O ucraniano está roubando pouco. É um iniciado.
Depois se não for apanhado, claro que vai subir de divisão e vai roubar mais quantidade de guito.
Terá que aprender ou estagiar com os janízeros do regime albuquerquista.
O ucraniano está roubando pouco. É um iniciado.
Depois se não for apanhado, claro que vai subir de divisão e vai roubar mais quantidade de guito.
Terá que aprender ou estagiar com os janízeros do regime albuquerquista.
Negócios opacos entre o Albuquerque e o dono disto tudo. Eles comem tudo e não deixam nada! como cantava o nosso ZECA
Então não é que Miguel Albuquerque deu instruções à actual gerência da EEM, para mandar desligar durante a noite as energias limpas produzidas pela eólicas existentes no Paul da Serra e noutros lugares das serras da Madeira assim como a energia limpa produzida nas nossas centrais hidroeléctricas situadas na Ribeira da Janela, na Calheta. e na Fajã da Nogueira no Faial. Tudo isto para comprar a energia poluente produzida no Caniçal na ZONA FRANCA numa central térmica a fuel óleo que foi contruida há mais de 30 anos pelo primo do fascista Alberto João Jardim ERNESTO JARDIM afim de abastecer a ZONA FRANCA INDUSTRIAL de energia.
Agora o Sousa comprou essa central poluente que labora Fuel óleo e vende toda e energia ali produzida à Empresa de Electricidade da Madeira sem esta precisar de comprar a produção daquela central térmica privada.
Mas acontece que para facilitar melhor esse negócio:
Albuquerque mandou desligar da rede pública a energia limpa produzida pelas nossas hideroeléctricas existentes na Ribeira da Janela, Encumeada Fajã da Nogueira e as energias dos paineis solares e das eólicas afim de só comprar a energia produzida pelo SOUSA.
Negócios da China entre o corrupto Albuquerque e o Monoplolista SOUSA afim de embolsarem milhões à custa dos consumidores madeirenses que pagam a energia mais cara de Portugal (senão a mais cara do mundo) afim de sustentar este grande negócio mafioso.
Ou seja: Engordarem os bolsos do LUÍS MIGUEL SOUSA e do barbicha MIGUEL ALBUQUERQUE. Depois os milhões que recebem dali, pagos pelos consumidores da EEM vão inteirinhos para as contas bancárias que estes cavalheiros possuem nos paraísos fiscais tal com fazem aqueles estadistas africanos corruptos da Africa Central que bem conhecemos.
Onde anda o tribunal de Contas que não investiga estes negócios ruinosos para os consumidores da Empresa de Electricidade da MADEIRA?
Esperem sentados:
Os Tribunais e o MP na Madeira trabalham exclusivamente para facilitar e sustentarem este e outros negócios do género, que engordam meia dúzia destes Privilegiados senhores, chamados de grandes AUTONOMISTAS do POVO da MADEIRA!
Ver também a informação deste link:
https://pravdailheu.blogspot.com/2016/05/madeira-um-paraiso-criminal-para.html
Estes figurantes do partido CHEGA na Madeira têm cara de tasqueiros.
O presidente do partido, na Madeira, diz que cenas como as que aconteceram no dia das eleições são inadmissíveis e assegura que não as vai tolerar.
No programa “Madeira Entrevista”, que pode ver depois do Telejornal, Hugo Nunes acusou também a antiga direção de Miguel Castro de ser subserviente ao PSD.
Recentemente, devido à falta de habitação e por ter um apartamento disponível, decidi colocá-lo no mercado de arrendamento por um valor compatível com a realidade da zona. Como faço questão de cumprir a lei, dirigi-me às Finanças para saber quais os procedimentos necessários.
Foi aí que surgiu a desilusão. Logo à partida, entre impostos e encargos, o equivalente a cerca de dois meses de renda fica nas mãos do Estado. A isto junta-se o agravamento do IMI, que representa um custo adicional equivalente a mais algumas rendas, sem contar com a burocracia, as exigências administrativas e o tempo perdido para cumprir todas as obrigações.
Perante esta realidade, compreende-se que muitos proprietários pensem duas vezes antes de colocar os seus imóveis no mercado de arrendamento. Quando o Estado trata quem investe como uma fonte inesgotável de receita, em vez de um parceiro na resolução do problema da habitação, acaba por criar mais obstáculos do que soluções.
