terça-feira, 9 de janeiro de 2018

PTP contra o fecho das estações dos CTT

Em nota enviada às redacções, o Partido Trabalhista Português vem contestar o encerramento de dois balcões dos CTT na Região.
“Os Correios de Portugal nunca deveriam ter sido privatizados. A coligação PSD/CDS, que governou o país, no cumprimento da sua visão ideológica de “menos Estado, melhor Estado”. Privatizaram um serviço com 500 anos de existência. Uma empresa que dá lucro e que presta um serviço inestimável às populações de todo o país, cumpre uma função social que só com a gestão pública é possível.
Uma vez nas mãos dos privados, o lucro passou a ser o principal objectivo dos CTT, originando, inevitavelmente, a degradação dos serviços prestados. Estando os resultados à vista: desmantelamento de postos de trabalho, centenas de marcos de correio foram retirados das ruas, assim como, inúmeras estações de correio encerradas por todo o país. Só na Madeira já fecharam os balcões do Porto da Cruz, Canhas, Ponta Delgada, São Gonçalo, Livramento, Caniçal, Camacha e Aeroporto, tendo sido anunciado, recentemente, no âmbito de um novo plano de reestruturação - o encerramento da loja das Madalenas em Santo António, Funchal e do Arco da Calheta, o que consideramos uma decisão ilegítima da gestão privada dos CTT.
Com efeito, todas estas medidas têm-se revelado extremamente lesivas às populações, tornando o atendimento lento e moroso, nos balcões em funcionamento. As filas prolongam-se para o exterior do edifício, que na falta de alternativa (uma vez que as suas competências, no sector postal, conferem-lhe o estatuto de monopólio natural) têm de aguardar em média 30 minutos para ser atendidos.
A privatização dos CTT, fez parte do programa do Governo PSD/CDS, sendo uma das medidas previstas no programa de ajustamento acertado com a Troika, que permitiu ao Estado arrecadar 909 milhões de euros para abater a dívida pública. Porém, aquilo que recebeu não compensou o que perdeu em dividendos, colidindo frontalmente com o interesse público.
Perante o exposto, a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, em defesa das populações protesta pelo encerramento de lojas CTT na RAM”. (diário de noticias)

O PTP divulgou no fim-de-semana um voto de protesto apresentado na Assembleia Legislativa da Madeira, contra o encerramento de lojas CTT na Madeira. Na perspectiva do partido, os Correios de Portugal nunca deveriam ter sido privatizados. “A coligação PSD/CDS, que governou o país, no cumprimento da sua visão  ideológica de “menos Estado, melhor Estado”, privatizou um serviço com 500 anos de existência. Uma empresa que dá lucro e que presta um serviço inestimável às populações de todo o país, cumpre uma função social que só com a gestão pública é possível”, considera o partido.
De acordo com a parlamentar Raquel Coelho, uma vez nas mãos dos privados, o lucro passou a ser o principal objectivo dos CTT, originando, inevitavelmente, a degradação dos serviços prestados. “Estando os resultados à vista: desmantelamento de postos de trabalho, centenas de marcos de correio foram retirados das ruas, assim como, inúmeras estações de correio encerradas por todo o país. Só na Madeira já fecharam os balcões do Porto da Cruz, Canhas, Ponta Delgada, São Gonçalo, Livramento, Caniçal, Camacha e Aeroporto, tendo sido anunciado, recentemente, no âmbito de um novo plano de reestruturação, o encerramento da loja das Madalenas em Santo António, Funchal  e do Arco da Calheta , o que consideramos uma decisão ilegítima da gestão privada dos CTT”, acusou.
Para o PTP, todas estas medidas têm-se revelado extremamente lesivas às populações, tornando o atendimento lento e moroso, nos balcões em funcionamento. “As filas prolongam-se para o exterior do edifício, que na falta de alternativa (uma vez que as suas competências, no sector postal, conferem-lhe o estatuto de monopólio natural) têm de aguardar em média 30 minutos para ser atendidos”.
“A privatização dos CTT, fez parte do programa do Governo PSD/CDS, sendo uma das medidas previstas no programa de ajustamento acertado com a Troika, que permitiu ao Estado arrecadar 909 milhões de euros para abater à dívida pública. Porém, aquilo que recebeu não compensou o que perdeu em dividendos, colidindo frontalmente com o interesse público”, denuncia o partido, que assim vem propor a aprovação de um protesto da ALRAM.  (FUNCHAL-NOTICIAS)

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