terça-feira, 15 de setembro de 2026

A noticia incompleta do grande Jornalista madeirense Rui Marote no caso da Marina do Porto Santo

 

Frederico Resendes
  
Marote, omite o nome da nova empresa que vai gerir o porto de recreio do Porto Santo e que está a impor regras que desagradam à maior parte dos velejadores que poêm os seus iates fundeados naquela marina. A empresa que ficou com a concessão foi a empresa 

RIM do conhecido empresário Frederico Resendes que em tempos foi um dos donos da Tecnovia/Madeira. Este Frederico Resendes já construiu uma vivenda para oferecer ao Miguel Albuquerque na freguesia da Ponta Delgada na ilha da Madeira. 

 Actualmente esta mais uma empresa a construir uma outra vivenda para oferecer  ao Albuquerque desta vez na ilha do Porto Santo, como recompensa por serviços prestados pelo chefe do governo insular.

 Este caso tem sido  muito comentado na ilha dourada ao ponto do deputado Francisco Gomes do partido CHEGA já ter até gravado um video com a denúncia. Depois ele fez marcha atrás e decidiu não publicar por ordens expressas do seu chefe político André Ventura.

 Porque fez marcha atrás o deputado Francisco Gomes? 

 Não sabemos os rabos de palha que ali existem e que impediram o deputado do CHEGA na AR em colocar a boca no trombone. No entanto achamos que Rui Marote fez bem em omitir da sua notícia a empresa RIM no jornal "Funchal de Notícias" onde escreve e é um dos sócios fundadores. 

 Ah! Grande Marote o grande jornalista das notícias imcompletas! 

MAROTE TEM MÊDO dos JUÍZES FASCISTAS DOS TRIBUNAIS da MADEIRA!

Continuam os desentendimentos entre iatistas e o novo concessionário da marina do Porto Santo

Rui Marote
 O Funchal Notícias tem recebido de iatistas que permanecem nos seus barcos no estaleiro do  Porto Santo vários comentários queixando-se das novas regras impostas pelo concessionário. Esta situação é negativa para a imagem da ilha. Recebemos de um iatista espanhol septuagenário que permanece no estaleiro há cerca de um ano e meio uma queixa. Diz que está a remodelar todo o interior do barco, incluindo motores, e que espera regressar ao mar dentro de dois meses. A sua longa permanência foi aceite pela APRAM, segundo diz, e tem os pagamentos em dia.
  O iatista em causa descreve uma situação em que teve de se levantar a meio da noite para ir à casa de banho, sofrendo um acidente devido à falta de luz eléctrica no estaleiro.
 “Tenho um aplicativo de lanterna no telemóvel para usar quando vou à casa de banho, já que cortam a luz, mas fiquei sem bateria, pois não havia electricidade no barco para carregar o telemóvel. Estava muito escuro e bati com a cabeça no batente da porta, ficando com um galo. Graças ao desporto que pratiquei na juventude, consegui manter o equilíbrio e ainda tenho bons reflexos; se tivesse caído, minha cabeça poderia ter batido no vaso sanitário”. O iatista prossegue para deixar a hipótese de um acidente grave; se tivesse caído e batido com a cabeça, diz, talvez tivesse morrido inconsciente e a sangrar sem que ninguém se apercebesse.
 “Cortar a luz nos banheiros é perigoso e compromete a segurança das pessoas. Alguém pode sofrer um acidente grave, e não um leve como o meu”, critica.
Esta situação de corte da luz decorre de um conflito com a nova concessionária do espaço. De acordo com as  denúncias públicas feitas pelos utentes, esta medida drástica de corte de luz está a ser utilizada como pressão para que os proprietários procurem alojamento fora do recinto do estaleiro.
 A privação de água e luz com restrição a casa de banho pode ser considerada uma violação de direitos básicos e de saúde pública. Como a situação envolve um risco imediato à saúde e segurança de pessoas vulneráveis, certas acções podem ser tomadas para registrar a ocorrência e forçar uma intervenção.
Os iatistas descontentes podem queixar-se formalmente à Delegada de Saúde do Porto Santo: Tem autoridade para inspeccionar o local por falta de condições de higiene e habitabilidade. Podem apresentar uma reclamação à autoridade concedente (APRAM).
  Quanto ao resto, a Capitania e a Polícia Marítima são as entidades públicas oficiais que fiscalizam e têm jurisdição direta sobre todo o espaço do Porto de Porto Santo, o que inclui a área da marina e do estaleiro.  Como o estaleiro e a marina estão inseridos no Domínio Público Marítimo e em área portuária, qualquer ocorrência ou conflito dentro desse perímetro cai sob a alçada destas autoridades. Por último, é possível exigir o livro de reclamações nas instalações da marina ou submeter queixa através do Livro de Reclamações Electrónico.

3 comentários:

  1. Explicador. Von der Leyen faz hoje um dos discursos mais importantes do ano: o que pode mudar na Europa a partir daqui?
    https://executivedigest.sapo.pt/explicador-von-der-leyen-faz-hoje-um-dos-discursos-mais-importantes-do-ano-o-que-pode-mudar-na-europa-a-partir-daqui/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques

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    1. Santa padroeira dos burocratas, capitalistas…

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  2. Volta e meia esse trolha marote aparece por aqui.
    Haja paciência!!!

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