quarta-feira, 29 de julho de 2026

Em 1933 os nazis incendiaram o Parlamento alemão, qualquer dia os CHEGANOS queimam o parlamento português e culpam os comunistas e os emigrantes

 Os comunistas é que foram acusados de pegar fogo no edifício do parlamento alemão.


O fato é que Hitler, segundo testemunhas contemporâneas, esteve no local pouco depois do incêndio e deu instruções sobre como lidar com os comunistas e outros chamados ‘inimigos do Estado’.

(Fonte)”
O incêndio do Reichstag ocorreu a 27 de fevereiro de 1933, tendo sido usado pelo partido nazi para culpar os comunistas, prender opositores e acabar com a democracia na Alemanha. Os historiadores discutem se o autor do fogo, o jovem Marinus van der Lubbe, agiu sozinho ou se os nazis ajudaram no ataque.
  • Pretexto político: Adolf Hitler usou o fogo para criar medo de uma revolta comunista.
  • Prisões em massa: Milhares de comunistas e opositores foram presos logo a seguir.
  • Decreto de emergência: Hitler convenceu o presidente a assinar leis que tiravam as liberdades do povo.

  • Os nazis arranjaram um culpado






  • Rubina Leal vai na moda de viajar pelo mundo à custa do erário público

     

    É moda conhecer mundo com o dinheiro do erário público.

    A nova moda no Governo Regional: governar para estrangeiros, para os negócios políticos com a diáspora, viajar de borla a fazer fortunas em subsídios de representação, gastar milhares em eventos sem retorno, infraestruturar possibilidades de negócio para os oligarcas do regime com o poder. O retorno para os madeirenses é zero. A Madeira não decide as políticas externas do país, não tem poder para isso, tudo o resto é encenação justificativa. O objetivo é a viagem e "fazer dinheiro" para a sua conta bancária.

    A

    gosto é para Descansar. A Rubina Leal Descansa no Canadá e nos EUA. Com o Nosso Dinheiro. O Verão chega. Os madeirenses estão no trabalho, nas obras, nos hotéis a servir os 12 milhões de turistas que enchem a ilha. Os professores preparam o próximo ano letivo. Os enfermeiros fazem turnos duplos. Os pescadores saem de madrugada. As bordadeiras bordam.

    E a Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Rubina Leal, foi ao Canadá e aos Estados Unidos representar a Madeira. No Verão. Com o dinheiro dos contribuintes madeirenses.

    Não é ilegal. Percebemos. Os titulares de cargos públicos têm direito a viagens institucionais, e se for esse o caso, que o digam claramente. Mas é precisamente por isso que existe uma palavra muito importante no léxico da democracia que parece ter ficado esquecida algures entre o aeroporto do Funchal e o destino transatlântico: prestação de contas.

    Não é um favor. Não é uma opção. É uma obrigação legal de quem exerce funções pagas pelo erário público.

    Por isso, Rubina Leal, com todo o respeito que o cargo merece, e que se ganha, não se herda, os madeirenses têm perguntas simples. Perguntas de contribuinte. Perguntas que qualquer democracia digna desse nome deveria responder sem hesitar:

    Quem pagou a viagem?

    Se foi o erário público, ou seja, nós, queremos saber o valor total. Bilhetes de avião. Hotel. Refeições. Deslocações. Tudo.

    Qual foi o motivo institucional?

    Uma visita ao Canadá e aos EUA em Verão, em plenas férias, tem enquadramento em que agenda oficial exatamente? Que reuniões? Com quem? Para quê? Com que resultado concreto para os madeirenses?

    Existe relatório?

    Toda a deslocação oficial paga com dinheiro público exige relatório. Não é burocracia, é transparência. É o mínimo que se exige a quem gere o dinheiro de uma ilha inteira.

    E o recibo?

    Sim. O recibo. Esse documento humilde e democrático que qualquer cidadão madeirense tem de apresentar quando quer deduzir uma despesa. O mesmo que o Estado exige a quem ganha mil euros por mês. O mesmo que a Rubina Leal, na sua função de Presidente da Assembleia Legislativa, tem obrigação de apresentar quando viaja com dinheiro público.

    Queremos o recibo.

    Não é pedido excessivo. É o contrato básico entre quem governa e quem paga. É a diferença entre um cargo público e um cheque em branco.

    A Madeira tem problemas sérios, o mar contaminado, as ETAREs avariadas, as rendas inacessíveis, os jovens que partem, os velhos sem sombra para passear. Problemas que ficaram cá enquanto a Presidente da Assembleia viaja.

    Um relatório detalhado. Com todos os custos. Para conhecimento público. Publicado.

    Não pedimos muito.

    Pedimos o que é nosso.

    Contribuinte madeirense. Que nunca foi ao Canadá com o dinheiro de ninguém.

    Todos os outros que antecederam não estão esquecidos.
    E a fortuna em Vista Alegre para agradecer os vendidos no Parlamento muito menos.
    Foi pena não ter normalizado o Bentley com amigos e jornalistas.


    Os burocratas todos os dias boicotam as acções políticas de Lula em favor dos pobres do Brasil

     


    Entretanto o povo do Funchal está noutra quer é festas e Ralis

     Esta é principal razão porque os cidadãos altruístas que querem o bem da cidade não têm sucesso nem votos. O povo está noutra e vive alienado naquilo que frívolo, trivial e passageiro. Torna-se insensível e desinteressado com a conservação do património histórico da cidade.   E quando vai votar vota sempre nos mesmos, que têm maiorias avassaladoras. Eles até nem querem tantos votos! 
     Como o nosso povo não tem uma cultura de exigência cai na superficialidade do senso comum: 
    Aquilo que parece é!