terça-feira, 7 de julho de 2026

Os filhos bastardos do 25 de Abril

 



 A presidenta da Câmara Municipal de Santa Cruz sofre de urticária em relação ao 25 de Abril, ganha um bom vencimento de presidenta da CMSC cerca de 4 mil euros por mês à custa do 25 de Abril e dos militares que fizeram a revolução do 25 de Abril de 1974. 

 No entanto a senhora presidenta mandou apagar as pinturas alusivas ao 25 de Abril nas paragens dos autocarros em Gaula porque a senhora Élia Ascenção acha que essa coisa do 25 de Abril é coisa de comunistas e que não interessa ao povo de Santa Cruz.

 Daí mandar apagar as inscrições do 25 de Abril foi um ápice e se observarem bem, ela não mandou reparar a paragem de autocarro na zona da parede que tem ferro à vista com a estrutura de betão já degradada e aprecisar de novo revestimento.

 Com estes democratas de chocadeira do JPP estamos conversados. São iguais aos PPDês sem tirar nem pôr. Querem é tacho para eles e os seus amiguinhos, adoptando o mesmo sistema caciqueiro de cunhas e tacho para os amigos tal como o PPDê fazia antes deles chegarem ao poder no município de Santa cruz.

Vade retro Satanás com estes verdinhos da mosca!




Corina Machado a prostituta política

 O Trump não paga a traidoras tal como no tempo Antigo  império Romano.

Depois de ter recebido o Nobel, e frustrado a esmagadora maioria dos que se alegraram na altura, Corina revelou uma dignidade infinitamente inferior às senhoras que faziam pela vida no velhinho Cais do Sodré, ou, já agora, nos bares dos hoteis de Caracas.
Teve como prioridade pôr-se de joelhos perante o estado pária e genocida de Israel. Disse que daria de bom grado o seu Nobel da Paz a Trump. Hoje tem tudo o que merece. Escolheu a companhia de meliantes e criminosos, tem o retorno das suas escolhas.

É uma figura patética, que enganou durante um tempo, mas cedo revelou a miserável massa de que é feita. Está a pagar ironicamente às mãos de Trump o custo da prostituição moral e política.

O Albuquerque arranjou um tacho para o marido da Sara. O Élvio denunciou o esquema e ela passou-se dos carretos

 Isto anda tudo entachado à espera de mamar.

Sara perde as estribeiras e ameaça Élvio com tribunal!
Madalena é cada vez mais parecida ao Fonseca, ou todos no CDS são iguais?

  • https://www.dnoticias.pt/2026/7/7/498133-sara-madalena-exige-que-o-jpp-explique-qual-o-acordo-milionario-que-envolve-o-cds/
  • N

    ão gostou de ouvir umas verdades, ameaçou com tribunais), a deputada Sara Madalena, quando o seu CDS foi trazido à liça, pelo deputado Élvio Sousa do JPP, que recordou o CDS de outros tempos que prometia subsídio de insularidade para todos, salário mínimo de mil euros em 2026 e a redução do IVA em mais de 30%. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades…

    A deputada defendeu a plenos “pulmões” que não existe nenhum acordo milionário, mas ele até existe (ver anexos) e é milionário porque abriu caminho a ricas nomeações, uma das quais a do marido da senhora deputada. Já perto da centena de nomeados, só estes especialistas custam mais de 4 milhões de euros/ano ao contribuinte. Neste sentido o Élvio Sousa tem razão, o acordo que existe é efetivamente milionário. Não há almoços grátis. Nem acordos de governação?

    Quanto às ameaças de tribunais e levantamentos de imunidades parlamentares, conhecendo o aguerrido deputado gaulês, tenho a certeza que deve aguardar com impaciência a solicitação do Tribunal para se defender das acusações do CDS. E ao contrário de outros vai querer o levantamento da sua imunidade parlamentar! O feitiço vai se virar contra a feiticeira, já esfrego as mãos pelo evoluir deste episódio..

    Sara Madalena exige que o JPP explique qual o "acordo milionário" que envolve o CDS

    "Não vale tudo", protestou Sara Madalena, numa reacção à intervenção de Élvio Sousa. O líder do JPP acusou o CDS de estar "preso" a um "acordo milionário" que garante a coligação de governo.

    A deputada do CDS exige que o JPP prove qual é "esse acordo", "onde está escrito e considera graves as acusações de Élvio Sousa.

https://www.madeiraopina.com/2026/07/sara-perde-as-estribeiras-e-ameaca.html

Ora cá está a máfia que controla o futebol arrumou o Egipto neste Mundial

 

Selecionador do Egito: "É tudo uma questão de dinheiro, eles querem que o Messi continue no Mundial"
 O Egito esteve a vencer a Argentina por 2-0, mas acabou por sofrer três golos na reta final do jogo e foi eliminado do Mundial 2026. Hossam Hassan, selecionador dos africanos, estava furioso após o jogo e não poupou críticas à arbitragem.

