quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Helena Matos uma fascista de ultra direita em comentadeira de Televisão


 Sérgio Sousa Pinto destroçou Helena Matos em directo na televisão!

Sem argumentos capazes de contrariar a linha de raciocínio de Sérgio Sousa Pinto, Helena Matos optou por uma estratégia pouco digna de quem se apresenta como comentadora política: insinuar repetidamente que o adversário não estava em condições de debater.
E fê-lo de forma tão insistente que a mensagem se tornou evidente. Quando faltam argumentos para rebater ideias, tenta-se desqualificar quem as apresenta. Ao dizer, por diversas vezes, que Sérgio Sousa Pinto «não está em condições para debater», Helena Matos abriu a porta a uma interpretação inevitável: estaria a insinuar que o comentador estava bêbedo, sob o efeito de drogas, mentalmente perturbado ou, quem sabe, possuído pelo demónio?
Naturalmente, não o disse nesses termos. Mas a insistência na insinuação acabou por transformar o debate numa tentativa de descredibilização pessoal, em vez de uma discussão séria sobre ideias, posições políticas e argumentos.
Foi neste contexto que surgiu a frase que marcou o confronto e que deixou Helena Matos visivelmente irritada. Sérgio Sousa Pinto respondeu-lhe, sem rodeios, com uma distinção política que considerou fundamental: «Sabe qual é a diferença? É que a Helena é de extrema-direita e eu não sou.»
Uma frase curta, contundente e politicamente demolidora, porque deslocou o confronto para o terreno em que, aparentemente, Helena Matos não esperava ser confrontada: o da sua própria identidade ideológica.
Sérgio Sousa Pinto é, reconheça-se, uma figura controversa. Embora militante do Partido Socialista, é frequentemente associado a posições de matriz social-democrata e assume, não raras vezes, posições incómodas para o próprio PS. Não é um socialista convencional, nem alguém que abdique facilmente das suas convicções para seguir a disciplina partidária.
Podemos discordar de muitas das suas posições. Podemos até considerar que algumas das suas intervenções são excessivas. Mas, quanto à capacidade intelectual, à agilidade argumentativa e ao conhecimento da política, é difícil negar-lhe uma preparação que lhe permite enfrentar debates exigentes sem precisar de recorrer sistematicamente à desqualificação pessoal do interlocutor.
E é precisamente por isso que o episódio merece reflexão. Helena Matos, que tem vindo a assumir posições cada vez mais contundentes no espaço televisivo, parece, por vezes, trocar a análise crítica pela defesa intransigente de uma visão política situada à direita do espectro ideológico. Uma postura que, quando ultrapassa os limites do confronto de ideias, corre o risco de transformar o comentário político numa trincheira de combate ideológico.
A questão, porém, vai muito além de dois comentadores e de um momento televisivo.
A democracia não se defende silenciando adversários, desqualificando pessoas ou tratando quem pensa de maneira diferente como alguém que não merece ser ouvido. Defende-se com argumentos, contraditório, liberdade de expressão e respeito pelas regras do debate democrático.
É legítimo que existam posições de direita, de esquerda e de todas as correntes que respeitem a democracia. O que não podemos aceitar passivamente é que a intolerância política se disfarce de comentário, que a agressividade substitua a argumentação ou que a normalização de discursos autoritários nos faça esquecer o valor da liberdade.
Portugal conhece demasiado bem o preço da ausência de democracia para que possamos olhar para estes sinais com indiferença.
Não podemos viver na permanente suspeita de que o passado se repetirá. Mas também não podemos ser ingénuos perante os riscos que ameaçam as instituições democráticas.
Quem ama a liberdade não vende as suas convicções por conveniência, não abdica dos seus princípios por medo e não troca a democracia pela ilusão de uma autoridade que promete resolver tudo.
Porque, quando a democracia começa a ser desvalorizada, raramente é de um dia para o outro que a perdemos. Muitas vezes, começa precisamente assim: quando deixamos de discutir ideias e passamos a combater pessoas; quando a intolerância se torna banal e quando confundimos a força de uma opinião com o direito de impor uma verdade.
E é nesse momento que importa dizer, sem hesitações: a democracia não se negocia, a liberdade não se oferece e os nossos princípios não se vendem barato

Separados à nascença!

 



Liliana Valente traz à luz do dia o corrupto do PPDê RUI COELHO...interessante!


Jorge Bernardes de Melo foi o juiz corrupto que mandou solta o Pedro Calado

 O que está realmente orquestrado por detrás de Rui Coellho, que era o motorista de Pedro Calado aquando do início da Operação Zarco pela Procuradoria geral da República e Polícia Judiciária em 24/01/2024?