É caso para perguntar, vale a pena arrendar um imóvel nestas condições ou será que o próprio Estado está a incentivar muitos proprietários a deixarem as casas vazias? Se o objetivo é aumentar a oferta de habitação, então talvez esteja na altura de reduzir a carga fiscal e simplificar os processos, em vez de penalizar quem ainda está disposto a investir. E quem não pagar a renda; rua!
Grande Democrata este Alberto João!
Votar no JPP é dar tiros nos pés para qualquer democrata decente da ilha da Madeira. Eles elogiam fascistas como o Alberto João!
João Carlos Gouveia recusara pagar a multa a que foi condenado num processo de difamação a Jardim. Já pagara, como indemnizção ao governante, 35 mil euros
a O Tribunal do Funchal ordenou a penhora de um terço da remuneração do deputado madeirense João Carlos Gouveia, até perfazer o montante da multa pelo crime de difamação a Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional da Madeira, pelo que fora condenado.A Assembleia Legislativa da Madeira foi notificada da penhora de vencimentos executada pelo Ministério Público e comunicou ao deputado do PS que a partir deste mês de Janeiro procederá à retenção de um terço da remuneração líquida, no valor de 767 euros, até perfazer a quantia de 1816 euros.
João Carlos Gouveia, líder do PS-Madeira, foi condenado em Abril de 2006 a uma multa de 1500 euros, mas recusou-se a pagar essa quantia que é agora acrescida de juros de mora.
"Respeito as decisões dos Tribunais, mas entre pagar e ser preso, prefiro ser preso. É uma questão pessoal, o poder judicial tem mecanismos para actuar e tomar uma decisão", disse João Carlos Gouveia depois da sentença.
Relativamente a este processo o deputado pagou as custas judiciais, cerca de 2000 euros, "muito superior à multa, o que demonstra não estar de má vontade", frisou.
João Carlos Gouveia fora absolvido por sentença da primeira instância da indemnização de 70 mil euros, por o Tribunal do Funchal julgar improcedente o pedido civil - "dada a ausência de factos concretos que logrem integrar o pressuposto de dano de que dependia a obrigação de indemnizar". Ou seja, "perturbação, vergonha, depressão sofridos" por Jardim em consequência de um artigo em que o deputado socialista o responsabilizava pela Madeira ser "um paraíso criminal".
Mas mais tarde Gouveia foi condenado pelo Tribunal da Relação de Lisboa, a que o governante recorrera, a uma indemnização de 35 mil euros já entregue a Alberto João Jardim.
"Fui injustamente condenado e considero extremamente elevada a indemnização ao dr. Jardim. Se os senhores juízes tiveram em conta os seus cargos de membro do Conselho de Estado e de presidente do governo regional, deveriam também ter ponderado a forma pouco dignificante como os desempenha", disse Gouveia.
"O professor do insulto"
Acha também "caricato" ter de pagar uma indemnização por danos causados por ofensas a quem o chamou de "louco e incapaz" e é "o político do país que mais insulta os seus adversários políticos e os próprios órgãos de soberania". No julgamento a defesa recordou que devido aos seus "excessos verbais", Jardim foi intitulado pelo jornal espanhol El Mundo como "o professor português do insulto".
João Carlos Gouveia tem reiterado que "na Madeira [se vive] um regime de impunidade que o dr. Alberto João quer manter", com a cumplicidade de alguns magistrados, acusação que motivou aprovação pela assembleia regional de um requerimento do PSD a pedir a "avaliação das capacidades mentais" do deputado.
Com as suas denúncias que incluíram a apresentação de um dossier sobre corrupção na Madeira ao procurador-geral da República, pretende que "nenhuma parcela do território nacional esteja imune à investigação criminal, a todos os níveis", justifica.
Para responder em tribunal no processo, a assembleia madeirense retirou, com os votos da maioria PSD, a imunidade parlamentar ao deputado e líder regional do PS.
O advogado de Jardim no julgamento foi o deputado Guilherme Silva.
João Gouveia acha caricato ter de pagar ao "político do país que mais insulta os seus adversários políticos"