segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Quando o Sporting processou o PÚBLICO num caso que se arrastou por quatro anos

  No dia 22 de Fevereiro de 2001, o PÚBLICO publicou dois artigos da autoria dos jornalistas João Ramos de Almeida, José Mateus e António Arnaldo Mesquita que noticiavam a existência de dívidas fiscais de diversos clubes, nomeadamente uma de 2,3 milhões de euros do Sporting. O clube negou, levou o PÚBLICO a tribunal e exigiu 2,5 milhões de euros por danos morais que lhe tinham sido causados. O desfecho deste caso só se deu em Abril de 2005.


Devida Vénia é o podcast dos advogados Francisco Teixeira da Mota e Leonor Caldeira, sobre os casos que levaram o jornal PÚBLICO ao banco dos réus.
Professor Jónatas Machado

 

Devida Vénia: quando Rui Rio processou Augusto M. Seabra por causa da palavra “energúmeno”

 


  Augusto M. Seabra, antigo crítico cultural do “Expresso” e fundador do “Público”, morreu esta madrugada, vítima de complicações prolongadas de saúde. A importância do seu trabalho, que se desenvolveu também na área da programação, foi elogiada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Morreu Augusto M. Seabra, derradeiro representante “de um tempo em que a crítica era determinante no espaço público”
Rui Rio ex-presidente da Câmara Municipal do Porto


A contradições democráticas nos EUA

 


Grande Garcia Pereira estamos de acordo contigo!

 


SERVIÇO PÚBLICO - As ordens da polícia nestas manifestações de impedir os acampamentos são ilegais e ilegítimas. Nenhum cidadão é obrigado a obedecer a ordens ilegítimas, afirma o advogado António Garcia Pereira

Mais de 50 pessoas acusadas na operação Ab Initio na Madeira

 "A investigação (...) procura apurar um alegado esquema de financiamento do PSD Madeira através de contratos públicos adjudicados..."

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Diário de Notícias da Madeira, 02.11.2026.

Orquestra da Acampada

 

Polícia de Segurança Pública é contra os ideais de Abril. Polícia fascista não ! Extinção já!

 

Novas formas de tentarem descredebilizar as manifestações pela habitação:

- Envia-se um provocador colocar um petardo na zona da manif e depois de explodir poderem vir acusar a "esquerdalhada" de querer provocar o caos;
- Infiltrar policias à paisana, provavelmente especialistas em criarem confusão para darem argumentos a alguns "comentadores" e ao governo de descredebilizarem os manifestantes, que quando são desmascarados sacam da arma para calarem a indignação de quem os denunciou;
- Multarem quem passa de carro e buzina, manifestando dessa forma apoio à luta pela habitação.
Já vimos muitos filmes destes na história do século XX em particular