segunda-feira, 16 de março de 2026

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Agressões a enfermeiros com barras de suporte de soro em Famalicão chegam a julgamento
16 de março, 2026 às 09:30

Nove homens e três mulheres estão acusados de terem agredido dois enfermeiros e um vigilante no serviço de Urgências do hospital de Famalicão, em 2022, e começam esta segunda-feira a ser julgados.

Os doze arguidos, todos familiares, com idades entre os 26 e os 48 anos, estão acusados de terem irrompido pelas urgências exigindo o atendimento imediato de uma familiar. Intimidaram o vigilante, entraram de rompante pelo serviço a dentro, e quando um dos enfermeiros que estava ao serviço pediu para terem calma e irem fazer o respetivo registo começaram a agredi-lo.

Segundo a acusação do Ministério Público (MP) cinco dos arguidos agrediram o profissional de saúde com murros e pontapés, mas entretanto chegaram os restantes sete arguidos que continuaram as agressões.

O enfermeiro tentou refugiar se numa sala mas foi alcançado pelos indivíduos, e "atacaram-no com socos e pontapés, em várias zonas do corpo, com especial incidência na cabeça, desferindo-lhe também golpes com recurso a barras metálicas de suportes de soro que retiraram das macas e das camas da urgência". Uma das arguidas atingiu o profissional "com violentos golpes, de cima para baixo, com uma das barras, quando o mesmo estava prostrado no chão".

O vigilante também foi agredido, nomeadamente na cabeça, com um ferro de suporte.

Ao ver o colega e o vigilante a serem atacados, uma enfermeira tentou afastar os arguidos mas acabou violentada com barras de suporte de soro, bofetadas. Apesar de ter tentado refugiar-se numa sala, duas das arguidas acabaram por a encurralar puxando lhe os cabelos e agredindo com barras de suporte de soro.

Depois destas agressões os indivíduos fugiram.

O caso aconteceu em fevereiro de 2022 mas a acusação só foi conhecida em setembro de 2024. (JN)

1 comentário:

  1. Na Madeira existem vários ramos duma família cigana, de sobrenome Aveiro. Uns do Funchal estão melhor integrados na sociedade mas, o ramo machiqueiro é uma vergonha. Até na função pública primam pela arruaça e má Educação.

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