sábado, 4 de fevereiro de 2023

Os truques do jornalista «Baleia»

 Miguel Torres Cunha é conhecido nos meios jornalísticos pelo «Baleia». É um lambebotas do grupo Sousa e do regime jardinista. O tipo escreve hoje no DN/Madeira um artigo de opinião muito habilidoso no sentido de alvitrar ou seja, abrir caminho a mais um negócio para o seu "amigo" Luís Miguel de Sousa o monopolista dos portos da Madeira. Ele fala aqui na necessidade do porto fornecer combustíveis não poluentes para os navios de cruzeiro que demandam o porto do Funchal. 

 Quem opera com esse tipo de combustíveis? 

O seu amo Sousa. 

 Pois ele já abastece de gás natural e EEM (Empresa de Eletricidade da Madeira).

 Quando ele esteve no Diário de Noticias do Funchal em jornalista principal, ele reteve de propósito a notícia do arquivamento do caso da corrupção nos Portos da Madeira no ano de 2003.  Nessa altura a procuradora Maria Paula Costa Pereira feita com o Luís Miguel de Sousa, mandou arquivar o caso da corrupção nos portos que envolvia o desvio de dezenas de milhões de euros através de faturas falsas, num plano engendrado por Cristina Pedra e seu pai David Pedra e do próprio Luís Miguel de Sousa. 

 A policia judiciaria andou a investigar o caso durante 6 meses e depois a procuradora feita com eles arquivou o processo. Acontece que o nosso  jornalista «Baleia» sabia da noticia do arquivamento e deixou passar o prazo do recurso para então publicar a notícia no Diário de Noticias do Funchal. Isso impediu que os democratas do jornal "Garajau" que acompanhavam o caso da «corrupção dos portos» tomassem conhecimento do sucedido e fizessem um recurso e se constituíssem assistentes no processo, e evitassem assim que o caso não morresse no fim do prazo do arquivamento. 

 Depois deste serviço ao seu amigo Sousa o nosso «Baleia» quando esteve à frente da RTP/Madeira arranjou logo emprego à namorada do Sousa em jornalista da estação televisiva a ganhar mais de 4 mil euros por mês (uma pipa de massa). Depois quando «baleia» ia ao Porto Santo, viajava de graça no Lobo Marinho (explorado pelo Sousa) e ficava à borla no hotel do seu amigo Sousa na suite numero 106. Era sempre lá que o pardalão ficava hospedado sempre à borla. Nunca pagava nada.

 É por haver muitos  sabujos e manhosos como este jornalista «Baleia» que o regime nunca cai aqui na Madeira. Pois eles têm muitas cumplicidades e ajudam-se sempre uns aos outros.



 
Esta é a celebre procuradora Paula Costa Pereira  que feita com o Sousa e a Cristina Pedra arquivou o processo da «corrupção do porto do Funchal», um dia antes de partir para Lisboa onde foi  promovida a procuradora adjunta.

Bruna Melim a namorada do oligarca Sousa


3 comentários:

  1. Ah! Mal empregadas esmolinhas das piedosas velhinhas... não, espera... enganei-me... esse é o outro...

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  2. A máfia do Sousa a enrabar os vilões, mas que bem feito. O povo superior nasceu para levar no pakote!

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  3. O madeirense no geral acha-se muito esperto a enganar os demais, em tostões. Tem sangue de cigano. Mas passa a vida a ser comido pela meia dúzia de tubarões indígenas, na escala dos milhões e deixa-se ficar. Estes são os que têm sangue judeu e comem a ciganada ao pequeno-almoço. A Madeira continua a ser, desde 1418, o caixote de lixo da merda que Portugal vai parindo: veja-se o que para cá vem para os tribunais, MP e comandar as forças da lei, por exemplo. Só corruptos e ambiciosos para se amantizarem com as mafias locais. A Madeira é a Sicília e a Madagáscar do Atlântico!

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