pesadas multas aos cidadãos trabalhadores