A ingenuidade do deputado madeirense é uma bofetada no rostos das pessoas que foram vítimas dos atentados da FLAMA da qual Alberto João Jardim era o chefe político em 1975/76 e das perseguições subsequentes feitas por ele aos cidadãos que se opunham aos seus desmandos e aos seus caciques na ilhota dos mamadeiras. Era melhor que Filipe Sousa abrisse a pestana e deixasse de ser assim tão ingénuo.
terça-feira, 14 de julho de 2026
segunda-feira, 13 de julho de 2026
Rafael Macedo foi nomeado delegado de saúde na ilha de Santa Maria nos Açores.Por denunciar alegados abusos foi ameaçado de morte e foi obrigado a fugir da ilha de Santa Maria-conta o próprio
Nos Açores parece que a corrupção e o compadrio são piores do que na Madeira.
Rafael MacedoVídeo da tentativa de agressão ao médico madeirense.
«Quem está com o pau na mão é um médico, o Dr. Carlos Pinto, presidente do Conselho de Admnistração do Unidade de Saúde da Ilha de Santa Maria e Diretor Clínico. Além disso, é reformado pelo Estado Português com um valor de 7000 euros mensais.»
Filipe Sousa denuncia a inércia dos deputados do PSD em Bento sobre a burocracia do novo subsídio de mobilidade aérea
CRÍTICAS SÃO TAMBÉM DIRIGIDAS AOS DEPUTADOS LARANJA EM SÃO BENTO
O deputado do JPP na Assembleia da República, Filipe Sousa, criticou a gestão da nova plataforma da mobilidade aérea entre a Madeira e o continente, considerando que o sistema transformou um direito dos residentes "num verdadeiro labirinto burocrático" e acusando o PSD-Madeira de permanecer em silêncio perante os constrangimentos sentidos pelos madeirenses.
Em comunicado, o parlamentar considera que a implementação da nova plataforma representa uma
"humilhação" para os residentes nas regiões autónomas, apontando dificuldades relacionadas com va-lidações, comprovativos, atrasos e falta de informação.
"Aquilo que deveria ser um direito simples transformou-se num verdadeiro labirinto burocrático", afirma Filipe Sousa, questionando se este é o modelo de continuidade territorial defen dido pelo Estado português. Na sua opinião, os madeirenses "não podem continuar a ser cobaias de experiências administrativas feitas em gabinetes de Lisboa".
As críticas estendem-se ao Governo Regional e aos deputados social-democratas eleitos pela Madeira para a Assembleia da República.
O deputado do JPP acusa o PSD de não assumir uma posição firme perante os problemas registados com a nova plataforma, questionando "onde está a defesa dos madeirenses" numa altura em que o partido celebra a Festa do Chão da Lagoa.
Segundo Filipe Sousa, o silêncio dos responsáveis regionais "não é prudência institucional", mas antes
"submissão política ao centralismo de Lisboa". O parlamentar considera que, ao não contestarem a situação, o Governo Regional e os representantes do PSD "deixam de ser parte da solução e passam a ser cúmplices do problema".
O JPP entende ainda ser contraditório que o PSD faça da defesa da autonomia uma das principais mensagens da Festa do Chão da Lagoa tes "submissão política ao centralismo de Lisboa".
O parlamentar considera que, ao não contestarem a situação, o Governo Regional e os representantes do PSD "deixam de ser parte da solução e passam a ser cúmplices do problema".
O JPP entende ainda ser contraditório que o PSD faça da defesa da autonomia uma das principais mensagens da Festa do Chão da Lagoa, enquanto evita confrontar o Governo da República sobre uma matéria que afecta directamente milhares de residentes.
Como alternativa ao modelo actualmente em vigor, Filipe Sousa voltou a defender que os residentes paguem apenas o valor subsidiado da viagem, sem necessidade de adiantar o montante total e aguardar posteriormente pelo reembolso.
"A mobilidade aérea não é um favor de Lisboa, é um direito dos portugueses das ilhas", sustenta o deputado, garantindo que o JPP continuará a denunciar aquilo que considera ser uma injustiça para com os madeirenses.
Recordando Alda Nogueira e sua luta em defesa da igualdade em salários e direitos da Mulher
domingo, 12 de julho de 2026
João Sousa foi expulso da Polícia Judiciária por denunciar falcatruas na Justiça entrevistado pela Kuriakos TV falou do José Manuel Coelho da Madeira
Um dos pilares das chamadas democracias ocidentais é a liberdade de expressão, um direito fundamental que permite a todas as pessoas expressarem livremente as suas opiniões, ideias e informações, sem censura ou repressão por parte do Estado. Este direito é essencial para a democracia, pois promove o debate de ideias, a participação cívica e o acesso à informação. Mas está em risco? Como analisam os juizes este direito?