"Vou dizer o que penso, independentemente das consequências. Este foi claramente um jogo viciado e o Mundo inteiro viu isso. E quero dizer mais uma coisa. Se querem tanto que eles [a Argentina] ganhem, por que é que chamaram toda a gente para vir participar?", atirou."É tudo uma questão de dinheiro. Eles querem que o Messi continue no torneio. No futebol, muitas coisas acontecem fora do campo por causa de interesses. O que aconteceu foi injusto. O Egito merecia ter-se qualificado. Fomos a melhor equipa contra a Argentina", afirmou.

  Por fim, deixou um recado à organização. "A FIFA promove o 'fair play', mas não o vimos em campo... Sem esses erros, o resultado teria sido diferente. O que aconteceu foi injusto, anularam um golo, não sei porquê. É tudo uma questão de marketing, querem que o Messi fique. Há coisas que acontecem fora do campo; a Argentina conta com apoio fora do campo por motivos de marketing", concluiu.

https://www.jn.pt/desporto/artigo/selecionador-do-egito-e-tudo-uma-questao-de-dinheiro-eles-querem-que-o-messi-continue-no-mundial/18103696?utm_source=egoi&utm_medium=push&utm_term=18103696



Nuno Morma é um artista que sempre viveu às custas do regime. Agora tem saudades do Alberto João. Já viram a lata deste pardalão?!


 Ele a sua falecida mãe a Maria Aurora eram críticos do regime mas mamavam tudo aquilo que o regime lhes porporcionava. Nuno Morna trabalhou em controlador de tráfego aéreo na ANA aeroportos. Quem lhe arranjou aquele tacho de 7 mil por mês, foi o João Carlos Abreu, assim como também a saudosa Maria Aurora com o seu programa Atlântida na RTP/ Madeira. Onde estava destacada e a ganhar chorudo ordenado mensalmente. Tudo tachos arrranjados pelo João Carlos Abreu e pelo regime jardinista.
 Por isso mesmo o tachista Nuno Morna tem saudades do Alberto João Jardim, esse ditador abjecto que se tivesse todo o poder nas unhas era igual ou pior ao Stalin da Rússia. Quem não se lembra das perseguições que o fascista Alberto fez aos democratas que editavam o jornal "O Garajau". Eram dezenas de processos em tribunal. O patife do Alberto tinha as ranhosas das juízas da Comarca da Madeira, todas a trabalhar para ele  e a perseguir todos aqueles que se opunham ao troglodita Jardim. Quem não se lembra da condenação judicial do professor João Carlos Gouveia, (na altura presidente do PS madeira), condenado pelos tribunais do regime a pagar 35 mil euros de indemnização ao fascista Jardim pela sua honra e pelo facto de ser conselheiro de Estado. 
 Esse regime do Alberto perseguia toda a gente tinha o MP a polícia Judiciária da Madeira, toda controlada, assim como as juizas dos tribunais todas a trabalhar para ele . O bandido até mandava os agentes das actividades económicas perseguir os comerciantes e pequenos empresários que tinham filhos que eram críticos do regime; ninguém escapava. 
 Tinha no Caniço o pistoleiro João da Sorte a perseguir aqueles que o patife do Alberto considerava que eram comunistas . João da Sorte deu seis tiros no Manuel Martins de Machico quando este colocava propaganda do partido comunista na freguesia de Gaula em 1985. João da sorte era compadre do Alberto João e tinha uma carta de louco passada pelo dr. Saturnino, o dr. dos loucos amigo do fascista Alberto. Actualmente esse pistoleiro João da Sorte (entretanto já falecido) tem uma rua no Caniço com o nome dele o pardalão; chama-se rua de João Baptista de Sá...
 Um filho dele anos mais tarde agrediu violentamente o deputado Paulo Martins da UDP, partindo-lhe o nariz com um violento soco e nem sequer respeitou o facto de ele ser deficiente motor.   Isto aconteceu num comício da UDP à saída da missa junto à igreja do Caniço nos anos 90. Tudo a mando do fascista Jardim e Nuno Morna acha que o tipo era uma pessoa recomendável, um democrata.
 Perguntamos:Como é que se pode ter saudades de um fascista? Um gajo que perseguiu muita gente? Que perseguiu jornalistas, chamando bastardos para não lhes chamar filhos da puta? Etc…  
 Quem elogia um ditador desta estirpe não respeita as pessoas que foram perseguidas por ele. 
  Como dizia o Diácono  dos Remédios, não havia necessidade!
  Nuno Morna  elogia o fundador do actual regime corrupto e reacionário como se AJJ fosse exemplo para alguma coisa. Um tipo que faliu a mamadeira duas vezes. Que criou a pior máfia que há sobre a terra, que criou os monopólios que roubam os madeirenses, e vem este gajo para aqui dizer que tem saudades do ditador Bokassa! 
 Vade Retro Satanás oh! Nuno Morna, tonto,  mais o aldrabão do padre das esmolinhas que te dá espaço no jornal do Regime, para propalares essas  tuas tontices e devaneios. Desaparece estamos mas é fartos de democratas como tu pardalão!

