terça-feira, 31 de março de 2026

O ex-padre Ricardo Oliveira actual director do Diário de Notícias do Funchal é um tipo sem vergonha

 

  Então não é que o sem vergonha, Ricardo Oliveira, também conhecido pelo "padre das esmolinhas" ainda tem a grande lata de se sentar ao lado do fascista Alberto João Jardim, que enquanto foi governo,  foi um grande inimigo do Diário de Notícias do Funchal, perseguindo e insultando os seus jornalistas através do seu pasquim "O jornal da Madeira". 
 O fascista Alberto quande esteve nos seus 35 anos na presidência do governo na Madeira, tudo fez para perseguir o Diário de Notícias e os seus jornalistas. Cortou as  assinaturas e a publicidade institucional nas páginas do Diário e tudo fez para axfixiar o matutino a nível financeiro. 
  Perante todas estes atentados à liberdade de imprensa e ao regime democrático na Madeira, o actual director do Diário ainda tem a lata de se sentar ao lado de um fascista daqueles.   Ricardo Oliveira é canalha sem moral e não tem vergonha na cara! 
 Ao sentar-se ao lado deste ditador, insulta os jornalistas madeirenses e  os jornalistas do próprio Diário, que sofreram na pele os vexames e insultos daquele cavalheiro fascista e reacionário.
 Não esqueçamos: Alberto João era sobrinho do dr. Agostinho Cardoso deputado do partido fascista de Salazar. Escrevia antes do 25 de Abril no semanário da União Nacional chamado "A voz da Madeira" que era um periódico fascista dirigido pelo seu tio que era o chamado deputado da Nação pelo mesmo regime fascista. 
 Alberto João sempre foi um fascista encartado e formado na escola do seu tio e nunca se converteu à Democracia. Depois da Revolução de Abril travestiu-se de Democrata e pela mão do bispo fascista D. Francisco Santana meteu-se no PPD e foi conduzido à presidência do Governo Regional depois de ter dado o golpe palaciano no primeiro presidente do Governo regional eleito, o eng.º Ornelas Camacho.
  Este actual director do Diário de Notícias é um homem sem condições morais nenhumas para estar á frente deste jornal centenário. É um insulto aos verdadeiros democratas desta ilha e aos jornalistas decentes que nunca se venderam a este regime corrupto e que sofreram na pele juntamente com suas famílias as perseguições deste fascista do antigo regime. 
  Ricardo Oliveira, é um ex-padre sem vergonha, que teve a distinta lata de ir estudar para Paris num curso de comunicação Social com o dinheiro das esmolas das piedosas velhinhas católicas que davam as suas esmolinhas nas caixas de ofertas das nossas igrejas para que este padre hereje fosse para Paris tirar um curso superior e depois vir para a Madeira trair o bispo D. Teodoro e a Santa Madre Igreja afim se vender aos fascistas do PPD e ao monopolista Sousa, seu actual patrão.
  Vade retro Satanás oh falso padre das esmolinhas!


Dr. Agostinho Cardoso tio do fascista Alberto
Dr. Agostinho Cardoso, tio do fascista Alberto era o deputado da União Nacional no parlamento fascista do antigo regime.
https://pravdailheu.blogspot.com/2023/02/a-capitao-cardoso-em-1970-livrou-o.html


segunda-feira, 30 de março de 2026

“PARA ELES, EU ERA UM NADA"

 O israelita de 28 anos conta como manteve viva a esperança e conseguiu aguentar os horrores nos túneis de Gaza

CONVERSA ELIYA COHEN

Como era a rotina nos labirintos do Hamas? 

 Quase não dormia. Era sempre acordado por gritos e holofotes instalados 50 metros abaixo da terra. Só vi o sol uma única vez, quando me levaram de um túnel para outro, disfarçado com um hijab. Ficava acorrentado pelos pés, à base de um pedaço de pão pita por dia. Perdi a conta dos espancamentos. Em dado momento, fiquei sem forças até para andar. 

Mas você se obriga a seguir adiante. Achou que fosse morrer?

 Uma vez, apareceram com um rifle e deram a ordem: “Diga suas últimas palavras”. Obedeci, tendo certeza de que seria executado. Mas eles apenas riram. Quando vinham falar comigo, não sabia se era para dar comida, me insultar, me bater ou me matar. Para eles, eu era um nada.

 Qual estratégia adotou para suportar o cativeiro? 

