segunda-feira, 11 de maio de 2026

As duas mortes de Carlos Brito, a segunda às mãos do PCP

 


Jornalista da burguesia ataca o PCP por causa do falecimento do Carlos Brito

 «Há várias coisas doentias no comunicado de imprensa do PCP sobre a morte do combatente antifascista e antigo braço-direito de Álvaro Cunhal, Carlos Brito. A primeira é o antetítulo:  “A pedido de vários órgãos de comunicação social.” Para que ninguém tenha dúvidas, fica a declaração solene de que, se nenhum “órgão de comunicação social” tivesse batido à porta, o PCP iria ignorar a morte de Carlos Brito. Aliás, o site do PCP ignora.  O comunicado de imprensa  foi feito para satisfazer  os “órgãos de comunicação social” pedintes de declarações. Como se isto já fosse pouco, o texto do PCP inicia a reacção  “com as divergências entre o partido e Carlos Brito.”  Aliás, a brevidade do comunicado de imprensa impõe a sua pesar. Na altura, o PCP assinalava “a contribuição de João Amaral ao longo de muitos anos para a vida e a luta do PCP e para as grandes causas democráticas e humanitárias”. É verdade que João Amaral se manteve até ao reprodução total: “Sem prejuízo das diferenças e distanciamento político, registamos em  Carlos Brito o seu percurso antifascista e a sua contribuição na Revolução de Abril, nomeadamente no plano parlamentar.” O escritor Rui Zink, na sua página de Facebook, admite que o texto possa ter sido escrito pelo “jovem” que estava de serviço:  “A pessoa que escreveu aquele comunicado azedo do PCP provavelmente nem sequer tinha idade para lutar contra a ditadura quanto mais coragem para enfrentar sem arrependimentos a prisão.” Mas o PCP nunca funcionou assim — manda o colectivo. O arquitecto Tiago Mota Saraiva, militante do PCP que se demarcou do texto, assume, também nas redes sociais, que o texto foi “certamente escrito a várias mãos e revisto por várias cabeças, produto de um consenso alargado entre o colectivo de dirigentes do PCP”. Saraiva admite que o partido não se reveja na nota e que “isso deve ser matéria de re exão interna”. Quando em Janeiro de 2003, o deputado João Amaral, crítico interno, morreu, o PCP fez uma muito decente e longa nota de m como militante do PCP, embora dois anos antes da sua morte tenha pairado sobre si a ameaça de expulsão, por ter defendido a realização de um congresso extraordinário para debater a orientação estratégica do partido — vista num editorial do Avante! como uma  “declaração de guerra” ao PCP. Não houve expulsão, o PCP saneou João Amaral das listas de deputados, mas Carlos Carvalhas  e outros dirigentes apareceram no funeral. Na hora da sua morte, nada dividia em termos políticos João Amaral de Carlos Brito ou de Edgar Correia ou de Carlos Luís Figueira. A única diferença é que João Amaral ainda era militante do PCP e presidente da Assembleia Municipal de Lisboa. Carlos Brito tinha sido suspenso por 10 meses e depois tinha-se auto-suspendido. Edgar Correia e Carlos Luís Figueira foram expulsos. Quando morreu Edgar Correia, em 2005, o PCP também nada disse (pelo menos não encontrei nada ao revisitar as crónicas da época). É verdade que as purgas de antigos camaradas transformados em inimigos fazem parte da história do comunismo.  Neste apagamento que o PCP levou a cabo da história de Carlos Brito, podia até não haver nada  de novo debaixo do sol. A questão é que o PCP sempre fez questão de se a rmar publicamente como um partido “essencialmente português”,  uma característica que sempre coabitou com o internacionalismo. O PCP está na história de Portugal pelo combate sem tréguas contra a ditadura. Mas se é justo dizer que o PCP foi a única força organizada que durante mais anos, e sistematicamente, combateu o fascismo e que os seus militantes foram os mais corajosos combatentes contra a ditadura, a partir de agora será preciso pôr uma adenda. Uma nota de rodapé deste género: “Muitos desses combatentes contra a ditadura, que foram presos e torturados antes do 25 de Abril e viveram em condições sub-humanas durante o fascismo, afastaram-se mais tarde do partido e o partido deles.” Se é o PCP que começa a renegar a sua história, não se percebe como é que os “outros” não o hão-de fazer. E se há coisa que, na sua decadência visível, ainda constitui um grande activo do PCP é precisamente a sua história. Aquele comunicado sobre Carlos Brito é, na verdade, uma segunda morte do antigo braço-direito de Álvaro Cunhal. Simbolicamente, na negação da sua história, também é um sinal de morte do PCP.» (Ana Sá Lopes)



Henrique Correia foi o último director do Jornal da Madeira

 


Henrique Correia

Governo de Albuquerque compra electricidade ao grupo Sousa no Caniçal no valor de 161 milhões de euros até o ano de 2030

 Por isso pagamos na Madeira a energia mais cara do país para sustentar este monopólio parido pela Autonomia ao serviço dos oligarcas mamões do PSD, com o Luís Miguel de Sousa à cabeça.

https://pravdailheu.blogspot.com/2024/06/os-madeirenses-sao-refens-do-proprio.html

Coelho acusa EEM de “negócios ruinosos” e quer comissão de inquérito

O Partido Trabalhista Português (PTP), através do seu dirigente José Manuel Coelho, veio pedir a constituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira para escrutinar os contratos e investimentos realizados pela Empresa de Electricidade da Madeira (EEM) nas últimas décadas.

