quarta-feira, 25 de março de 2026

Pobre Senhora foi morta por um filho tresloucado na Matur freguesia de Água de Pena concelho de Machico

 A senhora enfermeira São, pobre senhora que teve um fim tão trágico



Homem que matou a mãe na Madeira abriu porta de casa à vizinha coberto de sangue

João Silva, que matou a mãe, Maria Santos, só fugiu após a patrulha ter chegado à casa em Machico, Madeira.

Foi uma vizinha a primeira a dar pela falta de Maria da Conceição Santos, uma enfermeira reformada, de 64 anos, na tarde de segunda-feira, em Machico, Madeira. Bateu à porta de casa e foi o filho da vítima, João Silva, de 36, a aparecer, coberto de sangue. Aterrorizada, a conhecida da família telefonou à filha da enfermeira, que chamou a PSP.

Uma patrulha da esquadra de Machico não demorou a chegar. E os agentes, sabe o CM, ainda viram o doente esquizofrénico em casa. Só que este não abriu a porta. Em vez disso, terá escapado da residência através de uma janela nas traseiras. A PSP ainda o perseguiu, mas sem o conseguir capturar. Para trás, o homem deixou inúmeros sinais que o incriminam na prática do brutal homicídio da mãe. Maria da Conceição Santos, cujo óbito foi declarado no interior da residência, foi atingida na cabeça  por um objeto contundente. Tinha ainda muitos sinais de agressão com arma branca. Ao que o CM apurou, havia sangue em vários pontos da casa. 

O cenário do homicídio foi preservado, para que a Polícia Judiciária da Madeira iniciasse a investigação. O cadáver da enfermeira assassinada foi, depois, levado para autópsia. João Silva ainda é procurado pelos inspetores.

https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/vizinha-viu-homicida-da-mae-coberto-de-sangue



3 comentários:

  1. A PJ e o MP que não esqueçam o crime de suicídio O induzido de há um ano, da dra. Raquel Camacho, esposa do Boina Sinistra, promovido na mesma altura a presidente do conservatório das artes da Madeira. Um pai que manipula os filhos menores contra a própria mãe, que desfecho é pretendido? Um manipulador psicopata com habilitações e dirigente com nomeação política tem mais imunidade que um qualquer criminoso sem currículo? A justiça está a tardar e esperemos que não falhe em nome das vítimas e para que livrem a sociedade dum tarado com poder descricionário de assédio sexual e laboral sobre centenas de adultos trabalhadores e jovens estudantes.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Puxa vida! Parece que a coisa está negra no Conservatório

      Eliminar
    2. Tudo abafado. O DN da Madeira já não faz reportagens como as do professor de dança russo. Vende-se por duas páginas de entrevistas com o narcisista a dizer que tudo está bem. As baixas de pessoal dirigente e as demissões de 3 juristas em menos de um ano é que não se fala mas indicam algo podre no reino da Dinamarca.

      Eliminar