quinta-feira, 30 de julho de 2026
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Em 1933 os nazis incendiaram o Parlamento alemão, qualquer dia os CHEGANOS queimam o parlamento português e culpam os comunistas e os emigrantes
Os comunistas é que foram acusados de pegar fogo no edifício do parlamento alemão.
(Fonte)”
Rubina Leal vai na moda de viajar pelo mundo à custa do erário público
É moda conhecer mundo com o dinheiro do erário público.
A nova moda no Governo Regional: governar para estrangeiros, para os negócios políticos com a diáspora, viajar de borla a fazer fortunas em subsídios de representação, gastar milhares em eventos sem retorno, infraestruturar possibilidades de negócio para os oligarcas do regime com o poder. O retorno para os madeirenses é zero. A Madeira não decide as políticas externas do país, não tem poder para isso, tudo o resto é encenação justificativa. O objetivo é a viagem e "fazer dinheiro" para a sua conta bancária.
A
E a Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Rubina Leal, foi ao Canadá e aos Estados Unidos representar a Madeira. No Verão. Com o dinheiro dos contribuintes madeirenses.
Não é ilegal. Percebemos. Os titulares de cargos públicos têm direito a viagens institucionais, e se for esse o caso, que o digam claramente. Mas é precisamente por isso que existe uma palavra muito importante no léxico da democracia que parece ter ficado esquecida algures entre o aeroporto do Funchal e o destino transatlântico: prestação de contas.
Não é um favor. Não é uma opção. É uma obrigação legal de quem exerce funções pagas pelo erário público.
Por isso, Rubina Leal, com todo o respeito que o cargo merece, e que se ganha, não se herda, os madeirenses têm perguntas simples. Perguntas de contribuinte. Perguntas que qualquer democracia digna desse nome deveria responder sem hesitar:
Quem pagou a viagem?
Se foi o erário público, ou seja, nós, queremos saber o valor total. Bilhetes de avião. Hotel. Refeições. Deslocações. Tudo.
Qual foi o motivo institucional?
Uma visita ao Canadá e aos EUA em Verão, em plenas férias, tem enquadramento em que agenda oficial exatamente? Que reuniões? Com quem? Para quê? Com que resultado concreto para os madeirenses?
Existe relatório?
Toda a deslocação oficial paga com dinheiro público exige relatório. Não é burocracia, é transparência. É o mínimo que se exige a quem gere o dinheiro de uma ilha inteira.
E o recibo?
Sim. O recibo. Esse documento humilde e democrático que qualquer cidadão madeirense tem de apresentar quando quer deduzir uma despesa. O mesmo que o Estado exige a quem ganha mil euros por mês. O mesmo que a Rubina Leal, na sua função de Presidente da Assembleia Legislativa, tem obrigação de apresentar quando viaja com dinheiro público.
Queremos o recibo.
Não é pedido excessivo. É o contrato básico entre quem governa e quem paga. É a diferença entre um cargo público e um cheque em branco.
A Madeira tem problemas sérios, o mar contaminado, as ETAREs avariadas, as rendas inacessíveis, os jovens que partem, os velhos sem sombra para passear. Problemas que ficaram cá enquanto a Presidente da Assembleia viaja.
Um relatório detalhado. Com todos os custos. Para conhecimento público. Publicado.
Não pedimos muito.
Pedimos o que é nosso.
Contribuinte madeirense. Que nunca foi ao Canadá com o dinheiro de ninguém.
Todos os outros que antecederam não estão esquecidos.
E a fortuna em Vista Alegre para agradecer os vendidos no Parlamento muito menos.
Foi pena não ter normalizado o Bentley com amigos e jornalistas.
Entretanto o povo do Funchal está noutra quer é festas e Ralis
Gil Canha ex-vereador do urbanismo da CMF critica o desinteresse da autarquia pela conservação do património modernista da cidade do Funchal
Agradeçam ao Cafofo!
terça-feira, 28 de julho de 2026
A Policia do PPDê na Madeira prendeu um agricultor de canabis. Já não querem apoiar a agricultura os pardalões!
PSP deteve homem de 66 anos de idade que era plantador de “cannabis”
O Comando Regional da Madeira da Polícia de Segurança Pública (PSP) veio dar conta de que, no dia 27 de Julho de 2026, deteve um homem de 66 anos de idade, residente no concelho do Funchal, pela presumível prática do crime de tráfico de estupefacientes.
A intervenção policial teve origem na detecção de uma plantação de cannabis existente numa horta localizada no interior de uma habitação. Na sequência das diligências efectuadas e após realização de uma busca domiciliária, a PSP apreendeu:
- 3 plantas de cannabis, com aproximadamente 1 metro de altura, com um peso bruto de 159,60 gramas, suficientes para a elaboração de cerca de 64 doses individuais;
- 4 plantas de cannabis, com aproximadamente 1,70 metros de altura, com um peso bruto de 1.015,81 gramas, suficientes para a elaboração de cerca de 406 doses individuais;
- 4 plantas de cannabis, com aproximadamente 1,80 metros de altura, com um peso bruto de 2.634,78 gramas, suficientes para a elaboração de cerca de 1.053 doses individuais.
No total, foram apreendidas 11 plantas de cannabis, correspondentes a um peso bruto superior a 3,8 quilogramas, suficiente para a produção de aproximadamente 1.523 doses individuais da referida substância estupefaciente, diz a Polícia.
O suspeito foi detido e presente às diligências processuais competentes. Após contacto com o Ministério Público, foi restituído à liberdade, ficando sujeito à medida de coação de Termo de Identidade e Residência, aguardando os ulteriores termos do inquérito.
A PSP reafirma o seu compromisso no combate ao tráfico de estupefacientes, prosseguindo uma actuação determinada na prevenção e repressão deste tipo de criminalidade, contribuindo para a segurança e tranquilidade da população.
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