Para o PTP, a recente polémica sobre o prolongamento do contrato de 161 milhões de euros para a compra de energia produzida a fuelóleo até 2030 ao Grupo Sousa é apenas a “ponta do iceberg” de uma gestão que tem de ser escrutinada.

José Manuel Coelho refere que a factura da luz na Região é um pesado fardo para as famílias, inflaccionada por decisões políticas e negócios que carecem de transparência.

A EEM, acusa Coelho, serve mais os interesses de grupos económicos e “amigos do regime” do que o bolso dos contribuintes madeirenses, denunciam os trabalhistas.

O PTP recorda investimentos que considera “verdadeiros buracos negros” financeiros, nomeadamente o caso da fábrica de algas do Porto Santo, um projecto que custou milhões ao erário público e que acaba agora desmantelado sem proveito para a população, servindo apenas como exemplo de má gestão de fundos públicos e da EEM.

Além disso, o partido pretende que a Comissão de Inquérito investigue as ligações e consultorias externas, lembrando os episódios que envolveram figuras mediáticas da política nacional, como é o caso de Marques Mendes e das fotovoltaicas no Caniçal e Porto Santo.

“É preciso saber quem ganhou, quanto ganhou e por que razão os madeirenses continuam a pagar uma das energias mais caras do país para sustentar estes negócios”, refere o dirigente do PTP.

https://funchalnoticias.net/2026/05/11/coelho-acusa-eem-de-negocios-ruinosos-e-quer-comissao-de-inquerito/


JPP critica contrato de compra de energia elétrica produzida a fuelóleo.

O presidente do JPP, Élvio Sousa, criticou este domingo o contrato de compra de energia elétrica celebrado entre a Empresa de Eletricidade da Madeira (EEM) e a Atlantic Islands Electricity (Madeira), considerando existir uma contradição entre o discurso do Governo Regional sobre transição energética e a prática governativa.

As declarações constam de um comunicado remetido hoje às redacções, no qual o líder do maior partido da oposição acusa o Executivo regional de manter uma política energética dependente do fuelóleo, apesar das metas anunciadas para o aumento da produção de energia renovável.

Segundo Élvio Sousa, está em causa um contrato de compra de energia elétrica no valor de 161 milhões de euros, relativo à produção através de uma central a fuelóleo, alegando que o acordo prolonga até 2030 uma solução que, inicialmente, estaria prevista terminar em 2025.

“Se o Governo tem a meta de fazer subir a produção global de energia verde, por que razão contratualizou por 161 milhões a compra de eletricidade produzida a fuelóleo até 2030?”, questiona o líder do JPP no comunicado.

O dirigente partidário questiona a opção do Governo Regional, defendendo que a decisão contrasta com os objectivos anunciados na área da energia verde. No comunicado, o deputado refere ainda dados da Direcção Regional de Estatística da Madeira (DREM), indicando que a produção anual de eletricidade de origem renovável se situa nos 36%.

Élvio Sousa sustenta também que o contrato representa um encargo significativo para as contas públicas e para consumidores e empresas, defendendo maior transparência, escrutínio público e parlamentar e uma redução progressiva da dependência de combustíveis fósseis.

O líder do JPP afirma ainda que uma alternativa governativa deverá assentar em “rigor financeiro, transparência e responsabilidade pública”, defendendo estudos de viabilidade económica e o reforço da capacidade da rede elétrica para acomodar microprodução de eletricidade.

https://www.dnoticias.pt/2026/5/10/491451-jpp-critica-contrato-de-compra-de-energia-eletrica-produzida-a-fueloleo/

República Popular da China o único país onde o comunismo deu certo

 


Deng Xioping

Breve história sobre o Apartheid na Àfrica do Sul

 



Origem e história do hino Maria da Fonte

 


domingo, 10 de maio de 2026

«Esta é uma reflexão para o padre das esmolinhas»

 “Pois, que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma?”, Mateus 16 - 26. Esta é uma reflexão para o padre das esmolinhas cuja alma já está condenada ao fogo eterno, pela horrível traição a D. Teodoro Faria, e que neste plano terreno é desprezado pelos seus próprios comparsas e subordinados, pois todos sabem que ele não tem um pingo de integridade.

O pardalão traiu o bispo D. Teodoro mas a sua alma terá como destino o fogo eterno!
O pardalão também andou de Bentley em Londres com o nosso dinheiro.