É isto mesmo que transcreve num dos seus artigos de opinião escritos à meia noite no Diário de Notícias on-line, o nosso inefável Ricardo Oliveirinha, actual director do Jornal do grupo SOUSA.
Quando o "padre" Oliveira traiu a igreja madeirense andou à rasca à procura de trabalho, afinal tinha ficado fora do guarda chuva da Igreja depois de ter abandonado o sacerdócio. Andou a estudar comunicação social em Paris às custa das esmolas das nossas piedosas velhinhas madeirenses que deitavam as suas parcas moedinhas todas as vezes que iam às missas nas nossas igrejas à volta da ilha.
Ricardo Oliveira estudou de borla o curso de Comunicação Social em Paris depois abandona o sacerdócio e vendo-se sem trabalho pede trabalho na LUSA ao falecido Emanuel Correia. Este é impossibilitado de lhe dar ajuda porque a direcção da LUSA era comandada por Lisboa onde ele não riscava nada.
Valeu-lhe depois uma cunha do seu compadre José Bettencourt da Câmara e do seu padrinho de casamento Cunha e Silva, vice-presidente do Governo do fascista Jardim, que influenciaram o Michael Blandy para lhe dar o cargo de director do Diário de Notícias do Funchal.
O Bettencourt da Câmara era o administrador do grupo Blandy no próprio diário de Notícias do Funchal. E tornou-se célebre quando despediu por vingança Rui Marote um dos mais prestigiados fotojornalistas do Diário durante décadas.
José Bettencourt da Câmara
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