sexta-feira, 6 de novembro de 2026
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
No Dossier de Imprensa de hoje a menina das historietas esteve bem defendeu o nosso Cristiano Ronaldo como deve ser
Miguel Fernandes Luís falou do caso do autarca António Gomes alegando que ele era inexperiente no uso de dinheiro públicos. O Albuquerque derreteu meio milhão eles não falaram.
Liliana Rodrigues depois de ter surripiado 35 mil euros ao Nelson Veríssimo concede uma entrevista ao Beto do Naval jornalista do Diário
https://pravdailheu.blogspot.com/2026/09/nelson-verissimo-acusa-liliana.html
João Filipe Pestana o "Beto do Naval" é amigo pessoal da professora doutora Liliana Rodrigues. mas no essencial é um jornalista vendido ao regime dos mamadeirashttps://www.jm-madeira.pt/not%C3%ADcias/regi-o/30005787/nelson-verissimo-e-alice-mendonca-condenados-a-penas-de-multa-em-processo-contra-liliana-rodrigues.htmlO Subintendente da PSP Adelino Camacho, através da senhora Claúdia Berenguer enviou-nos este vídeo para publicarmos aqui no Pravda
O António Gomes antigo presidente da junta de Fregueia de S. Pedro acusado de se apropriar ilegitimamente de 3.217€ no jornal do Sousa
Evento "Toast to America" (junho de 2026):- Segundo documentos divulgados pelo JPP e baseados em dados apurados após intervenção do tribunal, a participação do Governo Regional no evento comemorativo nos EUA (incluindo jantar e provas de vinhos) custou 548.292,4 euros
quarta-feira, 4 de novembro de 2026
O Calado vai ganhar. O exemplo de Albuquerque alumia.
A
Quero fazer notar que isto tem tudo para ter sucesso, até porque o madeirense não tem a fibra do ucraniano ou a resposta desta noite do povo americano a um "Estado de Corrupção" como na Madeira. O madeirense deixa-se vender, colabora por medo, inércia ou porque querer a sua parte. Falta valores e ética. Pedro Calado tem um grau de certeza no que está a fazer, diz o que o povo quer para cair no goto, como o Albuquerque de 2015. Depois viu como Albuquerque não foi castigado em eleições nas últimas Regionais. Também devemos contar com os muitos eleitores novos que foram comprados pelo sistema, o que não existe para muitos madeirenses, existiu para eles. Basta ver nas casas, nos empregos e na quantidade que abafa os lugares públicos com um falatório que não é madeirense. Julgo que o ponto de não retorno foi ultrapassado. Foi o madeirense que permitiu agora ficou sem a ilha, Acredite que é assim mesmo como estou a dizer. Abra os olhos.
Os funcionários do DN, sempre solícitos, ignorando que a sua profissão é diferente e protegida, estão a destruir a credibilidade do órgão de informação. É já o "Jornal da Madeira" de Pedro Calado. Jardim deve estar a rir deliciado com a cena.
Quanto ao madeirense, o que está a acontecer é demonstração da segurança que sentem sobre o povo. Outra tristeza, uma democracia monárquica... e aceitam que são todos burros de ouro.






























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