Resumindo em linguagem corrente:
 O Alberto João era um ditador de merda, perseguia toda a gente e controlava os tribunais. Se tivesse poder absoluto era pior que Stalin. Albuquerque é um simples empregado do Sousa ladrão e do Pestana; mas é mais democrata e tolerante. Sabemos bem que não dá cabo dum gajo, é por isso mesmo que surgiram tantos partidos novos e listas atualmente, como estes novos demokratas de chocadeira. Alguns a dizer bem dele e a pedirem uma salva de palmas para este fascista asqueroso na Assembleia da República.
O estivador Manuel Martins vítima dos tiros disparados pelo João da Sorte em Gaula em 1985.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Nuno Morna na sua prosa no diário do padre das "esmolinhas" tem algumas reflexões acertadas; outras nem tanto!

 . Já ninguém cora. Nomeia-se um amigo com ar de serviço público. Arranja-se lugar a um obediente com gravidade patriótica. Confunde-se o interesse público com a conveniência privada e ainda se exige aplauso, porque a ingratidão popular é uma coisa muito desagradável. Os mesmos que pregavam ética, decência e renovação instalam-se depois nas práticas que diziam combater, apenas com vocabulário mais limpo e melhor fotografia. E quando alguém pergunta, vem logo a procissão dos ponderados para garantir que tudo foi feito dentro da lei. Pois. A História está cheia de porcarias feitas dentro da lei.

Por isso, hoje compreendo melhor aquele velho amigo da família. Ele não tinha saudades da ditadura.

Tinha saudades da linha. Da fronteira moral. Da clareza dolorosa do tempo em que se sabia, com perigo e sem romantismo nenhum, quem estava de um lado e quem estava do outro. Hoje está tudo misturado num caldo morno e oportuníssimo. Há democratas de crachá com práticas de cacique


domingo, 5 de julho de 2026

Susana Mão de Ferro, a juiza do regime foi obrigada a validar a acusação ao empresário que contaminou o solo com amianto em S. Vicente

 O Ministério Público feito com o governo dos mamadeiras, já tinha encerrado o processo


Dois pesos, duas medidas.

 Gostaria de saber mais do que esta notícia expõe, mas a leitura da decisão instrutória sobre o aterro de amianto em São Vicente, no sítio das Ginjas, deixa qualquer cidadão perplexo e levanta sérias dúvidas sobre a atuação da estrutura local do Ministério Público (MP). Como é possível que uma substância altamente cancerígena, enterrada ilegalmente junto a um estaleiro, seja vista pelo MP regional como um caso para arquivar por "falta de indícios suficientes de danos substanciais"? As partículas que ficam na terra, a água que percola e leva a parte cancerígena é o quê numa ilha de maior número de casos de cancro no país? Isto é o que se sabe, e o que não se sabe?

 Analisando as entrelinhas e cruzando com o modus operandi da justiça na Região, saltam à vista três ilações fundamentais.

 Enquanto no continente o MP adota uma postura hiper-acusadora, muitas vezes mediática e minuciosa face a crimes ambientais e de colarinho branco, na Madeira o Ministério Público local parece sofrer de uma letargia crónica. Teve de ser uma associação ambientalista (a Associação Social Democrata do Ambiente, Terra e Oceano) a exigir a abertura de instrução e a fazer o trabalho que competia aos procuradores. É legítimo especular: a quem interessa fechar os olhos ao lixo tóxico das empreitadas locais? Há miopia seletiva do Ministério Público Regional. Isto está de facto tudo controlado?

 Os factos validados pela juíza Susana Mão de Ferro são demolidores. Falamos de toneladas de amianto desaparecidas no caminho para o continente (uma diferença inexplicável entre o que a empresa alegava enviar e o que realmente chegava à Azambuja) e de análises laboratoriais que confirmaram a presença de fibras perigosas no solo de São Vicente. Para o MP, isto não era suficiente para deduzir acusação; foi preciso uma magistrada judicial reverter a decisão para que o óbvio não fosse, literalmente, "enterrado". Afinal enterram as evidências físicas?

A empresa arguida realizava empreitadas de remoção de fibrocimento em edifícios públicos. Ou seja, era paga pelo erário público para descontaminar e, em vez disso, criava lixeiras tóxicas clandestinas no território regional. O arquivamento inicial pelo MP faz pairar a suspeita de que existe uma proteção tácita e uma rede de influências que garante a impunidade aos empresários do regime, blindando-os contra o escrutínio criminal até ao limite do impossível. Temos sempre a conivência sistémica com os senhores das obras públicas. Sendo nas ginjas ainda acabava com um tapete de alcatrão em cima...

Este caso prova que na Madeira, há setores da justiça que teimam em manter os joelhos flectidos perante os interesses instalados. Se não fossem os raros anticorpos do sistema, como as associações independentes e juízes que recusam a anestesia, o amianto continuaria a contaminar o solo madeirense com o carimbo de "arquivado e esquecido".

Entretanto, o cancro aparece em grande.