quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Liliana Rodrigues depois de ter surripiado 35 mil euros ao Nelson Veríssimo concede uma entrevista ao Beto do Naval jornalista do Diário

 

https://pravdailheu.blogspot.com/2026/09/nelson-verissimo-acusa-liliana.html


João Filipe Pestana o "Beto do Naval" é amigo pessoal da professora doutora Liliana Rodrigues. mas no essencial é um jornalista vendido ao regime dos mamadeiras
Alice Mendonça ao centro na foto também foi condenadaa por difamação. Terá de pagar dinheiro à senhora professora Liliana

O Subintendente da PSP Adelino Camacho, através da senhora Claúdia Berenguer enviou-nos este vídeo para publicarmos aqui no Pravda

O Comissário Adelino Camacho disse-nos que este agente da PSP vai ser expulso do sindicato



 Agente da PSP/Madeira no vídeo acima, exibe a sua actuação na cidade do Funchal, mostrado os  conhecimentos adquiridos recentemente num estágio nos EUA na famosa ICE.

O António Gomes antigo presidente da junta de Fregueia de S. Pedro acusado de se apropriar ilegitimamente de 3.217€ no jornal do Sousa


 Mas esqueceu-se o jornalista de serviço de dizer que o seu patrão Sousa é um homem honesto que não precisa roubar nada a ninguém como o tal presidente da junta de freguesia de S. Pedro (esse sim é um bandido) pois o governo do Miguel Albuquerque vai lhe oferecer 40 milhões de euros para comprar gruas novas para usar no porto do Caniçal sem pagar nada à Região pelo seu uso. 

  Assim também eu! ... ...como dizia o outro!

Aqui temos a velha história fariseu contada por Jesus Cristo há 2000 anos atrás: "Coais um mosquito e engolis um camelo"-S. Mat.20:24


quarta-feira, 4 de novembro de 2026

"Me cago em sua excelência" canção de sátira ao ditador Franco e seu regime fascista sanguinário apoiado pelo clero reacionário em Espanha

 






A padralhada sempre apoiando o  fascismo


O Calado vai ganhar. O exemplo de Albuquerque alumia.

 


 

A

 estratégia é evidente e repetitiva, o DN está a pintar um cenário de deserto político e vazio absoluto tanto no PSD como na oposição, só existe Pedro Calado. Tenta-se criar artificialmente a figura do salvador, o messias ... senhor, e a Igreja acompanhará como sempre acompanha. Ao normalizar a presença de Paulo Calado, a narrativa mediática serve velhas conveniências e necessidades de negócio de grupos económicos que cruzam os interesses da comunicação social, sua propriedade, com os megaprojetos de obras e monopólio dos portos. Em vez de pluralismo, fabrica-se o mito do regresso inevitável.

Quero fazer notar que isto tem tudo para ter sucesso, até porque o madeirense não tem a fibra do ucraniano ou a resposta desta noite do povo americano a um "Estado de Corrupção" como na Madeira. O madeirense deixa-se vender, colabora por medo, inércia ou porque querer a sua parte. Falta valores e ética. Pedro Calado tem um grau de certeza no que está a fazer, diz o que o povo quer para cair no goto, como o Albuquerque de 2015. Depois viu como Albuquerque não foi castigado em eleições nas últimas Regionais. Também devemos contar com os muitos eleitores novos que foram comprados pelo sistema, o que não existe para muitos madeirenses, existiu para eles. Basta ver nas casas, nos empregos e na quantidade que abafa os lugares públicos com um falatório que não é madeirense. Julgo que o ponto de não retorno foi ultrapassado. Foi o madeirense que permitiu agora ficou sem a ilha, Acredite que é assim mesmo como estou a dizer. Abra os olhos.

Os funcionários do DN, sempre solícitos, ignorando que a sua profissão é diferente e protegida, estão a destruir a credibilidade do órgão de informação. É já o "Jornal da Madeira" de Pedro Calado. Jardim deve estar a rir deliciado com a cena.

Quanto ao madeirense, o que está a acontecer é demonstração da segurança que sentem sobre o povo. Outra tristeza, uma democracia monárquica... e aceitam que são todos burros de ouro.



Do Bentley directamente para o calabouço.

31 de Março de 1821– Fim da Inquisição em Portugal

 

 O Tribunal do Santo Ofício, comummente designado por Inquisição, foi instituído em Portugal em 1536, no reinado de D. João III. Visto como uma «nova arma de centralização régia», que permitiu perseguir e liquidar o crescente poder dos cristãos-novos considerados pela coroa portuguesa como uma ameaça, o tribunal eclesiástico tinha oficialmente como missão inquirir dos desvios da fé católica, das heresias e práticas pagãs, mas estendeu-se a muitas outras áreas, incluindo a censura de livros. Os processos, geralmente secretos, baseavam-se em denúncias, mesmo anónimas, boatos e suspeições de todo o tipo. Os inquisidores podiam prender, julgar, castigar, torturar e condenar à morte sem que aos acusados fosse dada possibilidade de defesa. Durante os seus 285 anos de vigência em Portugal, o Tribunal, considerado santo nos meios e nos fins, processou dezenas de milhares de pessoas e condenou milhares à fogueira; muitas outras morreram na prisão à espera de julgamento. O Tribunal do Santo Ofício foi extinto um ano depois da vitória de revolução liberal (1620) por decisão das cortes gerais do reino.

Resquícios da Inquisição no actual Código Penal da democracia portuguesa:
Artigo 180.º

Difamação

1- Quem, dirigindo-se a terceiro, imputar a outra pessoa, mesmo sob a forma de suspeita, um facto, ou formular sobre ela um juízo, ofensivos da sua honra ou consideração, ou reproduzir uma tal imputação ou juízo, é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias.

Artigo 185.º

Ofensa à memória de pessoa falecida

1 – Quem, por qualquer forma, ofender gravemente a memória de pessoa falecida é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias.

Artigo187.º

Ofensa a pessoa colectiva, organismo ou serviço

1 – Quem, sem ter fundamento para, em boa fé, os reputar verdadeiros, afirmar ou propalar factos inverídicos, capazes de ofenderem a credibilidade, o prestígio ou a confiança que sejam devidos a pessoa colectiva, instituição, corporação, organismo ou serviço que exerça autoridade pública, é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias.

A palavra não existe na natureza foi criada pelo Homem para se comunicar, para criar- diz Pedro Abrunhosa na grande entrevista