Helena de São Vicente é um submarino do PSD para deitar abaixo o partido CHEGA na CMSV.
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No xadrez político que se desenhou, Zé Carlos tomou uma decisão estratégica clara: retirar poderes políticos diretos a Helena e ao seu escudeiro Fábio. Em contrapartida, optou por nomear um conjunto de chefes de divisão e reforçar a dimensão técnica da máquina administrativa. À primeira vista, pode parecer uma solução inteligente, diluir responsabilidades, distribuir decisões e proteger-se politicamente.
Mas a política municipal raramente funciona de forma tão simples.
Quando os poderes ficam formalmente concentrados numa estrutura técnica, na prática continuam a convergir para quem lidera. A pressão, as decisões difíceis, os conflitos internos e externos acabam sempre por regressar ao mesmo ponto: ao presidente e ao centro do poder político.
Zé Carlos é, reconhecidamente, um excelente vendedor de seguros. É um homem habituado ao mundo das vendas, da negociação e da persuasão. Esse perfil pode funcionar muito bem numa primeira fase, especialmente quando se trata de gerir relações e construir consensos.
Contudo, governar uma autarquia é uma maratona, não um sprint. Durante um ou dois anos, é possível suportar a pressão constante que vem de todos os lados, da oposição, da administração, da população e das inevitáveis crises locais. Mas manter durante muito tempo todos os focos de tensão concentrados numa só liderança pode tornar-se um teste psicológico e político difícil de sustentar.
É precisamente aí que a história política pode dar a sua volta.
Tal como nas grandes narrativas clássicas, quando o protagonista começa a vacilar, surge a figura que estava à espera do seu momento. E nesse enredo, Helena pode muito bem assumir esse papel.
Helena reúne características que, no tempo certo, podem transformá-la numa figura de liderança forte. Experiência local, conhecimento das pessoas e capacidade de se afirmar num contexto político exigente.
Não seria absurdo imaginar, num futuro não muito distante, um cenário em que Helena reunisse as condições para se tornar a primeira mulher presidente da Câmara Municipal de São Vicente.
A política local tem muitas surpresas. E, por vezes, as verdadeiras protagonistas entram em cena quando menos se espera.
Força, Helena.»
https://www.madeiraopina.com/2026/03/helena-de-sao-vicente.html

Como sempre o pravda a proteger bandidos
ResponderEliminarO padre das esmolinhas tem muito orgulho no seu título de DIRETOR GENIAL EDiTORIAL INQUISITORIAL E IMPERIAL do matutino Soysa, também conhecido com O ESTERCO DIÁRIO. É assim que se faz anunciar nos grandes eventos onde está sempre atrás do Rei da Tabanca, D. Albucocas “o snifador”. Fala de tudo, percebe de tudo, menos de Teologia. Ésó disso que o padre podre não quer falar. Em breve aparecerá numa parvoíce de advogados ligada ao “Direito Regional”. Imagine-se. O padre já percebe de direito.
ResponderEliminarEsse padre rabeta percebe de lambebotismo e intriga regional.
EliminarQuem escreveu esta prosa a elogiar a Helena?
ResponderEliminarFoi a cuelhinha. Porque será?
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