 Você ajusta o cérebro. Um pedaço maior de pão, duas horas de cochilo sem ser acordado pelos terroristas — essas pequenas coisas traziam alívio. Meu pensamento estava sempre na família. Toda vez que perdia a esperança, me apegava à ideia, mesmo remota, de revê-la. Também escrevia cartas mentais a Ziv, minha noiva, que estava comigo naquele 7 de outubro e não foi capturada por ter se passado por morta em meio a uma pilha de corpos. Pedia a ela: “Me mande forças. Vou sair daqui”.

 Dentro dos túneis, o que sabia sobre o mundo lá fora?

 Enquanto estive preso, não recebi nenhuma informação. Jamais imaginei, por exemplo, que o movimento para a libertação dos reféns fosse tão grande e que tantas pessoas planeta afora soubessem da minha história. A maior alegria ao sair daquele inferno foi descobrir que Ziv estava viva e nunca desistiu de mim. 

Acha que o governo israelense poderia ter lidado melhor com a situação?

 Difícil dizer. É muito importante tirar o Hamas de Gaza. Ao mesmo tempo, perdi companheiros que estavam comigo nos túneis e que tanto me ajudaram a manter a humanidade. Meses após ser solto, ainda sentia culpa pelos que haviam ficado para trás. Me recusei a fazer uma cirurgia para retirar estilhaços de bala alojados em minha perna até que todos fossem resgatados. Com a trégua de outubro passado, pude voltar a respirar.

 O quanto essas memórias ainda o assombram?

 Tenho gatilhos com as coisas mais banais. Quando levo um garfo de comida à boca, por exemplo, lembro da fome, das provocações dos terroristas. Faço acompanhamento psicológico e tento encarar meus traumas. Sobreviver foi uma vitória.

 Por que decidiu usar o termo mufawadat, que significa negociação em árabe, como título de seu livro? 

O livro fala tanto dos meses de tratativas que levaram à minha libertação como da barganha diária por alimento, água, luz, banho e uso do banheiro. Mais difícil foi negociar com Deus, a quem pedia algum sinal que me guiasse, e comigo mesmo. Me questionava o tempo todo se deveria lutar pela vida. Que bom que não desisti dela. (Revista VEJA)


GNR nazista continua a fazer das suas

 


O FASCISTA Alberto e o Padre das esmolinhas no lançamento do livro do advogado "sacristão"

 

O bispo  Nuno Brás também está presente. A beatice é um dos grandes sustentáculos deste regime de mamões. Todos eles com reformas douradas.

Tudo gentinha da direita e inimiga das conquistas do 25de Abril.
Dois apoiantes fervorosos do regime autonómico ao serviço dos mamões.
Dr."Vespeira" e Sara Madalena a deputadinha do CDS.
Este é o primeiro livro de Ricardo Vieira e aborda as causas naturais e históricas que estão na origem do regime autonómico da Madeira, que foi consagrado na Constituição da República Portuguesa aprovada há precisamente 50 anos. A escolha desta data para o lançamento da obra teve a ver com o facto de coincidir com o dia em que o engenheiro Rui Vieira, pai do autor, completaria 100 anos de vida.
https://www.dnoticias.pt/2026/3/29/486588-lancamento-de-livro-de-ricardo-vieira-levou-dezenas-de-pessoas-ao-jardim-botanico/


 O cervejeiro do Golfe aqui todo manhoso 

O fascista Alberto está cada vez mais caquético, mas sempre reacionário.
O discurso final do Advogado "sacristão" agradecendo às entidades do regime que foram à apresentação do seu livro sobre a Autonomia dos mamões.

O advogado "sacristão" publica livro e é ovacionado por todos os fascistas do regime.(que vivem regaladamente com as suas reformas principescas!)

 Os fascistas quando ficam velhos e senis tendem sempre a escrever os seus livros de memórias. Então publicam aqueles livros que ninguém lê ou vai comprar. Fazem dos seus lançamentos editoriais grandes eventos culturais dão palmadinhas nas costas uns dos outros e trocam entre si elogios fingidos.
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domingo, 29 de março de 2026

Grande verdade de Paulo Morais acerca do ritual dos congressos dos partidos

 


 o sadomasoquismo nos congressos
(na foto: Leonor Beleza, do PSD, no 25.º Congresso do PS, em Viseu)
«Os partidos, em Portugal, convidam os partidos adversários para o encerramento dos seus congressos. No discurso de encerramento, os convidados são (naturalmente) criticados, por vezes até mal tratados. E vingam-se, depois, falando às televisões, criticando quem os convidou.

  É o sadomasoquismo nos congressos, uma originalidade portuguesa!»

José Pacheco Pereira grande humanista. É a consciência cívica do país