O mesmo motorista que fazia depósitos bancários pelo então Presidente da Câmara do Funchal, Pedro Calado?!!!
Curiosamente, pouco tempo depois de
Pedro Calado, Avelino Farinha e Custódio Correia terem sido libertados pelas manobras obscuras dum juíz, e começarem a sua actividade económica normal,
Rui Coelho foi "recuperado" e passou de motorista de Pedro Calado à Presidente da Associação de Futebol da Madeira (AFM), eleito em Fevereiro de 2025.
Cujo cargo passou à ser remunerado precisamente em Julho de 2025, por decisão da Assembleia Geral da AFM.
Resumindo e concluindo, o que é que sabe
Rui Coelho relativamente às negociatas de
Pedro Calado, enquanto braço direito de
Miguel Albuquerque como
Presidente da Câmara do Funchal durante 20 anos e como Presidente do Governo Regional 12 anos, e também quando Pedro Calado foi
Presidente da Câmara Municipal do Funchal durante pouco mais de 2 anos por têr sido preso no âmbito da Operação Zarco?
Por outro lado, convém recordar que as
Casa do Povo são um braço de ferro do PSD Madeira e que têm muitas vezes mais orçamento que as Juntas de Freguesias eleitas...
É através delas que o PSD Madeira compra os Votos da população, através da entrega de Cabazes Alimentares, ofertas de electrodomésticos, viagens gratuitas no Lobo Marinho para o Porto Santo e viagens gratuitas em cruzeiros, etc....

Casa do Povo desconhecia filiação na AFM e revela pedido de renúncia de Rui Coelho (JM)

Escândalo na Madeira: Juiz ignora envelopes com 679.500 euros

O dinheiro vivo encontrado pela PJ não foi suficiente para Jorge Bernardes de Melo validar as suspeitas da prática de crimes, assume no despacho em que manda libertar o ex-autarca Pedro Calado e os empresários Avelino Farinha e Custódio Correia.

Este sábado, 17 de fevereiro, as manchetes do Correio da Manhã, Jornal de Notícias e Público oferecem a mesma leitura sobre o caso na Madeira: "Juiz ignora dinheiro vivo de político", intitula o CM; "Juiz desvalorizou notas e depósitos em dinheiro do autarca do Funchal", lê-se na capa do JN; "Envelopes com 679.500 euros na Madeira não levam juiz a suspeitar de crimes", afirma o Público."Os 679.500 euros em envelopes encontrados nas buscas feitas pela Polícia Judiciária (PJ) na Madeira, no mês passado, em várias residências particulares e também numa empresa, não foram suficientes para o juiz de instrução do processo validar as suspeitas da prática de crimes que lhe foram apresentadas pelos investigadores", eis o arranque da notícia do Público.

"Nem isso nem a dezena e meia de relógios de luxo descobertos em casa de um dos principais arguidos do caso, o ex-presidente da Câmara do Funchal Pedro Calado. Tal como também não foram considerados suspeitos os depósitos bancários em numerário efetuados pelo seu motorista, Rui Pinto, nas contas do ex-autarca", relata o mesmo jornal.

Já o JN conta que "foram mais de 40 mil euros que a Polícia Judiciária apreendeu a Pedro Calado, o ex-presidente da Câmara do Funchal suspeito de ter sido corrompido por dois construtores para os favorecer em concursos públicos. Mas o juiz de instrução criminal, Jorge Bernardes de Melo, que mandou libertar os arguidos rejeitando a existência de indícios de crimes, desvalorizou tanto o dinheiro vivo encontrado em casa do ex-autarca, como 180 mil euros depositados em numerário nas suas contas bancárias, ao longo dos últimos anos", detalha.O CM destaca que "o juiz do caso Madeira ignorou os depósitos em numerário efetuados nas contas bancárias de Pedro calado na decisão proferida sobre a libertação de Calado e dos empresários Avelino Farinha e Custódio Correia". (negócios)

Liliana Valente  denuncia tudo


Liliana Valente

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

O direito à manifestação é um direito constitucional não pode ter regulametações restritivas

 “NÃO HÁ CRIME DE DESOBEDIÊNCIA A ORDENS ILEGÍTIMAS"

A frase é certeira e é do advogado António Garcia Pereira, em declarações ao Jornal Maio, sobre a intervenção policial nas acampadas pela habitação.
Enquanto as autoridades usam o Decreto-Lei 406/74 para justificar a retirada das tendas, Garcia Pereira lembra o óbvio: a Constituição protege o direito à manifestação e exige proporcionalidade. E deixa uma pergunta incómoda: porque é que esta lei nunca foi invocada quando a JSD ou os empresários acamparam em frente a ministérios?
O problema não são as tendas, nem a desobediência. É o uso político da lei para calar quem luta por uma casa.

O Governo da República pede mais dinheiro para cobrir prejuizos dos bancos falidos. Os culpados nunca foram julgados pela juizada fascista

 


Soldados portugueses que foram na conversa dos miliaristas do Estado Novo regressaram sem pernas depois de combaterem nas colónias

 







O nosso Glorioso Ronaldo vai regressar à Seleção pela porta grande. Bem haja!